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domingo, 27 de dezembro de 2009

Poesia e Vida de Augusto dos Anjos R. Magalhães Jr.


Poesia e Vida de Augusto dos Anjos

R. Magalhães Jr.


Rio de Janeiro : Civilização Brasileira : Em convênio com o Instituto Nacional do Livro, Ministério da Educação e Cultura, 1978. 330 p. ; 21 cm.2a ed. corr. e aum. Coleção Vera Cruz. Literatura brasileira ; v. 241

descrição: Poesia Brasileira, Crítica Literária, Brochura, 21x14cm, 328 pgs, livro em bom estado de conservação.

"Todo o barulho em torno de Martins Júnior - decerto excessivo fruto do entusiasmo generoso e pouco crítico da mocidade estudiosa - deve ter levado Augusto dos Anjos a dar especial atenção a seus versos e às teorias do poeta desaparecido, que influiu também sobre Cruz e Sousa, com quem se relacionou à passagem deste pela capital pernambucana em 1884, como "ponto" da Companhia Julieta dos Santos"

Este livro ainda constitui a melhor sintese biografica do escritor.

A Sagrada Família Karl Marx e Friedrich Engels




A Sagrada Família

Karl Marx e Friedrich Engels

editora: Moraes

ano: 1987

estante: Filosofia

livro em bom estado de conservação, Brochura original. 262 páginas.

O título do livro "A Sagrada Família" é uma forma hilariante para denominar os irmãos Bauer e seus seguidores, jovens hegelianos que se agrupavam em torno da "Allgemeine Literatur Zeitung", revista que foi publicada de Setembro de 1843 a Outubro de 1844.

Neste texto, "A Sagrada Família - Crítica da Crítica Crítica Contra Bruno Bauer e Seus Seguidores", Marx e Engels criticam as concepções idealistas dos irmãos Bauer, seu distanciamento da vida real e sua tendência de introduzir peças oratórias abstratas no domínio da filosofia e da teologia...

Esta é a primeira obra escrita em conjunto por Karl Marx e Friedrich Engels, um livro basilar para a compreensão do legado intelectual de Marx.

A sagrada família, ou A crítica da Crítica crítica contra Bruno Bauer e consortes, foi escrita por dois autores ainda jovens e em gritante desacordo com o pensamento dominante na Berlim da época e analisa as conseqüências políticas do neo-hegelianismo, polemizando ferozmente com Bruno Bauer e seu irmão Edgar, editores da Gazeta Geral Literária, publicada em Charlottemburgo, que preconizava uma política liberal elitista.

Ao mesmo tempo panfletário e com reflexões teóricas densas, o texto revela a unidade interna do pensamento de Marx e Engels, tanto no que diz respeito à política, quanto à filosofia. Diferente de obras anteriores, onde a percepção dialética supera a observação empírica da contradição denunciada, em A sagrada família, essa contradição é apresentada através de recurso metodológico que situa a determinação material nas oposições internas de nossa vida cotidiana, através, inclusive, de exemplos concretos.

A obra foi concebida a partir do segundo encontro entre os dois pensadores, em agosto de 1844, em Paris. A contribuição de Marx, bem maior que a de Engels, reúne suas anotações relativas aos Manuscritos econômico-filosóficos e à Revolução Francesa.

É o único escrito filosófico publicado com a intervenção direta dos autores; outras obras escritas em conjunto por Marx e Engels, como Os manuscritos de Paris, Sobre a crítica do Estado hegeliano ou, até mesmo, A ideologia alemã, foram publicadas apenas postumamente.

Engels escreveu os três primeiros capítulos, o primeiro e o segundo parágrafo do capítulo IV e o item 2b do capítulo VII. Marx escreveu o restante da obra, que é composta de um prefácio escrito por ambos e nove capítulos.

Sobre os autores

Karl Marx, filósofo alemão, é pai do socialismo científico, também conhecido como marxismo. Seus trabalhos influenciaram diversas áreas do saber humano, como a sociologia, a economia, a filosofia e a história.

Os livros da Coleção Marx e Engels têm se tornado referência obrigatória para os interessados em seu legado.

Friedrich Engels, também filósofo e pensador, é autor, ao lado de Marx, de diversas obras que revolucionaram o pensamento e a análise social.

Grotão do Café Amarelo Francisco Marins



Grotão do Café Amarelo

Francisco Marins

editora: Melhoramentos

ano: 1964

livro em bom estado de conservação, capa brochura original, 1ª edição. saiba mais ...

A ação deste livro decorre entre os anos de 1889 e 1904, início da construção da estrada de Ferro noroeste do Brasil. Descreve o periodo culminante da verdadeira "corrida do café". 297 pag. Saga do Café II.

Os dramas humanos, familiares ou o das coletividades, nesta saga sertaneja, representativa de uma época, foram marcados por lutas, violências, ódios. Também por alegrias, amores felizes, desenganos - tudo a constituir os temperos, por vezes amargos, das narrativas que abrangem o suceder de várias gerações. *Grotão do Café Amarelo* mostra o homem fixado no lugar, preparando-se para ampliar as áreas de cultivo, plantar, colher os frutos e tentar sobreviver, entremeado em um romance que mostra a vida em uma cidade típica do interior, com seus aspectos tradicionais e característicos.

Maria Matos Dizeres de Amor e de Saudade










Autor: Maria Matos

Título: Dizeres de Amor e de Saudade

Editora: Diario do Porto

Ano: 1935

Páginas: 207


Comentário : Livro em bom estado de conservação, encadernado com capa dura, em pleno couro trabalhado, revestido com guarda especial. Manteve-se a linda capa brochura original. Com retrato da autora,


Saudades.
Soror Angustia.
Através de Portugal.
Sonata.
Mea culpa.
As tres damas que me censuraram na rua.
Ilha de São Miguel
Sombras.
A senhora duquesa.
Um galã Camiliano...
O simpatico Miguel
O Algarve em flor.
Lembranças de um vestidinho preto.
Uma tournée ha vinte anos.
Era uma vez uma menina.
Brasil.
Joaquim Almada.
e muito mais...


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Maria de Conceição de Matos Ferreira da Silva (Lisboa, 29 de Setembro de 1890 — Lisboa, 18 de Setembro de 1952) foi uma actriz portuguesa.

Estudou Piano, Canto e Arte Dramática no Real Conservatório de Lisboa, fazendo exame final com a peça Rosas de Todo Ano escrita expressamente por Júlio Dantas.

Estreou-se profissionalmente no Teatro Nacional D. Maria II na peça Judas (1907). Casou-se em 1913 com o actor Mendonça de Carvalho, com quem fundou a empresa teatral Maria Matos - Mendonça de Carvalho, companhia que obteve considerável prestígio. Em 1940, é nomeada professora do Conservatório Nacional de Teatro, onde regeu as cadeiras de Estética Teatral e de Arte de Dizer.

O seu talento evidenciou-se na farsa e na comédia, géneros em que se consagrou. No cinema participou em películas de sucesso como Costa do Castelo (1943) e A Menina da Rádio (1944) de Arthur Duarte em que contracenava com António Silva, participando também noutros filmes, como As Pupilas do Sr. Reitor (1935) e Varanda dos Rouxinóis (1939) de José Leitão de Barros ou A Morgadinha dos Canaviais (1949) de Caetano Bonucci e Amadeu Ferrari.

Escreveu as peças A Tia Engrácia, Direitos de Coração e Escola de Mulheres; publicou ainda Dizeres de Amor e Saudade. Após a sua morte, foram editadas As Memórias da Actriz Maria Matos, em 1955 e em 1972, o seu nome foi atribuído a um novo e agora conceituado teatro de Lisboa - o Teatro Maria Matos.

Era mãe da actriz Maria Helena Matos (1911 - 2002).

