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sexta-feira, 26 de março de 2010

Rito Pagão Rosalina Coelho Lisboa editora: Monteiro Lobato & C. ano: 1921





Rito Pagão

Rosalina Coelho Lisboa

editora: Monteiro Lobato & C.

ano: 1921


descrição: 1a edição deste raro e belíssimo livro de poesias. muit
o bem conservado, com ilustrações de Di Cavalcanti & J. Prado.

Encadernação original (capa verde).
Livro vencedor do "Primeiro Prêmio da Academia Brasileira de Letras".
"Philosophos sem fama e poetas sem renome, / Obscuros hypogeus, cuja calma quebranto, / Inventores sem palma e guerreiros sem nome, / Monge humilde que foste o incomprehendido santo, / Ó sedentos de luz, que a treva má consome, / Ó Lázaros da glória, -- acolhei o meu canto!!" Por este poema é possível sentir a grandeza da poetisa e o clima místico dos seus versos.

I''m From Missouri: they Had to Show Me - Hugh McHugh






Title : I''m From Missouri: they Had to Show Me

Authors : Hugh McHugh

Publisher : G. W. Dillingham Co.

Publication Date : 1904


Livro em muito bom estado de conservação, capa dura original, ilustrada, escasso, não perca. saiba mias...

ILLUSTRATIONS BY GORDON H. GRANT

I'm From Missouri (They Had to Show Me), Hugh McHugh, published by G.W. Dillingham Company, New York, 1904, illustrations by Gordon H. Grant. A comic novel about political campaigning in Missouri. One of a series of books with John Henry as protagonist. Turn-of-the-century humor at its best.

Decorative Cloth. Book Condition: Very Good. No Jacket. Gordon H. Grant (illustrator). 4 1/8" X 7 15/16". 1904.




AUTHOR OF

"JOHN HENRY," "DOWN THE LINE WITH JOHN HENRY,"
"IT'S UP TO YOU," "BACK TO THE WOODS,"
"OUT FOR THE COIN," "I NEED THE MONEY,"
"I'M FROM MISSOURI," ETC.

quinta-feira, 18 de março de 2010

AS GRANDES OBRAS POLITICAS DE MAQUIAVEL A NOSSOS DIAS JEAN-JACQUES CHEVALLIER




As Grandes Obras Políticas de Maquiavel a Nossos Dias


Jean-Jacques Chevallier


AGIR -


1982-


441 p. livro bem conservado, escasso, saiba mais... Ciências Humanas, Um clássico das ciencias sociais, filosofia politica, sociologia ...

Assuntos abordados na obra: História geral: Política. Ciências políticas. Karl Marx. Friederich Engels. O absolutismo. O assalto contra o absolutismo. Conseqüeências da Revolução Francesa (1790-1848).Socialismo e nacionalismo (1884-1927). Lenin. Hittler.

Observações: Inclui notas ao pé das páginas e nota bibliográfica.

Prefácio de André Siegfried



Esta obra é indispensavel para todos que almejam um interesse, sobre os problemas politicos, juridicos e filosoficos da historia.
Traz -nos a exercia das grandes obras que revolucionaram o mundo, iniciando a partir do século XVI até as lutas quase ressentes do comunismo.

Nesta são examinados vários ensaios e tratados da pura filosofia ou pratica política, sobre uma forma clara e esclarecedora e completa.


SUMÁRIO:
O PRINCIPE DE MAQUIAVEL
O SEIS LIVROS DA REPUBLICA DE BODIN
O LEVIATÃ DE HOBBES
A POLITICA EXTRAIDA DA SAGRADA EXCRITURA DE BOSSUET
O ENSAIO SOBRE O GOVERNO CIVIL DE LOCKE
O ESPÍRITO DAS LEIS DE MONTESQUIEU
O CONTRATO SOCIAL DE ROUSSEAU
O QUE E TERCEIRO ESTADO DE SIEYÉS
REFLEXOES SOBREA REVOLUÇAO FRANCESA DE BURKE
SUMÁRIO OS DISCURSOS À NAÇAO ALEMÃ DE FCHTE
A DEMOCRACIA NA AMERICA DE TOCQUIAVILLE
O MANIFESTO DO PARTIDO COMUNISTA DE MARX E ENGELS
O INQUERITO SOBRE A MONARQUIA DE CHARLES MAURRAS
AS REFLEXOES SOBRE A VIOLENCIA DE SOREL
O ESTADO E A REVOLUÇAO DE LENIN
MINHA LUTA DE HITLER
O ESPITIRO CONTRA O LEVIATA A SERVICO DO ABSOLUTISMO

Capítulo I "O PRINCIPE "DE MAQUIAVEL (1513) "Pois a forca só é justa quando necessária" Maquiavel. MAQUIAVEL (1513) CENÁRIO E CIRCUNSTANCIA Maquiavel nos evoca uma época: O Renascimento Uma Nação: A Itália Uma Cidade: Florença E enfim, o próprio homem, um bom funcionário Florentino que na maior ingenuidade e na total ignorância do estranho futuro, trazia o nome de MAQUIAVEL, destinado a mais ruidosa e equivoca reputação e aos trames que a injusta política lhe traria A GRANDE OBRA "O PRINCIPE" Ao escrever O Príncipe, Maquiavel expressa nitidamente os seus sentimentos de desejo de ver uma Itália poderosa e unificada. Expressa também a necessidade ( não só dele mas de todo o povo Italiano ) de um monarca com pulso firme, determinado que fosse um legítimo rei e que defendesse seu povo sem escrúpulos e nem medir esforços. Para Maquiavel ,um príncipe não deve medir esforços nem hesitar, mesmo que diante da crueldade ou da trapaça, se o que estiver em jogo for a integridade nacional e o bem do seu povo. Maquiavel nunca chegou a escrever a sua frase mais famosa: os fins justificam os meios".Mas com certeza ela é o melhor resumo para sua maneira de pensar.



Capitulo II "OS SEIS LIVROS DA REPUBLICA, DE JEHAN BODIN (1576)" Apresentar o rei da frança como responsável por toda a organização política tal era o objeto primordial da Republica."G. H. Sabine. JEAN BODIN (15301596) JEAN BODIN (15301596) publicou, em 1576, o livro "DE LÁ REPUBLIQUE",vasta obra de teoria política, que se destacou pelos conceitos emitidos sobre a soberania e o direito divino dos reis, As noções de soberania surgiram num momento em que a França se via assolada pelas guerras de Religião do século XVI. Foi o medo da anarquia que levou Bodin a sustentar que para preservar a ordem social deveria existir uma vontade suprema soberana. JEAN BODIN (15301596) Segundo Bodin, a soberania pode ser exercida por um Príncipe (caracterizando uma monarquia), por uma classe dominante (caracterizando uma aristocracia) ou pelo povo inteiro (seria uma democracia). Mas, ela só' pode ser efetiva na monarquia, porque esta dispõe da unidade indispensável à autoridade do soberano. JEAN BODIN (15301596) Nos livros I e II, Bodin estabelece a natureza do Estado como tal, sua finalidade, seu fundamento na família, a cidadania, e as formas possíveis que o Estado pode assumir No livro III continua a analisar a estrutura essencial do governo, e diz que a sociedade deve contar com um senado ou conselho com um direito constitucional de aconselhar, uma magistratura com direito legal de julgamento, e os Estados Gerais que fazem a ligação entre o povo e o soberano. JEAN BODIN (15301596) No livro IV, como também em parte do V, não está preocupado com a teoria, mas com a prática do governo. Discute as revoluções, quais as suas causas, como evitálas. Fala da habilitação aos cargos e dos critérios de nomeação dos funcionários. No livro V diz sobre as leis que governam a distribuição de propriedade, opondose ao confisco de patrimônio, por maior que seja a necessidade do tesouro; é contra a venda de cargos públicos. Fala também da arte da guerra JEAN BODIN (15301596) No livro VI aborda o papel da Igreja, dizendo que ela tem um dever e um lugar dentro do Estado.Neste último volume retorna à origem divina do poder, dizendo que o microcosmo deve refletir o macrocosmo, e assim, uma vez que o universo está sujeito à única majestade de Deus, assim a sociedade está sujeita à única e soberana majestade do príncipe.


