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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Programa de Aprimoramento Muscular Em Fonoaudiologia Estetica Facial Tela Maura Toniolo Tasca

Programa de Aprimoramento Muscular Em Fonoaudiologia Estetica Facial

Tela Maura Toniolo Tasca

editora: Profono

ano: 2002

descrição: formato 16x23 com 186 paginas, livro em muito bom estado de conservação, capa miolo e lombada ok, Programa de Aprimoramento Muscular em Fonoaudiologia Estetica Facial; A fonoaudiologia brasileira vem se expandindo nas mais diferentes areas de atuação; Nesta ciência, a estética facial é um assunto moderno e, neste livro, a autora tela Maura Toniolo Tasca apresenta um programa em casos de individuos normais...

Great Type and Lettering Designs Brier Typography Tipografico Tipografia Historia Etc Tim Girgin, Gerard Huerta and Jennifer Morla



Great Type and Lettering Designs

Brier, David

North Light Books

1992 - 154 pages



livro em bom estado de conservação, escasso,coda5a-x6,não perca, saiba mais ...

Book Description: North Light Books 1992. Hardcover. Book Condition: Hardcover with dust jacket with clean pages and tight binding.


"Here you'll find many examples of what makes up great type and lettering designs. Throughout the book you'll see works by both well-known and not-so-well-known designers who have created typographic solutions that cut through the clutter." This book has 154 pages and is profusely illustrated.

A lively showcase of innovative, beautifull and practical typographic designs, from top designers such as Tim Girgin, Gerard Huerta and Jennifer Morla; as well as international publications including La Style magazine, New York magazine and Rolling Stone magazine.


Hundreds of examples prove the author's point that while it is true a picture is worth a thousand words, it is equally true that a word is worth a thousand pictures.

Type itself illustrates this through its many functions.
Brier brings together wonderful samples of creative layout and type design, presenting new trends in unique ways.
The text is well written but brief--just four pages--readers are forced to learn from the wide variety of full-color illustrations of posters, packages, and numerous other promotionals.

Although the audience may be limited, this will be appreciated by any student in a graphics design unit.

Types Fotocomposição Types sistemas gráficos Jarbas J Souza Tipografico Tipografia Historia Etc Design grafico

Types Fotocomposição

Types sistemas gráficos

Jarbas J Souza

Raymond Faulkner The Book of the Dead egito egiptologia Osiris Rá Mistérios



Raymond Oliver Faulkner


The Egyptian Book of the Dead

C Books

1994





The Book of the Dead is a collection of writings that were placed in tombs as a means of guiding the ancient Egyptian soul on its journey to the afterlife.

The Papyrus of Ani, which is reproduced here, is one of the most important and beautiful of the surviving papyri. Damage in the 19th century seriously confused its sequencing and the relationship between text and illustrations.

Here for the first time the scroll is presented in its proper sequence and in its entirety. The English text is placed immediately underneath the corresponding hieroglyphs, and the reproductions are faithful to the originals in all their glowing color. A critical purchase for any serious collection of materials on ancient Egypt.



For thousands of years, the philosophy of the ancient Egyptians has fascinated spiritual seekers throughout the world.

Now, with this deluxe edition, the legendary 3,500-year-old Papyrus of Ani--the most beautiful of the ornately illustrated Egyptian funerary scrolls--has been restored to its original sequences of text and artwork.


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Dr Raymond Oliver Faulkner, FSA,
(26 December 1894 — 3 March 1982)

was an English Egyptologist and philologist of the ancient Egyptian language.

He was born in Shoreham, Sussex, and was the son of bank clerk Frederick Arthur Faulkner and his wife Matilda Elizabeth Faulkner.

In 1912 he took up a position in the British Civil Service, but his employment was interrupted by World War I, when he entered the armed forces.

After a brief period of service, he was invalided out and rejoined the Civil Service in 1916.

Faulkner developed an interest in Egyptology, and in 1918 he took to studying Egyptian hieroglyphs in his spare time at University College London under the tutelage of Margaret Murray.

In 1926 he became the full-time assistant to Dr Alan Gardiner, from whom he received philological training and encouragement to publish his works on hieroglyphic texts.  He was the editor of the Journal of Egyptian Archaeology from 1946–59, and wrote many books, articles, and reviews.

In 1950 he was admitted as a Fellow of the Society of Antiquaries.

In 1951 Faulkner became an assistant in language teaching at University College London, progressing to become a lecturer in Egyptian language - a post he held from 1954 to 1967. He received his Doctor of Letters degree from the University of London in 1960.

Faulkner's main area of interest was Egyptian philology, and he made major contributions to Egyptology with his translations and indexes of many important ancient Egyptian texts, as well as his autographic dictionary of Middle Egyptian (which remains an important and standard reference for modern Egyptologists and students of the ancient Egyptian language).

He died in Ipswich, Suffolk, on 3 March 1982.

Dicionário Sefaradi de Sobrenomes Guilherme Faiguenboim, Ana Rosa Campagnano e Paulo Valadares Judaismo Judeus



DICIONÁRIO SEFARADI DE SOBRENOMES

Org: Guilherme Faiguenboim, Ana Rosa Campagnano e Paulo Valadares

Fraiha

528 págs.


Livro em bom estado de conservação,coda5-x16,capa dura original,escasso, saiba mais...

O Dicionário Sefaradi de Sobrenomes é fruto da persistência, do talento e da erudição de Guilherme Faiguenboim, Paulo Valadares e Anna Rosa Campagnano. Nele muitos brasileiros poderão promover um reencontro com o seu próprio passado, religando o que a intolerância religiosa, os efeitos da Inquisição e o isolamento obliterou.


O livro 'Dicionário Sefaradi de Sobrenomes - Inclusive Cristãos-Novos, Conversos, Marranos, Italianos, Berberes e sua História na Espanha, Portugal e Itália' conta com 12.000 sobrenomes e 17.000 verbetes. O livro também descreve a história dos sefaradis em duas partes - da antiguidade até a expulsão dos judeus; e da dispersão (após a expulsão) dos sefaradis até o século 20, que mostram a extraordinária saga de dezenas de milhares de famílias sefaradis ao longo de seis séculos.

Os brasileiros ganharam recentemente uma luxuosa ferramenta para conhecer suas origens. O "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes", compilado por Guilherme Faiguenboim, Paulo Valadares e Anna Rosa Campagnano, traça as rotas que 17 mil sobrenomes de sefarditas (judeus da península Ibérica) e judeus cristianizados percorreram no mundo.

O dicionário bilíngue é fruto de uma pesquisa que começou em 1995. No início, calculamos que a obra reuniria no máximo mil nomes sefaradis. Em 2002, esse número já ultrapassara os 16 mil, isso após termos eliminado cerca de 25 mil nomes que apresentavam erros ortográficos ou por não serem realmente sefaradis, afirma Guilherme Faiguenboim, genealogista que cuidou da parte etimológica, na introdução do dicionário. De cada três nomes coletados, só restou um ao final.


Faiguenboim contou à Folha, por telefone, que o trabalho iniciou-se com todos os três fazendo de tudo um pouco. Depois, nós entendemos que o melhor seria dividir as tarefas. Anna Rosa [Campagnano] foi encarregada do levantamento de fontes, o Paulo [Valadares] comprovava a exatidão e a seriedade das fontes e inseria as informações no computador. Depois eu as sistematizava em forma de dicionário, diz.



O trabalho foi inspirado no "Dictionary of Jewish Surnames from the Russian Empire" (Dicionário de Sobrenomes Judeus do Império Russo), de Alexander Beider, que pela primeira vez deu um caráter científico ao estudo, em 1993. Era dedicado apenas aos sobrenomes dos chamados ashkenazim, os judeus residentes no Leste Europeu.



Além disso, outro grande incentivo foi o genuíno interesse de brasileiros sobre as origens de seus nomes de família, fato constatado pela Sociedade Genealógica Judaica do Brasil, da qual Faiguenboim é membro fundador. Desde sua fundação, em 1994, a sociedade tem feito pesquisas publicadas em seu jornal 'Gerações/Brasil', e passou a receber cartas e e-mails de brasileiros não-judeus sobre suas origens sefaradis.


Descobertas que podem provocar reações inesperadas, como a relatada pelo diplomata brasileiro Márcio Souza no prefácio do dicionário. Conversando sobre a origem do sobrenome Bentes --do qual descende-- com um primo de seu pai, Souza ouviu dele que o nome seria de uma família de confederados do sul dos Estados Unidos, que teriam se refugiado no Baixo Amazonas após a Guerra de Secessão. Após explicar-lhe que a origem era judaica, Souza conta que o primo levantou-se da mesa. "E rompeu comigo para sempre", conclui.

Divisão

O "Dicionário Sefaradi de Sobrenomes" se divide em três partes. A primeira é uma introdução histórica, escrita por Reuven Faingold, doutor em história pela Universidade Hebraica de Jerusalém, que explica a trajetória dos sefaradis da Antiguidade até a expulsão da Península Ibérica. Na Espanha, a expulsão (e a pena de morte, em caso de desobediência) se deu por ordem dos reis católicos Fernando e Isabel, em 1492, como punição aos costumes judaizantes dos cristãos-novos.

Em Portugal, essa expulsão, que começou em 1497, se estendeu por anos e anos e, enquanto não se concretizava, foi entremeada por tentativas de catequização e ataques sangrentos a cidadãos judeus, culminando com uma inquisição instaurada em 1536.

A segunda parte, escrita pelo historiador Paulo Valadares, trata da dispersão sefaradi, dos éditos de expulsão até o século 20. As introduções históricas mostram a importância dos judeus na cultura e na economia ibéricas. "Eles se consideravam ibéricos, estavam lá havia 15 séculos até serem expulsos", afirma Faiguenboim.

A terceira é o dicionário propriamente dito, precedido por uma explicação sobre a origem dos nomes. Em cada verbete, pode-se saber onde foram achadas as primeiras referências à família e o trajeto do nome pelo mundo e até personalidades dessa família.



Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática.

