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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O Crime E Os Criminosos Na Literatura Brasileira Lemos Brito



Autor: Lemos Brito

Título: O Crime e os Criminosos na Literatura Brasileira

Editora: José Olympio

Ano: 1946

Páginas: 336


Comentário : Livro em bom estado de conservação, encadernado em brochura original.


Deste interessantíssimo livro: Os Criminosos e seus estigmas, Heranças patológicas, Epilepsia e crime, A justiça humana, O código penal dos selvícolas através do poema 'O Caramuru', A pena de morte, Os Cárceres e suas tragédias, Loucos na prisões, O cangaço, o crime e os criminosos no folclore brasileiro, Crime políticos e sociais. Matar alguém..., Homicídio antropofágico, Envenenamento, Profanação de cadáveres... etc.



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O Diário da Ásia Thomas Merton - cristianismo história e ação oriente ocidente reflexão etc...




O Diário da Ásia

Thomas Merton

editora: Vega

ano: 1978

Encadernação original brochura. Livro em muito bom estado de conservação. 376 pp.
formato 16 x 23 cm, "Chegou o momento de decolar foi algo de extasiante...O jato deixou o solo - eu, com mantras cristãs e um profundo senso de destino, de estar, enfim, no meu verdadeiro caminho após longos anos de espera e interrogações"

Livro em bom estado. Um relato das impressões da Ásia, do autor, sobre: as pessoas com quem se encontrou, as cidades que viu, a natureza, a arte, a música, a filosofia e os costumes que pode observar nos 27 anos que ficou por lá.

Prefaciado por Tristão de Athayde.

Título original: The Asian Journal of Thomas Merton.

Tradução de Elza Bebianno e Murillo Nunes de Azevedo.


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Thomas Merton (31 de Janeiro de 1915 – 10 de Dezembro de 1968) foi um escritor católico do século XX. Monge trapista da Abadia de Gethsemani, Kentucky, ele foi um poeta, activista social e estudante de religiões comparadas. Ele escreveu mais de setenta livros, a maioria sobre espiritualidade, e também foi objecto de várias biografias.


O Brasil é um dos países que maior acolhida deram a Thomas Merton. E onde ele publicou o maior número de livros.[carece de fontes?] Foram lançados mais de 40 livros em português, graças ao envolvimento de intelectuais – como Alceu Amoroso Lima – e de monjas e monges beneditinos – como Dom Basílio Penido, Dom Timóteo Amoroso Anastácio, Dom Estêvão Bettencourt e, principalmente, da irmã Maria Emmanuel de Souza e Silva.

A história sobre o início de uma relação de trabalho e de uma amizade é contada no livro Thomas Merton: o homem feliz, pela Ir. Maria Emmanuel. Ao longo de 13 anos trocaram mais de uma centena de cartas, cartões postais, "santinhos" e livros. Parte das cartas de Merton enviadas à Ir. Maria Emmanuel estão registradas no livro The Hidden Ground of Love: Letters on Religious Experience and Social Concerns (Letters, I).

Merton se correspondeu com outros brasileiros como Alceu Amoroso Lima, Dom Hélder Câmara, abades beneditinos, religiosas e religiosos e simples leitores, ao longo de sua vida.

Tinha um interesse por vários autores brasileiros e em especial por poetas como Manuel Bandeira e Jorge de Lima.

Muitas são as pessoas, leigas ou religiosas, que atribuem às leituras de seus livros como marcos importantes para suas vidas espirituais.

O continuado interesse por Merton, sua vida e suas ideias, levou à fundação em 10 de dezembro de 1996 da Sociedade dos Amigos Fraternos de Thomas Merton - SAFTM.

Após ter cessado por longos anos a publicação de suas obras no Brasil, existindo apenas dois títulos em 1996, foram reeditados em 1999 os livros A Montanha dos Sete Patamares, Novas Sementes de Contemplação e Ascensão para a Verdade logo seguidos pela publicação de outros nos anos subsequentes indicando uma tendência positiva nesse sentido.

Hoje já são dezesseis títulos disponíveis tendo se estabelecido um novo interesse em dar continuidade a publicação de antigas e novas obras. Além desses existem quatro livros sobre Thomas Merton. Os quase trinta outros títulos esgotados podem ser encontrados em sebos de todo o país.

São Jose dos Campos de Omar Fonseca

São Jose dos Campos de Omar Fonseca

Omar Fonseca

editora: Valeparaibano de Ensino

ano: n/d

descrição: bom estado, brochura, ilustrado, escasso, não perca, saiba mais ....