RENATO MEZAN FREUD PENSADOR DA CULTURA - Psicanalise Psicologia etc Totem e Tabu Religião e o Mal-estar ...




Autor: RENATO MEZAN

Título: FREUD PENSADOR DA CULTURA

Editora: BRASILIENSE

Ano: 1986

Páginas:683



Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.


O livro de Renato Mezan tornou-se referência indispensável a todos os que se interessam por Freud e psícanálise, publicado ainda quando a produção editorial nacional na área de psicanálise era muito pequena, o livro se reafirma como um clássico.

A relação entre Freud e a cultura é abordada sob múltiplos pontos de vista. Primeiramente, é retratado o contexto cultural em que Freud nasceu e viveu; em seguida, o autor revisita as reflexões de Freud sobre a cultura: o mito fundador de Totem e tabu, a origem da moralidade, a psicologia das massas, a religião e o mal-estar do homem em seu meio social.

O recurso à cultura é, para Mezan, uma das referências essenciais da invenção de Freud, ao lado de sua auto-análise e da análise de seus pacientes. Por que Viena foi a pátria ideal para a psicanálise? Como o amor pela ciência, a pobreza e o judaísmo se combinaram para que Freud se tornasse o gênio que foi? Como se dá a "socialização da psique"? O que mantém uma comunidade unida, e por que a sociedade civilizada está constantemente à beira da desintegração? Qual é o sentido do "pai morto" na teoria e na relação de Freud-pai com o movimento psicanalítico? Tudo isso é discutido em "Freud , Pensador da Cultura" um mergulho fascinante no pensamento freudiano.

O RIO - JOÃO CABRAL DE MELO NETO




Autor: JOÃO CABRAL DE MELO NETO

Tìtulo: O RIO

Editora: COMISSÃO DO IV CENTENÁRIO DA CIDADE DE SÃOPAULO

Ano: 1954



Comentário : LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.

Formato médio.

Poesia. Este livro ganhou o Prêmio José de Anchieta, cujo júri era composto por Antônio Cândido, Drummond e Paulo Mendes de Almeida. Livro em bom estado, Encadernação original brochura. IV . Centenário de São Paulo. O Rio ou relaçào da viagem que faz o Capibaribe de sua nascente à cidade do Recife.

O Rio é um poema que apresenta preocupações sociais e até ecológicas. Descrevendo a viagem do rio Capiberibe do interior de Pernambuco até o mar, como que narrado pelo próprio rio, vai se mostrando o abandono das cidades no sertão, os retirantes, a pobreza, o empobrecimento, o desvio de rios para usinas, a desativação de engenhos e a poluição. Assim o Capiberibe passa e acaba por desaguar no mar, seu chamado original, logo após passar por Recife

A Resistência do Vietnam Ho Chi Minh





A Resistência do Vietnam-textos Políticos

Ho Chi Minh

editora: Laemmert

ano: 1968


livro em bom estado, capa brochura original,269 pgs.

Textos Políticos 1922 / 67 - Apresentação: Moniz Bandeira.

Os textos politicos aqui publicados abarcam todo o periodo da vida de Ho Chi Minh como militante da revolução. Eles compoem a propria historia da guerra do Vietnam, na qual a França, em oito anos, gastou sete bilhoes de dolares, e os Estados Unidos, apenas em 1967 dissiparam mais de vinte. E não venceram, o Vietnam resiste....

Olhinhos de Gato Cecília Meireles 1ª Edição. Memorias. Biografia. Etc.




Olhinhos de Gato

Cecília Meireles

editora: Moderna

ano: 1980

livro em bom estado de conservação, capa brochura original com lindo desenho de M. Cristina. 1ª edição. saiba mais ...

a autora procura desvendar sua infância em momentos de contemplação intimista e aqui e ali algum fato concreto, como as músicas que a ama cantarolava, os carroceiros vendedores de mercadorias, as vizinhas que conversavam pelas varandas, as brincadeiras de roda tão ao gosto das crianças de antigamente.

Mas o que fica mesmo são as observações reflexivas sobre vida, morte e sensações. Os personagens não são nomeados, mas simbolizados com outros nomes;

Com linguagem sofisticada, a autora procura desvendar sua infância em momentos de contemplação intimista e aqui e ali algum fato concreto, como as músicas que a ama cantarolava, os carroceiros vendedores de mercadorias, as vizinhas que conversavam pelas varandas, as brincadeiras de roda tão ao gosto das crianças de antigamente. Mas o que fica mesmo são as observações reflexivas sobre vida, morte e sensações. Os personagens não são nomeados, mas simbolizados com outros nomes.


“uma narrativa intimista, com muita musicalidade e poesia. É a vida de Cecília Meireles, relatada como num diário de adolescente. Você conhecerá as alegrias, as tristezas e as experiências de uma pessoa que tão bem soube expressar um pouquinho de todos nós.”


Considerar Olhinhos de Gato como um texto adulto e memorialístico permite identificar nas “paisagens secretas” de seus devaneios infantis algumas facetas de sua particular “arte da memória”, certas inflexões presentes em sua poética, e não poucas revelações sobre a leitura que Cecília faz de sua própria infância, que certamente marcarão sua poesia e suas preocupações com a criança e a educação.

Homossexualidade em Perspectiva William H. Masters



Homossexualidade em Perspectiva


Autor: William H. Masters .

Editora: Artes Médicas, 1978.

Formato: 23x16

Páginas: 363p.


livro em bom estado de conservação, brochura original.

Estado de conservação: Bom

Psicologia:sexualidade:homossexualidade E Heterossexualidade.

DisfunçãÃo Sexual. Estudo Das Reações Sexuais Do Homossexual.

Homossexualidade em Perspectiva

WILLIAM H. MASTERS E VIRGÍNIA E. JOHNSON

Observações: INCLUI BIBLIOGRAFIA.

Os autores continuam as suas tentativas de compreender os fenômenos associados à sexualidade humana e de aprender formas de ajudar as pessoas com seus problemas de disfunção sexual. O estudo das reações sexuais dos homossexuais e a sua comparação com as dos heterossexuais tornam-se obviamente ainda mais difíceis em termos das nossas barreiras culturais.


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História Da Psicologia Lucien Mueller Loucura Claustro Louco

Autor: FERNAND-LUCIEN MUELLER

Título: HISTÓRIA DA PSICOLOGIA

Editora: COMPANHIA EDITORA NACIONAL

Ano: 1968

Páginas: 442




Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO EM BROCHURA ORIGINAL. Apenas a capa e lombada estão com desgaste do tempo,



a parte interior está em perfeito estado de conservação, vede foto.


História da Psicologia, da antiguidade aos nossos dias. Tradução de Lólio Lourenço de Oliveira, Maria Aparecida Blandy e J. B. Damasco Penna. Bibliografia sumária no fim da obra; notas bibliográficas de rodapé.





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Laura de Mello e Souza O Diabo e a Terra de Santa Cruz

Autor: Laura de Mello e Souza

Título: O Diabo e a Terra de Santa Cruz

Editora: Cia das Letras

Páginas: 396

Ano: 1986



Comentário: Livro em bom estado de conservação encadernado em brochura original.


Feitiçaria e religiosidade popular no Brasil colonial.

"Uma verdadeira arqueologia da religiosidade popular , com base em cronistas da época, devassas eclesiásticas e processos da Inquisição, em uma linguagem que possui rigor literário e científico e não tédio acadêmico."

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Daniel de MONTALVÃO ANALFABETOS ILUSTRES Curioso Anarquia Libertario Biografias raras Anticlerico etc




Autor: Daniel de MONTALVÃO


Tìtulo: ANALFABETOS ILUSTRES


Editora: DO AUTOR


Ano: 1930


Páginas: 230


Comentário : LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, E ENCADERNAÇÃO EM CAPA DURA


Estudo histórico critico sobre os grandes analphabetos:

Papas, Reis, rainhas, imperadores, cardeaes, bispos, arcebispos, inquisidores, padres, frades, freiras, condes, duques, marquezes e outras grandes personagens, ecclesiasticas e seculares... saiba mais.


