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terça-feira, 30 de novembro de 2010

A epopéia da Ilha da Madeira Rev. Manuel Porto Filho Dr. Kalley protestantismo brasil europa Teologia Fé Pregação Pregador




A epopéia da Ilha da Madeira

Rev. Manuel Porto Filho

ano: 1987

descrição: brochura em bom estado, livro escasso,com 169 páginas, com ilustrações, esgotado, não perca.


Livro clássico sobre o protestantismo na pessoa de um dos nomes mais importantes para a divulgação da fé evangélica no brasil: Dr. Kalley.

A Escola Dominical de Petrópolis crescia. O Doutor, sentindo as possibilidades da extensão do trabalho, começou a escrever cartas a seus amigos e antigos companheiros de Illinois, convidando-os a virem auxiliá-lo no Brasil.

O primeiro a atender a esse apelo foi o Sr. William Pitt, inglês, natural do condado de Devonshire, que havia sido aluno de D. Sarah quando esta, ainda solteira, lecionava em Torquay. Mudando-se para os Estados Unidos, ali trabalhava como carpinteiro. Chegou ao Rio em dezembro de 1855 e, poucos dias depois, a Petrópolis, onde, com grande emoção, se encontrou com sua antiga mestra. Restabelecendo-se das febres ali contraídas, voltou ao Rio, conseguindo emprego na carpintaria do Arsenal da Marinha.

Em 6 de agosto do ano seguinte chegaram três famílias madeirenses: Francisco da Gama, com sua mulher, Francisca, e três filhos; Francisco de Souza Jardim, com Albina, sua esposa e três filhos; e Manoel Fernandes, com sua esposa, Francisca, e uma prima, Maria Fernandes. Haviam saído de Springfield em 27 de maio para Baltimores, onde se demoraram uma semana e, depois de dois meses de estafante viagem, passando por Southampton, na Inglaterra, chegaram ao Rio a bordo de um navio cargueiro, do qual foram os únicos a desembarcar. Pitt já os esperava no cais. Auxiliado por ele, Francisco da Gama conseguiu encontrar uma casa na rua Boa Vista, hoje Conselheiro Zacarias, no morro de Saúde, que foi alugada para ali ficarem residindo as três famílias. Pitt residia numa rua paralela, a rua do Propósito....






O médico escocês Robert Reid Kalley é um notável pioneiro, tendo sido o primeiro missionário protestante a atuar com êxito em várias regiões de língua portuguesa dos dois lados do Atlântico, apesar dos formidáveis obstáculos que teve de enfrentar. Personagem controvertido e polêmico, caracterizado por um espírito empreendedor e independente, Kalley exerceu uma influência profunda e duradoura sobre o protestantismo luso-brasileiro, em diferentes aspectos.


Apesar de Kalley ter se tornado uma figura quase lendária na história do protestantismo brasileiro, alguns aspectos da sua vida, obra e peculiaridades são ainda pouco conhecidos. Daí a oportunidade e relevância de reconsiderar esse pioneiro, visto ter transcorrido recentemente o sesquicentenário da sua chegada ao Brasil.



Nesses últimos tempos, a Igreja Brasileira está começando a experimentar um momento novo na sua história. Centenas de milhares de pessoas estão reconhecendo a própria necessidade de Deus.

Elas estão em busca de segurança para as suas almas e de respostas para as suas dúvidas. Na verdade, ainda que não percebam, essas pessoas, estão ansiando pela tão preciosa salvação que Jesus, de uma vez para sempre, conquistou na cruz do Calvário.


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Esta Página visa contribuir, com a localização de livros escassos, aos estudiosos das diversas ciências e áreas de estudo ou mesmo hobbies. Sobretudo as publicações já fora de comércio, antigas, esgotadas.

Romeu Avelar Figuras da Terra D alagoas poesia alagoanaep. Estadual de Cultura 1963




Romeu Avelar

Figuras da Terra

Dep. Estadual de Cultura

1963

Romeu Avelar Figuras da Terra Dep. Estadual de Cultura 1963. Série de Estudos Alagoanos.

livro em bom estado, encadernado em capa dura, manteve-se a capa brochura original, muito escasso e muito apreciado, ótima ferramenta para pesquisadores, amantes e estudiosos da literatura e poesia alagoana e brasileira.

Aurino Maciel; Arthur Ramos; Graciliano Ramos; Afonso de Carvalho; Baltazar Memdonça; Jorge de Lima; Alfredo Oiticica; Guedes Miranda; Calabar; Adalberon; Pilar estância da Saudade; Carta intima Mendonça Junior; Alagoas anedótica, etc...

Romeu de Avelar foi um dos maiores escritores de Alagoas.


Temos condição de conseguir muitos outros títulos sobre o assunto. Diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.

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Outro livros dessa área, caso haja interesse contacte-nos.

Elegante no trajar e nos gestos, tinha média estatura, cabeleira,meia costeleta e bigode aparados, parecendo um fidalgo saído das páginas de um romance das primeiras décadas do século.

Companheiro, desde cedo, de intelectuais admiráveis como Lima Barreto, Agripino Grieco, Humberto de Campos, Olegário Mariano, Hermes Fontes, Bastos Tigre, Pontes de Miranda, Jorge de Lima e tantos outros notáveis expoentes das letras nacionais daquela época, o alagoano Luís de Araújo Moraes, nome de batismo do escritor, jornalista, radialista, crítico literário, político, homem de sociedade e boêmio, Romeu de Avelar, nascido na cidade de São Miguel dos Campos, em 23 de março de 1896, e participante ativo dos movimentos culturais das cidades de Maceió, Recife, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.

Filho de Methodio da Silva Moraes e Dona Maria Andréia de Araújo Moraes, faleceu em 20 de dezembro de 1972, num desastre automobilístico, quando, em companhia de sua segunda mulher, a jornalista e poeta Hyldete Favilla, viajava para Maceió a fim de autografar o seu livro Calabar.

Desde 1918, foi colaborador efetivo do Jornal de Alagoas e, posteriormente, da Gazeta de Alagoas, sendo conhecido juntamente com seus irmãos, o poeta Tancredo de Moraes e o médico e combativo jornalista Delorizano de Araújo Moraes, como beletristas e políticos arrebatados, nas diversas oportunidades com que tiveram de manifestar suas opiniões, culminando com o célebre acontecimento político conhecido como o "tiroteio do Hotel Bela Vista", na Interventoria Osman Loureiro.

Depois da preterição sofrida pelo seu amigo e correligionário Silvestre Péricles de Góes Monteiro, voltou para o Rio de Janeiro, onde passou a escrever nas revistas Vamos Ler, Carioca, Noite Ilustrada, Panfleto e Ilustração Brasileira. Em 1948, voltou a Alagoas, quando foi nomeado diretor da Imprensa Oficial e colaborou nos diversos jornais da nossa capital.

Eleito para a Academia Alagoana de Letras, não foi tomar posse, fato que gerou desentendimentos e polêmicas, inclusive com o presidente Orlando Araújo, uma das mais respeitáveis e destacadas figuras daquela época. Voltando a residir no Rio de Janeiro, foi chefe dos jornais falados da Rádio Mauá, tendo sido logo após seu diretor, cargo em que se aposentou.

Novamente em Alagoas, foi nomeado delegado do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários, candidatou-se à Câmara Federal, não logrando eleger-se, mas participou da vitória de Silvestre Péricles contra Arnon de Mello para o Senado da República, o que o fez retornar ao Rio e ocupar função destacada na administração do IPASE.

Ele era bom de papo e bom de briga. Sua pena corria solta, intimorata, leve ou pesada, dependendo do julgamento que fizesse. Muitas vezes foi criticado e outras tantas elogiado, de acordo com a disposição dos atingidos ou nomeados pelos escritos mordazes, intencionados, diretos, estocadas de florete ou afago sincero e generoso de um cavalheiro, que em pleno século XX ainda vestia armadura, usava punhos e colarinhos impecavelmente engomados e tinha nome de nobre italiano.

Tendo vida literária e jornalística intensa, escreveu para os melhores jornais e revistas do país, deixando os seguintes livros publicados:

Tântalos,
Numa Esquina do Planeta,
Calabar,
Os Devassos,
À Sombra do Presídio,
Figuras da Terra,
Crônicas de Ontem e de Hoje,
General Góes Monteiro: O Comandante de um Destino,
Coletânea de Poetas Alagoanos,
Antologia dos Contistas Alagoanos,
A Pensão de Dona Brígida,
O Último Deputado,
Não há Felicidade.

Romeu de Avelar foi um dos maiores escritores de Alagoas.

Araça dos Luna Freire Paraiba Historia Genealogia Nordeste Mari Sapé e região Antonio Silvino Carro de Boi Açucar cangaço religiao etc




Araçá dos Luna Freire - Paraíba História Genealogia Nordeste

Antonio Freire

editora: Nova Paraíba / João Pessoa

ano: 1972

descrição: Livro em bom estado, capa dura. aproveite.

Escasso livro da bibliografia histórica paraibana e nordestina. Um dos mais importantes livros sobre a história do ramo na Paraíba.


Mari - Espirito Santo - Sapé e região - Antonio Silvino - Carro de Boi - Açucar.

Antiga família de Pernambuco, com ramificações na Bahia, e outros estados do Nordeste, procedente de Macário de Luna Freire. 221 p. il.