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philolibrorum@yahoo.com.br


PEDRO MENEZES CASA DE CARANGUEJO – LIBELO À VIDA ANIMALESCA DO NORTISTA E NORDESTINO. Nordeste Folclore História Sociologia nordestina etc



PEDRO MENEZES

CASA DE CARANGUEJO – LIBELO À VIDA ANIMALESCA DO NORTISTA E NORDESTINO.

Editora FULGOR -

1964


1ª edição, escasso. com 148 pg.O próximo dono levará junto com o livro um mimoso e lindo souvenir distribuído em Recife em 1974, pela ocasião de...Saiba mais

O LIVRO ESTÁ BEM CONSERVADO, BROCHURA ORIGINAL, COM A ILUSTRAÇÃO DA CAPA DE JORGE RADO.
Com ÍNDICE DE OBRAS CONSULTADAS.
Com vocabulário dos termos usados na obra.
LIVRO RARÍSSIMO, TANTO PELA DIMINUÍDA TIRAGEM, QUANTO PELO APAIXONANTE ASSUNTO QUE ABORDA, OU MELHOR, TRANSBORDA.
O nordeste, sua cultura, seus problemas, a qualidade de sua gente, a inventividade, a retirada obrigatória, fenômenos sociais conhecidos e desconhecidos...

UM DESSES LIVROS QUE TODOS OS PESQUISADORES DO ASSUNTO DEVERIAM CONHECER, TODAVIA POUCOS TEM ACESSO.

“VISTO QUE OS NOSSOS DICIONÁRIOS NÃO CONSIGNAM TODOS OS VOCÁBULOS, TÊRMOS E EXPRESSÕES PECULIARES AO LINGUAJAR DO NORTE NORDESTE, O AUTOR HOUVE POR BEM ENRIQUECER O PRESENTE LIVRO COM UM GLOSSÁRIO ADREDE PREPARADO A FIM DE FACILITAR A COMPREENSÃO DA OBRA E PÔ-LO A PAR DE INFORMAÇÕES FOLCLÓRICAS ÚTEIS E ALTAMENTE INTERESSANTES I INSTRUTIVAS.”

Escasso, não perca, Saiba mais...



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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Caxias anistia Bispos questão religiosa

A Questão Religiosa surgiu de incidentes entre católicos e maçons, em Pernambuco e Pará. O Chefe do Gabinete era o visconde do Rio Branco, grão mestre da Maçonaria .A Igreja era unida ao Estado. E incidentes entre o Estado e os bispos e entre estes e maçons, culminaram com a condenação pelo Supremo Tribunal a 4 anos de prisão com trabalhos forçados, dos bispos D. Vital de Oliveira ,de Pernambuco e de D. Macedo Costa ,do Pará. E Caxias como Chefe de Governo e contra a idéia do Chefe de Estado ,conseguiu que este assinasse o decreto de Anistia .

Caxias como maçon e católico se sentiu a vontade e no dever de mediar esta questão a qual durante os 18 meses de prisão dos bispos tantos estragos fizera ao Estado do Brasil, como viria a se constituir numa das causas da queda do Império em 15 nov 1889.

Type and typography: The designer's type book

Type and typography: The designer's type book.


"A practical work book for type directors, art directors, creative directors, graphic designers, students of graphic and design, book designers, agency artists and copy writers."


The Designer's Type Book. Foreword by Will Burtin. First edition. Signed and inscribed by the author. Copious b/w illustrations and figures. 406 pp. Hardcover.



presents complete alphabets of the best type faces available in the United States today.


Gray boards with silver lettering and design.


This volume is concerned with type and typography. It is intended to serve as a practical workbook for the graphic designer.

Abc of Typography Guia Tipografico Tipografia Historia Etc Sandra Ernst

Abc of Typography Guia Tipografico Tipografia Historia Etc

Sandra Ernst

editora: New York Art Direction Book

ano: 1977

descrição: bom estado, capa dura, escasso, ill, com exercicios, etc, saiba mais... 188 paginas. First edition. Nine chapters on the art of typography. Many examples. A Practical Guide to the Art and Science of Typography. indexed and illustrated.

Livros sobre Tipografia.

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Types Fotocomposição

Types sistemas gráficos

Jarbas J Souza




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Great Type and Lettering Designs

Brier, David

North Light Books

1992 - 154 pages



livro em bom estado de conservação, escasso,coda5a-x6,não perca, saiba mais ...

Book Description: North Light Books 1992. Hardcover. Book Condition: Hardcover with dust jacket with clean pages and tight binding.


"Here you'll find many examples of what makes up great type and lettering designs. Throughout the book you'll see works by both well-known and not-so-well-known designers who have created typographic solutions that cut through the clutter." This book has 154 pages and is profusely illustrated.

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Hundreds of examples prove the author's point that while it is true a picture is worth a thousand words, it is equally true that a word is worth a thousand pictures.

Type itself illustrates this through its many functions.
Brier brings together wonderful samples of creative layout and type design, presenting new trends in unique ways.
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Type and Typography

Ben Rosen

editora: Reinhold Publishing Corporatio

ano: 1963

descrição: Capa-dura, apresenta algumas poucas páginas c/ partes recortadas, 406 páginas, formato grande 23x31 cm.














Nebiolo

Societa Nebiolo Turin Italia











Florilege de Limprimerie - Tipografia Art Décor Etc

Syndicat des Maitres Imprimeurs de France

editora: S M I F

ano: 1929

descrição: numéro de noel. Intéressant ouvrage, syndicat des maitres imprimeurs de france. réunissant de nombreuses publicités de lart déco montrant les savoir faire de chacun à lépoquue. Superbe graphisme, mises en pages, typo... nombreuses planches en couleurs illustrant divers procédés de reproduction et dimpression. Bel état. tout lunivers des graphistes de lart déco. gros volume 31, 5 x 25cm dau moins 200 pages.Paris, 1929. Grand in-4 broché, couverture illustrée en couleurs, pagination multiple, nombreuses illustrations et publicités en noir et en couleurs. (Dos Légèrement défraîchi.) Le Papier. - Lécriture. - Les auteurs et leurs oeuvres. - Editeurs et libraires. - Précurseurs et inventeurs de limprimerie. - Contre les livres. - Personnel des industries du livre. - Matériel et machine.

Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática.

Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem para acompanhamento da entrega.

Toda postagem pode ser rastreada pelo site dos Correios.

Todos os pedidos são enviados com seguro.

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philolibrorum@yahoo.com.br


Esta Página visa contribuir, com a localização de livros escassos, aos estudiosos das diversas ciências e áreas de estudo ou mesmo hobbies. Sobretudo as publicações já fora de comércio, antigas, esgotadas. Vendemos via Mercadolivre. Visite alguns de nossos livros anunciados em nosso e-shop, em: http://eshops.mercadolivre.com.br/philolibrorum


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Abc of Typography Guia Tipografico Tipografia Historia Etc

Sandra Ernst

editora: New York Art Direction Book

ano: 1977

descrição: bom estado, capa dura, escasso, ill, com exercicios, etc, saiba mais... 188 paginas. First edition. Nine chapters on the art of typography. Many examples. A Practical Guide to the Art and Science of Typography. indexed and illustrated.




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Arts et Techniques Graphiques. Tipografia Caligrafia Grafismo Etc

Jean Arestein - Tipografo Gravador

editora: Dunod

ano: 1961

descrição: pages entièrement illustrées de 845 dessins, schémas, photographies et reproductions couleur et noir et blanc, couverture illustrée. Les différentes typographies - Imprimerie Calligraphie – Graphisme, etc... Toutes les techniques pour maîtriser cet art.

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WORKS OF RALPH GREEN

THE IRON HAND PRESS IN AMERICA; A HISTORY OF THE PLATEN JOBBER; ON MAKING A PRINTING PRESS.

Ye Olde Printery

1981

livro em bom estado de conservação, linda capa dura original, edição feita com papel especial, um primor, ilustrado. Um clássico sobre a história da impressa gráfica, escasso, não perca, saiba mais ...

Illustrated,A reprint of these three privately printed works by the famous printing historian, Ralph Green.
The first work has chapters on George Clymer and his Columbian Press, John I. Wells and the Toggle Joint, Peter Smith and the Hoe Company, Samuel Rust and the Washington Press, and others with a list of 43 Iron Press makers.
The history of the Platen Jobber discusses the development of the Liberty, the Universal, the Clamshell, and many other presses.
The final work described different types of printing presses that the amateur printer can make out of wood and metal.


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Catalogue Presses Printing

Garland Series

John Bidwell


livro em bom estado, escasso,coda1b-c8, adequado para tipografos, linotipos, tipos, maquinas, arte grafica,e demais especialistas ou amantes destas áreas.

uma preciosidade de livro muito informativo, saiba mais ....