Livro incendiário que causou muita polêmica desde Porto Alegre até o Nordeste, veja as referências desta querela nos notas do autor.

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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Arte Do Vídeo Arlindo Machado Eca Usp Comunicações Radio Tv


A Arte do Vídeo

Arlindo Machado

editora: Brasiliense

ano: 1988


Livro em bom estado de conservação. Ilustrado. 222 páginas. Os vídeo-artistas já têm um guru: ele se chama Nam June Paik, um coreano atrevido que, ao pé-da-letra e sem nenhum jogo de expressão, virou a televisão pelo avesso, transformando-a em videoarte. Neste livro, Arlindo Machado analisa as potencialidades desta forma de arte, dentro das possibilidades da TV e do videoteipe. Tudo ilustrado com dezenas de fotografias. Comunicação. Televisão. Tatuagens eletrônicas. sinal. Política na televisão. imagem digital.


0 vídeo despontou no Brasil, a partir de meados da década de 70, como um dos fenômenos culturais mais importantes e duradouros. Nesse período, o cinema brasileiro de invenção e de intervenção crítica havia começado a entrar em crise, seja devido aos custos progressivamente proibitivos da produção, seja devido ao fechamento implacável das salas de exibição. Cineastas importantes como Andrea Tonacci, Júlio Bressane ou Arthur Omar, começam então a migrar para o vídeo. Ao mesmo tempo, um fenômeno novo que surge com toda a força nesse período é a televisão. Para as gerações que atingiram a maioridade nos anos 80, a televisão, com sua linguagem fragmentária, com seu ritmo veloz e com suas imagens em metamorfose, era o referencial mais notário. Os primeiros grupos que lançaram mão da tecnologia do vídeo para exprimir uma visão do mundo diferenciada tinham como horizonte o universo cultural da televisão e não mais do cinema ou de outras artes mais tradicionais. Ao contrário de outras gerações que consideravam (e por vezes ainda consideram) a televisão marcada por alguma espécie de pecado original e condenada a encarnar a estrutura de poder das sociedades tecnológicas, os jovens realizadores brasileiros de vídeo acreditavam na possibilidade de se construir uma outra modalidade de televisão, mais criativa e mais democrática, e alimentavam a esperança de que a mídia eletrônica, com suas imensas possibilidades de intervenção técnica, poderia vir a dar expressão a uma sensibilidade nova e emergente.

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Denis A.Goulet Ética do Desenvolvimento


Autor: Denis A.Goulet

Titulo: Ética do Desenvolvimento

Editora: Duas Cidades

Ano: 1966

Paginas: 403


Comentario: Livro em bom estado de conservação, encadernaco com brochura original.Capa reforçada pelo antigo dono.

Filosofia e desenvolvimento, Desenvolvimento em um mundo pluralista, Trabalho do filosofo, Papael da ética de desenvolvimento, Esboço de um ética do desenvolvimento,Fundamentos, Comportamentos, Debates e problemas, Uma economia humana, Sistema em conflito...


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Eduardo Galeano Nascimentos Memória do Fogo 1

Autor: Eduardo Galeano


Titulo: Nascimentos Memória do Fogo 1


Editora: Paz e Terra


Ano: 1983


Paginas: 334


Comentario: Livro em bom estado de conservação, encadernaco com brochura original.


História: Crônicas Históricas: América Latina: Séculos Xv E Xvi.Memória de Fogo 1: Os Nascimentos
Eduardo Galeano


A criação, o tempo, O Sol e a lua,As nuvens, O vento, A chuva, O arco-íris, O dia, A noite, As estrelas, A via láctea, O luzeiro, o falar, O fogo, A selva, o cedro, o guayacán, As cores, o amor...


Os nascimentos é o primeiro volume da trilogia Memória do fogo. Neste trabalho poético, histórico, épico, fantástico, Eduardo Galeano – o autor de As veias abertas da América Latina, O livro dos abraços, Palavras andantes, entre outros – traça um painel vivo e emocionante da história latino-americana nos últimos quinhentos anos.

Escritos com maestria, os três livros que compõem esta Memória do fogo formam um inventário apaixonante da saga americana. Personagens, mitos, lendas, batalhas, vencedores e vencidos desfilam diante dos leitores em flashes carregados de lirismo e emoção.

Os nascimentos abrange os séculos XV, XVI e XVII, As caras e as máscaras, os séculos XVIII e XIX, e O século do vento, o século XX.

"Memória do fogo ficará, sem dúvida, como a mais bela e estremecedora história das Américas."
José Maria Valverde, Casa de Las Américas, Cuba

"Como Heródoto, Galeano converte a história coletiva em oráculo."
Gregory Rabassa, Guardian, EUA

"Um dos clássicos da moderna literatura hispano-americana."
Héctor Gally, Uno más uno, México

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VOCÊ É FELIZ ? UMA NOVA INTRODUÇÃO AO NARCISMO. FLAVIO GIKOVATE.

VOCÊ É FELIZ ?

UMA NOVA INTRODUÇÃO AO NARCISMO.

FLAVIO GIKOVATE.

EDITORA MG - 1978 - 129 PAG.



NARCISMO E ÓDIO POR SI MESMO.
DESCRIÇÃO DO NASCISISMO.
RAZAO CONCRETA E RAZÃO ABSTRATA.
NARCISISMO PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO.
NARCISISMO E AMOR.
NARCISISMO E SEXUALIDADE.
NARCISISMO E PSICOTERAPIA.

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A Conspiração Mundial dos Judeus: Mito Ou Realidade? Norman Cohn




A Conspiração Mundial dos Judeus: Mito Ou Realidade? Análise dos protocolos e outros documentos

Norman Cohn

editora: Ibrasa

ano: 1967

Livro em bom estado de conservação, capa brochura original, com 302 páginas. Com muitas ilustrações.

Tradução de Leonidas Gontijo de Carvalho.

História, política, ensaios. Judeus, semitismo. Mito da conspiração mundial dos judeus. Análise dos protocolos dos sábios de Sião e outros. Documentos anti-semitismo. O mito da propaganda nazista.

Observações: Inclui prefácio da segunda edição e notas bibliográficas.

Apêndice I: A oração do Rabi

Apêndice II: Algumas passagens semelhantes, nos protocolos e em Dialogue aux Enfers.
Apêndice III: Algumas passagens dos protocolos, não baseadas no Dialogue aux Enfers.
Apêndice IV: Os protocolos e o advento do Anticristo.

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Autor : Carlos Ginzburg Título : Olhos de Madeira Nove reflexões Sobre a Distância




Autor : Carlos Ginzburg

Título : Olhos de Madeira Nove reflexões Sobre a Distância

Editora : Cia das Letras

Ano : 2001

Páginas : 311


Comentário : Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original.

O mundo está ficando cada vez menor, é o que costumamos dizer, referindo-nos ao fenômeno da globalização. Por essa razão, o convívio com outras culturas parece ser o desafio do nosso tempo. Por outro lado, o contato entre culturas diferentes não é coisa nova, sempre fez parte da história.

Uma longa tradição atribui ao olhar do estranho - do selvagem, do camponês, do animal - a capacidade de desvendar as mentiras da sociedade. E por quê? Por que, na Idade Média, durante os funerais dos reis da França e da Inglaterra, levava-se em procissão um boneco chamado "representação"? Você mataria um mandarim chinês desconhecido se lhe oferecessem um bom dinheiro? Jesus era cristão? Por que recorremos com tanta freqüência a metáforas visuais como "perspectivas" ou "ponto de vista"?