Genealogia, história, Religião, Paraíba, Luna Freire, Antonio Silvino, Estrada de ferro, Carro de boi, Rapadura, Açucar, Escritor paraibano.

Traz flagrantes de momentos da cidade de Araça, foto da capela, etc. referencia nos estudos dos povos e costumes que formam a grande Paraíba do Norte. Temos outros livros sobre a Paraíba e Nordeste, consulte-nos. saiba mais ...;

O escritor Antonio Freire informa que os Luna Freire constituem-se antiga família de Pernambuco, com ramificações na Bahia, procedente de Macário de Luna Freire [1808, PE - 1882]. Na Paraíba, concentraram-se na região do litoral. Foram os fundadores e construtores da civilização mariense.

livro contendo raízes dos Luna Freire - denominado ARAÇÁ DOS LUNA FREIRE, de Antonio Freire, onde poderão ser buscadas informações bastante úteis sobre a genealogia dos LUNA de Espanha e dos FREIRE de Portugal e de Espanha e sua descendencia no nordeste e brasil.


Livro com reduzida e única tiragem, pouquíssimos exemplares se vê por aí, lindo livro em papel e ilustrações de boa qualidade, elaborado para a Renomada Coleção de livros com temática Bibliografica sobre a Imigração e linhagens no Brasil.

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sobre a Genealogia:

A genealogia, como ciência não se restringe à investigação exclusiva de árvores nobiliárquicas, mas à reconstituição de todas as famílias, por mais modestas no sentido de buscar a contribuição pessoal na obra comum de engrandecimento da Pátria.

A genealogia é uma das mais belas e úteis ciências, quando cultivada em função da Terra e do Sangue.

O povo que não olha para o passado à procura de seus ancestrais jamais olhará para o futuro e para a posteridade.

Por que ainda hoje há pessoas que se interessam por assuntos tão tolos como origem de famílias ? A todos estes respondo que é com o conhecimento de onde viemos que saberemos aonde vamos. Quer queiramos ou não são os nossos ancestrais que deram a formação mais profunda do nosso ser, do nosso existir. É pois conhecendo as tendências, os modos de ser dos nossos, que saberemos lutar, pelo que seremos e o que os nossos filhos serão. Desse modo, também a eles ofereçamos o gosto pelo conhecimento dos nossos.

Ressuscitar as memórias das passadas gerações, e dentre o pó das histórias evocar todas as glórias
das antigas tradições, é serviço, é incitamento, é missão honrada e nobre.

A preocupação absorvente da Gleba e da Família, do apego ao chão e às tradições domésticas, fecunda as raízes das árvores genealógicas, que são áridas e frias, inexpressivas e mudas quando redundam em simples enumeração de ascendentes e descendentes.

Florescem os seus ramos, enfeitam-se de cor e de som, animam-se, enchem-se de vida, esmaltam-se de glória sentida e compreendida,quando investigamos nos alfarrábios e tiramos do pó o espírito dos antepassados, para viver suas existências, comungar suas dores, beber suas lições, impregnar-nos de suas virtudes e do heroísmo de seus martírios.

Se o brasileiro se apaixonasse pela sua Terra e pela sua Gente, pela comuna cuja gleba seus avós lavoraram, essa paixão longe de desenvolver qualquer regionalismo, lhe daria uma alta e humana compreensão da Vida, da verdade da História e do sentido cristão da Pátria – pátria admirável e bela, que é a mesma paisagem conhecida e amiga que nos habituamos a contemplar da janela da casa paterna e que nossos mortos levaram na retina para o seio da terra abençoada, pátria que é ossuário de....

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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Genealogia de Frederico Guilherme Virmond Gen Nicanor Porto Virmond famílias SUPPLICY - CARRANO Queiroz, Werneck, Fiuza, Machado, Carnasciali




Genealogia de Frederico Guilherme Virmond

Gen Nicanor Porto Virmond

editora: Imprensa Oficial

ano: 1976

estante: Genealogia

livro em Brochura original em bom estado, 140 páginas sem riscos nem grifos, livro escasso, não perca saiba mais...


livro com assinatura e uma muito interessante e informativa dedicatória de punho do próprio autor.

Exemplar único com diversos souvenirs genealógicos, que pertenciam ao antigo dono, sem dúvida um apaixonado linhagista...


livro Genealogia de Frederico Guilherme Virmond, de Gen Nicanor Porto Virmond, como parte da programação da semana comemorativa no centenário de falecimento do artista.


Ascendentes e descendentes de Frederico Guilherme Virmond nascido em Köln, Alemanha em Setembro de 1791.
Na Alemanha chamou-se Friedrich Leonhard Virmond e Friedrich Wilhelm Virmond. Casou-se em Funchal, Ilhas Madeira, Portugal, à bordo da nau Real João, com Maria Izabel Quadros de Andrade em 1807.
Emigrou para o Brasil em 1818, fixando residência em Lapa, Paraná onde morreu em 1876.

Family History of Frederic Wilhelm Virmond of Köln, Germany. He was born in 1791, married to Maria Izabel Quadros de Andrade in 1807, they emigrated to Paraná, Brazil in 1818 and he died in Lapa, Paraná in 1876.

Inclui os nomes Virmond, Suplicy ou Suplici, Queiroz, Werneck, Fiuza, Machado, Carnasciali e outros parentes.

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Ressuscitar as memórias das passadas gerações, e dentre o pó das histórias evocar todas as glórias
das antigas tradições, é serviço, é incitamento, é missão honrada e nobre.


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Revista Brasileira - Tomo v 1896 Jan-Mar

Revista Brasileira - Tomo v 1896 Jan-Mar

Nabuco - Sylvio Romero - Taunay - Bevilacqua Etc

editora: Revista Brazileira

ano: 1898

descrição: em bom estado de conservação, encadernação de época em couro, temos outros números dessa rara revista fonte de referência básica para o estudo sobre qualquer coisa que diz respeito ao Brasil.

Artigos originais de renomados brasileiros tais como Sylvio Romero, Afonso Taunay, Joaquim Nabuco, Afonso Celso, Clovis Bevilacqua, Nina Rodrigues, Alonso Adjunto, Araripe Junior, Herbert Spencer, etc...

Revista Brazileira, uma publicação de ciências, letras, artes, história, filosofia, economia, política, sociologia, viagens, dedicada aos interesses da civilização nacional.

Todas as tardes no Rio de Janeiro, antes que o sol transmonte, um grupo de homens se reúne em uma pequena e modesta sala. É o five o’clock da Revista Brasileira, refúgio suave, tranqüilo da tormentosa vida fluminense. Há desordem; no parlamento? Há estado de sítio? Que importa! Recolhemo-nos àquele retiro e reciprocamente nos infiltramos de fluidos intelectuais.


A Revista Brasileira é de grande importância para a história intelectual brasileira, tendo sido estudada por Antonio Candido, em Formação da Literatura Brasileira, Roque Spencer de Barros, na Ilustração Brasileira, e Wilson Martins, em História da Inteligência Brasileira.

A Revista Brasileira entrou e saiu de cena inúmeras vezes ao longo dos séculos XIX e XX, com uma série de editores e subtítulos diferentes. A historiografia da imprensa no Brasil considera a esta revista como sucessora da Revista Guanabara, de 1850. A revista surgiu em 1855 com o subtítulo de Jornal de Literatura, Teatro e Indústria, que após alguns anos transfor-
mou-se em Jornal de Ciências, Letras e Artes. Na etapa editada entre os anos de 1879 a 1880, passou a se chamar simplesmente Revista Brasileira, desaparecendo a palavra ciência em seu título, sem que isto significasse um abandono dos temas científicos.




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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A Família Prado Darrell E. Levi genealogia paulista linhagens familiares linhagistas café história política etc

A Família Prado

Darrell E. Levi

editora: Cultura 70

ano: 1977

descrição: Genealogia - Brochura de 357 páginas, em bom estado de conservação, brochura original, escasso, aproveite.

Veridiana Valeria Prado (1825-1910), filha do Barão de Iguape, António, desposou Martinho da Silva Prado (1811-1891) e teve quatro filhos, destinados a desenvolver um papel influente na vida brasileira:

António (1840-1929),
Martinico (1843-1906),
Caio (1853-1889)
e Eduardo (1860-1901).

Verdadeira "matriarca" da família, morreu em 1910 aos 85 anos de idade.

Os Prado, com os Penteado, "simbolizavam a casta economica e industrial de São Paulo, durante a Primeira Republica". com 357 pp., mapa, retrato.



Em 1868 Martinico casou-se com Albertina e passou a residir no interior do estado de São Paulo, cuidando das fazendas de seu pai, a Campo Alto e a Santa Cruz. O casal teve 12 filhos e, até mesmo na vida íntima, na criação das crianças, diferenciou-se do restante da família, pois sua liberdade e informalidade foram postas em prática. Os relatos da governanta contratada por Martinico para cuidar das crianças, a alemã Ina von Binzer, confirmam esses fatos. Os filhos tinham total liberdade no que diz respeito aos modos, como também na relação com os pais.

Esses aspectos do cotidiano deste personagem demonstram que o comportamento e os costumes desta família eram totalmente distintos do que era imposto pela sociedade para a educação dos filhos na antiga São Paulo imperial, como relata Levi:

Os Prado eram relativamente arrivistas entre a elite do século dezoito, e, nos últimos anos, podiam se permitir ver o orgulho quinhentista pelas origens heróicas com o mesmo estonteante cinismo que se tornou uma notável característica da família.