Capitulo III O "LEVIATÃ",DE THOMAS HOBBES (1651) O "Leviatã"é um mito, a transposição de uma argumentação abstrata no mundo da imaginação Oakeshott *O homem é o lobo do homem. É preciso que cada um não faça aos outros o que não gostaria que fizessem a si. Todos os homens são naturalmente iguais, mas essa igualdade baseia-se no desejo universal da auto preservação. Os homens não vivem em cooperação natural, como fazem as abelhas ou as formigas. O acordo entre elas é natural; entre os homens é artificial. Os indivíduos só entram em sociedade quando a preservação da vida está ameaçada. A esperança constante chama-se confiança em si mesmo. O medo dos poderes invisíveis, inventados ou imaginados a partir de relatos, chama-se religião. Hobbes THOMAS HOBBES Em o leviatã, Hobbes descreve o homem em seu estado natural, como, egoísta, egocêntrico e inseguro. Ele não conhece leis e não tem conceito de justiça; ele somente segue os ditames de suas paixões e desejos temperados com algumas sugestões de sua razão natural THOMAS HOBBES Onde não existe governo ou lei, os homens naturalmente caem em contendas. Desde que os recursos são limitados, ali haverá competição, que leva ao medo, à inveja e a disputa. Os homens também naturalmente buscam a glória, derrubando os outros pelas costas, já que, de um modo geral, as pessoas são mais ou menos iguais em força e inteligência, nenhuma pessoa ou nenhum grupo pode, com segurança, reter o poder. Assim sendo, o conflito é perpétuo, e "cada homem é inimigo de outro homem".THOMAS HOBBES Nesse estado de guerra nada de bom pode surgir. Enquanto cada um se concentra na autodefesa e na conquista, o trabalho produtivo é impossível. Não existe tranqüilidade para a busca do conhecimento, não existe motivação para construir ou explorar não existe lugar para as artes e letras, não existe espaço para a sociedade só "medo contínuo e perigo de morte violenta".Então a vida do homem nesse estado é, segundo a mais famosa frase de Hobbes, solitária, pobre, sórdida, brutal e curta".THOMAS HOBBES Tal visão, que é de conformidade com a desconfiança e desespero da época, obviamente dispensa qualquer referência a Deus. Em particular, ela dispensa qualquer referência ao papel de Deus no governo, que Hobbes via como um produto humano. O governo surge quando o homem, impulsionado pela razão, busca urna boa maneira de evitar seu desesperado estado natural de conflito e medo, esperando atingir a paz e a segurança. O homem escolhe reconhecer um poder comum, contanto que seu vizinho faça o mesmo, porque só tal coisa pode manter a ordem. Esse poder, então, tem a obrigação de manter a segurança comum; sua ação é através da lei e sua expressão é força incontestável. Pois à medida que o poder é repartido, o conflito vai surgir. E o Leviatã esta para intervir a qualquer hora ou momento......

Antônio Carneiro Leão O Brasil e a Educação Popular 1918

Antônio Carneiro Leão

O Brasil e a Educação Popular

1918

livro em bom estado, escasso, um verdadeiro documento sobre o desenvolvimento das idéias pedagogicas em nosso país, coda1b, não perca, saiba mais...


Carneiro Leão (1887-1966) ao defender uma educação popular no Brasil, diferente da educação livresca ofertada para uma minoria da população, propunha a organização nacional do ensino sob responsabilidade do Governo Federal. Para tanto, insistia na necessidade de reformar o ensino, e concebia que isto exigia uma reforma geral da escola normal, pois esta prepararia os futuros professores. Assim, este trabalho pretende analisar a proposta de Carneiro Leão para o curso normal, por meio de alguns de seus textos escritos e publicados conjuntamente no livro "Problemas de Educação" (1918). Para este autor os cuidados com a formação do professorado tornavam-se fundamentais, o curso normal deveria "ensinar a ensinar" crianças, para tanto, deveria incluir em seu programa a psicologia aplicada à educação, bem como estágios e atividades práticas.



Dados Biográficos

Nascido na cidade de Recife, a 02 de julho de 1887, Antônio Carneiro Leão era filho de Antônio Carlos Carneiro Leão e de Elvira Cavalcanti de Arruda Câmara Carneiro Leão. Realizou seus estudos na cidade natal, bacharelando-se em Ciências Jurdicas pela Faculdade de Direito de Recife em 1911.

Dirigiu a Instrução Pública no Rio de Janeiro no período de 1923 a 1926, quando construiu 20 escolas com nomes dos países americanos, além da Escola Portugal. Ocupou a Secretaria de Justiça, Educação e Interior do Estado de Pernambuco de 1929 a 1930 na administração Estácio Coimbra, havendo empreendido a reforma da instrução pública e do ensino normal, instituindo pela primeira vez no país a cadeira de Sociologia do Currículo das escolas normais, confiada a Gilberto Freire.

Foi professor do Colégio Pedro II, das Universidades do Rio de Janeiro e do Brasil, havendo ministrado a cadeira de Administração Escolar na Faculdade Nacional de Filosofia de 18 de dezembro de 1945 a 01 de agosto de 1957.

Foi colaborador assíduo dos jornais: O Estado de São Paulo, O Correio Paulistano, Jornal do Comércio do Rio de Janeiro, e Jornal do Recife, além de revistas americanas.

Principais trabalhos publicados:

* Educação (1909);
* O Brasil e a Educação Popular (1918);
* Revolução Pernambucana de 1817 (1917);
* Problema de Educação (1919);
* A organização da Educação em Pernambuco (1920);
* A Sociedade Rural, seus problemas e sua educação (1940);
* A Educação para o após guerra (1944);
* A adolescência, seus problemas e sua educação (1950).

A Solução do Problema do Ferro: do Ponto de Vista da Economia e da ... Durval Bastos de Menezes 1938


A Solução do Problema do Ferro: do Ponto de Vista da Economia e da ...

Durval Bastos de Menezes

editora: Nacional

ano: 1938

descrição: são paulo, 211p., 19 cm, encadernação em capa dura, manteve-se a brochura original, , bem conservado,

título completo: a solução do problema do ferro: do ponto de vista da economia e da soberania do brasil;


BRASIL: ECONOMIA BRASILEIRA: SIDERURGIA POLÍTICA INTERNACIONAL: CONTRATO DA ITABIRA: CRÍTICA
04 PÁGINAS DE FOTOGRAFIAS EM P&B FORA DO TEXTO

terça-feira, 16 de março de 2010

Fabio Luz Filho Cooperativismo, corporativismo, colonização A Coelho Branco Fº 1938 - Libertario Anarquismo Cooperativismo Anarquia




Fabio Luz Filho

Cooperativismo, corporativismo, colonização

A Coelho Branco Fº

1938


livro em ótimo estado, capa dura, escasso, saiba mais...

trilhando o caminho do pai, fabio luz filho também se embrenha na senda libertaria, produz esse clássico da história do cooperativismo, obra de referencia para todos os estudiosos do assunto.

Flávio Magalhães - ACP Cemitério dos Protestantes repouso de ilustres Genealogia Historia Familias





Autor : Flávio Magalhães - ACP

Título : Cemitério dos Protestantes repouso de ilustres

Editora : Caran- Associção cemiterio dos Protestantes

Ano : 1995

Páginas : 127

Comentário : Livro em bom estado de conservação,encadernado com capa dura original, manteve-se a sobre capa, livro fartamente ilustrado.

Um histórico dos primeiros cemitérios da cidade de São Paulo.

Com muitas ilustrações e biografia de pessoas de destaque sepultadas no cemitério dos protestantes, por ordem cronológica...

Livro comreduzida e única tiragem, pouquíssimos exemplares se vê por aí, lindo livro em papel couché, elaborado pela própria Associaçã mantenedora.

Rica fonte de pesquisa sobre os protestantes pioneiros do Brasil.

Familias alemãs, suiças, inglesas etc.

O ramo protestante era bastante influente na capital paulista, contudo é de notar a diferença entre a pompa distribuida nos outros cemitérios e a simplicidade do cemitério dos protestantes, apesar de suas altas posições sociais....

Alguns dos nomes de Protestantes ilustres enterrados :

Rev. Manoel José da Conceição.
Antonio Francisco Gouveia.
Alvaro Peixoto.
Rev. Vicente do Rego Themudo Lessa.
Rev. Dr. Bento Ferraz.
Dr. Luiz Dumont Villares.
Alfredo D'Orta.
Dr. Flaminio Favero.
Rev. William Dreaton Pitt.
Dr. Alfredo Ellis.
Rev. Ashbel Green Simonton.
Dr. Horace Tower Fogg.
Rev. Modesto P Barros Carvalhosa.
Annita Mafaltti.
Charles Riley.
Carlos Schwab.
entre muitos outros
Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática dessa área, saiba mais ...

Caso haja interesse em alguns dos nossos livros, ou em outro que não se encontre cadastrados ainda, pergunte-nos.

Sonia Maria Demoner A Presença de Missionários Capuchinhos no espírito Santo- Século XIX










Autor : Sonia Maria Demoner

Título: A Presença de Missionários Capuchinhos no espírito Santo- Século XIX

Editora : Fundação Ceciliano Abel de Almeida

Ano : 1983

Páginas: 207


Comentário : Livro em bom estado de conservação,encadernado com capa brochura original, livro fartamente ilustrado, com reproduções antigas de manuscritos, etc..

Prefacio Mario Bonzano.


Este livro que a professora Sonia Maria Demoner oferece ao publico representa um trabalho de pesquisa histórica extremamente importante, porque é a radiografia de uma situação – valores políticos versus valores humanos e cristãos - , além de ser um registro histórico até agora desconhecido pela historiografia capixaba daquilo que aconteceu no século XIX em nossa província...

Os primeiros capuchinhos no Espírito Santo.

O governo imperial e a oficialização das missões capuchinhas.

Capuchinhos na região do itapemirim.

Capuchinhos na região do Rio Doce.

Missionarios na zona colonizadora.

Missionarios itinerantes.

Fontes bibliografia .

Apendice documental.

Considerações finais.

ORIENTE PRÓXIMO ASIÁTICO Garelli - Mesopotamia Israel Babilonia Assiria Ninive Caldeus Gilgamesh Deuses Sumerios Acadicos












Autor : Paul Garelli & Nikiprowetzky

Título : O Oriente próximo Asiático:

Volume 1 - Das Origens às invasões dos Povos do Mar.
Volume 2 - Impérios mesopotâmicos - Israel.


Editora : Pioneira / Edusp

Da série Nova Clio - A História e Seus Problemas.

Ano : 1982

Páginas : 349 / 338

Comentário : Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original. Com mapas, com indice de nomes de divindades, pessoas , lugares e noções. Com Quadros históricos cronologico de reis e soberanos do período.

São dois volumes de muitas informações históricas, a coleção Nova Clio é de grande reputação entre os historiadores em todo o mundo, obra de referência, escassa, não perca.