Nessas "reflexões sobre a distância", o historiador Carlo Ginzburg mostra que é impossível contar a história da civilização européia sem falar de seus contatos com outras civilizações.
Cada um dos nove ensaios reunidos desenvolve uma idéia escolhida pelo autor como representativa desses contatos. Cada idéia é exposta através de pontos de vista diferentes, e nas correspondências entre essas diferentes perspectivas descobre-se a continuidade do pensamento de um dos mais importantes historiadores da atualidade. Olhos de madeira nos ensina que o convívio com os outros constitui não apenas uma experiência enriquecedora, mas é o desfio de toda a história.


Carlo Ginzburg reuniu nove ensaios reflexivos e nomeou-os em um livro com o título “Olhos de Madeira”. Esses olhos de madeira são os de Pinóquio no famoso conto de Carlo Collodi. Podem ser olhos de madeira que nos olham estranhamente ou podem ser os nossos olhos que deveriam ser estranhos olhos de madeira; penso que devam ser os dois.

O autor nos leva por um mundo de personagens literários bastantes conhecidos no mundo cultural das letras começando com Marco Aurélio e chegando até os nossos dias. Nos convida a olhar e ser olhado; nos convida a usar a pupila dos olhos para sermos pupilos dos olhos dos mestres; nos excita a sermos ingênuos e despretensiosos e com isso treinar e exercer o estranhamento.

Quando olhamos para um outro ser humano podemos ver um véu (de Mâyâ) embaçando o relacionamento; mas este véu está sobre o outro ou está sobre nós? Provavelmente encontraremos dois véus, mas à distância que leva ao estranhamento nos fará tirar o nosso véu para tentar nos descobrir no outro e possivelmente o outro tirará o seu véu.

A proposição de Ginzburg é difícil e ao mesmo tempo instigante. Resta-nos a coragem de nos sentir bonecos de pau, para então começar a transformação em seres de carne, osso e sangue.

A manipulação da realidade é outro tema de reflexão para Ginzburg. Desde a manipulação da religião, como em Maquiavel, até a manipulação da propaganda, como no estudo de Marx sobre Napoleão III. Cada época inventa o seu mito, a sua representação da verdade. Ela pode assumir o aspecto de idolatria por uma estátua de cera ou de furor patriótico, mas o objetivo é sempre o mesmo: garantir a ordem social e manter a distância em relação às classes ou etnias consideradas inferiores.

O conceito de superioridade social e racial implica a possibilidade de estabelecer outras hierarquias. Ginzburg descreve as contraposições que se formaram na História em torno de idéias hierarquizantes como escala de valores, progresso artístico ou avanço civilizatório. E conclui com as seguintes palavras: "Estender nossa compaixão a seres humanos distantíssimos seria, temo, mera retórica. Nossa capacidade de contaminar o presente, o passado e o futuro é incomparavelmente maior do que nossa fraca imaginação moral".

A Rebelião das Massas José Ortega y Gasset




A Rebelião das Massas

José Ortega y Gasset


editora: Martins Fontes

ano: 1959

Comentário : Livro em bom estado de conservação, capa dura, manteve-se a capa brochura original. Capa de S. Aragoneses. Tiragem limitada.

tradução de Herrera Filho; prefácio de Pedro Calmon

Retrata as grandes transformações do século XX, especialmente na Europa, com ênfase no processo histórico de crescimento das massas urbanas. Não se refere às classes sociais mas às multidões e aglomerações. Tendo esse contexto como pano de fundo, Ortega discute temas, aparentemente contrários entre si, mas que se fundem (ou devem fundir-se) numa unidade de sentido. É assim que contrapõe individualismo e submissão ao coletivo; comunidade, nação e estado; história, presente e porvir; homens cultos e especialistas; poder arbitrário e respeito à opinião pública; juventude e velhice; guerra e pacifismo; masculino e feminino.

São tópicos que, inevitavelmente, nos induzem à reflexão crítica. Em alguns casos são apresentados de forma extremamente provocativa.

Referindo-se ao poder do dinheiro, minimiza seu significado e afirma:
"É, talvez, o único poder social que ao ser reconhecido nos repugna. A própria força bruta que habitualmente nos indigna acha em nós um eco último de simpatia e estima. Incita-nos a rechaçá-la criando uma força paralela, mas não nos inspira asco. Dir-se-ia que nos sublevam estes ou os outros efeitos da violência; porém ela mesma nos parece um sintoma de saúde, um magnífico atributo do ser vivente, e compreendemos que o grego a divinizasse em Hércules."


PRÓLOGO PARA FRANCESES
PRIMEIRA PARTE
A REBELIÃO DAS MASSAS
I - O fato das aglomerações
II - A ascensão do nível histórico
III - A altura dos tempos
IV - O crescimento da vida
V - Um dado estatístico
VI - Começa a dissecação do homem-massa
VII - Vida nobre e vida vulgar, ou esforço e inércia
VIII - Porque as massas intervêm em tudo e porque só intervêm violentamente
IX - Primitivismo e técnica
X - Primitivismo e história
XI - A época do "mocinho satisfeito"
XII - A barbárie do "especialismo"
XIII - O maior perigo, o Estado
SEGUNDA PARTE
QUEM MANDA NO MUNDO?
XIV - Quem manda no mundo?
XV - Desemboca-se na verdadeira questão
EPÍLOGO PARA INGLESES
Quanto ao pacifismo
DINÂMICA DO TEMPO
As vitrinas mandam
Juventude
Masculino ou feminino?

Antropologia Filosófica Bernard Groethuysen



Antropologia Filosófica

Bernard Groethuysen

editora: Presença

ano: 1982

descrição: 270 páginas - Livro em bom estado de conservação, brochura original, não perca.

Trad. de Lurdes Jacob, Jorge Ramalho, 21 cm. Biblioteca de textos universitários ; 54.

Em certos momentos, parece ter sido a filosofia que, no decurso do desenvolvimento histórico, se encarregou da função de orientar o homem para a meditação sobre si; noutros pelo contrário, este papel parece reservado à religião ou à arte. A antropologia compreende todos estes ramos de atividade espiritual, tanto quanto a reflexão do homem encontra ocasião para nela se exprimir. Compreende igualmente toda a extensão das expressões mutáveis de que o homem se serve para interpretar a sua vida, a sua prórpria pessoa e o seu destino. A verdadeira tarefa da antropologia filosófica seria reencontrar, através desta riqueza de dados, a via seguida pela meditação do homem sobre si.

Introdução.
Platão.
Socrates e os homens.
Aristoteles.
A filosofia greco-romana da vida.
Plotino
Santo Agostinho
A consciência religiosa de si.
Os fundamentos da antropologia moderna.
O homem mítico.
A alma e o mundo Ficino e Picolo da Mirandola.
Pomponazzi.
O homem do renascimento.
A natureza e a consiência de si. Cardanus.
Bovillus.
O ser e o devir.
O homem religioso.
Mito e fé.
Nicolau de Cusa.
Paracelso.
Lutero.
O homem humanista.
Erasmo.
Montaigne.
Perspectiva que oferece o desenvolvimento da Antropologia nos tempos modernos.

ETC...

História da Técnica e Tecnologia Ruy Gama Bertrand Gille Barbegal Charles Parain Dirk Jan Struick Katinsky Marc Bloch Amzalak Lynn White Jr






Autor : Ruy Gama (org.)

Título : História da Técnica e da Tecnologia

Editora : TAQ Edusp


Ano : 1985


Páginas : 270

Comentário : Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original.

Este livro apresenta fatos pouco conhecidos que nos auxiliam na compreensão de problemas como - porque o Brasil é um país tecnologicamente atrasado. Trata-se de uma viagem reveladora, por toda a nossa história, que nos permite conhecer melhor os obstáculos e as possibilidades relacionadas à inserção do nosso país na verdadeira modernidade.

Bertrand Gille O Nascimento do Sistema Biela-Manivela.