O ano de 1900 tinha começado em São Paulo com um acontecimento mundano que selava a aliança entre as duas dinastias que simbolizavam a elite económica e social da cidade no fim do século: o casamento entre a bela Eglantina, filha do Conde António Alvares Penteado, e o jovem António Prado Jr., filho do Conselheiro António Prado, prefeito nos dez anos áureos de São Paulo, entre 1898 e 1908.


Estudo acadêmico sobre importante clã da elite paulista, com estruturas familiares diferentes das normas da sociedade patriarcal a que pertencia.

O brasilianista Darrell Levi, em um estudo mais recente, fez uma investigação sistemática da família Prado. Que Eduardo Prado tenha sido um dos mais ricos cafeicultores do Brasil, e que ele foi também um empresário da cafeicultura, juntamente com o seu irmão Antônio Prado, que enriqueceram em grande parte graças às suas relações com o Império, além de serem proprietários de escravos em um Brasil marcado pelo regime escravocrata,não é nada assombroso. Levi afirma que o Segundo Império foi um período clássico para os Prado, uma era de grande êxito político e econômico da família, que começou a declinar no decorrer da Primeira República.

Levi, talvez tenha sido a sua pesquisa sobre A família Prado o mais sistemático e bem documentado estudo acerca daquela família. Algumas ideias apontadas por Levi merecem ser estudas por muito tempo ainda.


Desenvolve a idéia de que a família Prado, diferentemente da família patriarcal brasileira do estilo Casa Grande & Senzala, fazia parte de uma elite modernizante, o que abrangia uma relação ambígua entre o ser cafeicultor – com todas as suas implicações - e ao mesmo tempo, ser cosmopolita.

Nesse sentido, haveria uma espécie de “problema” da família que perpassava intelectuais como
Prado, a saber: como progredir e, ao mesmo tempo, conservar as tradições legítimas? (p.147).
As questões relativas ao tempo abordadas por Levi não pararam nessa dificuldade entre a
tradição e a modernidade da cultura brasileira. De acordo com o brasilianista, Eduardo, mais
do que qualquer outro Prado, “havia visto as raízes morais, filosóficas e mesmo familiares
de seu mundo sacudidas pelo advento da República. Ele viu minadas as fundações
culturais do Brasil: Deus, pátria e família estavam abandonados”

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Popoff IB 1978 Enneagram of the Man of Unity - Esoterico Quarto Caminho Gurdjieff Ouspensky etc

Irmis B Popoff

Enneagram of the Man of Unity.

Samuel Weiser

1978

livro em bom estado de conservação,coda1-x2, escasso, não perca,"novidades", saiba mais...

The Enneagrama contains an unending series of mathematical variation and relationships which make its study a remarkable and most valuable exercise. Mrs. Popoff, in collaboration with her group, has written this book which illustrates their work with the Enneagrama in life situations which range in scope from sewing a dress and weeding the garden to The Descent of the Holy Spirit and The Man of Unity. Each situation is illustrated through the movements of the enneagrama...

O metropolitano em São Paulo Mario Leão

LEÃO, Mário Lopes;

O Metropolitano Em São Paulo,

São Paulo: Prefeitura do Município de São Paulo,

1945.

livro em muito bom estado de conservação,coda1-x40,escassa 1ª Edição, com dedicatória e autografo do próprio autor.

O engenheiro Mário Lopes Leão, apresentou ao Instituto de Engenharia de São Paulo uma monografia intitulada O Metropolitano Em São Paulo, que propunha um sistema de metropolitano de cerca de 24 km de extensão composto por linhas radiais partindo do centro, ligadas entre si por um anel metroviário na região central de São Paulo.


Segundo Mário Lopes Leão, no livro O Metropolitano de São Paulo, a cidade apresentava em 1933 uma rede de bondes com 258 km de extensão e 550 carros, sendo responsável por 84% das viagens de coletivo, aproximadamente 1,2 milhão de viagens/dia, em uma cidade de 888 mil habitantes.

Em 1942, suas linhas encolheram 41 km, seus carros aumentaram em apenas 20 unidades e sua participação caiu para 63% das viagens de coletivo, enquanto o ônibus passou de 16% para 37%.

Em 1946 o serviço passa para a municipalidade e em 1968 foi finalizado.

Encantos do Oeste Agenor Couto de Magalhães




Encantos do Oeste

Agenor Couto de Magalhães

editora: Imprensa Nacional

ano: 1945

descrição: Encantos do Oeste - Um pedaço do Brasil onde o homem se identifica com a natureza. Prefácio de Gastão Cruls. Capa em tecido, 224 páginas, ilustrado.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A Clã Perdida dos Incas O B R Diamor 1958 Irali - Quilha etc









autor: O B R Diamor

título: A Clã Perdida dos Incas

editora: Prado

ano: 1958

Livros Raros, Livros Raros, Incas, Simbolismo

brochura original, bom estado, 352 pgs. livro esgotado há tempos, - fala admiravelmente da mais antiga tradição destes povos e de suas lendas fantásticas, sob o enfoque do próprio perdedor, de acordo com os capítulos escritos pela história conhecida dos homens. coda00-a1-x4.saiba mais ...

Através de um misterioso homem moribundo encontrado na floresta amazônica, o manuscrito que contém esta fantástica história é trazido a lume e o autor envereda-se pela vida incrível do povo Inca, que há cinco séculos desapareceu da face da Terra, levando consigo homens, mulheres, crianças e um imenso legado em ouro e conhecimento;

"amma llulla, ama khella, ama swac"

assim chegaram os manuscritos,

a 'sementeira do Sol',

o vale do Intí,

Irali,

mama-Bântu,

salve Italauvu, grande guerreiro,

a infancia de Oxnatl,

o paraíso oculto de Intihsuyo,

e muito mais ...

com vocabulário explicativo, ilustrações do próprio autor.

saiba mais ... livro muito apreciado, não perca tempo...





O continente sul-americano, que guarda, segundo os cânones universais, profundos mistérios relacionados ao Império Oculto dos Deuses no seio da Terra.... Existe uma obra incomum, intitulada A Clã Perdida dos Incas, assinada por O.B.R. Diamor, que fala admiravelmente da mais antiga tradição destes povos e de suas “lendas” fantásticas, sob o enfoque do próprio “perdedor”, de acordo com os capítulos escritos pela história conhecida dos homens. Através de um misterioso homem moribundo encontrado na floresta amazônica, o manuscrito que contém esta fantástica história é trazido a lume e o autor envereda-se pela vida incrível do povo Inca, que há cinco séculos desapareceu da face da Terra, levando consigo homens, mulheres, crianças e um imenso legado em ouro e conhecimento.... Longe de serem rudes silvícolas, os integrantes desta raça eram altamente desenvolvidos, especialmente no seu aspecto moral, fato que veio confrontar-se brutalmente com a barbárie dos gananciosos invasores europeus....Magicamente o livro fala do INTIHSUYO SECRETO, aquela região que ninguém sabe onde fica exatamente, no meio da densa ....

Clã Perdida dos Incas, queremos destacar a forma expressiva com que o autor procurou encerrar sua obra (dizemos nós, de cunho iniciático), misto de lenda e realidade, de alegria e de sofrimento:

“Agora que INTIHSUYO não pode mais ser descoberto, eu, um de seus mitimais secretos (enviados), um agente verdadeiro do progresso e da paz para a humanidade (que por circunstâncias especiais se vê perdido na vastidão deste mundo de florestas), deixo aqui romanceada a primeira parte de nossa história”.

Segundo o autor, existe uma continuação deste incrível relato que ele decidiu ocultar por não ter chegado ainda o tempo....

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O Mistério do Dr. Fumanchu Sax Rohmer sinologia, orientalismo



O Mistério do Dr. Fumanchu

Sax Rohmer

editora: Francisco alves

1985

Livro em bom estado de conservação, Brochura, capa flexível, folhas fixas, texto íntegro, miolo em ótimo estado de conservação. Tradução de Áurea Brito Weissenberg

Apresentação Leo Magarinos de Souza Leão.

Em pleno centro de Londres, a fiura sinistra do Dr. Fu-Manchu se alia a assassinos profissionais e fanáticos, ameaçando a vida de pessoas que tentam desvendar seus segredos ocultos;



sinologia, orientalismo



"Imagine um homem alto, magro e felino, de ombros elevados, testa ampla como a de Shakespeare, rosto satânico, crânio raspado, olhos oblíquos, magnéticos, de pupilas verdadeiramente verde-gato. Acrescente à imagem toda a cruel ambição das raças orientais, e mais um intelecto gigantesco, apoiado por todos os recursos de um governo abastado, mas que ignora por completo sua existência. Imagine esse personagem medonho e terá um quadro mental do Dr. Fu-Manchu, o perigo amarelo em pessoa”.


Sax Rohmer (o estranho pseudônimo de Arthur Henry Sarsfield Ward, 1883 – 1959) foi, provavelmente, um dos mais importantes expoentes do orientalismo na literatura mundial. Candidato ao posto de um dos maiores difamadores das culturas asiáticas que já existiu (apesar de gostar de posar para fotos com um bom robe de seda chinês), Sax foi um destes autores que - conscientemente - difundiram o mito dos amarelos malvados, astutos e perigosos.