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outros livros úteis dessa área que podemos conseguir, caso haja intresse contacte-nos:

philolibrorum@yahoo.com.br


FERNANDES, Amaury
FUNDAMENTOS DE PRODUCAO GRAFICA - Para quem não é Produtor Gráfico
Livraria Rubio, 2003
Assunto: Produção Gráfica

RIBEIRO, Milton
Planejamento Visual Gráfico
LGE Editora, 2007
Assunto: Editoração - Programação Visual


BAER, Lorenzo
Produção Gráfica
Senac, 1999
Assunto: Impressão, História, Artes Gráficas, Editoração, Composição Tipográfica

CRAIG, James
Produção Gráfica
Nobel, 1987
Assunto: Impressão, Artes Gráficas, Composição Tipográfica

CARRAMILLO NETO, Mário
Contato Imediato com produção gráfica
Global, 1987
Assunto: Produção Gráfica – Processos, Artes Gráficas

CARRAMILLO NETO, Mário
Produção Gráfica II – Papel, Impressão e acabamento
Global, 1997
Assunto: Produção Gráfica – Processos, Artes Gráficas, Impressão Técnicas

COLLARO, Antonio Celso
PRODUÇÃO GRÁFICA: arte e técnica da mídia impressa
Pearson, 2008
Assunto: Impressão, Leiaute, Diagramação

COLLARO, Antonio Celso
PRODUÇÃO VISUAL E GRÁFICA
Summus, 2005
Assunto: Artes gráficas, Comunicação visual, Projeto gráfico

COLLARO, Antonio Celso
PROJETO GRÁFICO: Teoria e Prática da Diagramação
Summus, 2002
Assunto: Impressão, Leiaute, Diagramação

HORIE, Ricardo Minoru
Preparação e fechamento de arquivos para birôs
Érica, 2003
Assunto: Arquivos para birôs – Editoração eletrônica

OLIVEIRA, Marina
Produção Gráfica para designers
2AB, 2000
Assunto: Artes Gráficas, Tipos para impressão, Prática Tipográfica

CAMARGO, Mário de
Gráfica - Arte e Indústria no Brasil
EDUSC, 2003

FALLEIROS, Dario Pimentel
O Mundo Gráfico da Informática – Editoração eletrônica
Editoração eletrônica, Design gráfico & Artes digitais
Futura, 2003
Assunto: Editoração eletrônica, Design gráfico & Artes digitais

HORIE, Ricardo Minoru e PEREIRA, Ricardo Pagemaker
300 Superdicas de Editoração, Design e Artes Gráficas
SENAC, 2004
Assunto: Artes Gráficas, Design, Editoração


ROCHA, Claudio
Projeto Tipográfico - Análise e produção de fontes digitais
Rosari, 2003
Assunto: História da Tipolografia - Design tipográfico e características

ROSSI FILHO, Sérgio
GRAPHOS - Glossário de termos técnicos em comunicação gráfica
Cone Sul, 2001
Assunto: Dicionário técnico.

BAIN, Steve
CorelDRAW 11 - O guia oficial
Campus, 2002
Assunto: Programa Vetorial, Computação Gráfica



Aicher, Otl & Josef Rommen. typographie. Ludenscheid: Ernst & Sohn, Verlag, 1988.

Bringhurst, Robert. The Elements of Typographic Style. Vancouver: Hartley & Marks, 1992.

Carter, Rob, Ben Day, & Philip Meggs. Typographic Design: Form and Communication. New York: Van Nostrand Reinhold, 1985.

Friedman, Mildred & Steven Heller, ed. Graphic Design in America: A Visual Language History. Minneapolis: Walker Art Center, 1989.

Kinross, Robin. Modern Typography: an Essay in Critical History. London: Hyphen Press, 1992.

Poynor, Rick, ed. Eye: The International Review of Graphic Design. Vol. 5, No. 19. Lupton, Ellen Miller, J. Abbot. Design | Writing | Research. Kiosk Books 1996


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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

HEINRICK KRAMER & JACOBUS SPRENGER MANUAL DA CAÇA ÀS BRUXAS - MALLEUS MALEFICARUM Martelo das Feiticeiras






Autor: HEINRICK KRAMER ; JACOBUS SPRENGER

Título: MANUAL DA CAÇA ÀS BRUXAS - MALLEUS MALEFICARUM (Martelo das Feiticeiras)

O LIVRO DE CABECEIRA DOS JUIZES DA INQUISIÇÃO

Editora: TRÊS - Ano: 1976 - Páginas: 194


Comentário: LIVRO BEM CONSERVADO, COM ILUSTRAÇÕES, PEÇA RARA.

APRESENTAÇÃO POR DENNIS WHEATLEY, ESTE LIVRO É INFLUÊNCIA DIRETA DA BULA PAPAL DE 5 DE DEZEMBRO DE 1484, DE INOCÊNCIO VIII, O MAIS FAMOSO DENTRE OS LIVROS SOBRE BRUXARIA,

O MALLEUS MALEFICARUM FOI ESCRITO EM 1468 POR DOIS MONGES DOMINICANOS.


DE IMEDIATO E DURANTE OS TRÊS SÉCULOS SEGUINTES, TORNOU-SE O MANUAL INDISPENSÁVEL E AUTORIDADE ÚLTIMA PARA A INQUISIÇÃ, PARA TODOS OS JUÍZES, MAGISTRADOS E PADRES CÁTOLICOS E PROTESTANTES NA LUTA CONTRA A BRUXARIA NA EUROPA. O MALLEUS É UM DOS POUCOS LIVROS DO MUNDO ESCRITOS .

Os que são imunes ao poder da bruxa;

Métodos diabólicos de atração e sedução; O pacto com o mal; Os meios de transporte da bruxa;

Relações sexuais com incubos; Os encantamentos; De como impedem o poder de procriação; Extirpação fictícia do membro viril; Transformação de homens em animais; Metamorfose ilusória por meio de prestidigitação; Obsessão demoníaca pela intervenção das bruxas;
Como podem inflingir enfermidades graves; Exemplos vistos pelos inquisidores;
O perigo das parteiras bruxas; Poder das bruxas sobre os animais; Poder das bruxas sobre as forças da natureza; A bruxaria dos arqueiros; Métodos para destruir e curar a bruxaria;
Remédios contra incubos e súcubos; Métodos de cura dos enfeitiçados;
Remédios contra os feitiços de amor e ódio; Remédios contra feitiço de impotência e metamorfose bestial; Remédios para as vítimas de obsessão; Exorcismos lícitos contra os males da bruxaria; Remédios contra chuvas de granizo e animais enfeitiçados; Remédios contra danos diabólicos.

Este ensaio esclarece um complexo mundo que produziu todo um aparato de perseguição, tortura e execução com dimensões religiosas, sociais, políticas e legais. Por que a caça às bruxas teve lugar na Europa? Como chegou ao fim? 'um estudo amplo sobre as motivações dos tribunais eclesiásticos durante os períodos de caça às bruxas ao mesmo tempo em que nos informa toda a problemática da bruxaria, em todos os tempos.'



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Amor ao Livro, Livre Saber, Ler por Prazer, com Prazer, Amor ao Saber, Bibliotecas se findam, livros não ...

Garantimos a excelência de nossos livros de acordo com o anunciado, caso haja alguma dúvida sobre quaisquer de nossos livros, por favor, pergunte-nos.

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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Dicionários das Plantas Úteis Estado de Sp Dr. Huascar Pereira Typographia Brasil de Rothschild & Co.


Pereira, Huáscar.

Dicionário das plantas úteis do Estado de São Paulo.

Publ. da Secret. Agr. Ind. e Com. do Est. S. Paulo,

editora: Typographia Brasil de Rothschild & Co.

1929.

descrição: encadernado em capa dura, em couro,em bom estado de conservação, muito procurado, raríssimo, excelente oportunidade, 779 págs, não perca, saiba mais...

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Mucio da Paixão Typos Curiosidades e Exquisitices dos Homens Celebres.

Autor: Mucio da Paixão

Título: Typos Curiosidades e Exquisitices dos Homens Celebres.

Editora: Monteiro Lobato & Cia.

Ano: 1922

Páginas: 190


Comentário: Livro em bom estado geral de conservação, apesar dos 86 anos de idade. Capa dura. Amarelado pelo tempo, com carimbo e marcas de uso do antigo dono.

ADVERTENCIA PREAMBULAR; O LAR DOS TORURADOS; AS ESQUISITICES DOS GRANDES HOMENS; BETHOVEN; EXCENTRICIDADES DOS GENIOS; CHOPIN; O CULTO DO PASSADO; VERDI; LOMBROSO; LISZT; VERLAINE; MUSSET; MEYEBEER; A MOCIDADE E O THEATRO DE HUGO; BALZAC FANTASIA; DUMAS PAE; O SATANISMO DE BAUDELAIRE; A MORBIDEZ DE Maupassant, entre outros.

"MIGUEL HEREDIA, EMINENTE CLINICO E VIBRANTE POLEMISTA , NÃO PODIA ESCREVER SEM PREGAR SOBRE A TESTA, COM A SALIVA, UMA PEQUENA RODELA DE PAPEL. NÃO TENDO ESSE PAPELINHO GRUDADO Á FRONTEDIZIA QUE AS IDÉIAS NÃO LHE ACUDIAM Á MENTE, ONDE ...'

"Muitas distrações são perigosas. Devido á sua constante,absorvente distracção, o sábio Pedro Curie, atravessando uma rua de Paris, foi apanhado por um vehiculo e do traumatismo recebido veio a fallecer. O sábio Pasteur almoçando certo dia em cãs de sua filha, lavava cuidadosamente os morangos antes de os comer, e ..."

A respeito de César Lombroso, nos conta Mucio, 'Quando tomou conta de sua cathedra de lente na Universidade de Paiva, lutavam os trabalhadores do campo com um terrível flagello, a pellagra, uma moléstia da pelle que na evolução atirava as miseras victimas nas tenebrosas ...'


Saiba mais ...

A tetralogia do príncipe imaginário João de Castro Osório Império Edições Ocidente O Ramo de flores sem flores ilustração Hugo Manuel





A tetralogia do príncipe imaginário

João de Castro Osório.

1940

Editorial Império in Lisboa . "Edições Ocidente".

O Ramo de flores sem flores

livro em bom estado de conservação, capa dura em couro lombada e cantos, com letras douradas na lombada, com papel fantasia, manteve-se a linda capa brochura original, escasso, não perca, saiba mais...

Tiragem especial e limitada, em papel especial, exemplar numerado e assinado pelo autor.

As ilustrações deste livro são constituídas por projectos de cenários e decorações de Hugo Manuel.

João de Castro Osório de Oliveira era filho de Ana de Castro Osório e do poeta Paulino de Oliveira e irmão do escritor José Osório de Oliveira. Poeta, dramaturgo, historiador literário e ensaísta, publicou sucessivas edições da Clepsidra, de Camilo Pessanha, com base nos autógrafos que zelosamente conservou. Em 1940-41 publicou A Tetralogia do Príncipe Imaginário. Editou ainda, entre outros estudos de história da literatura portuguesa, Florilégios das Poesias Portuguesas Escritas em Castelhano e Restituídas à Língua Nacional (1942), Ordenação Crítica dos Autores e Obras Essenciais da Literatura Portuguesa (1947), Cancioneiro de Lisboa (Séculos XIII-XX), em 1956, O Testemunho de Garcia de Resende (1963) e por fim uma Suma Poética da Língua Português (1970).