Bertrand Gille O Moinho D'água.

C. L. Sagui Os Moinhos de Barbegal e as Rodas Hidráulicas.

Charles Parain Relações de Produção e Desenvolvimento das Formas Produtivas: Exemplos do Moinho D'água.

Dirk Jan Struick Por que Estudar a História da Matemática.

Fernando Luís Lobo Barbosa Carneiro Galileu, Fundador da Teoria da Resistência dos Materiais.

J. Beckmann O Refino dos Minérios do Ouro e da Prata pelo Mercúrio.

J. Beckmann Os Moinhos de Cereais.

J. Beckmann A Contabilidade Italiana.

Júlio Roberto Katinsky Glossário dos Carpinteiros de Moinho.

Lynn White Jr.

Marc Bloch Advento e Conquistas do Moinho D'água.

Moses Bensabat Amzalak Contabilidade e História Econômica.

ilustrado com desenhos e fotos em p&b;.

DESENHOS E FOTOGRAFIAS EM P&B.

Observações: INCLUI NOTAS E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AO FINAL DE CADA CAPÍTULO.

APRESENTAÇÃO DO ORGANIZADOR.

Assuntos abordados na obra: HISTÓRIA: HISTÓRIA DA TECNOLOGIA: ANTOLOGIA: INVENÇÕES ARTES INDUSTRIAIS: CIÊNCIA: TECNOLOGIA E CIVILIZAÇÃO: SOCIOLOGIA.




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D J Goodspeed BAIONETAS EM ST. CLOUD: A HISTÓRIA DO 18 BRUMÁRIO





D J Goodspeed

BAIONETAS EM ST. CLOUD: A HISTÓRIA DO 18 BRUMÁRIO

Tradutor: MARIA CLARA FORSTER

Editora: SAGA

Ano: 1968

Nº de páginas: 190

Medidas: 14 X 21

Peso: 397 gramas

Encadernação: Brochura

Estado de conservação: Bom

Livro em bom estado de conservação, brochura original, 18 Brumário: momento decisivo na vida de Napoleão.

Assuntos abordados:HISTÓRIA: FRANÇA: NAPOLEÃO 18 BRUMÁRIO. O GOLPE DE ESTADO DE NAPOLEÃO. FIM DA REVOLUÇÃO FRANCESA. BAIONETAS EM ST. CLOUD D. J. GOODSPEED.

“O gênio saíra da garrafa e passaram-se mais de quinze anos até que a Europa o colocasse lá dentro novamente . E mais, apesar de sua incrível energia , sua coragem e poder de decisão , sua diligência, sua fantástica memória e da quase incomparável largueza e rapidez de seu raciocínio, foi uma verdadeira tragédia para a França e para o mundo que o 18 Brumário tivesse sido bem sucedido “



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Carlos Ginzburg História Noturna Dicifrando Sabhat. Ocultismo Maçonaria Bruxaria Feitiçaria

Autor: Carlos Ginzburg


Título: História Noturna Dicifrando Osabá


Editora: Companhia das Letras


Ano: 1991


Páginas: 406


Comentário: Livro em bom estado de conservação, encadernado em brochura original,406p. Ilustrado,


Durante mais de três séculos, de um extremo a outro da Europa, mulheres e homens acusados de feitiçaria contaram que haviam se reunido no sabá, encontro noturno em que, na presença do diabo, celebravam-se banquetes, orgias sexuais, cerimônias antropofágicas, profanações de ritos cristãos. Nessas descrições, muitas vezes obtidas sob tortura, hoje se tende a reconhecer o fruto das obsessões de inquisidores e juízes. Carlo Ginzburg, porém, propõe uma interpretação diferente: por trás da imagem enigmática do sabá, vemos aflorar pouco a pouco um estrato antiqüíssimo de mitos e processos de exclusão social: trata-se de uma história noturna, desconhecida - de uma viagem ao mundo dos vivos e dos mortos, à esfera do visível e do invisível.


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A Bandeira Positivista Eurico de Goes





A Bandeira Positivista

Eurico de Goes

editora: Antonio Tisi

ano: 1927

descrição: Eurico de Goes. A Bandeira Positivista. São Paulo: Antonio Tisi, 1927. 236pp. Ilustrado em cores. Capa em Cartonagem original.


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História Teatro Capixaba Oscar Gama Espirito Santo Vitoria




História Teatro Capixaba Oscar Gama Espirito Santo Vitoria


Autor: OSCAR GAMA

Título: HISTÓRIA DO TEATRO CAPIXABA: 395 ANOS


Editora: FCES/FCAA


Ano: 1981


Páginas: 234


Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO ENCADERNADO EM BROCHURA ORIGINAL.

Com a dedicatória e autografo de um dos mais importantes ator e diretor capixaba a um renomado crítico de arte brasileiro, datado de 1982 por ocasião do III concurso nacional Villa Lobos dado em Vitória. saiba mais ...

CONTÉM MUITAS ILUSTRAÇÕES.

COM UM CURIOSO E INTERESSANTE ADENDO "Teses para uma estética", sob a forma de separata.

O LIVRO FAZ PARTE DA COLEÇÃO ESTUDOS CAPIXABA.

DOCUMENTO RARO E INDISPENSÁVEL PARA OS ESTUDIOSOS DA HISTÓRIA DO TEATRO BRASILEIRO. SAIBA MAIS ...


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A Historia da Ss Richard Grunberger








Autor: RICHARD GRUNBERGER

Título: A HISTÓRIA DA SS.

Editora: RECORD

Ano: 1971

Páginas: 136


Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, BROCHURA COM CAPA ORIGINAL.

PEQUENO DESGASTE NA PARTE INFERIOR DA PROTEÇÃO DA LOMBADA, DETALHE INFIMO PARA UM LIVRO DE TAL ENVERGADURA, ESTANDO AS PÁGINAS E CAPAS EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO.


A SS, as tropas de choque do nazismo, teve origem no pequeno grupo de guarda-costas de um obscuro pintor austríaco, que fora cabo na Primeira Guerra Mundial e passara a ser agitador na Alemanha inquieta de pós-guerra; De obscuro orador de cervejaria na Baviera, o pintor se tornou Chanceler da Alemanha e depois ditador e imperador do Terceiro Reich. O grupo de guarda-costas cresceu com ele para ser a guarda pretoriana do novo César;


Este livro contém ilustrações de fotos em preto e branco. O presente livro, bem documentado e profusamente ilustrado com fotografias que esclarecem e realçam o texto, conta fielmente a história da SS e, ao mesmo tempo da Alemanha Nazista, para que ninguém esqueça o que foi um dos períodos mais trágicos da história daquele país e do mundo ameaçado pelas suas doutrinas dementes de ódio, de agressão e de fanatismo.



COM MUITAS ILUSTRAÇÕES FOTOGRÁFICAS DAS INSIGNIAS, DAS PERSONAGENS E DA TRAJETÓRIA DESSA TROPA DE ELITE, DE SEUS PRINCIPAIS PERSONAGENS E INCLUSIVE DE SUAS INSIGNIAS E UNIFORMES.

COM GLOSSÁRIO.

Das cervejarias ao poder.

Os cavaleiros dos longos punhais.

Mestre-escolas e espiões.

As SS na guerra.

A solução final.

O colapso do terceiro Reich.

Pós-escritos: Nuremberg e depois.

Quadro de patentes.