História de las Relaciones Internacionales 2 Volumes Ganshof e Zeller e Fugier e Renouvin

História de las Relaciones Internacionales 2 Volumes

Ganshof e Zeller e Fugier e Renouvin

editora: Aguilar

ano: 1960

descrição: Usado. bom estado. brochura.a1b. escasso, não perca, saiba mais ...

sábado, 24 de outubro de 2009

Raizes Judaicas no Brasil: O ARQUIVO SECRETO DA INQUISIÇÃO. FLÁVIO MENDES DE CARVALHO




Raizes Judaicas no Brasil: O ARQUIVO SECRETO DA INQUISIÇÃO.

FLÁVIO MENDES DE CARVALHO

NOVA ARCADIA.

1992.

416p.LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, ENCARDENAÇÃO ORIGINAL EM BROCHURA. COM MUITAS ILUSTRAÇÕES. “ ... uma lista retirada, com os sobrenomes de cristãos-novos, brasileiros ou ...

lista com os sobrenomes de cristãos-novos, brasileiros ou residentes no Brasil, condenados pela Inquisição nos séc. XVII e XVIII e que constam nos arquivos da Torre do Tombo em Lisboa.

É bom lembrar que os judeus, por ocasião da conversão forçada e para esconder suas raízes e evitar a perseguição, adotaram muitos sobrenomes de cristãos-velhos. Assim o fato de um sobrenome estar na lista não nos garante dizer que todas as pessoas que o carregam são descendentes dos cristãos-novos. Por outro lado, o fato de outro sobrenome não estar, não quer dizer que não seja de origem judaica, posto que a pesquisa de Flávio Mendes não abrangeu todo o período de atuação da Inquisição e ainda que muitas famílias conseguiram manter-se em segredo. Na obra do historiador, também descendente de cristãos-novos, constam os nomes e na maioria das vezes a naturalidade, o parentesco e residência dos judaizantes - termo como eram chamados os conversos descobertos praticando o judaísmo.
Há vários casos em que muitos dos membros de uma mesma família foram condenados e torturados para delatar a sua própria gente.

Neste livro Flávio Mendes Carvalho mergulha nas profundas daquele inferno e retira das chamas da Inquisição um documento que mofou em Portugal por três séculos: o dossiê contendo os nomes dos condenados de Lisboa. Estre livro não é uma tese convencional e seu ator não avança muito em interpretações. Nem precisava: mais eloquente que qualquer reflexão sobre trezentos anos de trevas da Humanidade é a interminável lista que aqui vai publicada, atrás de cada um daqueles nomes está inscrita uma tragédia, uma história de humilhações, um gesto de heroísmo. Aqui temos não apenas uma utilíssima obra para se ter em casa como fonte de consulta.

Este livro é, na verdade, um vademecum. Edição única, do Consulado de Israel com a Fiesp e o Banco Safra, pesquisa muito bem feita crítica e referencial para que estuda esta área.


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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Bolletim e Annuario Ecclesiastico da Archidiosese de São Paulo

Bolletim e Annuario Ecclesiastico da Archidiosese de São Paulo

Renascimento e Reforma V. H. H. Green


Renascimento e Reforma

V. H. H. Green

editora: Publicações Dom Quixote

ano: 1991

bom estado de conservação, Trad: Cardigos dos Reis; Número de Páginas: 524; Formato: 16 x 23; Editora: Publicações Dom Quixote; Brochura,

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Artesania popular mexicana Blume

Artesania popular mexicana


Editorial Blume,

a1b. Barcelona, 1977.Editorial Blume, Barcelona, 1977. Tapa dura. 239 Págs. PRIMERA EDICIÓN. Obra con ilustraciones y fotos a color

in 4to, 26x24 cm. 239 pp. muy ilustrado con fotografias en b/n y color, tela editorial. Tela, sobrecubierta. Numerosas fotografías. 1ª edición. Tapa dura. Muito bom estado de conservação. saiba mais ....

Historia del Mueble: Estilos del mueble desde la antigüedad hasta mediados del siglo XIX Hermann Schmitz. Móveis Decoração colonial etc...


Historia del Mueble: Estilos del mueble desde la antigüedad hasta mediados del siglo XIX

Hermann Schmitz

Editora: Gustavo Gili

1966


a1b, bom estado, ilustradíssimo, formato grande, uma pérola. Saiba Mais ....
Páginas: 320, Formato: 23 x 30, Capa Dura.