Investigação sobre as invasões arameias, tomada da Babilonia por Ciro, Os problemas que enfrentou Ramsés, etc. Na periferia desses impérios, um povo de importancia politica secundaria, mas cujos destinos, crenças a forte personalidade de Moisés imprimira uma orientação decisiva....

Veja alguns dos muitos tópicos:

Os instrumentos da pesquisa; obras gerais, historia da assiria e da babilonia; correntes intelectuais e religiosas, arqueologia, mundos perifericos, israel. os conhecimentos: expansao aramaica, ascensao da assiria, imperios, sistemas religiosos e correntes de pensamento. problemas e direçao de pesquisa: problemas politicos, problemas economicos e sociais, problemas religiosos

“O florescimento econômico trouxe consigo uma diferenciação social, a fixação de especialistas, que já não viviam diretamente da exploração agrícola, no interior das localidades de dimensões crescentes, e a difusão de técnicas novas. A invenção da escrita é apenas um fenômeno secundário decorrente da complexidade cada vez maior da vida econômica e social; aos olhos do historiador, no entanto, assume uma importância capital, pois lhe permite dar vida aos vestígios materiais exumados pelas escavações.”


Conforme Garelli, o politeísmo acádico era tolerante em relação a qualquer forma de religião, adotando tranqüilamente o panteão sumérico. Além de Shamash e Ishtar, os acádicos veneravam principalmente o deus sumério Enlil. Novas divindades eram Ilaba, o deus dinástico, Dagan e Annumitum. O conjunto dos deuses era chamado de Anunaki, e existem textos que agregam também “Anunaki do céu e da terra”. Algumas vezes faz-se uma diferenciação para indicar a totalidade dos deuses, os Igigi e os Anunaki. Os Igigi, neste caso, são os deuses dos céus, enquanto que os Anunaki referem-se aos deuses do Mundo Subterrâneo.



Depois do desaparecimento trágico do último descendente de Sargão, Sharkalisharri, em 2198 a.c., o
reino entrou em desagregação e a região foi dominada por um grupo de bárbaros chamados «guti».

Pelo ano 2120 a.C. o sumério Utu-gegal, rei de Uruk, conseguiu libertar a Babilônia da dominação guta'" e em 2111 a.c. o ENSí de Ur, Urnammu, fundou uma nova dinastia, a terceira de Ur, começando uma verdadeira renascença suméria na Babilônia. Urnammu assumiu em suas inscrições o título «Rei da Suméria e de Acade». Na região do rio Diyala, um centro antigo de tradições
semitas foi, sem dúvida, a cidade de Eshnunna. Estava situada a margem direita do Diyala, na localidade hoje conhecida como TelI Asmar, cerca de 35 km a nordeste de Bagdad....


Da capa:
Em prosseguimento ao maior projeto editorial, em nosso idioma na área de História, a PIONEIRA e a Editora da Universidade de São Paulo — EDUSP, oferecem aos estudiosos mais dois volumes da universalmente conceituada "Nouvelle Clio", publicada na França pela PUF — Presses Universitaires de France; cobrindo um amplo espaço da história do Oriente Próximo: este, de nº 2 (das origens às invasões dos povos do mar — 9000-1200 a.C.), e o de nº 2 bis que corresponde ao período que vai desde as invasões araméias, 1200-539 a.C., à tomada da Babilônia por Ciro, rei dos persas.

Neste volume, PAUL GARELLI, um dos mais reputados especialistas desta área, faz preceder o seu estudo de uma sintética, porém valiosa, introdução sobre a pesquisa assiriológica, mencionando os processos de decifração da escrita dita cuneiforme, as escavações arqueológicas, as línguas e respectivas grafias, a cronologia absoluta e relativa, como condição sine qua non da História.
A discussão dos problemas postos pelas civilizações e culturas dessa vasta área geográfica, da Síria-Palestina à Mesopotâmia, constitui o fulcro do trabalho de PAUL GARELLI, que traz, deste modo, sua preciosa contribuição ao conhecimento mais acurado de uma época tão importante quanto obscura na longa caminhada do Homem no tempo e no espaço históricos.

A estrutura de O Oriente Próximo Asiático: das origens às invasões dos povos do mar obedece ao rigor científico e ao mesmo método dos volumes já publicados. Isto é, a Primeira Parte inventaria toda a bibliografia reconhecida — os meios e instrumentos da pesquisa —; a Segunda descreve a situação atual dos conhecimentos adquiridos, ou seja, o "estado das questões"; a Terceira examina os problemas e os debates entre os historiadores, e tece considerações sobre as diretrizes e rumos de futuras pesquisas.

A tradução de EMANUEL O. ARAÚJO segue o padrão de qualidade dos demais volumes da NOVA CLIO, que vem garantindo à Série o mais elevado prestígio. A supervisão editorial teve a responsabilidade de JOÃO PEDRO MENDES, professor na UnB.

Livro em bom estado de conservação, capa brochura, escasso, não perca, saiba mais ....

Trata-se de um grande clássico de caráter universal primordial para a educação. Possui texto de fácil entendimento que estimula o leitor a pensar e refletir sobre o tema proposto.

Temos condição de conseguir muitos outros títulos sobre o assunto.

Diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.

Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática.

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quinta-feira, 11 de março de 2010

Uma Coisa Bem Simples - Contos Soviéticos Diversos

Uma Coisa Bem Simples - Contos Soviéticos

Diversos

editora: Progresso

ano: 1980

descrição: capa dura. bom estado. 17 Contos Russos. Sem rasuras nem anotações.

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Invenção Mitologia M. Detienne - Historia Nova Hartog Finley




Autor: Marcel Detienne

Título: A invenção da Mitologia

Editora: José Olympio

Ano: 1992 Páginas: 250




Comentário: Livro em bom estado,coda17. brochura, muito escasso, um dos melhores do autor.

Tradução de André Telles e Gilza Martins Saldanha da Gama. Revisão técnica Junito Brandão e Roberto Lacerda.

Segundo Marcel Detienne, os conteúdos constantes de cada um dos três estágios da produção mitológica tinham por objetivo persuadir, enfeitiçar, encantar: esta seria a única política do mito na cidade dos filósofos . Em última análise, tratar-se-ia de um encantamento cujo poder é tão espantoso que a cidade encantada faz ouvir uma única e mesma voz Dentro do que o saber histórico chama de mitoso, o ilusório se nutre da memória antiga, e o fictício se apropria das narrativas dos logógrafos, das investigações dos arqueólogos e das litanias dos genealogistas". Livro apreciado e escasso. Conseguimos outros títulos..


"A invenção da mitologia", de Marcel Detienne, publicado em 1982 , foi o marco inicial de um "intenso debate" desenvolvido ao longo das duas décadas seguintes, gerado pela sua "tese cortante" de que o mito e a mitologia são duas invenções arbitrárias e inadequadas para o estudo de toda e qualquer tradição. Todavia, no âmbito da história em geral, e da história brasileira em particular, esse debate parece ter passado desapercebido. Por essa razão, o que deveria ser apenas um artigo instigado pela leitura de uma das obras "pós-estruturalistas" tornou-se o resultado preliminar de um projeto de pesquisa que pretende analisar e sistematizar o conteúdo da "crítica radical" ao mito, de autores como M. Detienne e Claude Calame, avaliar o debate suscitado por ela e, principalmente, verificar as implicações dessa polêmica para a concepção de "história verdadeira".

O projeto de uma "história verdadeira", assegura François Hartog, assumiu diversas formas, desde Tucídides, seu criador, até versões contemporâneas como a "história científica" e a "nova". Todas elas, porém, sugerem ou afirmam que há, em contraposição à sua forma correta de produzir e escrever o conhecimento, uma ou diversas maneiras erradas. Na obra tucidideana, e em muitas outras, modernas e contemporâneas, o mito desempenha um papel fundamental nessa operação.

Mito, originalmente, significa "discurso", "conjunto de palavras que têm um sentido, um propósito"; pertence à ordem do legein e não contrasta com lógos, "termo de valores semânticos vizinhos que se referem às diversas formas do que é dito". Para assumir o sentido de "mentira", "fábula", "discurso equivocado e ilusório", em contraposição ao lógos qualificado como verdadeiro, lógico, racional, foi preciso um trabalho de re-significação por parte de saberes como a História, que elaboraram sua legitimidade denunciando a tradição . Ao final, mito não se tornou propriamente um conceito, mas a noção que permitiu, e permite, à "história verdadeira" se afirmar como tal. Este é um dos aspectos importantes da crítica radical ao mito, pois coloca em dúvida o poder analítico da antítese lógos-mito e pode abrir novas perspectivas para compreensão do que são, hoje, a história e o historiador....


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terça-feira, 9 de março de 2010

Esboço de Crítica: Otelo, o Mouro de Veneza 1886

Camiliana

Camilo castelo Branco


Esboço de Crítica do Otelo, o Mouro de Veneza


1886

bom estado, papel escurecido de época, com carimbo do antigo dono. em bom estado, escasso, rara camiliana,

CASTELO BRANCO, Camilo — OTHELLO. Esboço de crítica. OTHELLO - O Mouro de Veneza de William Shakespeare. Tragedia em cinco actos, Traduzida para portuguez por D.Luiz de Bragança.

CASTELLO BRANCO (CAMILLO). - D. LUIZ DE PORTUGAL. 1883 Camiliana


CASTELLO BRANCO (CAMILLO). -

D. LUIZ DE PORTUGAL.

Neto do PRIOR DO CRATO (Quadro historico) 1601-1660. PORTO.