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Tomie Ohtake Arte Para Crianças 7 Cartas 2 Sonhos autografado







Arte para Criança Tomie Ohtake 7 Cartas e 2 Sonhos

Lygia Bojunga Nune

editora: Berlendis & Vertecchia

ano: 1982

descrição: Livro em bom estado. Ilustrações em cor. 64 páginas.
LIVRO EM CAPA DURA 1982 PINTURAS DE TOMIE OHTAKE E TEXTO DE LYGIA BOJUNGA NUNES.

Tomie Ohtake, natural de Kyoto (Japão) chega ao Brasil em 1936 e fixa-se em São Paulo. Inicia seus estudos de pintura em 1952, com o artista plástico japonês Keisuke Sugano. Em 1953, integra o Grupo Seibi ao lado de Flávio-Shiró, Kaminagai, Manabu Mabe, Tikashi Fukushima, entre outros. Em 1969, começa a trabalhar com serigrafia e posteriormente executa litografias e gravuras em metal. Realiza diversas obras públicas, como o painel pintado no Edifício Santa Mônica, na Ladeira da Memória, em São Paulo; a escultura Estrela do Mar, na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro; a escultura em homenagem aos oitenta anos da imigração japonesa no Brasil e painéis para o Memorial da América Latina. Em 2000, é lançado em São Paulo o Instituto Tomie Ohtake, idealizado e coordenado por Ricardo Ohtake e projetado por Ruy Ohtake.



A seu respeito escreveu Clarival do Prado Valladares: “De acordo com alguns críticos, a pintura de Tomie Ohtake corresponde a um dos pontos mais elevados do abstracionismo já produzido no Brasil. (...) Quando observamos as grandes manchas das telas de Tomie Ohtake percorrerem quase o imensurável das variações tonais de uma cor básica, ocupando uma superfície como se todo universo se resolvesse naquela experiência e naquele momento, sentimo-nos bem próximos de uma exegese da pintura.”

Narrando a Verdade contribuição história revolta São Paulo 1924 mazorca rebelião motim intentona isidoresca 5 Julho coluna da Morte Cabanas Prestes








Narrando a Verdade: contribuição para a história da revolta em São Paulo.

Ilustrado com fac-símile de documentos e desdobráveis.

1924

Cia. Grafico-editora Monteiro Lobato.

São Paulo, 141 pp.



livro em bom estado de conservação, amarelado pelo tempo, com leve desgaste na lombada, livro de referencia, escasso, não perca, saiba mais....

Narrando a Verdade: contribuição história revolta São Paulo 1924 revolta, sedição, mazorca, rebelião, motim ou desordem intentona isidoresca.


A " revolução" de 1924 foi uma tentativa de golpe de Estado levada a efeito por uma ala do Exército descontente com sua situação institucional, bem como com o sistema político - descontentamento agravado pela eleição de Arthur Bernardes em 1922.

Em conluio com algumas alas da Força Pública - a milícia estadual - , unidades do Exército organizaram o movimento, planejado para partir de São Paulo em direção ao Rio de Janeiro, com o intuito de derrubar o presidente da República e instalar um governo provisório capaz de realizar algumas reformas no sentido de aperfeiçoar o sistema político.

Em comunicado ao povo publicado no dia 17 de julho, explicam-se os motivos do levante:

" Nada pretendem os revolucionários para si senão indicar ao povo o caminho a seguir e proporcionar-lhe os meios de reivindicar os seus direitos, substituindo os atuais poderes por forma e organização mais consentâneas com os interesses gerais, e menos acessível aos abusos (...) sem substituir a forma republicana."

Esse movimento, autodenominado revolução, foi também chamado de revolta, sedição, mazorca, rebelião, motim ou desordem, e o discurso legalista qualificava seus participantes como rebeldes.

Em 1923 conseguiu o ministro da Guerra, general Setembrino de Carvalho, pacificar o Rio Grande do Sul, conturbado pela revolução contra o governo Borges de Medeiros. No ano seguinte (5 de julho de 1924) rebentaria uma revolução em São Paulo sob a chefia do general reformado Isidoro Lopes. Embora contassem com a opinião pública paulista, não conseguiram as tropas revolucionárias oferecer eficiente resistência às forças do governo. A revolução paulista repercutira, entretanto, sob a forma de motins no Rio Grande do Sul, Pernambuco, Pará, Amazonas e Sergipe. Identifica-se, habitualmente, a revolta paulista com o movimento tenentista, considerando-se, destarte, o Segundo Levante Tenentista. Dela se originou a Coluna Prestes.


" Os carros de assalto, destinados a facilitar os movimentos para a frente da infantaria, destruindo obstáculos passivos e as resistencias activas dos sediciosos, ficaram guardados em redomas e considerados objectos preciosos de museu, afim de, mais tarde, serem exhibidos aos olhares curiosos da população paulista."





Foram realizadas reuniões dos conspiradores em diversos locais no Rio, inclusive em quartéis e, em Vassouras, onde uma comissão de sargentos procurou o deputado federal Maurício Lacerda, na casa de seu pai ,o Ministro do STJ Dr. Sebastião de Lacerda.

As reuniões eram presididas por Maurício Lacerda ou por Agripino Nazaré. Um dos sargentos que integrava Comissão que viajou à Vassouras foi Sgt. Ajudante Celso Silva do 20º Grupo de Artilharia de Montanha . Para atraírem os sargentos a participarem da revolta, o Dr. Maurício Lacerda, Agripino Nazaré e o Sargento Ajudante Celso Silva elaboraram e publicaram no jornal A Época uma tabela de aumento de vencimentos.

Em reunião na casa de Agripino Nazaré , a rua Ferreira Araújo, nº 122, em São Cristóvão, presidida pelo Dr. Maurício Lacerda este declarou:

"A República dos Estados Unidos do Brasil foi lançada por oficiais do Exército, a República Parlamentar do Brasil deve ser lançada por sargentos que seriam ajudados por deputados, sendo este ato a salvação do Brasil".

Nesta reunião Maurício Lacerda , aos 27 anos, foi aclamado Ministro da Guerra do novo governo a ser implantado. Mas pediu que deixassem a ele a escolha do local onde melhor pudesse prestar serviços aos sargentos.

A este tempo o seu filho Carlos Lacerda ,nascido em 30 out 1914 estava com cerca de 1 ano e 2 meses . O inquérito mais tarde procedido mencionou que o plano previa a morte dos generais, dos ministros e do próprio presidente Wenceslau Braz.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

CARUSO NETO VIAGEM AO SONHO pórtico de Agripino Grieco e capa de Clovis Graciano Guilherme de Almeida









Autor: CARUSO NETO

Título: VIAGEM AO SONHO

Editora: EDITORA DO BRASIL

Ano: 1944

Páginas: 112


Comentário: 1ª edição autografada e dedicada pelo autor ao renomado poeta paulista Guilerme de Almeida, antigo dono.

livro em bom estado de conservação, encadernado em brochura original.

pórtico de Agripino Grieco e capa de Clovis Graciano. exemplar raro. saiba mais.



Caruso Neto, poeta que denominou São João da Boa Vista como a "Cidade dos Crepúsculos Maravilhosos".

Melo Nóbrega O Outro lado da Montanha literatura poética evangélica brasileira








Melo Nóbrega

O Outro lado da Montanha

Rio, 1938, Páginas : 162

Comentário : Livro em bom estado de conservação, brochura com capa cartonada original, vide foto.

Um raro exemplar da literatura poética evangélica brasileira.

Imperdível, peça de inestímavel valor para aqueles que se dedicam a estudar a história e a evolução desse tipo de literatura entre nós, bem como aqueles que são apaixonados pelo assunto.

Com uma linda dedicatória e assinatura pelo autor a um importante homem das letras de nosso país à época.



O fardo inútil;
Resignação;
Genesis;
Transfiguração;
Os dois caminhos;
Tabor;
A única porta;
Monólogo do Fariseu;
A oração;
O inimigo;
Ante o olhar de Jesus;
etc ...

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As Ciências sociais na escola Maria Teresa Nidelcoff



As Ciências sociais na escola

Maria Teresa Nidelcoff

Brasiliense

livro em bom estado geral de conservação, com 174 pgs, com marcas de uso do antigo dono, a lapis e caneta, nada que interfira no bom aproveitamento desta obra de referencia, escasso, não perca, saiba mais...



Depois das propostas inovadoras de Uma Escola para o Povo e A Escola e a Compreensão da Realidade, a educadora argentina conhecida internacionalmente Maria Teresa Nidelcoff desenvolve agora metodologias ativas para o ensino sas Ciências Sociais. Dirigido aos professores de 1º e 2º graus, aqui ela propõe a introdução de atividades didáticas como o estudo de História através da realidade imediata, da poesia como forma de aprendizado, e da procura do autoconhecimento e da auto-expressão. Sem a pretensão de criar modelos, Maria Teresa Nidecoff abre espaços à imaginação e à criatividade dos professores.

História da Educação no Renascimento Rui Afonso Da Costa Nunes renascimento filosofia pedagogia









História da Educação no Renascimento

Rui Afonso Da Costa Nunes

Edusp EPU

1980

livro em bom estado de conservação, brochura original, 1ª Edição, com linda capa brochura preservada.

com indice onomastico,
com indice analitico,
com extensa bibliografia temática.

Nesta História da educação no Renascimento temos a satisfação de deparar com uma apresentação magistral da educação renascentista que, sobre ser tratada cinzeladamente nas suas feições típicas, é examinada desde o início na sua conexão profunda e ininterrupta com a Idade Média, em cujo seio germinaram as sementes do humanismo renascentista.

Nessa linha estudam-se com proficiência em capítulos da Primeira Parte os temas: as conseqüências da Peste Negra para a educação; o humanismo renascentista; o novo ideal da educação; a polêmica sobre o estudo dos clássicos e contra a Idade Média; as escolas dos humanistas; as universidades e os colégios; varia paedagogica; as utopias educacionais; as doutrinas pedagógicas; religião e educação.