Sua criação principal, o Doutor Fumanchu, representa a síntese de um amplo conjunto de preconceitos amarrados frouxamente (mas de modo hábil) pela teia da ignorância ocidental.

Não devemos, no entanto, menosprezar o valor de seus textos - alem de serem uma curiosa fonte histórica, sabemos que a literatura é formadora de opiniões, seja ela calcada no romance, na aventura policial (como no caso de Sax) ou mesmo na ficção científica.

“Esse homem, seja um fanático, ou um agente designado, é sem dúvida a mais maligna e extraordinária personalidade existente no mundo de hoje. É um lingüista que fala com fluência quase todos os idiomas civilizados e a maioria das línguas bárbaras. É conhecedor de todas as artes e ciências aprendidas numa grande universidade. É também adepto de determinadas artes e ciências escusas que ele não aprenderia em universidade alguma. E possui a inteligência de três homens geniais”

Arthur Henry Sarsfield Ward (15 de fevereiro de 1883, Birmingham, Inglaterra—1 de junho de 1959), mais conhecido por Sax Rohmer, foi um prolífico romancista inglês, lembrado principalmente por sua série de romances sobre o mestre do crime, Dr. Fu Manchu.


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Anthese - Versos Costa Alecrim

Anthese Versos

Costa Alecrim

Livraria Universal Recife

1925

Encadernado com capa dura, com retrato do autor

Livro em bom estado de conservação,




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Joaquim Fontes O Jardineiro e as Rosas do Brasil

Joaquim Fontes

O Jardineiro e as Rosas do Brasil

1941

Editora Limitada

Livro em bom estado de conservação, encadernado com capa dura





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Revelação- Sonetos Escolhidos de Gamaliel Mendonça 1921 literatura brasileira sergipana sergipe aracaju nordeste 1921




Revelação- Sonetos Escolhidos de

Gamaliel Mendonça

1921


Revelação: sonetos escolhidos, com o retrato do autor. Rio de Janeiro, 1921. in. 8º.

Livro em Bom estado de conservação, encadernado em capa dura, manteve-se a capa brochura original.


Exemplar único, com uma rara dedicatória e assinatura de próprio punho do autor para um importante nome da intelectualidade brasileira de época. Há ainda correções feitas manualmente pelo próprio poeta.

Uma escassa peça bibliográfica da literatura sergipana e brasileira. 1ª e única edição. Tiragem muito pequena.


Gamaliel de Barros Mendonça – Filho de Jovino José de Mendonça e D. Carolina de Barros Mendonça, nasceu na cidade de Laranjeiras a 3 de dezembro de 1885.

Estudou preparatórios no Ateneu Sergipense e muito moço ainda tentou seguir a carreira comercial
como empregado nas praças de Laranjeiras e Aracaju, e depois na de Santana da Vargem Grande, no Estado de S. Paulo.

Em 1905 foi admitido na delegacia fiscal do Amazonas e em janeiro de 1918 foi nomeado 4º escriturário da Alfândega de Maceió.

Colaborou na “A Primavera”, de Aracaju, em 1904; no “Jornal do Comércio” de Manaus, em 1905; “O
Ateneu”, de Aracaju, em 1906; “Correio de Aracaju” e “Jornal de Sergipe” em 1908; “Gazetinha” em 1909 e ultimamente no “O Estado de Sergipe”.

Escreveu:

– Vigílias: versos. Bahia, 1911, 132 – 3 págs. in. 8º. Tip. Baiana, de Cincinato
Melquíades. É o seu livro de estréia e traz o seu retrato.

– Meu livro: coleção de sonetos, assim divididos: Minha Parte e Parte Alheia. Rio,
1915, 67 págs. in. 8º.

– O caso do vapor “Vênus”. Minha suspeição e o meu protesto. No “Diário da
Manhã”, de Aracaju, de 21 a 28 de junho de 1916.

– Magnus dolor: coleção de CXV. sonetos com o retrato do autor. Rio, 1916, 117
págs. in. 8º. Nas Oficinas do “Jornal do Comércio”.

– Discurso proferido na noite de 7 de janeiro de 1917 na residência do professor
Brício Cardoso por ocasião das suas bodas de ouro. No “Diário da Manhã”, de 12 do mesmo
mês.

– Um administrador enérgico e uma administração prudente. Outras considerações:
série de artigos no “Diário da Manhã”. Aracaju, de 15 de fevereiro; 14 de setembro; 18 e 20
de outubro; 14 de novembro de 1917.

Revelação: sonetos escolhidos, com o retrato do autor. Rio de Janeiro, 1921. in. 8º.

Data de morte: 18 de Outubro de 1948.


fonte:
Dicarmindo.

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CHRYSANTHÈME Matar literatura feminista intelectual brasileira alcindo guanabara








CHRYSANTHÈME ( Cecília Moncorvo Bandeira de Melo Rebelo de Vasconcelos)

Matar ! Romance sensacional e moderníssimo.

Livraria Francisco Alves,

1927.

Officinas Graphicas da Livraria Francisco Alves.

Livro em bom estado de conservação, com 188p, encadernado com capa dura original em tela editorial, com a linda capa brochura original de F Acquarone. Exemplar com assinatura da renomada Anita Dubugras Marx.

Cecília Moncorvo Bandeira de Melo Rebelo de Vasconcelos (1870/1948), apesar da sonoridade de tão pomposo nome, buscou esconder-se atrás de pseudônimos, sendo Mme Chrysanthème ou simplesmente Chrysanthème, o mais usado. Importante nome no panorama literário brasileiro, como exemplo da participação feminina nos conteúdos sócio-culturais da época que resgata, como ninguém, a memória de opressão e da resistência feminina nas primeiras décadas do século XX.




Em Matar!: a personagem Barbara, preta velha com poderes de feiticeira, alerta Margarida para o perigo que os homens representam:

"Os homes, Nhàzinha, são mesmo assim, uns anjos de dia, uns bódes de noite! Nhàzinha, não creia nunca nessa gente que é o home!"


--------------




Matar! tem uma estrutura curiosa, onde o nome Chrysanthème adquire uma notação ficcional, uma vez que é ela a jornalista destinatária da carta e do diário de Margarida Hellis, em que esta conta sua triste história; tendo tido Cecília Moncorvo, como sua mãe Carmen Dolores, uma participação sistemática na imprensa da época, realidade e ficção aqui se misturam, garantindo a verossimilhança do romance.

O diário de Margarida é precedido de uma carta escrita momentos antes dela tomar o veneno que a levará para o mistério da morte; dessa forma, o(a) leitor(a), pelo teor da missiva, fica preparado/a para o desonrolar dos acontecimentos que compõem a vida da protagonista. Criada sem mãe por uma ex-escrava, amante de seu pai, vivendo livremente em contato com a natureza, tem sua primeira experiência sexual com o primo, aos quinze anos. Não se sujeitando à brutalidade de Cristiano, seu primo, com a morte do pai, vai em busca de uma importadora de moças, que estivera em Valença à procura de jovenzinhas para seu bordéu no Rio de Janeiro. Começa, então, sua carreira como prostituta até encontrar o grande amor de sua vida, Lúcio de Vizeu.

Vive uma grande paixão, mas descobre que seu amado vai partir para Portugal onde o espera sua noiva. Num assomo de vingança, deixa-o morrer, tragado pelas águas do mar revolto; considerando-se culpada busca a morte.


Feminista a autora diz: Nenhum dos meus livros contém sequer um arremedo de prefácio escrito por mim ou pelos outros. Nunca me acudiu ao cérebro a idéia de procurar um padrinho ou apresentador para as minhas produções literárias. E, também, jamais me arrependi de assim proceder, sendo, entretanto, uma mulher sozinha entre um exército de escritores, de críticos, de rivais e de ... Inimigos! Tentei simplesmente, neste romance, observando a sociedade actual, pôr em guarda as minhas irmãs em espírito e em coração contra as hipocrisias, tartufices e maldades dos varios cavalheiros de roupa branca, ou escura, lunetas redondas, ou sem ellas, e chapéo de feltro ou de palha, typo monotono, ou commum, que lhes juram amor, proteção e solidariedade, rindo-se depois, machiavelicamente, quando as vêem credulas, confiantes e repousadas nessas promessas mais falsas do que as dos judeus agiotas."
Nesta tragédia real, passada ao lado dos indiferentes e dos insensíveis, dessa tragédia que “os outros não vêem”, procurei fazer um retrato fiel do amante de hoje. Os homens, pois, não devem ler este meu livro. Vendo-se retratados nas suas páginas, com tamanha perfeição, revoltar-se-ão contra mim.


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Judas Isgorogoto A Árvore Sempre Verde




Judas Isgorogoto

A Árvore Sempre Verde

Saraiva, 1959

1ª edição. Poesia. Encadernação original brochura. Livro em bom estado de conservação.





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Desnacionalização da Amazônia Osny Duarte Pereira trustes borracha seringal gas petroleo farmacia geopolitica itamaraty venezuela biopirataria etc



Desnacionalização da Amazônia

Osny Duarte Pereira

Editora: Fulgor-1958

Prefácio: Presidente Arthur Bernardes

O livro encontra-se em bom estado de conservação, brochura original, com ilustrações gráficas e fotográficas. Um primor de livro quer em conteúdo, quer em diagramação. Escasso, não perca, saiba mais...