Livraria Civilização de EDUARDO DA COSTA SANTOS - EDITOR.

1883.

In-8º de 192 págs.Encadernação em couro, com nervuras, soberba, manteve-se a capa brochura original.

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CASTELLO BRANCO CAMILLO VOLCOENS DE LAMA. 1886 Camiliana



CASTELLO BRANCO CAMILLO

VOLCOENS DE LAMA.

PORTO. LIV. CIVILIZAÇÃO DE EDUARDO DA COSTA SANTOS - EDITOR.

1886.

In-8º de 272 págs. Encadernado em couro, em bom estado geral, com diversas notas e indicações à margem pelo antigo dono erudito camiliano, escasso, nao perca, saiba mais.

Camiliana Camilo Castelo Branco Seroens de São Miguel 1885-1886

Camiliana

Camilo Castelo Branco

Seroens de São Miguel de Seide

1885-1886

CHRONICA MENSAL DE LITTERATURA AMENA. Novellas, polemica mansa, critica suave dos máos livros e dos máos costumes.

PORTO. Liv. Civil. de Eduardo da Costa Santos-Editor. 1885/86.

In-8º peq. livros em bom estado, encadernado em couro, são seis volumes enfeixados em um. No ultimo volume percebe-se pequenos furos à margem, nada que atrapalhe o bom proveito dessa escassa camiliana.

Camilo Homenageado Typ. de Minerva Cruz - Peça rara de Camiliana

Camilo Homenageado

Typ. de Minerva Cruz

editora: Typ. de Minerva Cruz

ano: 1920

descrição: 398 páginas, capa dura, manteve-se a capa brochura, escasso, não perca, saiba mais ...

Camilo homenageado, interessante obra onde se publicam os resumos de algumas centenas de cartas dirigidas a Camilo pelos seus contemporâneos mais ilustres, além do relatório da Comissão e de um belo escrito do Sr. José de Menezes acerca do escritor, para o qual a Comissão conta com o auxílio dos admiradores do grande romancista.

Lembranças de Passa Quatro - Genealogia Helena Carneiro Familia etc

Lembranças de Passa Quatro - Genealogia

Helena Carneiro

editora: Raízes

ano: 1988

estante: Livros Raros

descrição: Bom estado, a4.cidades. livro fartamente ilustrado, em bom estado de conservação, Lembranças de Passa Quatro. Ed. Raízes, 1988. família, região, genealogia, revolução, saiba mais sobre essa importante cidade para nossa história... saiba mais ....

Torah A Lei de Moisés

A Lei de Moisés é uma nova edição da Torah lançada em 1962 pelo Rabino Meir Melamed Matzliah (A Lei de Moisés e as Haftarot).

Nesta nova edição os editores mantiveram a tradução original de Matzliah adequando-o as normas atuais de ortografia e gramática. O formato de diagramação é semelhante ao da edição original, baseado no Talmud e inclui as Haftarot.

O livro também inclui a tradução das Cinco Meguilot (Rolos). As Meguilot de Rute, Echá e Cohélet foram traduzidas por David Gorodovits e Ruben Najmanovich.


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Junqueira Freire Homero Pires. A ordem - Centro Dom Vital 1939

Junqueira Freire

Homero Pires.

Edição d'A Ordem - Centro Dom Vital

1929

livro em ótimo estado, capa encadernada em couro, manteve-se a capa brochura original, coda13, escassso, nao perca, saiba mais ...

"Sua Vida, Época e Obra. These Para Concurso da Cadeira Literatura Vernacula Da Escola Normal do Districto Federal"

O melhor estudo sobre Junqueira Freire.

CASTELLO BRANCO (CAMILLO). LAGRIMAS ABENÇOADAS. PORTO TYPOGRAFIA DE ANTONIO JOSÉ DA SILVA TEIXEIRA 1857

CASTELLO BRANCO (CAMILLO). -

LAGRIMAS ABENÇOADAS..

PORTO. NA TYPOGRAFIA DE ANTONIO JOSÉ DA SILVA TEIXEIRA.

1857.

In-8º de I-V-190 págs. Exemplar escasso, não perca, camiliana rara, paginas com marcas do tempo, mas em bom estado geral.

Camiliana - Dois capítulos sôbre Camilo Castelo Branco : seguidos de 15 cartas inéditas Teixeira de Carvalho

Dois capítulos sôbre Camilo Castelo Branco : seguidos de 15 cartas inéditas /

J. M. Teixeira de Carvalho ; com um prefácio de J. Freitas Gonçalves.

Coimbra : Imprensa da Universidade, 1922. 115 p. ; 23 cm.coda13, bom estado, encadernado em couro antigo, manteve-se a capa brochura original.

Viajando Coizas do Meu Diário 2 Volumes completo Martim Francisco

Viajando Coizas do Meu Diário

2 Volumes completo

Martim Francisco

editora: Irmãos Ferraz

ano: 1929

período de 1913 a 1915. livro em bom estado, miolo completo, capa brochura mantida, encadernado em couro, crítica literaria.coda13, escasso, não perca, saiba mais ...

Code Mosse Supplement Rudolph Mosse 1928

Code Mosse Supplement

Rudolph Mosse

1928

bom estado, escasso, coda29b, não perca, saiba mais ...

La Fontaine: Études et Recherches Ferdinand Gohin

La Fontaine: Études et Recherches

Ferdinand Gohin

editora: Librairie Garnier Fréres

ano: 1937

descrição: Paris, 345p.coda29b, 19, 3 cm., encadernado em couro, manteve-se a capa brochura original, lindo, escasso, não perca.

THE PRICELESS PEARL Rabbani, Ruhiyyih Baha'i Publishing Trust, 1969.

THE PRICELESS PEARL

Rabbani, Ruhiyyih

Baha'i Publishing Trust, 1969.

Hard Cover. Book Condition: Very Good. 482pp. coda5b. Green hardback, index, b&w photos, Biography of the late Guardian and World Head of the Baha'i Faith who for thirty six years shaped its affairs and guided its destiny.

livro em ótimo estado, capa dura original, tiragem limitada, com assinatura e numerado. A melhor biografia do Guardião Bahai.

"Shoghi Effendi also sought news of the world from the various newspapers and magazines to which he subscribed. He assiduously kept abreast of the political news and trends of the world, through his Times, The Jerusalem Post and sometimes the well-known European dailies Journal de Genève and the Paris edition of the New York Herald Tribune."



"Shoghí Effendí Rabbání (March 1, 1897 - November 4, 1957) , better known as Shoghi Effendi, was the Guardian and appointed head of the Bahá'í Faith from 1921 until his death in 1957. After the death of `Abdu'l-Bahá in 1921, the leadership of the Bahá'í community entered a new phase, evolving from that of a single individual to an administrative order with executive and legislative branches, the head of each being the Guardianship and the Universal House of Justice.

Shoghi Effendi was referred to as the Guardian, and held the explicit authority to interpret the writings of the three central figures of the religion and define the sphere of legislative authority. His writings are effectively limited to commentaries on the works of the central figures, and broad directives for the future. Future hereditary Guardians were permitted in the Bahá'í scripture by appointment from one to the next, but a prerequisite that appointees be male descendants of Bahá'u'lláh left no suitable living candidates, and Shoghi Effendi died without making an appointment. The Universal House of Justice, the only institution authorized to adjudicate on situations not covered in scripture, later announced that it could not legislate to make possible the appointment of a successor to Shoghi Effendi. To Bahá'ís he is the first and last Guardian. "

Albert Poisson Nicolás Flamel - Alquimia Teosofia Simbologia Ocultismo





Albert Poisson

Nicolás Flamel : su vida, sus funciones, sus obras. Seguido de la reimpresión del Libro de las Figuras Jeroglíficas y de la carta de Dom Pernety al abate Villain por Alberto Poisson;

traducción de Mario Martínez de Arroyo.


Sociedad General Española de Librería, Madrid,

1928

Comentario:
Albert Poisson (1868-1894), alias Philophotes, es uno de los autores que más contribuyó a estimular el estudio de la alquimia en Francia a finales del siglo XX. Aunque falleció joven, se mostró siempre muy activo tanto en la organización de grupos de trabajo como en la edición de textos y artículos. Fue uno de los fundadores del Groupe Indépendant d'Études Ésotériques (1889), de la Société Hermétique des Protylites (1891) y de la École Hermétique (1894), esta última devendría poco a poco en una academia de martinistas, masones y rosacruces dedicados a impartir cursos de magia, metafísica oriental, sánscrito, cábala o de cualquier otro asunto relacionado con sus creencias. Tenía más de 350 personas inscritas que disfrutaban de una sala de conferencias y de una pequeña biblioteca. Entre los primeros asistentes a la peculiar École encontramos a practicantes de la alquimia, como François Jollivet-Castellot, Lucien Bernard Saint Fargeau (1869-?), Marc Haven, Stanislas de Guaita, Jean Delassus, Abel Thomas (alias Abel Haatan), François Charles Barlet, René Philipon (1870-1936), Fernand Rozier (1839-1922), Paul Sedir, Georges Descormiers (1867-1945), Gerard Encausse o Louis Faugeron (1887-1947).
La temprana muerte de Poisson hizo que muchos de sus proyectos quedaran incompletos o pendientes de correcciones. Estas piezas manuscritas fueron a parar a varios de sus amigos y discípulos. La única parte que ha llegado hasta nosotros está en la Wellcome Library de Londres. Se trata de un conjunto de escritos, artículos y cartas conservado por el teosofista Lionel Hauser, quien trabajaba como agente financiero de Marcel Proust (1871-1922).
El libro que aquí me ocupa tiene dos partes. La primera consta de nueve capítulos y contiene un estudio de Albert Poisson sobre las posibles relaciones del escribano medieval Nicolás Flamel con la alquimia. Poisson defiende la autoría de varios tratados como el Sumario Filosófico o el Libro de las Figuras Jeroglíficas.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Coluna da Morte João Cabanas





A Coluna da Morte foi um destacamento de revoltosos da Revolução de 1924 ocorrida no Brasil.