A Segunda Parte é consagrada ao estudo dos educadores renascentistas e, talvez, até mesmo em obras congêneres estrangeiras não se ache um elenco tão vasto e preciso das figuras européias mais salientes na atividade educacional do Renascimento.


Ruy Afonso da Costa Nunes, professor aposentado de Filosofia e História da Educação da USP e autor de uma extensa e documentada História da Educação, sempre com base nos textos originais dos grandes educadores.

“Endosso a opinião de Émile Durkheim, o fundador da Sociologia, para quem o estudo da História da Educação é o melhor e principal meio de formação dos futuros educadores. Porque na História não aparecem apenas as idéias gerais e as instituições que presidiam o ensino nas várias épocas, mas também as ações reais dos educadores, na prática e no dia-a-dia”.

“todas as outras disciplinas enfocam a Educação por ângulos especializados. Até mesmo a Filosofia, por mais universal que seja, tem de se deter ao nível das questões teóricas, como por exemplo a das finalidades da Educação. Somente a História abarca a Educação como um todo teórico-prático, enfocando os vínculos entre as idéias e as ações”.

Carvão da Vida Armando de Oliveira 1937 romance regionalista romance de 30 neorealismo romance social literatura brasileira estado novo







Carvão da Vida

Armando de Oliveira

editora: Jose Olympio

ano: 1937


livro em bom estado de conservação, brochura original, 1ª Edição, com linda capa brochura preservada.

uma interessante e pouco conhecida obra prima do "Romance 30" a renomada época da produção nacional brasileira.

uma das raras obras que sobreviveram ao tempo, história que retrata a São Paulo da época e com o viés característico do romance de 30, regionalismo.


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Romance de 30

Chama-se de romance de 30 ou Neorealismo a produção ficcional brasileira de inspiração realista produzida a partir de 1928, ano de publicação de A bagaceira, de José Américo de Almeida, que inaugura o referido ciclo.

Em função do predomínio da temática rural, generalizou-se também o conceito de romance regionalista para indicar os relatos da época, apesar de alguns romances urbanos fazerem parte do mesmo período.

As características comuns aos romances de 30 são a verossimilhança, o retrato direto da realidade em seus elementos históricos e sociais, a linearidade narrativa, a tipificação social (indivíduos que representam classes sociais) e a construção ficcional de um mundo que deve dar a idéia de abrangência e totalidade. Características muito semelhantes às do Realismo machadiano, com o acréscimo do regionalismo e das conquistas modernistas de introspecção e liberdade lingüística.

A década foi marcada também por um impressionante florescimento de estudos sobre a sociedade brasileira, com destaque especial para Casa-grande e senzala, de Gilberto Freyre.

Quanto à temática, os romancistas de então enfatizam as questões sociais e ideológicas. É uma época de efervescência política no país e no mundo: no Brasil Getúlio Vargas assume depois de uma Revolução e inauguraria o Estado Novo, enquanto o mundo vive o período entre-guerras e assiste à ascensão do socialismo na União Soviética. O escritor, ao invés de pegar em armas, usa a ficção, a descrição e o romance como forma de denunciar as desigualdades e injustiças.


Romance de 1930
Denominação dada à narrativa ficcional produzida entre os decênios de 1930 e 1940 que inova ao abandonar a idealização romântica e a impessoalidade realista, para apresentar uma visão crítica das relações sociais e do impacto do meio sobre o indivíduo. Essas raízes literárias que relacionam a ficção de 1930 às duas estéticas do século XIX fez com que os romances escritos nesse período fossem conhecidos como regionalistas ou neo-realistas.



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Toda postagem pode ser rastreada pelo site dos Correios.

CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA

philolibrorum@yahoo.com.br


Esta Página visa contribuir, com a localização de livros escassos, aos estudiosos das diversas ciências e áreas de estudo ou mesmo hobbies. Sobretudo as publicações já fora de comércio, antigas, esgotadas.

Discursos e Conferencias Joaquim Nabuco 1911

Discursos e Conferencias

Joaquim Nabuco

editora: Benjamin Aguila - Impresso em Nova York

ano: 1911

descrição: Livro em bom estado.


Discursos e conferências nos Estados Unidos - tradução do inglês de Artur Bomilcar (1911);




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Joaquim Nabuco

Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo, diplomata, político, orador, poeta e memorialista. Nasceu em Recife, Pernambuco, em 19 de agosto de 1849, e faleceu em Washington, Estados Unidos da América, em 17 de janeiro de 1910. Fundador da Academia Brasileira de Letras ocupou a Cadeira de nº 27, que tem como patrono Maciel Monteiro. Exerceu o cargo de secretário-geral da Instituição, tendo sido agraciado com o título de “secretário perpétuo.”



Era filho do Senador do Império José Tomás Nabuco de Araújo, e de Ana Benigna Barreto Nabuco de Araújo, irmã do marquês do Recife, Francisco Pais Barreto. Estudou humanidades no Colégio Pedro II, bacharelando-se em letras no ano de 1860.

Em 1865, seguiu para São Paulo, onde cursou os três primeiros anos de Direito. Formou-se no Recife, em 1870. Em 1867 funda o jornal Tribuna Liberal e escreve artigos para o jornal o Ipiranga, posteriormente também escreve para a Reforma, o jornal o Globo, e o Jornal do Comércio.

Na Maçonaria, ele foi iniciado em Dezembro 1868, quando ainda estudava Direito, em, São Paulo, na Loja América, um pouco antes de seu colega Ruy Barbosa ser iniciado na mesma loja. A Loja “América” nessa época, fazia parte do Grande Oriente Unido, de Saldanha Marinho, e Nabuco, em 1875, foi escolhido como representante da Loja junto a essa Obediência no Rio.

Ingressou no serviço diplomático, como adido de primeira classe em Londres, depois em Washington, de 1876 a 1879. Atraído pela política interna, foi eleito deputado geral por sua província, vindo então a residir no Rio. Sua entrada para a Câmara marcou o início de sua campanha em prol do Abolicionismo, que logo se tornou causa nacional; na defesa da qual ele tanto cresceu na admiração de todos os brasileiros. De 1881 a 1884, Nabuco viajou pela Europa. Em 1883, em Londres, publicou o livro, O Abolicionismo.

Ao regressar ao país, foi novamente eleito deputado por Pernambuco, retomando o lugar de líder da campanha abolicionista, inclusive teve audiência particular com o papa Leão XIII, na qual relatou a luta pelo abolicionismo no Brasil, tendo provavelmente influenciado o sumo pontífice na elaboração de uma encíclica contra a escravidão, abolida no Brasil em 1888. Ao ser proclamada a República, em 1889, afastou – se da política em face das suas convicções monarquistas.

Nessa fase de espontânea abstenção política, Joaquim Nabuco viveu no Rio de Janeiro, exercendo a advocacia e fazendo jornalismo. Freqüentava a redação da Revista Brasileira, onde estreitou relações e amizade com as mais altas figuras da vida literária brasileira, Machado de Assis, José Veríssimo, Lúcio de Mendonça, de cujo convívio nasceria a Academia Brasileira de Letras, em 1897.

Publicou artigos, poemas, livros, e traduções de obras, em diversas línguas, dentre estas obras, valem destacar, Camões e os Lusíadas (1872); Amour et Dieu, poesias líricas (1874); O Abolicionismo (1883); O erro do Imperador, história (1886); Escravos, poesia (1886); Porque continuo a ser monarquista (1890); Balmaceda, biografia (1895); A intervenção estrangeira durante a revolta, história diplomática (1896); Um estadista do Império, biografia, 3 tomos (1897-1899); Minha formação, memórias (1900); Escritos e discursos literários (1901); Pensées detachées et souvenirs (1906); Discursos e conferências nos Estados Unidos, tradução do inglês de Artur Bomilcar (1911), Nabuco de Araújo, Sua vida, Suas opiniões, Sua época, e Discursos Parlamentares, ambos de publicação póstuma.

Em 1900, o Presidente do Brasil, Campos Sales, convidou a Joaquim Nabuco para assumir o cargo de ministro plenipotenciário em missão especial em Londres, na questão do Brasil versus a Inglaterra, a respeito dos limites da Guiana Inglesa.

Em 1901, foi acreditado em missão ordinária, como embaixador do Brasil em Londres e, a partir de 1905, em Washington. Em 1903, foi publicado em Paris o livro O direito do Brasil (primeira parte) em que analisou as razões do Brasil na contenda com a Inglaterra a respeito de uma área territorial fronteiriça com a Guiana Inglesa.



Em 14/06/1904; o rei Victor Emanuel da Itália proferiu o laudo arbitral na questão da Guiana Inglesa, dividindo o território disputado em duas partes - 3/5 para a Grã-Bretanha e 2/5 para o Brasil - o que foi considerado por todos, inclusive por Nabuco, como uma derrota para o Brasil. Em 1906, veio ao Rio de Janeiro para presidir a 3ª. Conferência Pan-Americana. Em sua companhia veio o Secretário de Estado Norte-americano Elihu Root. Ambos eram defensores do pan-americanismo, no sentido de uma ampla e efetiva aproximação continental.



Grande também era o seu prestígio perante o povo e o governo norte-americano, manifestado em expressões de admiração de homens eminentes, a começar pelo Presidente Theodore Roosevelt; e nas recepções das Universidades, nas quais proferiu uma série de conferências, propaganda viva da cultura brasileira.



Joaquim Nabuco destacou – se de forma invulgar, em todas as atividades que empreendeu, no exercício da advocacia, na poesia, nas letras, na diplomacia e na política, consolidando os seus nobres ideais em ações corajosas e perseverantes.



Quando faleceu, em Washington em 17 de janeiro de 1910, seu corpo foi conduzido, com solenidade excepcional, comparável à concedida aos chefes de Estado, para o cemitério da capital norte-americana, e posteriormente foi trasladado para o Brasil, no cruzador North Caroline. Do Rio de Janeiro foi efetuado o translado para o Recife.