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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Três Campanhas Moacyr Piza 1922

Três Campanhas

Moacyr Piza

editora: O Estado de São Paulo

ano: 1922

Brochura em bom estado, com 196 páginas.


Obra extremamente rara, própria para colecionadores e estudiosos do assunto literatura paulista e brasielira.

Saiba mais perguntando-nos.


Brochura original, com índice.


"Ignorará o Sr. Washington Luis, que está gastando mal, e mais do que póde? Não é de suppor. S. Excia. tanta sciencia tem da situação precaria do Estado que, a pretexto da consolidação da divida publica, já realisou tres emprestimos - um em Londres, de $ 2.000.000; outro em New York, de $ 10.000.000; outro, em Amsterdam, de 18 milhões de florins....


Acto de contrição,

Uma carta,

para os ongenuos,

palavras ao Senado,

O direito Official,

escassa tolerancia e menor educação,

Ao Sr. Oliveira Lima,

Calabar,

Eu penso assim verdades duras,

A renovação da Camara,

uma eleiçao liberal,

um processo,

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Ulysses Bittencourt Raiz Amazonas borracha descrição costumes cronicas etc

Ulysses Bittencourt

Raiz

Rio de Janeiro Copy e Arte

1985


livro em bom estado de conservação, capa brochura original, ilustrado, priemira edição com dedicatória e autografo do autor, escasso, não perca.

Raiz

Velha rua,

Literatura regional,

Manaus 1940,

Nosso ontem , nosso hoje.

O amazonas e Portugal,

O carnaval e seu espírito,

Festividade antiga,

fatos e nomes,

1933-1983,

Uma cerimonia,

Aventura sexagenaria,

Um museu nas sombras,

Velharias atuais,

Washington em Manaus,

Projeto filho pródigo,

Confraternização,

O arquivo discreto,

e muito mais etc, etc..


Membro da Academia Amazonense de Letras e do Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas, escreveu Raiz (Rio de Janeiro: Copy e Arte, 1985), Povoamento da Bacia Amazônica (Porto Alegre, PUC, 1988 - conferência proferida na PUC-RS) e Patiguá (Rio de Janeiro: Copy e Arte, 1993). Articulista, nos anos 1980, do jornal A Crítica, de Manaus, o historiador Mário Ypiranga Monteiro escreveu na apresentação de seu livro Patiguá: "Por muitos anos [seu primeiro livro publicado, Raiz] constituirá o testemunho valioso dos quadros históricos amazonenses não tratados anteriormente (...)" (p. 19). Raiz e Patiguá são citados na obra de Samuel Benchimol Manáos do Amazonas - Memória empresarial, vol. 1 (Manaus: ACA (Associação Comercial do Amazonas) - Fundo Editorial / Governo do Estado do Amazonas, 1994).


Ulysses Uchôa Bittencourt (Manaus, 4 de abril de 1916 — Rio de Janeiro, 19 de março de 1993), também conhecido como Ulysses Bittencourt, foi um jornalista, administrador público e historiador brasileiro.


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sábado, 17 de outubro de 2009

Innovações do romanismo C H Collette

Innovações do romanismo

Carlos Hastings Collette

Lisboa : Livraria Evangélica, [1926]

DESCR. FÍSICA: XIV, 338 p. ; 20 cm

Obra de Refutação de dogmas católicos, Doutrinas religiosas


livro em bom estado geral de conservação apesar da idade, capa dura em tela editorial, Encadernação original em percalina. Capas e lombada com letras douradas. Miolo em bom estado. Obra escassa de apologetica, imperdível.


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Em confronto honesto, imparcial, das Escrituras dos Patriarcas, dos Profetas e dos Apóstolos, especialmente de todo o ensino de nosso Senhor nos quatro Evangelhos. Com todo o ensino e prática da Igreja Católica Apostólica Romana, é possível crer que esta igreja seja realmente a Igreja que nosso Senhor criou e fundamentou em seu próprio sangue? Eis um livro que ajudará o leitor a formular a resposta.

relata cronologicamente as incorporações doutrinárias ao Evangelho realizadas pela Igreja Romana.
"ANNO DE 787 - Anteriormente a esta data, houve grande polemica ácerca da introdução e uso das imagens no culto publico. Irene, imperatriz de Constantinopla, mulher de maus sentimentos, pagã de nascimento e pela profissão religiosa, e que a tudo isto reunia a circunstancia de ter envenenado o esposo, alliou-se com Adriano, bispo de Roma, e convocou o chamado setimo concilio geral, celebrado em Nicéa. Foi por influencia de similhante creatura que se votou o referido decreto sanccionando o uso das imagens no culto religioso."