Comandada pelo tenente João Cabanas da Força Pública de São Paulo, atuou na tomada de Itu - estado de São Paulo e do cerco de Catanduvas, cobrindo a retaguarda da Coluna Miguel Costa, após sua retirada da cidade de São Paulo. Também é um título de um livro de autoria do referido oficial.



HISTÓRIA DO BRASIL. SÉC XX. PERÍODO REPUBLICANO. REPÚBLICA 1. VELHA. GOVERNO WASHINGTON LUIZ. CRISE DAS OLIGARQUIAS 2. MOVIMENTO TENENTISTA. REVOLUÇÃO DE 1930. COLUNA DA MORTE 3. COMANDADA PELO TENENTE PAULISTA JOÃO CABANAS.

INCLUI "AO POVO BRASILEIRO" (ASSUMPÇÃO, PARAGUAY, SETEMBRO DE 1926), ÍNDICE DOS CAPÍTULOS, E ERRATA AO FINAL.


RETRATO P&B DO AUTOR EM FRONTISPÍCIO, E RETRATOS DIVERSOS FORA DO TEXTO.

PRÓLOGO DO AUTOR, ASSUMPÇÃO, 1926



Durante a Revolução de 1924, uma comissão de líderes políticos uberabenses encontra, em Mogi Mirim, o líder tenentista João Cabanas e lhe oferece dinheiro, armas e tropas para que ele e a sua coluna, chamada Coluna da Morte, rumarem para o Uberaba, onde Cabanas proclamaria a criação do "Estado do Triângulo", antiga reivindicação da região, e partirem, em seguida, para Belo Horizonte, para depor o governo mineiro. O tenente João Cabanas conta em seu livro "A Coluna da Morte" que aceitou a proposta, mas, enquanto fazia os preparativos para a partida para Uberaba, pela Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, chegaram ordens do comando revolucionário para a Coluna da Morte partir em retirada para o atual Mato Grosso do Sul.


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A Fênix Ou o Eterno Retorno. 460 Anos da Presença Judaica Em Pernambuco Alberto Dines (org) Judaismo Inquisição Judeus Brasil Casos Hisórias Raizes..

A fênix, ou, O eterno retorno : 460 anos da presença judaica em Pernambuco / coordenação, Alberto Dines, Francisco Moreno-Carvalho, Nachman Falbel ; textos, Alberto Dines ... [et al.] ;

realização, Arquivo Histórico Judaico Brasileiro.



Ministério da Cultura, Publicações Monumenta, c2001.



239 p. : ill. (chiefly col.), col. maps ; 28 cm.


"Em comemoração da reinaguração da Kahal Kadosh Zur Israel, 1637-1654, 2001, Recife, Brasil."

Barão de Lavos - Homossexualidade Literatura Gay Pre Stonewall Abel Botelho - Glbt Homoerotismo Homofilia Etc

Barão de Lavos - Homossexualidade Literatura Gay Pre Stonewall

Abel Botelho - Glbt Homoerotismo Homofilia Etc

editora: Chaudron

ano: 1898

bom estado, capa dura, coda13, aproveite, saiba mais, É o primeiro volume da série Patologia Social. É considerado o primeiro livro em Portugal a tratar do tema da homossexualidade. À época o escândalo e atracção em relação ao livro deviam-se ao tema. Além disso, Eugénio tem 16 anos, e no final do livro o autor informa-nos que as preferências dele mudaram, preferindo "(..) tipos de músculo e de força, dos marujos, dos militares e dos cocheiros." O livro apresenta a homossexualidade do protagonista ..Nos Gregos a pederastia era uma paixão comum e de nenhuma forma desprezível. Cantavam-na e celebravam-na publicamente. Os grandes modelos de dedicação fraterna que nos oferece a História – Castor e Pólux, Pirítoo e Teseu, Pílades e Orestes, Alexandre e Heféstion, Harmódio e Aristogíton, ..

Introducção ao Curso de Psychologia e Logica Laudelino Freire

Introducção ao Curso de Psychologia e Logica

Laudelino Freire

editora: Imprensa Nacional

ano: 1918

O livro encontra-se em bom estado de conservação;coda1, exemplar assinado e dedicado pelo autor, encadernado em capa dura, manteve-se a capa brochura original, com 245 páginas.

Os Solos do Territorio Federal do Amapa. (Contribuiçao ao Seu Estudo) Rainho, L.; Carneiro, S.;

Os Solos do Territorio Federal do Amapa. (Contribuiçao ao Seu Estudo)


Luis Rainho da Silva Carneiro ; Carneiro, S.

Departamento de Imprensa Nacional, Rio de Janeiro, Brasil.

1955

descrição: livro em bom estado de conservação,capa em brochura original,coda1-x4,escasso,não perca, saiba mais... 110 p + 72 documentos fotográficos.

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sexta-feira, 5 de março de 2010

Areia Monazitica Terrenos da Marinha Typographia Leutzinger 1904 Brasil Russia Exploração Mineral Radioatividade Isralson Enfiteuse etc ...

Areia Monazitica Terrenos da Marinha

Typographia Leutzinger

1904


capa dura, manteve-se a capa brochura original, em bom estado, com parecer do Conselheiro Rui Barbosa, entre outros....

Petição ao Exmo. Snr. Ministro da Fazenda por Mauricio Isralson contractante do serviço de extracção e venda das areias monazíticas do domínio da União impetrando providências no sentido de ser assegurado o fiel cumprimento do contracto de 12 de dezembro de 1903.

Parecer do Conselheiro Carlos de Carvalho -- Parecer do Visconde de Ouro Preto -- Parecer do Conselheiro J. da Costa Barradas -- Parecer do Conselheiro A. Coelho Rodrigues -- Parecer do Didimo Agapito da Veiga -- Parecer do Conselheiro Ruy Barbosa.


Curioso livro que trata do caso no inicio do século envolvendo aspectos de segurança nacional, comerciante de origem russa, Isralso, John Gordon, Guarapari, Areia com Radiação, Uso bélico, Científico, Historia do Direito, licença para exploração...


Areia monazítica é um tipo de areia que possui uma concentração natural de minerais pesados, podendo ocorrer ao longo do litoral e em determinados trechos de rios.

A areia monazítica contém uma abundante quantidade de monazita, minério constituído por fosfatos de metais do grupo do cério, e de tório, principalmente o isótopo 232. Possui também significativa quantidade de urânio, que juntamente com o tório é responsável pela sua radioatividade. O termo "monazita" provém do grego monazein, que quer dizer "estar solitário", o que indica sua raridade.

A quantidade de areia monazítica nas praias é bastante variável, indo desde a sua ausência a um percentual de 60% ou mais.

Tais areias são muito conhecidas por seus fins terapêuticos, sendo utilizadas no tratamento de artrites e inflamações, uma vez que espalhada sobre a pele produz uma radiação que estimula os tecidos, favorecendo o fluxo sangüíneo na região afetada.

Old Vic Saga. Williams, Harcourt. history of London's Old Vic theater, The Royal Coburg Theatre. Teatro Historia raro ilustrado

Old Vic Saga.

Williams, Harcourt.

(216 pp., appendices, index), with approximately 125 photographic illustrations. In gray cloth with gilt lettering, absent any Dj.
One of the world's best known theatre companies, by an actor/producer whose own career was long linked with that of the Old Vic

list of Old Vic Plays and their producers, list of players at the Old Vic theatre, 1914 - 1940, index. 123 illustrations in black and white.

history of London's Old Vic theater, The Royal Coburg Theatre.

quinta-feira, 4 de março de 2010

CAMILLO E ANTONIO AYRES RICARDO JORGE 1925

CAMILLO E ANTONIO AYRES

RICARDO JORGE


Encadernação: capa dura

Páginas: 376

1925

capa dura Bom ENCADERNAÇÃO EM CAPA DURA, Couro,LITERATURA PORTUGUESA SÉCULO XIX POESIA SATÍRICA - HISTÓRIA DA LITERATURA ENSAIO:AMBIENTE LITERÁRIOBOÊMIOPOLÍTICO NA CIDADE DO PORTO POEMA SATÍRICO - "AS COMMENDAS" POLÊMICA ENTRE CAMILO E ANTONIO AYRES TRAGETÓRIA DE ANTONIO AYRES GOUVEA E CAMILLO CASTELO BRANCO.

Mãe o Teu Retrato Lucas Teixeira Exemplar de tiragem limitada Numerado

Mãe o Teu Retrato

Lucas Teixeira

editora: Grafica Piratininga

ano: 1960

Obs. Exemplar especial e numerado de uma edição de mil exemplares, dos quais 81 levam os nomes dos patrocinadores. Este é um dos 81, nominado originalmente a uma mulher. Muito bom estado de conservaçao, Com ilustrações belas.

BASTIDE ETIENNE Les Vins Sophistiques Edition : PARIS, BAILLIERE, 1889 Enologia Historia vinho falsificaçao etc ...