". . . afirmo e juro que tendo ascendido aos graus mais íntimos daquela Ordem ( a Maçonaria ) ali nunca vi uma idéia que fosse incompatível com a religião do Estado. Nos meus discursos proferidos na Loja ou no Grande Oriente, sempre tive por escopo demonstrar que a Maçonaria não era contrária ou hostil à religião católica."
Joaquim Nabuco.

Adalgisa Nery OG feminista intelectual brasileira




Og Contos

Adalgisa Nery

editora: José Olympio

ano: 1943

descrição: 1ª Edição; Capa de Santa Rosa. livro em bom estado.

O Brasil também tem mulheres notáveis e avançadas na sua História. Mas como somos um país sem memória, a enorme contribuição social dessas mulheres vai se perdendo pelo caminho. Adalgisa Nery é um bom exemplo disso.


Adalgisa Nery, mulher corajosa, à frente do seu tempo, escritora e jornalista poderosa e invejada morreu, aos 74 anos de idade, em 7 de junho de 1980, na miséria e na solidão. E caiu no esquecimento.


Poeta e cronista. O casamento com Ismael Néri foi importante para o seu desenvolvimento intelectual, pois na casa do marido apareciam Aníbal machado, Álvaro Moreira, Jorge de Lima, Antônio Bento, Murilo Mendes, Mário Pedrosa, Manuel Bandeira. Seu primeiro poema foi publicado na "Revista Acadêmica". Os primeiros contos e crônicas foram publicados em "O Jornal", "Dom Casmurro" e "O Cruzeiro". Em 1940 casou-se com Lourival Fontes, chefe do Departamento de Imprensa e Propaganda. Viajou com o marido pelo exterior. Depois de separada de Lourival Fontes, se profissionalizou como jornalista, tendo destaque a sua colaboração no jornal "Última Hora". Em 1960, foi eleita deputada pelo Partido Socialista Brasileiro, pelo então Estado da Guanabara.


Ela nasceu no começo do século passado, em 29 de outubro de 1905 mas viveu a liberdade que ainda vão viver as meninas que nasceram em 2005, um século depois dela.

O poeta Carlos Drummond de Andrade a chamava de “a deusa”.

Era famosa, invejada e lutadora.

O também famoso pintor Ismael Nery foi seu primeiro marido e pintou inúmeros retratos dela.

Era cronista, jornalista, poeta e trabalhou na televisão.

Era politicamente de esquerda, do partido socialista. Mas casou-se e viveu 14 anos com o chefe da repressão da Ditadura de Getúlio Vargas.

Aliás, dizem que ela também foi amante do ditador.

Morreu com 74 anos, numa casa de idosos que o apresentador de TV Flávio Cavalcanti pagava para ela.

Adalgisa Maria Feliciana Noem Cancela Ferreira nasceu numa família pobre do Rio de Janeiro. Sua mãe morreu quando ela estava com apenas 8 anos de idade e seu pai a internou num colégio de freiras, onde havia vagas beneficentes.

Adalgisa sentiu então, pela primeira vez, o peso da discriminação. Era uma órfã pobre, estudava por caridade e tanto as colegas como as freiras não deixavam que ela esquecesse disso.

No entanto, como já habitava nela o espírito da justiça social, começou a protestar contra o tratamento discriminatório que recebia e, por isso, foi expulsa da escola.

Seu primeiro amor aconteceu aos 15 anos: apaixonou-se perdidamente por um vizinho. Era Ismael Nery, que seria um dos mais famosos pintores do Brasil e integrante do movimento Modernista de 1922. Ela casou-se com ele em 1921 e começou a frequentar a intelectualidade do Rio de Janeiro. O casal viveu dois anos na Europa e teve 7 filhos, dos quais apenas 2 sobreviveram.

Ismael, embora fosse um gênio das artes plásticas, era um tremendo machista e vivia espancando a esposa. Por isso, foi um alívio para ela a morte dele em 1934.

Viúva antes do 30 anos de idade, com dois filhos, ela foi trabalhar na Caixa Econômica Federal e depois no Conselho do Comércio Exterior, no Itamaraty. Poucas mulheres trabalhavam naquele tempo. Mas Adalgisa não era uma mulher qualquer.

Seu primeiro livro de poesia foi lançado em 1937.

Adalgisa era conhecida no meio intelectual carioca como socialista e surpreendeu todo mundo ao se casar com um legítimo representante da direita, o advogado e jornalista Lourival Fontes, diretor do DIP – Departamento de Imprensa e Propaganda – que era o braço repressor da ditadura de Getúlio Vargas, o equivalente ao que foi o DOPS na ditadura militar, especialista em torturar cruelmente qualquer inimigo político.


Lourival virou embaixador e Adalgisa viveu com ele em Nova Iorque, onde ele serviu por dois anos, e no México, em 1945. Nesse país, ela fez o maior sucesso, ficou amiga de Frida Khalo e Diego Rivera, que admiravam o seu talento literário.

De volta ao Brasil, em 1953, Lourival se apaixonou por outra mulher e separou-se de Adalgisa, que ficou arrasada.

Mas já era uma mulher famosa no Brasil e no Exterior, especialmente na França, onde seus livros vendiam muito.

Escrevia crônicas nos jornais do Rio e traduzia obras para a editora José Olympio. Então foi trabalhar com Samuel Weiner, num dos mais importantes jornais da época, a Última Hora.

Seus artigos eram nacionalistas e ela batia de frente com grandes nomes da elite brasileira, inclusive Assis Chateaubriand, o famoso fundador da TV no Brasil e do Museu de Arte de São Paulo, o MASP. Ele a odiava e, certa vez, escreveu sobre ela a chamando de “cinquentona devassa, infiel ao corpo, à alma e à decência conjugal.”

No entanto, ele estava apenas dando voz aos seus preconceitos machistas, já que Adalgisa sempre foi uma mulher sexualmente livre, enquanto ele é quem tinha um comportamento moralmente duvidoso na condução de suas empresas de comunicação.

Adalgisa Nery se tornou uma das mais bem sucedidas escritoras brasileiras quando, em 1959, publicou um romance autobiográfico – A Imaginária – que virou um best seller de primeira. No livro ela escancarava uma questão que ninguém tinha coragem de discutir naquele tempo: a violência doméstica, contando todo o terror que vivera nas mãos de seu primeiro marido, o consagrado Ismael Nery.

Adalgisa foi duas vezes deputada, primeiro pelo Partido Socialista e depois pelo MDB (atual PMDB). Em plena ditadura militar, ela continuava desafiando os costumes conservadores e foi um dos políticos cassados, em 1969, pelo AI-5 (Ato Institucional n.5 do governo militar que acabou de vez com os direitos políticos dos cidadãos brasileiros).

Adalgisa tornou-se uma figura “perigosa” e ninguém queria saber de dar-lhe um emprego. Ela foi ficando deprimida. Foi salva pelo então famoso apresentador de TV Flávio Cavalcanti, que a colocou como jurada em seu programa de calouros.

Flávio, naquela época, tinha a fama de “dedo duro” da Ditadura Militar. No entanto, foi ele quem abrigou inúmeros artistas e intelectuais que se tornaram “malditos” por sua oposição ao regime. Foi ele quem, inclusive, escondeu a musa Leila Diniz, depois da famosa e escandalosa entrevista que ela deu ao “Pasquim”, e a livrou de ser presa.

No meio da década de 1970, Adalgisa foi viver na casa de campo que Flávio tinha em Petrópolis, sozinha e longe da badalação do mundo intelectual que ela sempre frequentara.

Mas ainda assim, nessa época, publicou dois livros de poesia, dois de contos e um romance.

Em 1976, a própria Adalgisa resolveu ir viver numa casa de idosos em Jacarepaguá. Flavio pagava as despesas.

Em 1977 teve um derrame e ficou hemiplégica.

Obras:
Poemas, 1937
O Jardim das Carícias, 1938

A mulher ausente (poemas), 1940
Og (contos), 1943
Ar do deserto (poemas), 1943
Cantos de angústia (poemas), 1948
As fronteiras da quarta dimensão (poemas), 1952
A imaginária (romance), 1959
Mundos oscilantes (poemas) 1962
Retrato sem retoque (crônicas), 1966
22 menos 1 (contos), 1972
Neblina (romance), 1972
Erosão (poemas), 1973

Inquisição Inventários de Bens Confiscados Novinsky marranos judeus historia sefaradim genealogia judaicas raizes progrom




Inquisição Inventários de Bens Confiscados a Cristãos Novos fontes para a história de Portugal e do Brasil.

Anita Novinsky

um extremamente escassa co-publicação da Casa da Moeda, Imprensa Nacional e Livraria Camões.

1976


Livro em bom estado de conservação, brochura original com 286 paginas, escasso, não perca, saiba mais...

com indice remissivo;
com indice toponimico;
com indice onomastico;
com indice dos nomes dos inventariados;

Este livro traça uma interessante rede de nomes que prestam aos interesses linhagistas, a genealogia brasileira em seus mais distantes rincões, uma pérola aos estudiosos das genealogia das familias brasileiras...

Inquisição Inventários de bens confiscados a Cristãos novos: Fontes para a História de Portugal; e do Brasil.livro em muito bom estado de conservação, referencia sobre o assunto.