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Trilogia Latina Ii: Missa Profana - Visões de Roma Justino de Montalvão

Trilogia Latina Ii: Missa Profana - Visões de Roma

Justino de Montalvão

editora: Livraria Garnier- Rj

ano: 1924

Tipo de encadernação: capa dura

Estado de conservação: bom

Encadernação original em percalina. Capas e lombada com letras douradas.

Prosa em Louvor a Roma Antiga e Moderna.
Trilogia Latina II: Missa Profana
Justino de Montalvão.

Em nome de Pan , e de Apollo, e de venus. Assim seja.

Litania do Campo das Vaccas.

Meditação dos mortos.

Responso dos sinos e dos corvos.

Reliqueas catholico pagãs.

Ave Roma.

Artur Motta Vultos e Livros Academia Brasileira de Letras. 1921

Artur Motta da

Vultos e Livros Academia Brasileira de Letras.

Editora Monteiro Lobato & C.

1921

1ª edição, 285 páginas, capa dura, bom estado, assinatura do antigo possuidor, não perca, escasso, saiba mais...

com indice alphabetico.

ilustrado.

indice das cadeiras.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Revista Brasileira Nº 9 1935 Revista Brasileira Arthur Ramos Portinari Integralismo AIB Campofiorito C Cascudo Mario de Andrade Homosexualismo Anauê

Revista Brasileira Nº 9 1935 Revista Brasileira Arthur Ramos Portinari Integralismo AIB Campofiorito C Cascudo Mario de Andrade Homosexualismo Anauê


Autor : Obra Coletivo

Título : Revista Brasileira Nº 9

Editora : Cultura Brasileira

Ano : 1935

Páginas : 256


Comentário : Livro em bom estado de conservação, encadernado com capa dura.

De Julho a Agosto de 1935, Synthese do momento internacional.

Ilustrada


Revista que, sob a batuta de Baptista Pereira, funcionou e fundamentou a articulação política no começo do Movimento pliniano o Chefe Integralista, movimento nacionalista.

No número anterior o mesmo Baptista Pereira afirmou: "o integralismo, é o mais belo, patriótico e irresistível movimento de opinião já processado em nossa pátria. Miguel Reale é o homem indicado para dar a conhecer aos brasileiros as bases da doutrina integralista, pois ocupa no Partido a destacada posição de Secretário Nacional da Doutrina. Nos próximos números publicaremos, novos trabalhos sobre a grande cruzada de salvação nacional, empreendida pelos legionários do sigma."


Collaborações ineditas de grandes escriptores, sociologos politicos, etc.



David Lloyd George – ex primeiro ministro do Imperio Britannico.

Renato Mendonça – consul do Brasil.

Almirante Yates Sterling Jr. - commandante da base Naval de Brookling e ex-commandante de Porto-Perola, Havai.

Pedro Vergara – deputado federal e jornalista.

Anisio S. Teixeira – director do Departemento de Educação do Districto Federal.

Adolpho Bergamini – ex-interventor no Districto Federal, deputado federal em varias legislaturas e constituinte de 34: Há que pensar na Tala.

Edgar Teixeira Leite – Advogado, industrial e deputado federal.

Abguar Bastos – deputado federal e publicista.

Economia e Finanças:

Pires do Rio - ex-ministro da Viação, ex-prefeito de S. Paulo e jornalista.

Daniel de Carvalho – deputado federal e membro da commissão de finanças da camara.

Mathias Ayres – jornalista, financista e ex-deputado federal.

Daniel C. Roper – secretario do commercio do E. U. A.

General Borges Fontes: Gomes Freire no Rio Grande.

Oswaldo Orico: O "Maiden Speech" de Silveira Martins.

Raul Pederneiras,

Victor russomano: a lição civica dos monumentos.

Igor Sikorsky,

Goldin da fonseca: Bolchevismo.

Luiz da Camara Cascudo - Um Hohenzollern no Sertão do Nordeste.

Leonidio Ribeiro - Homosexualismo e endocrinologia.

Renato Kehl.

Flexa Ribeiro,

Aluizio Bittencourt: Portinari.