BASTIDE ETIENNE Les Vins Sophistiques

Edition : PARIS, BAILLIERE, 1889 - 154 pages,coda2, Bon état

Procédés simples pour reconnaître les sophistications les plus usuelles, coloration artificielle, plâtrage, salicylage, vinage, mouillage, etc-, avec figures - Exemplaire non coupé - petits manques de papier aux plats, intérieur frais...


Les vins sophistiqués. Procédés simples pour reconnaître les sophistications les plus usuelles. Coloration artificielle, plâtrage, salicylage, vinage, mouillage, etc. Avec figures.



Paris, J.-B. Baillière et Fils, 1889. pet. in-8 de 154 pp. + (6) pp. «Hommage des éditeurs» sur le faux-titre. –Illustrations in-texte. Chwartz B: 28. Important traité sur les pratiques frauduleuses de l'époque.

Occultisme et Magie Em Extrême-orient - Inde - Indochine - Chine Louis Chochod - Maçonaria Simbolos ritos Herança Antiga etc



Occultisme et Magie Em Extrême-orient - Inde - Indochine - Chine

Louis Chochod

editora: Payot

ano: 1949

livro em bom estado, encadernado em capa cartonada roxa, manteve-se a capa brochura original,404 p. - com ilustrações. coda1. Avec 47 figures et des tableaux. Bibliothèque Scientifique.Asie , Inde , Indochine , Chine , religion , magie , occultisme.

Egyptian Magic (Dover Pictorial Archives) by Sir E. A. Wallis Budge Magia Ocultismo Maçonaria Osiris Amon Horus etc


Egyptian Magic (Dover Pictorial Archives)

by Sir E. A. Wallis Budge


livro em bom estado, coda1b, brochura original, escasso, não perca.


Sums up all that is known about magic in Ancient Egypt: the role of magic in controlling the gods, powerful amulets that warded off evil spirits, scarabs of immortality, use of wax images, formulas and spells, the secret name, much more.

Explores the pervasive role of magic in Egyptian religion and life through an examination of amulets, wax images, spirit placements, and superstitions concerning demons, ghosts, and animals.


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The Book of Abramelin - a New Translation Abraham Von Worms (pref. Lon Milo Duquette) Magia Egito Cabala MAçonaria Ocultismo etc




The Book of Abramelin - a New Translation

Abraham Von Worms (pref. Lon Milo Duquette)

editora: Ibis

ano: 2006

descrição: Em ótimo estado, com capa dura e sobrecapa. Em inglês. Sinopse: "The Book of Abramelin" is the first modern translation of this magical work since Mathers original translation over 100 years ago. Not only is the language updated, but Georg Dehn, the compiler and editor, has sourced his work from all extant manuscripts, while Mathers used just one. The result is a stunning new translation that has already set the occult world abuzz. It includes voluminous important material left out of Mathers’ work, including an entire Part 2 filled with magical recipes, important distinctions in the Knowledge and Conversation of the Holy Guardian Angel ritual, and complete word grids that were only partially completed by Mathers. This is an essential work for any serious practicing magician or student of occult history. Abraham von Worms, long thought to be a pseudonymous figure, is nearly conclusively proved to be a well-known 14th century Jewish scholar, Rabbi Jacob ben Moses ha Levi Moellin, more commonly known as MaHaRIL. Georg Dehn is a life-long student of all things esoteric, which led him on the quest to not only translate The Book of Abramelin, but also to following the original seekers footsteps through the Middle East and eventually to the hermitage at Araki. He is the founder and publisher of Edition Araki, a German publishing company specializing in the occult. Dehn is the author of many works, Abramelin being the first to be translated into English. He lives in Leipzig, Germany. 320 pgs.



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Curso de Filosofia Oculta: Cartas ao Barão Spédaliere Eliphas Levi - ocultismo Magia Maçonaria Cabala etc ...




Curso de Filosofia Oculta: Cartas ao Barão Spédaliere

Eliphas Levi

editora: Soc Ciências Ocultas

ano: 1984

descrição: O abade francês Alphones Louis Constant, tornou-se famoso em todo o mundo como cabalista sob pseudônimo de "Eliphas Levi" e é hoje considerado o maior ocultista do século XVIII. Em 1861, o Barão Nicolas-Joseph Spédalieri, um jovem siciliano iniciado no ocultismo aos vinte anos de idade, por sua sede de conhecimento conheceu Eliphas Levi, tornando-se discípulo do eminente cabalista, separados pela distância, Mestre e Discípulo, trocaram, no período de 24 de outubro de 1861 até 14 de fevereiro de 1974, mais de mil cartas. Este livro é o primeiro volume dessas cartas. Livro em bom estado, coda1b, escasso, nao perca ...

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O Culto do Vampiro de Jean-Paul Bourre

O Culto do Vampiro

de Jean-Paul Bourre

Edição/reimpressão: 1984

Páginas: 156

Editor: Europa-América

Colecção: Portas do Desconhecido

Jean-Paul Bourre nasceu em Royat, França, em 1946. Romancista e ensaísta, é autor de dezenas de livros sobre história étnica, cultos religiosos, tradições antigas e ciências esotéricas.

Publicou: Dicionário Templário, Sabedoria Ameríndia, Os Vampiros, O Culto do Vampiro, Encontros com o Invisível, Feitiçaria, Profetas e Profecias, As Seitas Luciferinas de Hoje e Dugpa Rimpoché.




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Hannah Arendt - Rahel Varnhagen Judia alemã na epoca do romantismo

Autor : Hannah Arendt

Título : Rahel varnhagen a Vida de uma judia na época do romantismo

Editora : Relume Dumará

Ano : 1994

Páginas : 228


Comentário : Livro em bom estado de conservação,encadernado
com capa brochura original.
Rahel Varnhagen ficou reconhecida por sua presença marcante no cenário cultural efervescente da Berlim da época do romantismo.
Sua forte personalidade, seu brilhantismo, seu conflito com a condição judaica, sua visão da feminilidade atraíram a atenção de uma jovem Hannah Arendt, que em 1933 fez com essa história de vida seu primeiro livro...

Em Rahel Varnhagen - A vida de uma judia alemã na época do Romantismo de Hannah Arendt1 é possível encontrar muitas chaves para o enigma, mas não todas. É a abordagem biográfica de Arendt sobre Rahel que oferece elementos que, agrupados, favorecem o levantamento de algumas hipóteses que concorrem para esclarecer essas questões. No entanto, a associação desse exercício de leitura a analogias do tipo reflexo, baseadas em semelhanças ou coincidências observáveis nas histórias de vida dessas duas mulheres e agregadas a outros materiais biográficos correlatos a Arendt, revelou mais: contribuições de Arendt para trabalhos baseados nesse tipo de orientação, aspectos dos fundamentos de seu pensamento e, ainda, facetas surpreendentes das relações estabelecidas entre biógrafa e biografada.

Alexandre Koyré Estudos de história do pensamento científico - GAlileu Descartes Maquiavel Newton Bacon etc


Koyré, A.

Estudos de história do pensamento científico.

Rio de Janeiro: Ed. Forense universitária,

1982.


Alexandre Koyré (1892-1964) foi um importante filósofo francês de origem russa. Dedicou o essencial de seu trabalho como historiador do pensamento científico, isto é, da gênese dos grandes princípios da ciência moderna.


Para Koyré, o nascimento da física moderna marca uma revolução científica. Trata-se, portanto, de uma concepção descontinuísta da história das ciências que supõe uma radical transformação das bases metafísicas sobre as quais a física repousava. Koyré teoriza a existência de um corte entre o mundo da Idade Média e o mundo moderno. Ele mostra como o advento da ciência moderna interrogou e expulsou do campo do conhecimento humano o sentido religioso e todo o saber oriundo da tradição. A religião e a tradição sustentavam este campo na Idade Média.

O pensamento da Renascença foi o elemento que permitiu a passagem do mundo medieval ao moderno. Ele evidencia a progressiva substituição do teocentrismo medieval pelo ponto de vista humano e a substituição dos problemas metafísico e religioso pelo problema moral. Segundo o autor, o pensamento renascentista ainda não retrata o nascimento do pensamento moderno, mas é a expressão do fato de que “o espírito da idade média” encontrava-se à beira do esgotamento. Os pensadores da Renascença e da pré-renascença que melhor representam esta passagem são Petrarca, Maquiavel, Nicolau de Cusa e Cesalpino. Eles mostram os diferentes aspectos dessa revolução que marca o fim da Idade Média. Maquiavel é quem a expressa melhor. Com ele, a Idade Média está morta. Nenhum de seus problemas - Deus, salvação, relações entre o mundo dos vivos e o além, justiça, fundamento divino do poder - existe para Maquiavel. Só há uma realidade: a do Estado; um fato: o poder; e um problema: como afirmar e conservar o poder no Estado. Segundo Koyré, a obra de Maquiavel é sustentada pela razão. Ela funda o pensamento moderno. Nele, a razão é a condição do sujeito e do mundo.


Nesta coletânea póstuma de artigos, Koyré demonstra como a retomada da herança grega - via Platão e Aristóteles - à luz da teologia cristã constituiu o solo do pensamento medieval no qual emergiu a ciência moderna.