0s inventários de bens confiscados de cristãos novos, referem-se a cristãos novos, que viveram no Brasil, no século XVIII. Para o Tribunal do Santo 0fício todos indivíduos suspeitos eram culpados, o que significava ¨ judaisante¨ para os Inquisidores. Sem terem sido os criadores do capitalismo, tiveram uma atuação importante sobre ele. Importantes nas colô- nias das Índias 0cidentais, foram negociantes e plantadores no Brasil, Suriname, Jamaica, Martinica, etc. Com boas relações comerciais com a Holanda, e depois com a Inglaterra, os judeus. contudo não tiveram fortunas significativas, se forem comparadas com as dos cristãos. 0 Brasil foi o lugar onde os cristãos novos puderam desenvolver melhor suas habilidades, apesar da legislação portuguesa discriminatória. Mercadores cristãos novos cruzavam o Atlântico, trazendo e levando mercadorias e idéias. Eram homens de diferentes graus de cultura. Apesar das perseguições inquisitoriais, eles enriqueceram e ascenderam socialmente. A partir do século XVII, se intensifica a perseguição aos cristãos novos em Portugal, o preconceito e o mito da pureza de sangue tomam conta da mente da população. 0 Brasil se torna um lugar de refúgio e degredo. 0 su - cesso da lavoura canavieira e a descoberta do ouro acabaram atraindo grande número de refugiados. A Inquisição na vida desses colonos por dois séculos.0correram muitas perseguições, massacres, expulsões e conversões forçadas de judeus. 0 Confisco dos bens dos cristãos novos detidospelo Tribunal do Santo 0fício da Inquisição eram registrados em volumosos livros, porém, controlar todas as confiscações e os bens apreendidos, principalmente nas colônias, identificar os bens que ficavam nas mãos de funcionários desonestos, na sua maioria, assim como fiscalizar as irregularidades no decorrer do processo é tarefa difícel. Tudo o que o réu possuia, tantomóvel quanto imóvel era apreendido pelo Fisco e sequestrado no ato de sua prisão, antes de ser provada a sua culpa. Se fosse absolvido, esses bens deveriam ser-lhe restituídos, após a dedução de todos os gastos ocorridos e até mesmo o pagamento dos funcionários envolvidos no processo. Na prática, a fortuna ficava, para sempre, perdida para o réu e seus descendentes.




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Anita Novinsky

Cunho histórico e ideológico, este livro é antes de tudo uma preciosa fonte para o entendimento, mais profundo e abrangente, de um dos mais aterradores processos de intolerância, repressão e arbitrariedade que se tem notícia na história...

A historiadora Anita Novinsky, considerada uma das maiores especialistas mundiais em Inquisição Portuguesa e uma pioneira no estudo dos cristãos-novos no Brasil, costuma colocar a Inquisição como a precursora do anti-semitismo moderno, e de seu expoente máximo, o nazismo. Mais de quatrocentos anos antes de Hitler, os portugueses precisavam comprovar até a oitava geração que não tinham sangue judeu na família quando acusados de seguir a Lei de Moisés. Na Alemanha nazista, exigia-se provar que não havia um judeu na ascendência até a quinta geração. Essa é apenas uma da várias semelhanças entre Inquisição e nazismo, um tema que nos levaria por muitas páginas.

Anita Novinsky, apresenta o conceito fundamental para a compreensão do fenômeno do cristão-novo: o “homem dividido”, dividido entre o mundo católico e o judaico, conceito que vários autores tem adotado como Yovel, Morin, Abensur e tantos outros filósofos.


Licenciada em Filosofia e livre-docente em história pela Universidade de São Paulo. Especializou-se na França em História das Mentalidades e concentrou seus estudos sobre a Inquisição e Cristãos-Novos no Brasil. Foi professora visitante na École des Hautes Études em Sciences Sociales – Paris e nas Universidades norte-americans Brown, Rutgers-New Brunswich, Austin, Texas. Atualmente dirige uma equipe de pesquisadores na Universidade de São Paulo que pesquisa a Inquisição no Brasil. É Presidente do LEI - Laboratório de Estudos sobre a Intolerância da Universidade de São Paulo e do Conselho Administrativo da Associação Museu da Tolerância de São Paulo. É coordenadora principal do Projeto Intolerância/Tolerância – Democracia e Cidadania, do Programa Institutos do Milênio – CNPq, onde também coordena o projeto Limites da Tolerância e Formas de Resistência – A Inquisição e a contra cultura no Mundo Ibérico (séculos XVI-XIX) e desenvolve a pesquisa Uma nova leitura sobre o pensamento do Padre Antonio Vieira: os judeus e a redenção do Mundo. Autora de oito obras sobre o tema da Inquisição
possui graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1956) , especialização em O Racismo no Mundo Ibérico pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (1977) , especialização em O Racismo no Mundo Ibérico pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (1977) , especialização em Psicologia pela Universidade de São Paulo (1958) , doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (1970) e pós-doutorado pela Universidade de Paris I (1983) . Atualmente é Livre Docente da Universidade de São Paulo e Consultora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Tem experiência na área de História. Atuando principalmente nos seguintes temas: Brasil Colonia, Cristao Novo, Historia, Historia do Brasil, Holocausto e Identidade.

A desmitificação de nossa história tem sido a grande preocupação da historiografia atual. A lúcida análise, que nos propõe Anita Novinsky, comprova-o de maneira expressiva.

Retomando e superando as tendências consagradas, a Autora consegue explicitar, de forma nítida e precisa, a dimensão social das questões relativas à “exclusão” dos cristãos novos na sociedade, o antisemitismo.


Coordena o projeto: Uma nova leitura sobre o pesnamento do Padre Antonio Vieira

Nosso projeto vai retomar um tema que, apesar de ter sido freqüentemente abordado, não recebeu, a nosso ver até hoje, uma reflexão exaustiva: "Vieira e a questão judaica". Nos propomos neste trabalho fazer uma "nova leitura" do seus textos dedicados aos judeus, que talvez nos revelem um "outro Vieira", escondido atrás de suas "dissimulações" e encontrar nas suas contradições uma coerência e um sentido. Extrair o significado do discurso oculto de Vieira, extrair das entrelinhas e do simbolismo, das sátiras, do discurso engenhoso e barroco as opiniões do jesuíta. Vieira vivia entre dois mundos, o exterior visível e o interior oculto, onde guardava a seu pensamento sobre a história judaica e sobre o judaísmo. Do ponto de vista ideológico, seu ataque ao anti-semitismo não teve paralelo no século XVII. Um dos objetivos de nossa pesquisa é buscar nos textos de Vieira o sentido que dá a presença dos judeus no mundo e sua luta inglória contra o anti-semitismo. O que chama a atenção em Vieira é seu filosemitismo e sua interpretação sobre o retorno dos judeus à sua pátria antiga, como um direito legítimo. .



Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática dessa área, saiba mais ...


Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática.

Toda postagem pode ser rastreada pelo site dos Correios.

CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA

philolibrorum@yahoo.com.br


Esta Página visa contribuir, com a localização de livros escassos, aos estudiosos das diversas ciências e áreas de estudo ou mesmo hobbies. Sobretudo as publicações já fora de comércio, antigas, esgotadas.

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Cristãos novos na Bahia: a Inquisição no Brasil


Anita Novinsky

Perspectiva

1972, Páginas:260 pág. livro em muito bom estado de conservação, referencia sobre o assunto.

com ilustração;
com diversos apêndices;
Com bibliografia extensa,
Com indice remissivo,
Com fac-similes de documentos relevantes para o assunto;
Indice de nomes de Cristãos Novos da Bahia;
Indice de profissões de Cristãos Novos da Bahia 1620-1660;
Indice de nomes de Testemunhas denunciantes na "Grande Inquirição" de 1646;
"Grande Inquirição" de 1646 Indice de nomes dos denunciados: judaizantes, feiticeiros e somitigos;
Relação das profissões das Testemunhas denunciantes "Grande Inquirição";
Genealogia dos Lopes Franco;
Genealogia dos Rodrigues Franco e Vaz Paiva;
Genealogia dos Bravos;
Genealogia dos Brandão;
etc...


A desmitificação de nossa história tem sido a grande preocupação da historiografia atual. A lúcida análise, que ora nos propõe Anita Novinsky, comprova-o de maneira expressiva. Retomando e superando as tendências consagradas, a Autora consegue explicitar, de forma nítida e precisa, a dimensão social das questões relativas à “exclusão” dos cristãos novos na sociedade baiana do século XVII. Trata-se, sobretudo, de situar o problema em termos concretos e perceber como as tensões sociais se manifestam “encobertas” no nível religioso.


A Bahia do século XVII foi o tema de Anita Novinsky, na obra clássica Cristãos-novos na Bahia, onde apresenta o conceito fundamental para a compreensão do fenômeno do cristão-novo: o “homem dividido”, dividido entre o mundo católico e o judaico, conceito que vários autores tem adotado como Yovel, Morin, Abensur e tantos outros filósofos.



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Anita Novinsky

Cunho histórico e ideológico, este livro é antes de tudo uma preciosa fonte para o entendimento, mais profundo e abrangente, de um dos mais aterradores processos de intolerância, repressão e arbitrariedade que se tem notícia na história...

A historiadora Anita Novinsky, considerada uma das maiores especialistas mundiais em Inquisição Portuguesa e uma pioneira no estudo dos cristãos-novos no Brasil, costuma colocar a Inquisição como a precursora do anti-semitismo moderno, e de seu expoente máximo, o nazismo. Mais de quatrocentos anos antes de Hitler, os portugueses precisavam comprovar até a oitava geração que não tinham sangue judeu na família quando acusados de seguir a Lei de Moisés. Na Alemanha nazista, exigia-se provar que não havia um judeu na ascendência até a quinta geração. Essa é apenas uma da várias semelhanças entre Inquisição e nazismo, um tema que nos levaria por muitas páginas.


Licenciada em Filosofia e livre-docente em história pela Universidade de São Paulo. Especializou-se na França em História das Mentalidades e concentrou seus estudos sobre a Inquisição e Cristãos-Novos no Brasil. Foi professora visitante na École des Hautes Études em Sciences Sociales – Paris e nas Universidades norte-americans Brown, Rutgers-New Brunswich, Austin, Texas. Atualmente dirige uma equipe de pesquisadores na Universidade de São Paulo que pesquisa a Inquisição no Brasil. É Presidente do LEI - Laboratório de Estudos sobre a Intolerância da Universidade de São Paulo e do Conselho Administrativo da Associação Museu da Tolerância de São Paulo. É coordenadora principal do Projeto Intolerância/Tolerância – Democracia e Cidadania, do Programa Institutos do Milênio – CNPq, onde também coordena o projeto Limites da Tolerância e Formas de Resistência – A Inquisição e a contra cultura no Mundo Ibérico (séculos XVI-XIX) e desenvolve a pesquisa Uma nova leitura sobre o pensamento do Padre Antonio Vieira: os judeus e a redenção do Mundo. Autora de oito obras sobre o tema da Inquisição
possui graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1956) , especialização em O Racismo no Mundo Ibérico pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (1977) , especialização em O Racismo no Mundo Ibérico pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (1977) , especialização em Psicologia pela Universidade de São Paulo (1958) , doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (1970) e pós-doutorado pela Universidade de Paris I (1983) . Atualmente é Livre Docente da Universidade de São Paulo e Consultora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Tem experiência na área de História. Atuando principalmente nos seguintes temas: Brasil Colonia, Cristao Novo, Historia, Historia do Brasil, Holocausto e Identidade.