"POUCO TEMPOS ANTES UM GRUPO DE GUARDA-COSTAS MILITARES FORA-LHE OFERECIDO (À HITLER) PELO CAPITÃO RÖHM - UM CORPULENTO OFICIAL DO REICHSWEHR BEM RELACIONADO COM OFICIAIS DE ALTA PATENTE - ESTA UNIDADE, LOGO DEPOIS RECONSTRUÍDA COMO ESQUADRÃO PRIVADO DE CHOQUE DO PARTIDO, FORMOU-SE O NÚCLEO ORIGINAL DAS SS, OU ESQUADRAS DE PROTEÇÃO . TINHA ELE COMO LÍDER UM VENDEDOR DE ARTIGOS DE PAPELARIA, JOSEPH BERCHTOLD. OS TRÊS PRIMEIROS GUARDA-COSTAS DE HITLER FORAM ULRICH GRAF, EMIL MAURICE E CHRISTIAN WEBER - AÇOUGUEIRO E AMADOR DE LUTA ROMANA, RELOJOEIRO E VENDEDOR DE GADO RESPECTIVAMENTE.

SAIBA MAIS ...

Diccionario Geographico das Minas do Brazil Francisco Ignacio Ferreira




Diccionario Geographico das Minas do Brazil

Francisco Ignacio Ferreira

Imprensa Nacional - Rio de Janeiro

1885


Livro em muito bom estado de conservação, Capa Dura em percaline, miolo excelente, com ilustrações, 754 Paginas, livro extremamente escasso.


Concatenação de noticias, informações e descripções sobre as minas, extrahidas de documentos officiaes, memorias, historias, revistas, diccionarios, cartas geographicas, roteiros, viagens, explorações de rios, ditas de estradas de ferro e outras;

Francisco Ignacio Ferreira Bacharel em Sciencias juridicas e Sociaes, ex-magistrado, ex-membro da Assembléa Provincial do Rio de Janeiro e cheve da Secção da Secretaria de Estado dos negocios da agricultura, Commercio e Obra Publica;

Introducção: Amazonas, Pará, Maranhão, Piauhy, Ceará, Rio Grande do Norte, Parahyba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Espirito Santo, Municipio Neutro, Rio de Janeiro, S. Paulo, Paraná, Santa Catharina, Rio Grande do Sul, Minas...

"Desde longa data concebemos o pensamento de colligir tudo quanto de mais curioso houvesse sido publicado sobre tão importante ramo de industria nacional; foi assim que, depois de algumas difficuldades e hesitações, conseguimos organizar o presente trabalho, que outro merecimento não terá senão o de tornar conhecidas as riquezas que possuimos espalhadas por todo o território do Imperio, facilitando ao mesmo tempo, a quantos se interessam por estas cousas, a demanda de informações que de prompto precisem.
Sendo, como se vê, um trabalho de pesquiza o de que se trata, a nós humilde escriptor apenas cabe a iniciativa de ter atado, como rustico jardineiro, com apertado laço, as mimosas flores que outros conseguiram colher mediante longas vigilias e incessantes trabalhos.
O ilustrado publico a quem qpresentamos o vistoso ramilhete, acolha-o com a sua costumada benevolencia, eis a graça que supplicamos."


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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Sesquicentenário - História da Loja Maçônica Tradição de São Paulo José Castellani. Hiram. Ocultismo.






Sesquicentenário - História da Loja Maçônica Tradição de São Paulo

José Castellani

editora: Oesp

ano: 2000

Livro de capa dura em ótimo estado de conservação, tiragem em papel especial couché, n° de pgs:520 Maçonaria.

profulsamente ilustrado, livro com uma enorme quantidade de informações relevantes para o estudioso do assunto....


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Poema de Maio: Scenarios do Norte Poesias Nordeste Rodrigues de Carvalho - Paraíba Ceará Arronches












Poema de Maio: Scenarios do Norte Poesias Nordeste


Rodrigues de Carvalho - Paraíba Ceará Arronches


Editora: Typographia Moderna à vapor Ateliers Louis - Rua Formosa, 71. Ceará.


ano: 1901


Bibliotheca do Centro Litterário do Ceará

descrição: ótimo estado, encadernado em couro e papel fantasia, lombada com nervuras e dourados, fino, manteve-se a capa brochura original, soberbo, não perca.

O livro “Poema de Maio” foi editado em Fortaleza.

Este livro é a saga do nordestino sofrido, cantada em verso.

Nesse poema, o poeta rende uma homenagem à mulher cearense, à sua força de vontade, ao seu espírito indômito, descrevendo em versos a história de Maria Sales que conduziu nos ombros a velha mãe numa distância de vinte léguas até a vila de Arronches, onde a pobre senhora vem a falecer.

É uma das cenas mais comoventes da seca do nordeste...

Há notas na parte final do livro sobre diversas curiosidades do Nordeste Antigo, sobretudo Ceará e Parahyba do Norte.

Um livro extremamente escasso, aproveite.

Temos outros livros sobre poesia nacional e estrangeira, consulte-nos; aproveite;


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Segredo Conjugal. Roquete Pinto, Medeiros Albuquereque, Affonso Celso, Afranio Peixoto, Augusto de Lima, Mauricio de Medeiros, Alexandre Delamare.



Segredo conjugal


Escrito a diversas mãos: Roquete Pinto Medeiros Albuquereque Affonso Celso Afranio Peixoto Augusto de Lima et al.


Calvino Filho

1932

Primeira edição, escasso, capa dura, bom estado, manteve-se a capa brochura original com lindo desenho feminino à moda dos anos trinta.
Escrito a diversas mãos: Roquete Pinto,
Medeiros Albuquereque,
Affonso Celso,
Afranio Peixoto,
Augusto de Lima,
Mauricio de Medeiros,
Alexandre Delamare,
Fernado Rodrigues.


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À Margem da Ciência - Tomo III Alvaro Alberto Imprensa Naval




À Margem da Ciência - Tomo III

Alvaro Alberto

editora: Imprensa Naval

ano: 1970

Livro em brochura original, bom estado de conservação, capa brochura original. 342 Páginas.


Livro escasso com tiragem limitada e fora de comércio, apenas para circulção interna.


Obra magistral sobre assuntos científicos: estudos aristotélicos.

Abrange assuntos pertinentes aos estudos:

Aristóteles e o Conceito da Inércia,

O Princípio da Simplicidade,

O Princípio de Superposição,

Aristoteles e o principio das velocidades virtuais.

Galileu, Descartes, Newton e o principio das velocidades virtuais.

Velocidades Virtuais.

O principio das velocidades virtuais e sua culminação.

Sinonimia do Principio dos trabalhos virtuais.

Algumas aplicações do Principio dos trabalhos virtuais.

Aristoteles, o principio da independencia ou Coexistência dos movimentos e a composição dos Movimentos de translação.

Paralelogramos dos movimentos, das velocidades, das acelerações e das forças.

O paralelogramo das forças: alguns aspectos historicos.

A composição das forças e dos moviemntos: origem experimental ou dedutiva?

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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

História da Engenharia no Brasil - Seculos XVI a XIX Pedro Carlos da Silva Telles

História da Engenharia no Brasil - Seculos XVI a XIX

Pedro Carlos da Silva Telles

Editora: Clube de Engenharia

ano: 1984

bom estado, escasso, capa dura, sobre capa, muito ilustrado,coda5b. saiba mais ...