Essa retomada se dá sob a existência de um único Deus. Para Koyré, as concepções cosmológicas nos levam à Grécia, palco do surgimento da oposição do homem ao cosmo, que redundou na desumanização deste. O advento da ciência moderna retirou Terra do centro do cosmo. A dissolução do cosmo foi a revolução mais profunda realizada ou sofrida pelo espírito humano desde a invenção deste pelos gregos. Ela significa a destruição da idéia de um mundo de estrutura finita, hierarquicamente ordenado, qualitativamente diferenciado do ponto de vista ontológico. Essa idéia é substituída pela idéia de um universo aberto, indefinido e infinito, unificado e governado pelas mesmas leis universais, um universo no qual todas as coisas pertencem ao mesmo nível do Ser, contrariamente à concepção tradicional que distinguia e opunha os dois mundos do Céu e da Terra.

Na perspectiva de Koyré, a geometrização do espaço e a expansão infinita do universo são as premissas fundamentais da revolução científica do século XVII, isto é, da fundação da ciência moderna, que se dá com Descartes. Este passo começou com Galileu, que deu corpo ao novo modo de operação da ciência. Sua obsessão era a “redução do real ao geométrico”, ou seja, a ultrapassagem da realidade sensível pela construção de leis matemáticas que ofereçam uma inteligibilidade nova aos fenômenos. O mundo real da experiência cotidiana é substituído por um mundo geométrico. Segundo Koyré, trata-se de “explicar o real pelo impossível”. A mentalidade moderna nasce em oposição à mentalidade “natural” renascentista, definida pela fórmula “tudo é possível”. Definir o real como impossível implica questionar o campo da verdade e de sua garantia sustentada por Deus enquanto único referente. É o que Descartes torna explícito com a introdução do cogito.


Sobre o Autor

Alexandre Koyré, nascido em Taganrog, na Rússia, em 1892, estudou em Göttinger, na Alemanha, tendo sido aluno de Husserl e Hilbert. Durante a guerra, naturalizou-se francês. Doutorou-se em seguida com um monumental estudo sobre a filosofia de Jacob Boehme. A partir de 1930, por seus estudos sobre a história das revoluções científicas e filosóficas dos séculos XVI e XVII, tornou-se mundialmente famoso, exercendo as funções de Secretário Perpétuo da Academia Internacional de História das Ciências, Secretário-geral do Instituto Internacional de Filosofia, Diretor do Centro de Pesquisas de História das Ciências e das Técnicas da École Pratique des Hautes Études, Presidente do Grupo Francês de Historiadores das Ciências e membro do Institute for Advanced Study de Princeton. O caráter singular da obra história e teórica de Koyré pode ser definido por uma ruptura decisiva com toda uma tradição empirista e evolucionista reinante no campo da história das idéias, das ciências e dos saberes. Postula ilustrada por análises, que cobrem a irrupção do heliocentrismo na Astronomia e a fundação da Física clássica. Por isso, seus trabalhos – dos Estudos Galileanos aos Estudos Newtonianos, das investigações sobre a Revolução Astronômica aos Estudos de História do Pensamento Científico e aos Estudos de História do Pensamento Filosófico – ocupam um lugar estratégico no quadro atual da Filosofia e da História das Ciências. Do conjunto de investigações sobre os começos da ciência moderna, Koyré enunciou algumas teses fundamentais, que são ao mesmo tempo norma ueirística da investigação e resultado de seu trabalho: 1) a ciência é fundamentalmente teoria, isto é, uma linguagem conceitual que situa um espaço abstrato de posição de problemas (o caráter experimental da física moderna está estreitamente ligado à sua estrutura teórica); 2) o sistema experimental da Física-Matemática não se confunde com a experiência bruta da observação do senso comum (o papel deste foi de obstáculo e não de apoio na formação da Física-Matemática); 3) o conhecimento científico não é mera convenção, nem tampouco combinação formal de hipóteses prováveis (as teorias científicas nos revelam em sua história as batalhas com seus sucessos e vitórias, travadas no caminho da intelecção do real: ciência-verdade). A História das Ciências é, pois, marcada pela descontinuidade, por erros superados, revoluções e refundições epistemológicas.




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Tempos de Capanema Simon Schwartzman-helena Maria Bousquet Bomeny


Tempos de Capanema

Simon Schwartzman-helena Maria Bousquet Bomeny

editora: Paz e Terra/ Edusp

ano: 1984

descrição: Em ótimo estado, ilustrado, 388 págs.


Parte I - Tempo de Política

Capítulo 1: De Minas para o Rio

1. Os intelectuais da rua da Bahia

2. No poder, em Minas

3. Capanema, Francisco Campos e a Legião de Outubro

4. O pacto com a Igreja

5. De Minas para o Rio

Capítulo 2: Políticas e Ideologias da Educação

1. O Movimento da Escola Nova

2. A renovação católica e a Revolução de 30

3. O projeto fascista de Francisco Campos

4. O projeto educativo das Forças Armadas

5. A construção da nacionalidade

Parte II - Tempo de Ação

Capítulo 3: A Ação Cultural

1. Presença do modernismo

2. Cultura e propaganda

3. O canto orfeônico

4. O Palácio da Cultura e a Cidade Universitária

Capítulo 4: Contenção das Mulheres, Mobilização dos Jovens

1. O lugar das mulheres

2. O Estatuto da Família

3. A Organização Nacional da Juventude

4. A Juventude Brasileira

5. Os limites da mobilização

Capítulo 5: A Constituição da Nacionalidade

1. A política de nacionalização

2 A institucionalização da violência

3. Cidadania e nacionalidade

4. A nacionalização e a Igreja

5. Conclusão

Parte III - Tempo de Reforma

Capítulo 6: A Reforma da Educação

1. As premissas da Igreja

2. O inquérito sobre a educação nacional

3. O Plano Nacional de Educação

4. A reforma do ensino secundário

5. Reações à Reforma

Capítulo 7: O Grande Projeto Universitário

1. O projeto

2. A extinção da Universidade do Distrito Federal

3. A Faculdade Nacional de Filosofia

4. A Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas

5. O saldo

Capítulo 8: O Ensino Industrial

1 As origens

2. O conflito com os empresários

3. O projeto ministerial: a escola-modelo

4. Conclusão

Parte IV - Tempo de Transição

Capítulo 9: A Herança dos Tempos

1. Os novos tempos

2. A proposta de um novo pacto

3. A herança

Não é possível falar de educação e cultura no Brasil sem a menção de Gustavo Capanema, ministro da Educação e Saúde de Getúlio Vargas de 1934 a 1945.0 edifício do Ministério da Educação no Rio de Janeiro, construído em sua gestão, segundo as linhas modernistas de Le Corbusier, simboliza até hoje a imagem que ficou para muitos de uni ministro esclarecido, avançado para a sua época, defensor da cultura e das artes, promotor da educação. "As conseqüências do que ele fez", diz-nos Pedro Nava, "são incalculáveis. Siga você o meu raciocínio. Sem o prédio do Ministério da Educação (recebido na ocasião como obra de um mentecapto) não teríamos a projeção que tiveram na época Lúcio Costa, Niemeyer, Carlos Leão e Cândido Portinari. Foram entendidos por Capanema e seus auxiliares próximos (Drummond, Rodrigo, Mário de Andrade e outros). Sem essa compreensão não teríamos tido a Pampulha, concepção paísagística e arquitetônica prestigiada pelo imenso Kubitschek. Sem Pampulha não teríamos tido Brasília, do mesmo Juscelino Kubitschek, que desviou nosso curso histórico - levando o Brasil para o seu Oeste. A raiz de tudo isto, a semente geradora, o adubo nutridor estão na inteligência de Capanema e de seus auxiliares de gabinete."

De fato, o arrojo dos murais e das linhas arquitetônicas do Palácio da Cultura, no contexto intelectual daqueles anos, criou uma auréola de progressivismo e coragem intelectual ao redor do ministro e sua equipe que até hoje se mantém, e que se propaga para as outras atividades por eles também desenvolvidas, na reforma do ensino secundário, na organização da Universidade do Brasil, na implantação do ensino industrial, na criação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, nos grandes programas nacionais de saúde pública, e tantas outras.


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quarta-feira, 3 de março de 2010

A Terra Oca Raymond Bernard: a descoberta de um mundo oculto - Polos - contra-almirante Byrd - Antartica








A Terra Oca

Raymond Bernard

editora: Record

descrição: livro em bom estado,liovro em brochura original, ilustrado,coda18b,a1,a14, com 257 páginas.escasso, não perca, saiba mais ...

Almirante Richard Byrd Teúrgica Symmes Koresh Olaf Jansen misterios

A Terra Oca, diz que a verdadeira base dos discos voadores se encontra num imenso mundo subterrâneo, cuja entrada é uma abertura no Pólo Norte, O livro propõe-se a sustentar que, contrariamente ao que se sustenta, a terra é oca e não uma esfera sólida: sua cavidade interna se comunica com a superfície por duas aberturas polares, uma das quais é a que o contra-almirante Byrd descobriu. Descoberta que passa a ser mais importante que a de Colombo. Por que se manteve segredo desde então? Quem vai iniciar a conquista sob nossos pés, ingressando pela Antártica?

A teoria da Terra oca afirma que a Terra não é um esferóide sólido, mas sim oca com aberturas no pólos. No seu interior viveria uma civilização tecnologicamente avançada, cujos integrantes às vezes vêm para a superfície em OVNIs. Existem variantes desta teoria, inclusive uma em que nós vivemos no interior da Terra oca. Esta última é a teoria da Terra invertida, que se confunde com as diferentes versões da teoria da Terra oca.

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O Nascimento do Purgatório Jacques Le Goff - Escola dos Annales Historia critica - Nova historia etc ...