Arthur Ramos - Autos populares afro-brasileiros.

Angyone Costa,

Oscar Tenorio,

Severino Silva,

Mario de Andrade: Livros musicaes.

Miran de Barroslatif.

Interessante revista que guarda diversos fatos de nossa história, que não entraram e nem entrarão no currículo escolar, longe do MEC....

Não perca saiba mais,....


Por ironia ou não ....

A Revista Brasileira é completamente alheia a politica partidaria. Só vê e nunca deixa de vêr os interesses do Brasil. Mas do alto. Fóra e além das personalidades.

Só com essa orientação é que ella poderia sustentar o credito que lhe tem conferido a opinião publica: o de ser a mais alta tribuna do pensamento brasileiro.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

A Ordem de Malta

A Ordem de Malta surgiu na Idade Média, sediada em Jerusalém, como ordem militar e religiosa católica. Tinha então o nome de Ordem de São João de Jerusalém. Sua finalidade militar era a defesa da Terra Santa. Tinha também a finalidade de manter hospitais para atendimento aos peregrinos que a visitavam.

Em 1312 a ordem obteve a posse da Ilha de Rhodes. Seu superior era o soberano da ilha, que constituía um estado independente, com exército e marinha. Isso durou até 1523, quando a ilha foi perdida para o sultão turco. Mais tarde, a Ordem veio a dominar a ilha de Malta, perdida para os franceses em 1798.

Hoje tem sede em Roma. Não tem território, mas tem soberania e goza de representação diplomática. Hoje não é mais considerada pelo Vaticano como ordem religiosa, mas como Estado (embora desprovido de território). A ordem emite passaportes que são reconhecidos por alguns países, e tem selos próprios.

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Boletim da Estrella Ano de 1931 - 1932 Krishnamurti - Star Publishing

Boletim da Estrella Ano de 1931 - 1932

Krishnamurti - Star Publishing

editora: Star Publishing

ano: 1931

descrição: Boletim da Estrella Janeiro de 1931 a janeiro de 1932. Todo o primeiro ano desse precioso Boletim. Encadernados em capa dura, bom estado.


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Fr. Felix de Olivola Um Grande Brasileiro Dom Vital Maçonaria Olinda Bispo Questão religiosa catolicismo

Autor : Fr. Felix de Olivola

Título : Um Grande Brasileiro

Editora : Imprensa Industrial

Ano : 1936

Páginas : 303

Comentário : Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original.
O nome de D. Fr. Vital Maria Gonçalves de oliveira Bispo de Olinda, para a alma católica do Brasil é um dos mais queridos, porque é simbolo dum grande atleta, dum dum martir da fé, dum bispo inabalavel que defendeu os direitos da igrejacatólica diante dos novos Cesares...

Segundo o decreto do sumo Pontifice Urbano VIII, o autor declara que nas palavras heroismo, virtude heróica santidade, e nos fatos extraordinarios pede somente a fé humana, sem prejuizo das decisões da santa Romana Igreja a cuja autoridade submete todos seus escritos



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Prado sampaio. Sergipe




Autor : Prado Sampaio

Título : Sergipe: Artistico, litterario e Scientifico.

Editora : Imprensa Official Aracajú.

Ano : 1928

Comentário : Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original.
Artistico, litterario e Scientifico. Memória apresentada pelo governo do estado de Sergipe, sob a administração do Exm. Sr Coronel Manoel Corrêa Dantas, á Exposição. Ibero-Americana de Servilha...

Aspectos ethnos-psychologicos do povo sergipano.

Genese e evolução.

A poesia sergipana.

A philosophia em Sergipe.

Sobre a musica sergipana, seus compositores e executores.

Da emigração sergipana sob o triplice ponto de vista Artistico, litterario e Scientifico.

Repercusão do espírito sergipano no pensamento nacional.

etc, Congos, Tayeras, ....







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Atividade e produtividade da R.F.F.S.A Trem Ferrovia Ferroviario trilhos etc ...








Atividade e produtividade da R.F.F.S.A

Depto Comercial Rede Ferroviaria Federal S.A.

1959

brochura original, capa cartonada, excelente estado, ilustrado, com 70 páginas, mapas, tabelas, informações importantes, etc ...

Excelente livro para quem estudo ou ama o tema Trem, os dados dizem respeito ao ano estudade de 1957.