"A Engenharia moderna nasceu dentro dos Exércitos; a descoberta da pólvora e depois o prgresso da Artilharia obrigaram a uma completa modificação nas obras de fortificação, que, a partir do século XVII, paasaram a exigir profissionais habilitados para o seu planejamento e execução. As altas torres e as muralhas retas das fortificações medievais não proporcionavam mais uma boa defesa na era dos canhões, sendo substituídas por muralhas em ângulos geometricamente planejados de modo que cada face pudesse ser protegida. com isso a necessidade de realizar obras que fossem ao mesmo tempo sólidas e econômicas e, também, estradas, pontes e portos para fins miltares, forçou o surgimento dos dos Oficiais-Engenheiros e a criação dos Corpos especializados de Engenharia nos Exércitos" (Eng. Pedro da Silva Telles em História da Engenharia no Brasil)
As obras mais antigas de que se tem notícia são as fortificações da cidade de Jericó (8000 AC). O exército Romano, em 230 AC, já tinha uma tropa especializada em Engenharia, as chamadas "fabri", cujos oficiais cursavam uma escola de treinamento para construção de fortificações, estradas e pontes em todo o vasto Império Romano, e algumas ainda podem ser vistas nas regiões da Gália, Germânia, Britânia e norte dos Alpes.. A Engenharia Militar dos árabes e bizantinos deixou também suas marcas no norte da África e Espanha. Mais tarde (séc XVI), os franceses, que já despontavam como potência militar, criou tropas de Engenharia no seu Exército e contou com grandes Engenheiros Militares que são mais conhecidos hoje como matemáticos e físicos: General Belidor (La Science des Ingénieurs - 1729), Lagrange, Laplace, Prony, Fourier, Poisson, Monge (criador da geometria descritiva, destacou-se em combate aos 50 anos, criou a Ècole Polythechnique, refência, ainda hoje, de escola de Engenharia), Poncelet (foi prisioneiro de guerra e escreveu um tratado de geometria projetiva no cativeiro), Cauchy, Carnot (do ciclo de Carnot da termodinâmica), etc. Áustria, Rússia, Grâ-Bretanha, Prússia, Espanha, Portugal, etc, seguiram as mesmas tendências. Brasil e Estados Unidos, como colônias, também receberam a mesma influência. De forma que, no Brasil foi criada a terceira escola de Engenharia regular do mundo e primeira das Américas (Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho, em 1792), se bem que desde 1699, por ordem do rei de Portugal, já havia cursos de Engenharia no Brasil. nos Estados Unidos surgiu a segunda escla de Engenharia das Américas, a Academia Militar de West Point.

O termo "Engenheiro" significava "oficial que sabe arquitetura, militar, e dirige os trabalhos para o ataque e defesa de praças..." (Novo Dicionário da Língua Portuguesa - 1859). o termo "Engenheiro Militar", na época, era uma redundância, pois todos os Engenheiros eram militares. O termo "Engenheiro Civil", que atualmente designa a especialidade de Engenharia de Construção, segundo o Prof pedro da Silva Telles, foi usado pela primeira vez, pelo inglês John Smeaton, um dos descobridores do cimento Portland, para designar os profissionais que começavam a se dedicar a atividade de Engenharia, exclusivamente, fora dos Exércitos.

No Brasil, os Engenheiros Militares vindos de Portugal (os melhores, por ordem do rei de Portugal) e os já formados no Brasil, foram responsáveis por praticamente todas as grandes obras realizadas na época, tais como fortes, igrejas, mosteiros, estradas, arruamentos, edifícios públicos, obras de saneamento, etc. A maior obra da Engenharia Militar, projetada pelo grande Engenheiro português Brigadeiro Alpoim, foi o aqueduto do Rio de Janeiro, hoje conhecido como Arcos da Lapa.

Curiosidade:

O Brasil pode se orgulhar por ter formado o primeiro Engenheiro não branco do mundo, o iminente André Rebouças ( que hoje dá nome ao túnel no RJ), herói da Guerra do Paraguai, da qual participou integralmente como Tenente do Corpo de Engenheiros, depois renomado Engenheiro e Professor.

Dois de seus irmãos também se formaram Engenheiros na Escola Militar, em plena época da escravatura ( por volta de 1850).

Abolicionista, tornou-se grande amigo de D. Pedro II, acompanhando-o no exílio. É uma das maiores provas de que o Exército e o Imperador não concordavam com a escravidão.



Pedro Carlos da Silva Telles

Nasceu na cidade de Petrópolis, RJ a 25 de fevereiro de 1925.

Engenheiro diplomado pela antiga Escola Nacional de Engenharia (atual Escola Politécnica da UFRJ), em 1947

Sócio titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Membro titular da Academia Nacional de Engenharia e da Academia Brasileira de Engenharia Militar. Sócio da Sociedade Brasileira de História da Ciência

Livros publicados: História da Engenharia no Brasil - Séculos XVI a XIX, 1ª edição, 1984 - Prêmio Jabuti; História da Engenharia no Brasil - Século XX, (1993); História da Construção Naval no Brasil (2001); Construção Naval no Brasil (2004)

45 artigos publicados em várias revistas

Trabalhos técnicos de engenharia: 5 livros publicados (um dos quais na 10ª edição); 11 artigos publicados em várias revistas no Brasil e no exterior.

Projetos em andamento: Livro: Estradas de Ferro no Brasil (livro concluído); O Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro na História 1889-1946; O Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro na História 1946-2005


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Reminiscencias Anor Ribeiro e Pereira - Genealogia Familia Ribeiro Pereira

Reminiscencias da Familia Ribeiro Pereira

Anor Ribeiro e Pereira

do autor

ano: 1995

descrição: 366 páginas, livro em bom estado. autografado pelo autor.Coda5b. saiba mais ...

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Hayden Herrera Frida: A Biography of Frida Kahlo






Frida: A Biography of Frida Kahlo

Hayden Herrera

Published by Harper & Row, 1983, softcover, 508 pages, 6.25" x 9.25" Cod.a9b. Saiba mais ...

ano: 1983

descrição: Livro em bom estado, com 507p. " This meticulouse researched and affectionate biography "

Frida: A Biography of Frida Kahlo by Hayden Herrera - Vintage Book

"Hailed by readers and critics across the country, this engrossing biography of Mexican painter Frida Kahlo reveals a woman of extreme magnetism and originality, an artist whose sensual vibrancy came straight from her own experiences: her childhood near Mexico City during the Mexican Revolution; a devastating accident at age eighteen that left her crippled and unable to bear children; her tempestuous marriage to muralist Diego Rivera and intermittent love affairs with men as diverse as Isamu Noguchi and Leon Trotsky; her association with the Communist Party; her absorption in Mexican folklore and culture; and her dramatic love of spectacle. Here is the tumultuous life of an extraordinary twentieth-century woman -- with illustrations as rich and haunting as her legend."




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Martins de Oliveira Magia do Amor Gaia

Martins de Oliveira

Magia do Amor

Gaia

Ensaio de interpretação científica de um fenómeno pseudo-misterioso do psiquismo humano: Por que se troca um ser esteticamente perfeito por um outro, muitas vezes, esteticamente inferior?

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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Lições e Conferências do Prof. Oscar Freire Edgar de Cerqueira Falcão Org.

Lições e Conferências do Prof. Oscar Freire – Obra Póstuma Antecedida de um In Memoriam

Coligida, Revista e Anotada por Edgard de Cerqueira Falcão e Arnaldo Amado Ferreira

São Paulo – Brasil MCMLXVIII.


editora: Revista dos Tribunais

ano: 1968

descrição: São Paulo, 311p., 21 cm, brochura, ótima conservação geral, dedicatória do organizador.

“Obra comemorativa do cinqüentenário da instalação do ensino da Medicina Legal na Faculdade de Medicina e Cirurgia de São Paulo, a cargo do Prof. Oscar Freire, iniciado em 18 de abril de mil novecentos e dezoito”.

Não sei como enaltecer convenientemente, meus jovens amigos Centro Acadêmico “Oswaldo Cruz”, a boníssima intenção que tivestes em associar a comemoração do aniversário da nossa Faculdade à aula inaugural do curso de Deontologia Médica. Bem merecia a bela tentativa, que o curso representa, a sagração desse lindo gesto vosso.

Mas, quis o destino que, como em todas as coisas humanas, houvesse um senão. Esquecestes que eu estava de permeio.
Eu, mercê de tal esquecimento, que a generosidade justifica, vós, srs. Convidados, porque respeitastes mais as leis da cortesia do que as instâncias da comodidade, tereis de suportar, por tempo que o fastio vai tornar mais longo e cruel, a monotonia de uma lição desvaliosa, que vos não há de aproveitar, nem ao menos recrear, tão acanhado é o cabedal de quem a professa e tão exigente é a necessidade, quanto decidida é a tenção, de nela apenas repetir coisas de vosso velho conhecimento, de enfeixar juízos alheios, embora assazonados de raros comentários próprios, que nunca ambicionarão o sabor da novidade, senão o da oportunidade e da justeza. Perdoai-me.