O Nascimento do Purgatório

Jacques Le Goff

editora: Estampa

ano: 1995


descrição: Livro em bom estado. coda18b, Livro raro. Conteúdo íntegro. Sinopse: Nesse livro, considerado um dos grandes clássicos da história da Idade Média, o consagrado historiador Jacques Le Goff apresenta a inserção, durante muito tempo lenta e aleatória, de um além intermediário entre Inferno e o Paraíso, depois do seu desabrochar como elemento capital da nova sociedade e da nova ideologia que se colocam no limiar do mundo moderno ocidental por volta de 1200, é um dos grandes episódios da história espiritual e social do Ocidente. 449 pág.


"Desde sempre os cristãos acreditaram, de um modo confuso, na possibilidade de remir certos pecados depois da morte. Mas, no sistema dualista do além, entre Inferno e Paraíso, não havia lugar para o cumprimento das penas do Purgatório. Foi preciso esperar pelo fim do século XII para que surgisse a palavra Purgatório, para que o Purgatório se tornasse um terceiro lugar do além numa nova geografia do outro mundo. Foi em Paris, no ultimo terço do século XII, na escola episcopal de Notre-Dame, em contato com a escolástica emergente liderada por São Thomas de Aquino e com o pensamento cisterciense, que surgiu a nova forma de crença. Ela situa-se numa "revolução" mental e social que substitui os sistemas dualistas por sistemas que fazem intervir a noção de intermediário e que esquematizam a vida espiritual. Esse Purgatório é também o triunfo do julgamento individual no seio de novas relações entre vivos e os mortos.
A inserção durante muito tempo lenta e aleatória de um além intermediário entre o Inferno e o Paraíso, depois do seu desabrochar como elemento capital da nova sociedade e da nova ideologia que se colocam no limiar do mundo moderno ocidental por volta do século XIII, é um dos grandes episódios da história espiritual e social do Ocidente." - Jacques Le Goff


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A Herança do Helenismo John Ferguson - Alexandre Magno Felipe Macedonia Persia Grecia Helenistica Cultura Arte etc ...

A Herança do Helenismo

John Ferguson

Encadernação: Brochura

Páginas: 216

Condições do livro: Capa: Bom Estado, coda1b, / Miolo: Bom Estado

Editora: Verbo

Ano de publicação: 1973



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Historia da Revolta de 6 de Setembro de 1893 - Vol. I Felisberto Freire editora: Cunha e Irmãos ano: 1896

Historia da Revolta de 6 de Setembro de 1893 - Vol. I

Felisberto Freire

editora: Cunha e Irmãos

ano: 1896

descrição: Rio de Janeiro: Cunha e Irmãos, 1896. 348 pp. Encadernado em capa dura, coda1b, escasso, saiba mais ...



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Integralismo e Catolicismo Gustavo Barroso - Plinio Salgado Aliança Integralista Brasileira Papa João XXIII rerum novarum etc ...

Integralismo e Catolicismo

Gustavo Barroso

editora: Empresa abc

ano: 1937

descrição: 286 Páginas, coda4b, em bom estado.

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terça-feira, 2 de março de 2010

Manoel Segundo Wanderley Poesias 1910 Natal - Rio Grande do Norte Potiguar

Manoel Segundo Wanderley

Poesias

1910

Natal - Rio Grande do Norte

Manoel Segundo Wanderley Poesias 1910 Natal - Rio Grande do Norte Potiguar

livro em bom estado, capa dura em couro de época, escasso, nao perca, saiba mais...



Manoel Segundo Wanderley nasceu em Natal (6/04/1860), sendo filho de Dr. Luiz Lins Wanderley e D. Francisca Carolina Lins Wanderley. Em 1880, partiu para Salvador, onde se formou em Medicina. Faleceu em Natal, no dia 14 de janeiro de 1909.








Segundo Wanderley, "o primeiro do poetas potiguares" na opinião de Rocha Pombo, foi também dramaturgo, atividade que aliou à de médico, após formar-se pela Faculdade de Medicina da na turma de 1886. (...) Na Bahia estreou como poeta com o livro Estrelas Cadentes (1883), ao qual se seguiram outros volumes de poesia.

Em 1889 ele está de volta a Natal, já casado com a baiana Amália da Mota Bittencurt e exercendo sucessivamente as funções de lente de Filosofia, Francês, Física e Química e História Natural no Atheneu Norte-rio-grandense; inspetor da Saúde e do Porto, médico-adjunto e diretor do Hospital de Caridade, inspetor de higiêne. Foi eleito deputado estadual em 1906.

Em 1891 fundou com seu tio Augusto Carlos Wanderley o quinzenário "O Artista". Militou com bastante assiduidade na Imprensa diária de Natal, especialmente a católica, religião que abraçou com fervor, e que defendeu na polêmica que travou com o jornalista Galdino Lima.

Escreveu e fez representar as comédias Noiva em Leilão e A Pulga, e a revista local Natal em Camisa, musicado pelo professor espanhol José Barrajo. Sua peça Entre o Céu e a Terra foi dedicada à memória de Augusto Severo. Homenageou José Bonifácio, o visconde do Rio Branco, Silva Jardim, Tiradentes, padre João Maria, Miguelinho, Auta de Souza e Pedro Velho. Deixou inéditos os dramas: A louca da montanha, Os anjos do claustro, e as peças fantásticas A rainha do bosque e Dramas da seca. Escreveu o hino À virgem de maio, musicado depois.

Manuel Rodrigues de Melo admite que a poesia de Segundo Wanderley está impregnada da influência de castro Alves, mas lembra que o poeta potiguar "influiu também de maneira decisiva sobre todos os poetas do seu tempo no Rio Granbde do Norte". Sobre as críticas que Câmara Cascudo fez em Alma Patrícia a Segundo Wanderley, com ênfase no seu condorismo démodée, observa Manuel Rodrigues que Cascudo refez esse juízo em obras posteriores.

Analisando sua obra, conclui Jaime dos G. Wanderley: "Não podemos classificar, com justiça, Segundo Wanderley, senão como sendo o 'príncipe da poesia potiguar', no passado, pois, classificá-lo de outro modo seria tentarmos escurecer a verdade".

Tarcísio Gurgel reacendeu o debate em torno de Segundo Wanderley (mas precisamente em torno de Antônio Marinho) com o estudo que publicou n'O Galo (dezembro/1999) em que se detém sobre a polêmica desencadeada por Antônio Marinho contra Segundo Wanderley e que rendeu, em sua opinião, "um escândalo na literatura potiguar".

(Nélson Patriota in 400 Nomes de Natal - Natal, 2000)



O Combate do Poeta Segundo Wanderley



Manoel Segundo Wanderley nasceu em Natal, em 6 de abril de 1860. Filho de Dr. Luiz Lins Wanderley e D. Francisca Carolina Lins Wanderley.

Estudou em Natal e em Recife e, em 1880, partiu para Salvador, onde se formou em Medicina, no ano de 1886. Nesse mesmo ano, ele se casou com Raimunda Amália da Motta Bittencourt.

Na concepção de Cláudio Augusto Pinto Galvão, "por influência de Castro Alves, abraçou o "condoreirismo", a terceira geração do romantismo brasileiro, sentiu a indicação dos caminhos da forma, que não eram outros, senão a forma e a temática do próprio estilo, tão populares ainda, àquele momento".

O livro "Poesias", de Segundo Wanderley, teve três edições, dias editadas em Fortaleza (1910 e 1928) e a última, pela tipografia Galhardo, em Natal, no ano de 1915. A primeira edição traz um estudo de Gotardo Neto que analisa os dois poetas, o baiano Castro Alves e o potiguar Segundo Wanderley, chegando a dizer que "no gênero patriótico, as duas individualidades se completam admiravelmente".

Segundo Wanderley foi considerado o maior poeta do Rio Grande do Norte de sua época.
Não foi apenas um grande poeta. Exerceu ainda diversas atividades: médico, foi também professor de Atheneu Norte-Rio-Grandense e dramaturgo. Mas seu maior destaque foi, sem dúvida, como poeta. Gotardo Neto, falando sobre a poesia de Segundo Wanderley, afirmou: "Falar do espólio intelectual de Segundo Wanderley é lançar uma vista sobre a poesia legítima de minha terra".

"Ele dominou e comoveu tanto o coração patrício que, mesmo o eclipse da morte não ensombrou sequer a grandiosidade das suas conquistas".

"Elas perduram e perdurarão, alacres e soberanas, como o espírito altaneiro do poeta desaparecido".
Na época em que morou em Salvador, predominou na mente de Segundo Wanderley a preocupação pelo destino do negro, combatendo a escravidão.

Romulo C. Wanderley cita suas peças teatrais: "Amar e Ciúme", 1901; "A Providência", 1904, "Brasileiros e portugueses", 1905. Escreveu ainda a fantasia "Entre o céu e a Terra", em homenagem à memória do aeronauta Augusto Severo.

Apesar do seu talento, Segundo Wanderley foi duramente criticado, sobretudo por causa da forte influência que recebeu do poeta baiano Castro Alves. Na defesa do poeta, argumenta Cláudio Galvão: "Muito se comentou no princípio do século, sobre a influência de Castro Alves na poesia de Segundo Wanderley, como se consistisse em demérito ao discípulo, guardar as marcas do mestre".

Cláudio Galvão destaca também um aspecto muito importante: "Segundo Wanderley foi o único poeta norte-rio-grandense a ter participação ativa no movimento abolicionista".

Segundo Wanderley morreu em Natal, no dia 14 de janeiro de 1909.

(Tribuna do Norte - Cadernos Especiais "A História do Rio Grande do Norte - Fascículo 7 - Escravismo e República - Escravismo e Abolicionismo)










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