Esta obra visa divulgar elementos destinados a contribuir para que se fortaleça cada vez mais entre nós a consciência dos problemas ferroviarios, sobretudo naqueles aspectos que representam verdadeiro desafio ao esforço dos responsáveis pela recuperação e desenvolvimento do parque federal de estradas de ferro...

A presente publicação é uma coletânea de dados estatisticos e gráficos pertinentes à atividade e produtividade das ferrovias incorporadas à R.F.S.S.A, incluindo confontos internacionais em que fica devidamente situada a posição do Brasil...


saiba mais ...

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Estatuto Carmelita - Ordem Carmelitanas Carmelo Católico Duarte - Descalços



Estatutos da veneravel e archiepiscopal ordem terceira de Nossa Senhora do Monte Carmelo - com as resoluções das mesas administrativas e conjunctas e regulamentos da Secretaria, Cemitério, Sacristia e Hospital, até 1935.


José Duarte Lopes Correa.

editora: Rio de Janeiro Typographia do Jornal do Commercio Rodrigues & Cia.

ano: 1935

descrição: brochura original, bom estado, com páginas desdobraveis, tabelas, etc,pequeno desgaste na parte superior direita da capa, vide imagem, miolo e capa em muito bom estado de conservação, saiba mais...

Carmelita - Ordem Carmelitanas Carmelo Católico



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Cartas Matogrossenses Simoens da Silva - Mato Grosso Antigo Curioso

Cartas Matogrossenses

Simoens da Silva - Mato Grosso Antigo Curioso

editora: Imprensa Nacional

ano: 1927

descrição: brochura original, escasso, aproveite, viagens do rio de janeiro a porto esperança, corumba, cuyaba, e assumpção, vida agraria pastoril, caça e pesca, população indigena do estado, cidade cuyaba, industrias extractivas, curiosidades, peculiaridades do estado.

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Edgar de Castro Rebello - Bibliofilia Livros Raros Franciana da Coleção - Anatole France - Bibliofilo Tiragem Limitada

Franciana da Coleção - Anatole France - Bibliofilo Tiragem Limitada

Edgar de Castro Rebello - Bibliofilia Livros Raros

editora: Seghers

ano: 1972


descrição: A Franciana da coleção Castro Rabello. Paris: Seghers, 1972. Tiragem em papel especial, limitada, numerada, com o nome do antigo possuidor, saiba mais....


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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Dadá arte e Antiarte Hans Richter




Dadá arte e Antiarte

Hans Richter

editora: Martins Fontes

ano: 1993

Livro bem conservado e ricamente ilustrado, 329 páginas.



No número de dezembro de 1918, na revista A rua livre, Johannes Baader, o Principal-Dadá de Berlim, oferece uma definição de Dadá até agora despercebida, que certamente é incorreta do ponto de vista etimológico, e não obstante se afigura extremamente certeira: "O dadaísta é um homem que ama a vida em toda a sua infinidade de formas, que sabe e diz: não apenas aqui, mas também lá, lá e lá (da, da, da em alemão.[N.T.] ) está a vida." Dadá foi a expressão eficiente, e portanto historicamente correta do momento de uma liberdade total, na qual todos os valores da existência humana - "o registro inteiro das manifestações da vida do homem", como diz Baader - foram colocados em jogo. Dentro desta liberdade, cada coisa e cada idéia foi invertida a título de experiência, foi colocado de cabeça para baixo, caricatura e trocada, para que se verificasse o que havia por detrás, por baixo, no meio e contra, para que se viesse a saber se ao "aqui" conhecido e familiar não correspondida um "lá" desconhecido e maravilhoso, cuja descoberta levaria o "estar-aqui", bem estabelecido e conhecido em suas dimensões , para um "estar lá" pluridimensional. Dadá, portanto, era um estado espírito febril, exaltados pelos micróbios da liberdade, prazer lúdico da inversão, e pura oposição.

Por sua natureza, Dadá somente podia encontrar uma expressão articulada naquele espaço em que o espírito é discutido fora dos perímetros de suas manifestações lógicas - no espaço da arte. É bem verdade que o espírito da oposição também destruiu o conceito tradicional da arte, e levou o artista à situação paradoxal na qual ele insiste que "arte é inútil e injustificável" (Picabia), mas ao mesmo tempo a pratica. Mas é precisamente neste paradoxo que se reflete a insistência na ambivalência e no descomedimento da liberdade artística, que em determinado momento histórico precisava ser afirmada.