Coordena o projeto: Uma nova leitura sobre o pesnamento do Padre Antonio Vieira

Nosso projeto vai retomar um tema que, apesar de ter sido freqüentemente abordado, não recebeu, a nosso ver até hoje, uma reflexão exaustiva: "Vieira e a questão judaica". Nos propomos neste trabalho fazer uma "nova leitura" do seus textos dedicados aos judeus, que talvez nos revelem um "outro Vieira", escondido atrás de suas "dissimulações" e encontrar nas suas contradições uma coerência e um sentido. Extrair o significado do discurso oculto de Vieira, extrair das entrelinhas e do simbolismo, das sátiras, do discurso engenhoso e barroco as opiniões do jesuíta. Vieira vivia entre dois mundos, o exterior visível e o interior oculto, onde guardava a seu pensamento sobre a história judaica e sobre o judaísmo. Do ponto de vista ideológico, seu ataque ao anti-semitismo não teve paralelo no século XVII. Um dos objetivos de nossa pesquisa é buscar nos textos de Vieira o sentido que dá a presença dos judeus no mundo e sua luta inglória contra o anti-semitismo. O que chama a atenção em Vieira é seu filosemitismo e sua interpretação sobre o retorno dos judeus à sua pátria antiga, como um direito legítimo. .


Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática dessa área, saiba mais ...


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Toda postagem pode ser rastreada pelo site dos Correios.

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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O Grande Processo Louis Nizer Julius e Ethel Rosemberg casal












O Grande Processo

Louis Nizer

editora: Nova Época

ano: 1973

descrição: 423 páginas em brochura, bom estado de conservação. Narrativa: História Verídica. Baseada em Fatos, O caso de Julius e Ethel Rosemberg, os espiões que entregaram o segredo da bomba atômica aos russos. escrito por Louis Nizer, chamado de "advogado lendário" pela Newsweek;;

O autor considerado um dos; maiores criminalista contemporâneo narra em detalhes tudo relacionado há este caso, merece ser lido pois até hoje esse julgamento é considerado o maior erro da justiça americana.

Em casos históricos, a Justiça se negou a considerar a questão da invasão de privacidade pela imprensa. Por exemplo, o caso de Ethel e Julius Rosenberg, que foram executados após terem sido condenados por espionagem contra os EUA. Seus dois filhos pequenos mudaram seus nomes depois das execuções e começaram uma vida nova. Um dos advogados do caso, Louis Nizer, escreveu um livro (The Implosion Conspiracy), de 1973, em que identifica os dois meninos – hoje homens – como filhos dos Rosenberg. Os meninos processaram o advogado por invasão de privacidade e perderam! No ambiente de imprensa livre, temos a vitória da informação pública.


O casal Rosenberg foram pessoas tipicamente minúsculas, sem importância, que talvez não tenham ajudado tanto a União Soviética como muitos observadores acharam. Eles entregaram o segredo da bomba atômica por pura convicção racial, isto é, fazendo isso como parte do seu dever para com a União Soviética, e, de forma muito característica, conforme declararam em defesa própria, que os Estados Unidos eram aliados da União Soviética.

Mas as chamas sulfúricas se inflamaram com um calor muito intenso e violento, quando o casal Rosenberg estava para ir para a cadeira elétrica.

Segundo a lei, os Rosenberg eram espiões; eram traidores dos Estados Unidos. No entanto, noventa e nove por cento do mundo judaico ficaram firmes ao lado deles, defendendo-os, de forma solidária.


Os milhões de judeus do mundo judaico, os capitalistas e os proletários, tanto os que moravam nas luxuosas mansões de Sea Gate como os que habitavam nos cortiços do Bronx, os judeus do West End de Londres, bem como de todas as capitais do mundo, uniram-se solidariamente em passeatas, para forçar Eisenhower a perdoar a vida do casal criminoso, usando para isso as suas prerrogativas de presidente da República.

Aos olhos dos cidadãos americanos patriotas e honestos, toda essa campanha, com seus piquetes, parecia um comício comunista.'

"Se Use Koch, a assassina de judeus, pôde ser perdoada'' — diziam os letreiros que os que tomaram parte da passeata levavam — "por que os Rosenberg têm de morrer?"

— "Os professores Einstein e Urey exigem o perdão!"

— "Destacados líderes de Israel estão pedindo o indulto!"

— podia ser lido em outros cartazes.


Em cinco continentes, capitalistas e comunistas, intelectuais de alta cultura e simples talmudistas juntaram suas forças para salvar os espiões comunistas.

Em Londres, os judeus amigos de Rosenberg ajoelharam-se, deitaram-se nas ruas, e pediram perdão aos gritos, num protesto que engarrafou o trânsito numa extensão de quilômetros.

Em Moscou, em Budapeste e em Bucareste, e em outras capitais de todo o mundo, foram escritas histórias comoventes na imprensa de cada país sobre a carreira dos dois traidores.

Na Praça União, em Nova Iorque, os policiais irlandeses mal puderam conter a situação provocada pela judias fanáticas que desmaiavam, ao saberem que o seu país adotivo, os Estados Unidos, tinham executados os dois traidores, de acordo com a sentença do tribunal.

"Foi interessante ouvir a rádio de Nova Iorque depois que as execuções foram feitas" — escreveu o American Hungarian Voice.

"Havia locutores que quase soluçavam ao darem a notícia. Outras estações, após anunciarem a execução, tocaram música fúnebre. Na Praça União, as mulheres judias jogaram-se na rua asfaltada, gemendo e lamentando-se de forma histérica, e até alguns dos homens começaram a chorar, gritando:

"Eles os mataram... eles os mataram!"



Na cerimônia do enterro, Emanuel Bloch, o advogado de defesa dos dois condenados executados, declarou:

"Eu responsabilizo como culpado pelo assassinato dos Rosenberg o presidente Eisenhower, o Promotor Público Geral Browell e Edgar Hoover, diretor do F.B.I. Foram eles que deram a ordem para que o botão da cadeira elétrica fosse apertado. Essas duas pessoas queridas, ternas e cultas foram vítimas de um assassinato frio e premeditado. Elas lutavam contra o despotismo. Os Estados Unidos estão gemendo, hoje em dia, sob a tirania de uma ditadura militar, disfarçada com roupas civis".



Talvez não apenas a voz de Emanuel Bloch devesse ser ouvida sobre os caixões dos Rosenberg, mas também o eco das palavras de Julius Streicher:

"...vocês serão enforcados pelos bolchevistas!"



Em 1951, Morton Sobell foi julgado e condenado em companhia de Julius e Ethel Rosenberg, todos os três acusados de espionagem. O casal foi executado em junho de 1953, na primeira aplicação da pena de morte por espionagem contra civis na história americana. Sobell cumpriu mais de 18 anos de prisão e, ao ser libertado, em 1969, viajou a Cuba e ao Vietnã e se tornou defensor de causas progressistas. Reiterou ao longo dos anos ser inocente. Mas anteontem Sobell, 91, reverteu sua posição e esclareceu aspectos de um caso que continua a alimentar paixões. Admitiu pela primeira vez ter sido espião soviético. E implicou Julius Rosenberg em uma conspiração que transmitiu aos soviéticos informações militares e industriais confidenciais, além daquilo que o governo dos Estados Unidos definiu como "o segredo da bomba atômica". Perguntei a Sobell, que vive em Nova York, se, como engenheiro elétrico, ele entregou segredos militares aos soviéticos durante a Segunda Guerra Mundial, quando a União Soviética era aliada dos EUA. Em resumo, ele havia sido espião? "Sim, sim, pode me definir assim", ele respondeu. Sobell concorda com a avaliação consensual de historiadores de que Ethel Rosenberg estava ciente da espionagem de seu marido, mas não era partícipe. "Ela era apenas culpada de ser a mulher de Julius." Ontem os Arquivos Nacionais americanos, em resposta a um pedido do Arquivo de Segurança Nacional (organização sem fins lucrativos), deram acesso a jornalistas e historiadores à maior parte dos depoimentos do caso. A confissão de Sobell reforça a tese de que Ethel pode ter sido incriminada indevidamente pelos promotores.




Julius Rosenberg (12 de maio de 1918 – 19 de junho de 1953) e Ethel Greenglass Rosenberg (25 de setembro de 1915 – 19 de junho de 1953) foram judeus comunistas estadunidenses que foram executados em 1953 após serem condenados por espionagem.

As acusações foram em relação à transmissão de informações sobre a bomba atômica para a União Soviética. A execução deles foi a primeira de civis por espionagem na História dos Estados Unidos.

Desde a execução, telegramas soviéticos descodificados parecem confirmar que Julius agiu como mensageiro e recrutador para os soviéticos, mas as dúvidas em relação ao nível de envolvimento de Ethel na trama persistem.

A decisão de executar o casal foi e ainda é controversa. Os outros espiões capturados pelo FBI não foram executados. O irmão de Ethel, David Greenglass, que forneceu documentos a Julius, serviu 10 dos 15 anos de sua pena.
Harry Gold, o mensageiro de Klaus Fuchs, que forneceu informações muito mais detalhadas aos soviéticos sobre a bomba atômica, serviu 15 anos.
Morton Sobell, julgado junto com os Rosenbergs, serviu 17 anos e 9 meses. Em 2008 ele admitiu que era espião e confirmou que Julius estava em "uma conspiração que entregava aos soviéticos informações militares e industriais confidenciais".
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