"Apenas o Território do Rio Branco, escreve, basta para salvar da ruína, qualquer país do mundo..." Isso indica que nível de informação encontrará, neste livro, o leitor interessado.

Um chamado à consciência dos brasileiros.

Um escorço histórico da desnacionalização da Amazônia, problematizado e colocado à mesa pelo autor de maneira muito bem documentada. Isso há décadas, muito antes de ser moda falar em meio ambiente, colapso, mudanças, etc....

Um obra de referência obrigatória para todos aqueles que se debruçam sobre o problema do colapso atual, quer seja no registro ambiental, político, econômico indo até suas raízes histórico-ideológicas....



Que relações poderiam guardar os seguinte itens::

As cartas de T Jefferson ao secretário de Estado Hay, disponíveis no Arquivo do Congresso em Washington, sobre o Brasil ;
Com o patriota mineiro José Joaquim da Maia, de resto quase desconhecido ;
Com os pouco famigerados Agassiz, Nathanael Thayer e Henry Alexander Wickhan ;
Com as descobertas petrolíferas da região amazônica por Loch no começo do século, isto é, em 1904, que deixam o hoje popular "Pré-sal" numa situação de simples possa de petróleo;
Com a deplorável "Doutrina Macedo" explicitamente entregue em forma de Lei por por Efigênio Sales, senão, Lei nº 1.297 de 18-10-1926;
Com Spykman, perverso doutrinário euro-norte-americano cedo comido por cancro ;


Memória curta, Vida breve ....

Durante a vida de pesquisa o probo Osny Duarte arregimenta um batalhão de informações e notas que fazem, no que diz respeito ao Brasil, o Wikileaks e seus 'escândalos diplomáticos', parecer um ingênuo semanério de fofocas....

Pense, brevemente, o leitor que informações caem no esquecimento, livros como este têm o propósito expresso de serem testemunhas permanentes de nossa sociedade e de nossos problemas.

"Não é segredo prá ninguém o fato de um dos trustes ter mandado emissarios ao Brasil empenhar-se no sentido de na feitura da Constituição se permitir pudessem estrangeiros explorar o sub-solo brasileiro."

1.ECONOMIA, HISTÓRIA, POLÍTICA, VIAGENS 2.BRASIL, SÉCULO XX - AMAZÔNIA 3.RELATO DE VIAGEM À AMAZÔNIA, DENUNCIANDO A EXPLORAÇÃO E O 4.SAQUE DE SUAS RIQUEZAS POR EMPRESAS ESTRANGEIRAS, OS 5.PROBLEMAS RELATIVOS À BORRACHA, ÀS CONCESSÕES, ÀS MISSÕES 6.RELIGIOSAS, AO PETRÓLEO, ÁS CONDIÇÕES DE VIDA DO POVO E 7.OUTROS TÓPICOS


Com dedicatória impressa, entre outros, aos "valorosos Placido de Castro e a todos os seringueiros que defenderam, com seu sangue, o solo acreano contra o domínio anglo-ianque de "The Bolivian Syndicate of New York City in North America."


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GENTE DA TERRA Antonio Celestino

GENTE DA TERRA.

Antonio Celestino

1972.

Livro em bom estado de conservação, encadernado em brochura, ilustrado.
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com textos sobre Calasans Neto, Raimundo de Oliveira, Genaro, Floriano Araujo Teixeira,


Antônio Celestino, um livro excelente sobre os artistas Baianos, "Gente da Terra"; Gente da Terra - Antonio Celestino.

Edição ilustrada por vários artistas Livraria Martins Editora

Para se perceber a importância intelectual desse homem veja-se o que fez o circulo inteclectual da Bahia em seu proveito.

REQUERIMENTO DIRIGIDO À EGRÉGIA CÂMARA DE VEREADORES DA CIDADE DO SALVADOR A
PROPÓSITO DE ANTÔNIO CELESTINO.

Senhor Presidente, Senhores Vereadores:

Escritores, artistas, jornalistas, intelectuais da Cidade do Salvador, das mais diversas tendências políticas, estéticas, religiosas, reunimo-nos cordialmente neste documento para solicitar aos Senhores Vereadores, responsáveis como nós, pela vida e pela cultura da cidade,
seja concedido quanto antes com entusiasmo e alegria, em solenidade festiva — o título de cidadão baiano ao Sr. Antônio Simões Celestino.

Somos, Senhores Vereadores, daqueles que almejam ver o título de cidadão baiano distribuído de maneira a mais econômica, evitando-se um esbanjamento cujo resultado fatal seria baratear e diminuir um galardão para nós o mais honroso e grato.

Deve a Egrégia Câmara fazer-se realmente difícil na concessão de tão alta honraria, reservando-a aos mais dignos e merecedores. Antônio Celestino é um desses raros realmente dignos e merecedores. Pela contribuição trazida ao engrandecimento de nossa cidade, à preservação de seu espírito, de seu caráter, de sua fisionomia, de sua mágica poesia.

Em realidade, no conceito dos homens de cultura e do povo, já é ele cidadão baiano e o título será apenas uma ratificação. Tanto contribuiu para a cidade, tanto a ela se entregou com amor e devotamento, tão baiano se fez nesses 30 anos de residência e trabalho em Salvador. Nascido em Portugal, vindo adolescente para o Brasil, na Bahia Antônio Celestino realizou-se por completo, dando à cidade o melhor de sua energia e de sua capacidade.

Seja em suas funções quotidianas na direção de estabelecimentos bancários, que soube despir de todo mercantilismo e transformar em fator de desenvolvimento do Estado; seja exercendo uma ampla e variada atividade social, na direção de instituições diversas, do Museu de Arte Moderna da Bahia ao Hospital Português, do Instituto Brasileiro de Oftalmologia ao Gabinete Português de Leitura, do Clube Português ao Instituto de Cegos da Bahia.

Tem sido, porém, sobretudo como homem de cultura — crítico de arte de renome nacional, incentivador de artistas, dirigente de Museus, responsável em grande parte pela criação do mercado baiano de arte, colecionador importante — que sua atuação ganhou destaque definitivo,
fazendo de Antônio Celestino presença das mais significativas no desenvolvimento atual da vida artística da cidade do Salvador e do Estado da Bahia.

No exercício da crítica de arte, reuniu em "Gente da Terra", livro de ampla repercussão em todo o país, uma série de ensaios sobre os artistas baianos, redigidos com conhecimento e amor.
Livro que traça completo panorama de nossa arte contemporânea, "Gente da Terra" é mais um serviço que esse baiano exemplar, nascido em Póvoa do Lanhoso, presta à terra de adoção da qual se fez filho ilustre.

Casado com baiana de família tradicional, ligado por laços de profunda amizade aos mais diferentes setores da gente baiana, Antônio Celestino tornou-se de tal maneira um dos nossos, a ponto da grande maioria pensá-lo de há muito na posse do título que hoje para ele reclamamos; por tê-lo merecido e, em verdade, exercido como baiano antigo e intransigente, dos mais dignos, dos melhores. É necessário, Senhores Vereadores, formalizar uma realidade clara e indiscutida, qual seja a da cidadania baiana de Antônio Celestino, entregando-lhe o título que ele já obteve
por decisão unânime da população. E para que o alto e honroso ato da Egrégia Câmara de Vereadores seja igualmente homenagem de admiração e amizade dos homens de cultura da cidade do Salvador a Antônio Celestino, cidadão decente, generoso e bom, nosso companheiro fraternal, assinamos este documento e o trazemos à vossa consideração.





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Gian Paolo Barbieri Tahiti Tattoos Taschen tatoo tatuagem história grafismo





Gian Paolo Barbieri.

Tahiti Tattoos

Editora: Taschen

Livro em bom estado de conservação, capa dura, Ilustrado,coda1b14x,muito ilustrado, escasso, não perca, saiba mais...

Aas pessoas tatuadas do Tahiti fornecem um registro de uma linguagem da silenciosa polinésia deixado na pele das pessoas.

No final dos anos 80 quando a revista Vogue enviou Barbieri para o Tahiti, ele descobriu na ilha uma fonte de inspiração para suas fotografias. Uma possibilidade de se realizar sonhos de aventuras por aquele mares que sonhara na juventude e seu amor pela Polinésia. Lá descobriu que tudo que sonhara era muito mais forte, assim como seu povo, sua cultura e seus hábitos. E foi na arte da tatuagem que Barbieri apontou suas lentes dessa vez.

O escritor Raymond Graffe introduziu os segredos da tatuagem que tinha ficados escondidos aos olhos dos europeus. Foi o ponto de partida para mais um belo livro de fotos, dessa vez contando a história da tatuagem tendo como base as razões étnicas e culturais do povo do Tahiti.

Atrelado a isso, a referência dos quadros de Paul Gauguin e seus apontamentos sobre a primeira viagem ao Tahiti. E a "linguagem da pele" da cultura polinésia rendeu o livro "Tahiti Tattoos".



Para que sejam encontradas as origens da tatuagem no arquipélago da Polinésia é necessário recuar ao passado mais longínquo da civilização Maori. Esta arte difundida no início nas Ilhas da Sociedade, onde atingiu uma perfeição extraordinária, é apreciada e praticada pelos habitantes das Ilhas Marquesas e Maori.