Tal afirmação contrapõe-se, por natureza, ao espírito do grupo. Ela somente é justificável do ponto de vista de indivíduos. Dadá nunca foi uma "escola", uma "tendência", um "estilo". Dadá era um conglomerado de alguns poucos espíritos livres, que se estimulavam e entusiasmavam mutuamente. No meio d Dadá, o espírito atilado de André Breton reconheceu claramente a situação: "A resistência em comum que oferecemos a lei artísticas ou morais proporciona-nos uma satisfação apenas efêmera. Sem dúvida prestamos contas a nós mesmos quanto ao fato de que para além e acima desta oposição existe uma força da imaginação pessoal e distingüível que reina livremente - e que esta é mais Dadá do que o próprio movimento."




[...] O grande quadro do livro La Mariée Mise A Nue Par Ses Célibataïres, même, considerado a obra pricipal de Duchamp, foi iniciado no seu ateliê na Upper Broadway, em Nova York, e terminado lá mesmo por volta de 1918. A fim de conferir determinada qualidade pictórica a uma parte do trabalho, ele deixou que a poeira de Nova York se depositasse nele. Quem conhece Nova York, sabe o que isso significa. Durante um ano e meio o enorme vidro repousou no ateliê sobre cavaletes de madeira, de forma que a poesia que penetrava pela janela voltada para o Broadway se assentou sobre o vidro. Depois desse tempo, Duchamp limpou cuidadosamente o vidro (após Man Ray tê-lo fotografado)... excetuando os cones, sobre os quais reteve a poeira com um fixador. Dessa maneira, estas partes do quadro adquiriram uma coloração ligeiramente amarelada e um matiz deliberado, que se distinguia do resto do quadro de vidro. Neste trabalho, ele de forma nenhuma é o a- ou antiartista e sim pintor que joga com acaso, muito embora recorra a artifícios incomuns. Contudo, mais significativos do que este truque técnicos são a extraordinária concentração de Duchamp na "correção" matemática das formas e figuras do seu trabalho, os cálculos complicados que realizou, e o desejo de fazer com que estes cálculos contribuísse para o sentido propriamente dito de sua obra de arte (que, por sua natureza, se encontra no nível emocional).

Estes esforços são comprovados por uma pequena série de desenhos nos quais Duchamp calculou cada detalhe, como se trabalhasse da construção de um avião ou de uma cápsula espacial. Neste caso, não é o acaso, e sim o antiacaso que desempenha o papel de musa: a vontade intelectual que faz cálculo de medição. O elemento mensurável é apresentado como única realidade em um mundo de valores éticos.

Quando Duchamp finalmente considerou o quadro de vidro concluído, ele foi transportado para Brooklin, para uma exposição. Durante este transporte, o vidro sofreu rachaduras, de modo que fissuras finas se espalharam pelas figuras, como uma parte, com uma rede. De acordo com o mito, Duchamp tinha visto esta fendas em sonhos! (Pela sua vida, sua experiência e sua aparência, Duchamp é um formador de mitos ideal.) Fato é que ele reconheceu o acaso que presidiu a essas rachaduras, e em 1923 declarou a obra "concluída", tendo como derradeiro refinamento estas linhas gretadas no vidro. O trabalho constitui uma espécie de canto de cisne do artista Duchamp!

Porque a partir de 1921(ou 1923?) ele abandonou a arte, e decidiu-se ao jogo de xadrez."[...]




M.D ou o antiacaso no ready-made

[ ...]Em Duchamp não existem tais "franquezas". Ele joga xadrez sobre o tabuleiro como na vida, um jogo no qual as combinações o estimulam, sem levá-lo supor que exista um sentido atrás de tudo, que pudesse obriga-lo a acreditar em alguma coisa.

Cravan, pela maneira com se suicidou, tirou as conseqüências lógicas resultantes de um total desprezo do mundo. Tal coerência convence. Marcel Duchamp tirou outra conseqüências, ele encontrou uma forma de compromisso sublime, que não torna o suicídio obrigatório, e evita o auto-sacrifício.

Duchamp adota uma postura que considera a vida uma triste piada, um absurdo indecifrável, que mal compensa investigar. O absurdo total da vida, o caráter fortuito deste mundo desprovido de todos os valores evidenciam-se à sua mente superior, e oferecem-se como derradeira conseqüência do Cogito ergo sum de Descartes. No total desprendimento do homem frente aos acontecimentos do mundo ao redor, na posição segura do ego congito, ele se transportou para um além, sem se matar.