Não andou mal, entretanto, meus amigos, o acaso com o eleger-me para o momento. De tantos mestres da nossa Faculdade, que a inteligência exalça e o saber eleva na admiração dos coetâneos, nenhum teria credenciais para disputar-me a honraria do mandato, porque nenhum me igualaria na exactidão e na conveniência do desempenho.

Têm os humildes também a sua hora e a sua utilidade.
Celebrais, num consórcio feliz, a grandeza de um passado, que por próximo não desmerece em glórias, e o assentar do primeiro marco de um formoso tentame, qual o de concorrer para o aperfeiçoamento moral da nossa profissão. O encanto da sabedoria e da eloqüência, empolgando vossa admiração, monopolizando-a, deixaria talvez o motivo desta expressiva festa intelectual afogado no caudal de luz que dele promanasse...


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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Moses Finley O Mundo de Ulisses.

Moses Finley

O Mundo de Ulisses.


História, Antiguidade Clássica , livro em bom eatado, brochura original, escasso. trad. Armando Cerqueira. Lisboa: Editorial Presença


“De facto, no decorrer da história nenhum poeta, nenhuma personalidade literária ocupou na vida do seu povo um lugar semelhante. Ele foi o símbolo por excelência deste povo, a autoridade incontestada dos primeiros tempos da sua história e uma figura de importância decisiva na criação do seu panteão (...)”

Tempo e Contratempo Vão Gôgo



Tempo e Contratempo

Vão Gôgo ( Pseudônimo de Millor Fernandes)

editora: O Cruzeiro

ano: 1954


descrição: Capa dura, medidas:22x31, bom estado geral de conservação, ilustrado.

O Cruzeiro, 1954, 1ª edição. Primeiro livro do autor. Seleção de textos e desenhos publicados na revista O Cruzeiro.

Millôr em textos e desenhos de seu primeiro livro, "Tempo e contratempo". Publicado em 1949, o volume, assinado pelo pseudônimo Vão Gogo, é carregado de ironia e sagacidade, características que tornaram Millôr um dos artistas brasileiros mais inteligentes e criativos.


Vão Gogo foi um personagem encarnado por Millôr Fernandes por quase duas décadas nas páginas da revista semanal O Cruzeiro. No período (1945 e 1962), a publicação passou de onze mil exemplares para tiragens de até setecentos mil. Só então Millôr assumiu em definitivo seu nome. Em 1963, deixaria a revista por causa da polêmica causada com a publicação de A verdadeira história do paraíso, considerada ofensiva pela Igreja Católica.

O primeiro livro de Vão Gogo foi publicado em 1949, Tempo e contratempo, numa compilação dos primeiros anos que revelava a busca por um estilo de humor mesclado, que depois ficaria peculiar e inconfundível. Fazia também o famoso Retrato 3x4, desenhos, brincadeiras e apontamentos.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Pós Modernismo e Islão Akbar S. Ahmed

Pós Modernismo e Islão

Akbar S. Ahmed

editora: Instituto Piaget

ano: 1997

descrição: brochura, 342 pgs, 1 ed.- em bom estado de conservação.

Qual a importância de Madonna na compreensão do fundamentalismo islâmico? Porque é que os jeans não são usados nos países islâmicos? Poderão o Ocidente e o Oriente chegar a entender-se? Este é um livro extraordinário, onde um dos principais eruditos muçulmanos, a nível mundial, explora uma área que tem sido, quase totalmente, negligenciada por outros estudiosos neste domínio. Uma obra deslumbrante, de uma enorme e constante percepção, e, sem dúvida nenhuma, ponto de partida para discussões futuras. AKBAR S. AHMED é membro do Allama Iqbal e do Sewyn College da Universidade de Cambridge. Autor de diversas obras.

A Sala da Capela - 1ª Edição Vivaldo Coaracy Revolução Constitucionalista de 1932







A Sala da Capela - 1ª Edição

Vivaldo Coaracy

editora: José Olympio

ano: 1933

descrição: 1ª edição. Encadernação original brochura, Livro em bom estado de conservação, leve desgaste na parte baixa da lombada, vide imagem, obra sobre a Revolução Constitucionalista de 1932 dada em São Paulo. 221 pp.

Memórias do autor sobre a Revolução de 32.

Este livro foi escrito no exilio, nos dias amargos, longos e vazios que se seguiram ao desfecho repentino da guerra constitucionalista, movida por São Paulo contra o regimen ditatorial.





A SALA DA CAPELA! ... Essas palavras me trazem sempre à lembrança episódios dos mais remotos da minha existência: minha mãe me levava pela mão até a frente de um grande portão de ferro, onde um homem fardado, lá dentro, atendia, recebendo dela alguns documentos. Enquanto esperávamos, eu me distraía com o que podia ver, à altura de meus olhos, através do portão: um muro alto, branco, cuja base era bordejada por um estreito canteiro, onde um homem, de macacão azul, gorro na cabeça, remexia umas plantinhas. Quando finalmente o homem fardado voltava e nos admitia, abrindo o portão, o homem de macacão azul se aproximava de mim, um sorriso desdentado na grande cara vermelha, e me oferecia um raminho de violetas, que acabara de colher, porque tinha muita pena daquela menina pequenina que estava ali para visitar o pai, preso, político, retido no setor "Sala da Capela" daquela cadeia, com os companheiros de 1932... Eu tinha quatro anos de idade...

Para mim, até hoje, a "Sala da Capela" é simbolizada por um ramo de violetas...


Vivaldo Coaracy (Rio de Janeiro, 25 de novembro de 1882 - 13 de junho de 1967) foi um engenheiro, jornalista e escritor.

Filho de José Alves Visconti Coaracy e de Corina Alberta de Vivaldi Coaracy, perdeu os pais aos 10 anos, sendo matriculado no Seminário São José. Depois passou ao Internato do Ginásio Nacional, nome que então tinha o atual Colégio Pedro II, e depois para a Escola Militar, da qual foi expulso por ocasião da revolta da Praia Vermelha promovida por Lauro Sodré. Iniciou carreira na imprensa, entrando para a redação da Cidade do Rio, jornal de José do Patrocínio. Mudou-se para o Rio Grande do Sul, mas continuou na imprensa, trabalhando em jornais de Porto Alegre.

Concluiu em 1911 o curso de engenheiro mecânico-eletricista na Escola de Engenharia de Porto Alegre, passando dois anos nos Estados Unidos da América em especialização. Lecionou depois na mesma Escola de Engenharia e foi posteriormente diretor de seu Instituto de Eletro-Técnica. Abandonou tal profissão em 1926 e voltou ao jornalismo, ingressando no jornal O Estado de S. Paulo.

Exilando-se em Portugal por ter tomado parte na Revolução Constitucionalista de 1932, escreveu em Lisboa "A Sala da Capela". Regressando do exílio, nomeado diretor da sucursal do jornal no Rio de Janeiro, afastou-se do cargo em 1941, quando o jornal foi confiscado pelo então interventor em São Paulo.

Colaborou no Jornal do Comércio do Rio de Janeiro e na Folha da Manhã, de São Paulo. Em 1945, se recolheu à ilha de Paquetá, onde passou a viver até sua morte em 1967.


Obra * A Rampa (romance) * Frida Meyer (romance) * Problemas Nacionais * O Rio de Janeiro no século 17 * Memórias da cidade do Rio de Janeiro * Todos contam sua vida * Paquetá (Imagens de ontem e de hoje)


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