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Nos Sertões do Araguaia Hermano Ribeiro da Silva 1935

Nos Sertões do Araguaia

ano: 1935

Autor: Hermano Ribeiro da Silva

Livro em bom estado de conservação, Ilustrado, Encadernado em capa dura

Nos Sertões do Araguaia - Hermano Ribeiro da Silva - Ed. Cultura Brasileira, São Paulo - Narrativas da Expedição Às Glebas Bárbaras do Brasil Central - Ilustrado Com Fotos da Expedição e Mapa - 1935 presumivelmente - Conservação: Exemplar Sem a Capa, Primeiras Folhas Soltas, Cores Irregulares e Escurecidos, Páginas Amareladas - Carece de Uma Nova Encadernação - Miolo Bem Preservado - 316 Páginas - Tamanho 12 Cm X 19 Cm - os Índios Carajas, Javahés, Canoeiros, Xavantews, Tabirapés, Caiapós, Ararandiuáras, Gaviões, Cherentes. as Catequeses, Exploração do Rio das Mortes. a Ilha do Bananal. a Missão Inglesa e Outros
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Estudo Geográfico do Território do Acre-Antônio Teixeira Guerra

Autor: Antônio Teixeira Guerra

Titulo: Estudo Geográfico do Território do Acre

Editora: conselho nacional de Geografia

Ano:1955

Livro em bom estado de conservação, encadernado com capa dura.
Sociologia Brasileira, formato 16 x 23 cm, 294 pág. ricamente ilustrado com fotos pb e mapas. Biblioteca Geografica Brasileira Publicação.
a1b8x


o livro é uma demonstração da qualidade técnica, do espírito público e da devoção ao Brasil do
corpo técnico dessa benemérita entidade pública, o IBGE.

Os dados, textos, fotos, diagramas, e mapas que integram esse Estudo Geográfico do Território do Acre constituem o mais completo acervo de informações sobre o nosso Estado, quando ainda era Território Federal, antes de sua elevação à categoria de Estado da União.

seu autor, o Professor Antônio Teixeira Guerra, uma das grandes expressões da ciência geográfica no Brasil.

INTRODUÇÃO; — ASPECTOS FÍSICOS DA REGIÃO - Morfologia e solos - Clima; ASPECTOS HUMANO-ECONÔMICOS; Povoamento e População. Crescimento, Composição,Distribuição e Movimentos de população; Principais Núcleos de População e suas Funções; Aspectos Gerais da Colonização. Principais Colônias; Agropastoris. O Extrativismo nas Colônias; Doenças Tropicais. Impaludismo e Parasitas Intestinais; Aspectos Gerais da Economia e Meios de Vida; Os Meios de Transporte e as Comunicações;etc






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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Guia do Aprendiz Maçon Com Adendo Como Se Adquire Riqueza Irmão Maat



Autor: Irm:. MAAT

Título: Guia do Aprendiz Maçom com o adendo "Como se Adquire a Riqueza"

Editora: Distribuição restrita pelo I.T. Cruzeiro do Sul

Ano: 1948 - Páginas: 164

descrição: Livro usado, 164 páginas, o exemplar é uma brochura; é uma primeira e única edição, tiragem com exemplares limitados, poucos estudiosos têm acesso a esta obra, uma verdadeira preciosidade da bibliografia iniciática maçônica em nossa pátria, escasso, não perca, saiba mais...

Suas páginas estão envelhecidas com tonalidade amarelada tipico de livro antigo, não há anotações ou grifos em suas páginas. Suas páginas estão envelhecidas com tonalidade amarelada tipico de livro antigo, não há anotações ou grifos em suas páginas. Sugerimos ao futuro dono que providencie uma encadernação a altura do valor histórico da obra.

A obra versa sobre a iniciação maçônica, o grau especifico de "Aprendiz" e a aplicação dos segredos referentes ao mesmo para uso pessoal.

É uma obra que não teve em sua época divulgação externa ao círculo dos maçons, portanto é uma obra que deve ser usada com a responsabilidade adequada, uso restrito...

Trata-se de um verdadeiro memorial da ciência oculta em nosso território, livro extremamente difícil de conseguir, poucos iniciados sabem quer se que ele existe, não perca...

Contém a tradução e reprodução de um antiquíssimo catecismo maçônico, hoje pouco falada e lembrado. Contém a tradução das antigas Máximas do rito Misraim. Contém um método para ter memória inteligente. Versos Aureos. etc ...

Livro extremamente interessante por sua abordagem, precursor de muitos que estão hoje em evidência, um verdadeiro manual de tudo aquilo que se pode escrever sobre maçonaria como bem diz o autor em seu prefácio:

" muitos dos conceitos deste livro são já de domínio público em paizes civilizados, verdade é, que a posse dêsses conhecimentos cabe a um público restrito. Outros conceitos, e êstes em maior parte, são nossos e si não se deve dar a publicar tudo o que se passa na Maçonaria, é porque os seus conhecimentos por demais profundos exigem..."
Saiba mais ...

Livro indispensável.

Badariotti, Nicolaó.. Exploração no norte de Mato Grosso, região do Alto Paraguay e Planalto dos Parecis. São Paulo: Escola Typ. Salesiana, 1898

Badariotti, Nicolao

Exploração no norte de Mato Grosso, região do Alto Paraguay e Planalto dos
Parecis.

Apontamentos de História Natural, Etnographia, Geographia e impressões.

Cuiabá: Biblioteca Katukulosu - Missão Anchieta, 1898 - Escola Typographica. Salesiana,

1898

Livro em capa dura original, tela com relevo, mapa, bom estado de conservação,coda1bx24, escasso, não perca, saiba mais ...




É de BADARIOTTI o primeiro registro escrito de todos os tempos sobre a

representação da Serra do Tapirapuã do final do século XIX. Ele descreveu com bastante

riqueza de detalhes o ambiente e, inclusive, traçou comparações com locais conhecidos do

Rio de Janeiro e de São Paulo. O padre salesiano descreveu a serra como um imenso degrau,

formando um grande planalto que se inclina para o norte, originando duas vertentes, a do

oeste que dá origem ao rio Sepotuba e a do leste, que forma o rio São Francisco, os dois

rios, conforme ele, são afluentes do Paraguai. Sendo assim, definiu geograficamente a Serra

do Tapirapuã: “... portanto a serra do Tapirapuam pertence inteiramente à bacia do

Paraguay e nada tem que ver com o planalto de Parecis e menos ainda com o Amazonas”.

BADARIOTTI define cartograficamente alguns rios da bacia do Paraguai, talvez elementos

de discussão na época.




"Maneja admiravelmente a espingarda que lhe demos; arremeda a caça, seja onça, veado, ou siry-ema até ter certeza de não falhar o tiro.Também elle não perdeu um cartucho e quasi todos os dias na volta do campo ou da matta nos trazia de que variar a nossa comida. E susceptivel de affeiçção e sensível aos benefícios..."




Foi a partir de fins do século XIX que os contatos dos Umutina com a sociedade nacional em expansão tiveram seus lances mais dramáticos, havendo lutas e mortes de parte a parte. Segundo Nicolau Badariotti, escrevendo em 1898, era intenção do governo de Mato Grosso organizar uma expedição de extermínio contra esses índios, dada a resistência que impunham à penetração de não índios em suas terras.



No século XIX, Nicolau Badariotti, acompanhou durante cinco meses uma expedição de exploração das matas de borracha, percorrendo o território dos Paresi no noroeste de Diamantino. Os
seus dados demonstram que os índios ocupavam um vasto território, que limitava “ao sul, com a Serra de Tapirapuãn e a nação dos Barbados [os Umutina]; a leste, com o município de Diamantino e a bacia do rio Arinos; ao norte com o território dos Cabexins e dos Tapanhunas, a oeste com o rio Juruena e o território dos Cabaçaes”.

Ele foi o viajante que mais se aproximou dos Paresi, que depois seriam encontrados pelo Marechal Rondon, na construção das linhas telegráficas.

Sua função na expedição era, justamente, contatar os índios, facilitando assim a penetração da frente da borracha. A 20 léguas de Diamantino encontrou uma aldeia cujo chefe Paresi chamava-se Cyriaco, criticado pelos outros índios por se comunicar muito com os “civilizados”.



A expedição de Badariotti foi promovida por um Banco (Banco “Rio-Mato Grosso”), com um fim muito
específico: a exploração do norte, onde, “suppunham-se incontestáveis riquezas
naturaes, mormente a abundância de seringa ou borracha”.

Ele registrou em sua memória as “malócas” Paresi que encontrou pelo caminho, com o nome do seu chefe, que às vezes ele batizava e trocava.

Ao chegar na cabeceira do rio Kágado - ou Wazuliátia sewe, onde o Marechal Rondon plantou, menos de uma década depois, a estação telegráfica “Parecis” - em companhia do guia Zozoiaçá, encontrou a aldeia de Zoariariri (ou Zozoariariri), um grande chefe Paresi.

Com Zozoariariri e sua mãe, aproveitou para resolver, como disse, uma importante “questão de
hydrographia”:

“Traçei um risco no chão e indiquei o rio que corria perto da malóca: traçei ainda um outro risco que fiz convergir para o primeiro e disse: Xacuruhina [quer dizer: Sakuriu winã, a cabeceira do rio Sucuruína - nos mapas de hoje], prolongando-o depois ao oeste o fiz encontrar com um outro rio, que chamei Juruena. O cacique aprovou o meu dizer e a mãe d´elle aproximando-se mostrou-se muito satisfeita acenando-me que eu tinha acertado. Estava resolvida uma questão de hydrographia: o Xucuruhina é pois afluente do Juruena e não do Arinos, como querem alguns autores.”