Enquanto Cravan se consumiu, absurdamente ou de acordo com algum sentido, no caso de Marcel Duchamp uma constituição mental especial lhe permitiu preserva-se (até a idade de 150 anos) (sic). O ponto arquimediano, por ele encontrado, situado fora da luta pela vida e do sentido, o distanciamento de preconceitos ideológicos (excetuando-se, talvez, a vaidade) fizeram com que na vida à sua volta apenas visse uma comicidade involuntária e triste. Esta comicidade permitiu-lhe sorrir, desprezar, fazer glosas irônicas, comprometer sem piedade, ou estender uma mão soberanamente inteligente. A vaidade, que reconhece como característica humana ("caso contrário nós nos suicidaríamos"), é a sua única concessão. O cogito ergo sum é uma máxima que precisaria ter sido inventada especialmente para ele. Ela está tão viva em Duchamp quanto no dia em que foi formulada. Mas, uma vez que ela adere o paradoxo do absoluto, ela conduz a si própria ad absurdum.

Já no início de suas carreiras, os irmãos Villon-Duchamp, Jacques Villon, o pintor, Robert Villon-Duchamp, o escultor que morreu na guerra de 1914-18, e Marcel Duchamp, haviam combinado entre si, como disse certa vez Duchamp, "introduzir um pouco de inteligência na pintura". Marcel a possuís em grande quantidade. Os caminhos pelos quais a arte estava enveredando não lhe agradavam. A arte com estilo, para quem? O filisteu? A pintura, esta "bebedeira com terebintina", uma besteira! Pensamos errado, sentimos errado, vemos as coisas de modo errada!

Em 1915, segundo me contou Man Ray, Duchamp veio de Paris para Nova York com um balão de vidro (o qual, proveniente de Paris, naturalmente continha "ares parisienses"), com o qual pretendia presentear o seu amigo, o colecionador de arte Walte Arensberg, e sua esposa. No mesmo ano confrontou o mundo artístico de Nova York, que em 1913 considerara o seu quadro Nu descendant un escalier ora uma "fábrica de ripas em explosão", ora uma obra-prima, com uma nova surpresa: os ready-mades. O ready-made era a dedução lógica a que Duchamp havia chegado a partir da recusa dos empreendimentos comerciais com a arte, e da incerteza quanto a um sentido da vida, de modo geral. A um público de conhecedores de arte ele mostrou: a roda de uma bicicleta, montada num banquinho, um secador de garrafas (comprada no bazar do Hotel de Ville, Paris) e um urinol.



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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Notas a Lápis Dom Antônio de Almeida Lustosa - Arcebispo de Fortaleza. Ação Católica. Josefinas.







Notas a Lápis

Dom Antônio de Almeida Lustosa - Arcebispo de Fortaleza.

editora: Salesianas

ano: 1952

capa dura, manteve-se a capa brochura.

Dom Antonio de Almeida Lustosa, pessoa sábia, conhecedor de 6 idiomas, iniciador do suntuoso santuário de Romaria-MG, autor de muitos livros publicados, apoiador incansável do movimento da Ação Católica e das Congregações Marianas, apóstolo incansável das vocações sacerdotais e religiosas, defensor incansável da Ação Social Arquidiocesana e promotor de campanhas a favor dos sofredores da seca no Ceará, idealizador de um Hospital, fundador de mais de 100 Escolas primárias em cidades da Diocese de Uberaba, de Corumbá-MT, de Belém-PA e de Fortaleza-CE, autor da obra de pesquisa “Notas a Lápis”, manancial riquíssimo de dados geográficos, antropológicos e sociólogos colhidos em visitas pastorais, articulista em vários jornais do nordeste, fundador da Congregação Religiosa, as “Josefinas” que trabalham da Catequese e na Ação Social, literato de renome, .pastor com visíveis sinais de penitente vida e santa prudência cristã, pois, em seu escritório de despacho, nunca se sentava, lia e escrevia de pé, jejuava boa parte do ano, em solidariedade ao jejum forçado do povo nordestino, humilde e alheio a honrarias, pois quando ainda era Arcebispo de Fortaleza CE, a nunciatura apostólica propôs nomeá-lo Arcebispo de São Paulo, comunicando-lhe que em São Paulo seria criado o segundo Cardinalato do Brasil, D. Lustosa respeitosamente suplicou à nunciatura que o livrasse de tal honraria, evidenciando que pastoralmente preferia viver entre as dificuldades do povo pobre do Ceará.