Mais do que uma simples curiosidade sobre a hidrografia da região, é possível ver, nesta passagem da narrativa de Badariotti, que os índios não tinham noção da grandiosidade da invasão que iria acontecer, definitiva e acelerada, desde o final do século XIX, em busca dos seringais do Juruena e Arinos.



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The Ultimate Alphabet Mike Wilks














The Ultimate Alphabet

Mike Wilks

Pavilion


Livro em bom estado, capa dura,coda1bx12, escasso, não perca, saiba mais ...



A pictorial alphabet with complex pictures of a multitude of things whose identities start with the representative letter. Challenging for an adult.



'The powerful and evocative story of Noah's Ark has captured the inmagination of countless painters. Mike Wilks, creator of lthe highly successful Ultimate Alphabet, has been inspired by the legend to paint his own extraordinary and enigmatic interpretation of it, which challenges the reader to solve a baffling puzzle. He has depicted over 700 individual creatures from the exotic to the everyday. In keeping with the original story, he has painted all the animals two by two, though not usually side by side or obviously matched - except for one, and only one, which has been painted without its mate. The mystery of the painting is to find and name the one solitary animal. Includes text on each creature in the paintings, minutely researched and accurate.


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The Ultimate Alphabet (ISBN 1-85145-050-5) is a best-selling book by Mike Wilks. It is a collection of 26 paintings, each depicting a collection of objects starting with a particular letter of the alphabet. It was published in 1986 as a competition with a £10 000 prize, closing in 1988. Unlike children's alphabet books, it contains unusual words, and is extremely intricately painted, with the paintings in a realistic style, but rendered surrealistic by the strange juxtaposition of subject matter. Wilks himself appears at least once in every painting, as does his trademark snail. Each letter is itself represented several times, typically in braille, morse code, semaphore, and sign language as well as in its printed form.

According to Wilks the book contained depictions of 7,777 words in total ranging from just 30 for the letter X to 1,229 for the letter S, taking a total of 18,000 hours to complete. A single object may be described by more than one word beginning with the same letter: for instance, a dalmatian is also a dog and a witch is also a woman. Conversely, the same word may refer to more than one class of object: thus the leg of a tripod and the leg of a human being count as two separate words, and the image for K depicts several types of king. However, as Wilks points out in his Introduction, "anyone with expertise in any particular subject will certainly be able to identify more in these images than I have intentionally included".




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The Art of Maurice Sendak - Selma Lanes




The Art of Maurice Sendak -

Selma Lanes

Abraham

1984

Livro em bom estado,capa de pano, ilustrado, 277 pags, coda1b8x,escasso, não perca, saiba mais ...


A book which contains many images of the well-known author/illustrator in the United States,

Maurice Sendak. He is perhaps best known as the man who encouraged timid children (and parents) to venture "Where the Wild Things Are", who revealed what goes on "In the Night Kitchen" and who proclaimed the unsung virtues of "Chicken Soup with Rice".






This book contains early sketches, ideas that were never developed and penned fantasies created while listening to music. There is also an accompanying personal account of the artist's life.


Text is based on interviews, conversations, and extensive research by Sendak's close friend Selma Lanes. A lavish production focusing on the work of Maurice Send ak, beloved by generations for his magical illustrations capturing the spirit of children of all ages.


includes two hundred sixty-one illustrations, including ninety-four full-color plates. This incredibly beautiful book is a comprehensive exploration of the life and art of the much-loved Maurice Sendak.

Maurice Sendak is one of the most admired artists in children's literature.




His uniquely expressive illustrations, which bring to life a world of fantasy and imagination, have won him both the Hans Christian Andersen Medal and the Caldecott Medal.






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Stanley Miller - Mouse & Kelley Paper Tiger, 1979 psychedelic artists Grateful Dead arte alternativa hippie lsd psicodelica etc rock art beat genera














Mouse & Kelley

[Stanley Mouse, pseud. of Stanley Miller, and Alton Kelley ; edited by James Slattery].



Dragon's world - Paper Tiger

1979

Livro em bom estado, brochura, ilustrado, capas, print, push pin, style, design... coda1bx6, escasso, não perca.

127pp of full-col posters, album covers, T-shirt designs etc by these 2 artists, with short biographies.

Contents : Mouse and Kelley - Biographies - Olds Lamps for New (Posters) - Going for a Song ( Publications) - Interiors ( collages) Rock Icons ( album Covers) - All tat Glitters (posters) - Street Heraldry ( t-Shirts)




original edition, high quality paper that sheds some insight on Frisco's finest poster and album jackets artists Mouse and Kelly.

This book details their late sixties and early seventies creations with poster reproductions of all the great SF concerts, Human Beins, etc.

I guess their art needs little to no introduction.

This is a rare first edition book on their art and getting a tough one to dig up. Just beautiful. Totally recommended.


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Stanley Mouse (b. Stanley George Miller, October 10, 1940) is an American artist, best known for his 1960s psychedelic rock concert poster designs and Grateful Dead album cover art.


Alton Kelley (June 17, 1940 in Houlton, Maine — June 1, 2008 in Petaluma, California) was an American artist best known for his psychedelic art, in particular his designs for 1960s rock concerts and albums. Along with artists Rick Griffin, Stanley Mouse, Victor Moscoso and Wes Wilson, Kelley founded the Berkeley Bonaparte distribution agency in order to produce and sell psychedelic poster art.

Along with fellow artist Stanley Mouse, Kelley is credited with creating the wings and beetles on all Journey album covers as well as the skull and roses image for the Grateful Dead. Kelley's artwork on the 1971 self-titled live album, Grateful Dead, incorporated a black and white illustration of a skeleton by Edmund Sullivan, which originally appeared in a 19th century edition of the Rubáiyát of Omar Khayyám.

In 1995, Kelley designed and printed a limited edition poster of Jack Kerouac to raise money for the Jan Kerouac Benefit Fund. Kelley is also credited for the cover art from the 1996, King's X album Ear Candy.


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Ramo de ouro JAMES GEORGE FRAZER GUANABARA



Ramo de ouro

JAMES GEORGE FRAZER

GUANABARA


CIÊNCIAS SOCIAIS - ANTROPOLOGIA

Livro em bom estado de conservação, em brochura,coda1b-x16,escasso, saiba mias ...

A obra clássica de James G. Frazer, um dos textos mais belos da antropologia.
Preparada por Sabine MacCormack, a obra apresenta uma nova leitura sucinta, a partir dos originais.
A autora fornece as linhas do pensamento e as alegorias básicas de Frazer.
Em nenhuma obra se pode ver, como nesta, o espírito humano se desdobrar em manifestações tão variadas.
Elas são hauridas por Frazer tanto nas formas arcaicas que se lêem nos velhos textos bíblicos e clássicos, como nas formas selvagens documentadas na literatura de viagem e nos textos de etnografia.
Compendiando estas fontes, Frazer nos mostra, através da multiplicidade infinita de suas manifestações, a unidade essencial do espírito humano.

The Early Work of Aubrey Beardsley - Art Nouveau Oscar Wilde James McNeill Whistler art decadence etc





The early work of Aubrey Beardsley.

Aubrey Beardsley; H C Marillier

Publisher: Dover Publications [1967]


Aubrey Beardsley (illustrator). oda1b-x5,Livro em bom estado de conservação, encadernado em brochura, ilustrado...




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Aubrey Vincent Beardsley (21 August 1872 – 16 March 1898) was an English illustrator and author.

His drawings, executed in black ink and influenced by the style of Japanese woodcuts, emphasized the grotesque, the decadent, and the erotic.

He was a leading figure in the Aesthetic movement which also included Oscar Wilde and James A. McNeill Whistler.

Beardsley's contribution to the development of the Art Nouveau style and the poster movement was significant, despite the brevity of his career before his early death from tuberculosis.

Amaury Menezes Da caverna ao museu: dicionário de artes plásticas em Goiás. Goiânia: Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira, 1998




Amaury Menezes

Da caverna ao museu: dicionário de artes plásticas em Goiás.

Goiânia: Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira,

1998

Brochura, em bom estado de conservação, ilustrado, assinado, coda1b-x20.escasso, não perca.

"Da Caverna ao Museu" é um seguro roteiro histórico-artístico e documental do universo das artes plásticas em e de Goiás.


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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Res Avíta Idealismo Farrapo Tempos Idos Alfredo Varela

Res Avíta : 1o Idealismo Farrapo; 2 Tempos Idos E

Alfredo Varela

ano: 1935

descrição: Obra em brochura, em bom estado de conservação,coda13, livro antigo de história gaúcha.


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Fantastic People: Magical Races of Myth and Legend Scott Rohan dragons, gods, gnomes, goblins, ghouls, elves, shape-shifters, titans, trolls, vampires




Fantastic People: Magical Races of Myth and Legend


Michael Scott Rohan and Allan J Scott

1980

Pierrot - London

livro em bom estado, capa dura, fartamente iluistrado, coda27-x20, escasso, saiba mais ...

A celebration of the fantasy characters from hundreds of years of myth and legend, tracing the origins of gnomes, goblins, elves, trolls, dragons, etc and mythical creatures with lavish illustrations throughout. The work of many illustrators is used, including Arthur Rackham, Jay Neilsen, Edmund Dulac, etc. as well as many more contemporary artists.


A celebration of the fantasy characters from hundreds of years of myth and legend. Filled with illustrations, in colour & black & white, and tracing the origins of dragons, gods, gnomes, goblins, ghouls, elves, shape-shifters, titans, trolls, vampires, waterfolk, mermaids and mermen, the greeg people, witches, and many more. The work of many illustrators is used, including Wayne Anderson, Pete Bowman, Jim Burns, Arthur Rackham, Jay Neilsen, Edmund Dulac, etc. as well as many more contemporary artists including reprints from Arthur Rackham and Kay Nielsen's work.



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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

João Mendes de Almeida Diccionario Geographico









Diccionario geographico da provincia de S. Paulo.

precedido de um estudo sobre a estructura da lingua Tupi.

Trazendo, em appendice, uma memoria sobre o nome America.

João Mendes de Almeida

Editora Typographia a Vapor Espindola & Comp. - Rua Direita, 10-A

1902

276 pg


livro em ótimo estado de conservação, capa dura, escasso, uma preciosidade bibliografica, não perca, saiba mais ....



3. O Dr. João Mendes de Almeida, em seu Diccionario Geographico de S. Paulo, na pagina 190, traz uma curiosa explicação: "Nao se trata de Paranahyba, nem com este nome ha affluente algum do rio Tieté, como pretendeu Azevedo Marques, em seus Apontamentos Historicos, Geographicos, Estatisticos e Noticiosos da Provincia de S. Paulo: a força de querer explicar o nome Parnahyba.

A principio suppuz que fosse corruptela de Piaã-ñ ai-bo, lugar do porto do caminho", de piaã, caminho, ñai, porto, bo (breve) para exprimir lugar. Com effeito, reza um documento antigo, em que Melchior da Costa pediu uma sesmaria de terras para suas filhas, quando já casado com Suzana Dias, devia existir um porto: e alli era estabelecida com fazenda a dita Suzana Dias, ao passo que o pedido de Melchior da costa, em 1610, foi para lugar da actual villa. Sem duvida era ahi passagem do rio Tieté de uma para outra margem.

Mas o nome de Paranahyba tem outra explicação, que é verdadelra. "É corruptela de Pan-n-eii-bo, "lugar de muitas ilhas". De pan - ilha, n por ser nasal a palavra anterior, eii, "muitas", bo (breve) para exprimir lugar. Allusivo a uma cachoeira, extensa e estrondosa, acima da villa, no rio Tieté, semeada de ilhotas cobertas de mattas. É mesmo visinha da villa essa cachoelra. Entre as ilhotas ha varios canaes e alguns de difficil pratica, como que para moderar a impetuosidade das aguas, a natureza collocou mais abaixo da cachoelra uma pedra chata, ou ilha granitica e de curta extenção e largura conhecida por Itapeva ou Ita-pebae.

De encontro a essa pedra ou ilha granitica, as aguas, que descem em catadupas, quebram-se espumantes. Tal é a origem do nome corrupto de "Paranahyba". A cachoeira é conhecida por cachoeira do inferno,





"O nome YTAPYRA, desarticulado ou desunido, mostra as duas palavras de que foi composto, isto, é: yta’-pir-a , contração de yta-api-ra. O y em pira, tendo pronúncia gutural, não é a mesma que pira, contração de apir-a. Os indígenas denominam yta’-pir-a a qualquer morro em forma de penha. O morro no qual se assenta a cidade tem aquela forma, com declividade íngreme para a margem do ribeirão. Do yta’ ou ita “pedra”, ”morro”, apir, “ponta” com o acréscimo do "a" breve por acabar em consoante, segundo a lição dos gramáticos, quer dizer: ponta de pedra ou pedra pontiaguda, dando a idéia de penha, penhasco. Eis o significado exato do nome Yta’-pir-a. Quanto ao ribeirão que tem trazido o nome injustamente de...."



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João Mendes de Almeida (Caxias, 22 de maio de 1831 — São Paulo, 16 de outubro de 1898) foi um jurista, político, jornalista e líder abolicionista brasileiro.
Biografia

Figura ilustre no meio jurídico, iniciou seus estudos na Faculdade de Direito de Olinda e logo em seguida transferiu-se para São Paulo, onde concluiu o curso em 1853.

Assim que se formou, assumiu o cargo de juiz em Jundiaí (SP) e depois na capital paulista. Nesses cargos, permaneceu por cinco anos, até que resolveu abandonar a magistratura para ingressar no universo político, sendo deputado geral pelo estado do Maranhão em 2 legislaturas e por São Paulo em 3 legislaturas. Sua versatilidade também ficou marcada por sua atuação na imprensa. Fundou e dirigiu os jornais "A Lei", "A Opinião Conservadora", "A Ordem", "A Autoridade", "A Sentinela" e "A Sentinela Monarquista", todos em São Paulo. Mas sua atuação mais marcante, conforme relatam os registros históricos, foi à frente do movimento abolicionista. Líder do Partido Conservador, de 1859 a 1878, foi o principal redator da Lei do Ventre Livre, a qual defendeu através da imprensa.Uma de suas características mais marcantes era a generosidade. Quando alguém precisava de seus serviços e não podia pagar, ele atendia gratuitamente.

Para homenageá-lo, a cidade de São Paulo denominou a praça onde tinha sua residência de "Praça João Mendes", na qual foi edificado o fórum que leva o nome de seu ilustre filho João Mendes de Almeida Júnior.

Genealogia

João Mendes de Almeida foi casado com Ana Rita Fortes Leite Lobo. Era irmão de Cândido Mendes de Almeida, ambos filhos do capitão-de-milícias Fernando Mendes de Almeida, português, que se radicou em 1816, na cidade de Caxias, Maranhão, onde se casou com Esméria Alves de Sousa. Era neto dos portugueses João Mendes de Almeida e Maria Escolástica da Fonseca Ramos.

A RELIGIÃO DE PLATÃO VITOR GOLDSCHMIDT






Autor: VITOR GOLDSCHMIDT

Tìtulo: A RELIGIÃO DE PLATÃO

Editora: DIFEL

Ano: 1970

Páginas: 152

Comentário : LIVRO EM MUITO BOM ESTADO, COM CAPA BROCHURA ORIGINAL.

TRADUÇÃO DE IEDA E OSWALDO PORCHAT PEREIRA. Nota introdutória abas de J. Arthur Giannotti.

UM CLÁSSICO HÁ MUITO ESGOTADO DO FAMOSO ESTRUTURALISTA FRANCÊS, Autor que marcou profundamente o ambiente filosófico brasileiro, por assim dizer, modelou o Depto de Filosofia Francesa de ultramar, i. é, a USP.

COM BIBLIOAGRAFIA, FICHA DE OBRAS DO AUTOR, MULTIPLAS E ERUDITAS NOTAS DE RODAPÉ.

NOTA DO AUTOR PARA A EDIÇÃO BRASILEIRA. PREFÁCIO INTRODUTÓRIO, PREFÁCIO.

TEMPO HISTÓRICO E TEMPO LÓGICO NA INTERPRETAÇÃO DOS SISTEMAS FILOSÓFICOS.

ASPIRAÇÕES HUMANAS,

A PROCURA DO BEM, DA VERDADE, DO BELO;

DEUS;

AS FORMAS;

O CONHECIMENTO DAS FORMAS;

A PROCESSÃO;

O DEMIURGO E A ALMA;

O VIVENTE MORTAL;

CULTO E SENTIDO RELIGIOSO;

RELIGIÃO E POLÍTICA;

ETC ...;

"liame que impede as coisas de se perderem no fluxo universal, é o Atlas poderoso e imortal que sustém todas as coisas para o melhor; o bem, isto é, o obrigatório, liga e contém tudo. Se as Formas são ser, o bem é a parte mais luminosa do ser, o melhor dos seres, ou ainda o que é perfeitamente ser, o que pode ser entendido ? seja como Ser na sua extensão total (o Universo inteligível e o Universo visível) seja como o Ser na sua acepção plena, o Ser por excelência (fórmula que opõe, conjuntamente, o ser das Formas ao devir das coisas sensíveis, e o Ser melhor ao ser derivado das Formas).

"Falar de movimentos e de progressão é, a não ser que fique em metáforas, supor um tempo, e um tempo estritamente metodológico ou, guardando o termo para sua etimologia, um tempo lógico. (...) O tempo necessário para escrever um livro e para lê-lo é medido, sem dúvida, pelos relógios, ritmado por eventos de todos os tipos, encurtado ou alongado por toda espécie de causas; a esse tempo, nem o autor nem o leitor escapam inteiramente, assim como aos outros dados (estudados pelos métodos genéticos) que condicionam a filosofia, mas não a constituem ..."

"O pensamento racional se estabelecerá num tempo total de não-vida, recusando o vital. Que a vida, por seu lado, desenvolva e traga suas necessidades, é, sem dúvida, uma fatalidade corporal. Mas isso não suprime a possibilidade de retirar-se do tempo vivido para encadear pensamentos numa ordem de uma nova temporalidade ... "

SAIBA MAIS...


Temos disponibilidade de outros volumes sobre o assunto e sobre o autor