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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Autor: FRANÇOIS CHATELET Título: HISTÓRIA DA FILOSOFIA VOL.7. Editora: ZAHAR Ano: 1981 Páginas: 330

Autor: FRANÇOIS CHATELET
Título: HISTÓRIA DA FILOSOFIA VOL.7.
Editora: ZAHAR
Ano: 1981
Páginas: 330

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, BROCHURA ORIGINAL.

TRADUÇÃO DE HILTON FERREIRA JAPIASSÚ.

LIVRO COM A IMPRESSÃO DA RENOMADA GRÁFICA TAVARES & TRISTÃO, RIO DE JANEIRO. LTDA .

ESTE VOLUME TRATA A 'FILOSOFIA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS DE 1860 AOS NOSSOS DIAS.'

COLABORAM NESTE VOLUME:

ANDRÉ AKOUN; A SOCIOLOGIA.
M. BERNARD; A PSICOLOGIA.
F.CHÂTELET; A HISTÓRIA.
YVES LACOSTE; A GEOGRAFIA.
D. MANESSE; A LINGÜISTÍCA.
L.-V. THOMAS; A ETNOLOGIA, MISTIFICAÇÕES E DESMITIFICAÇÕES.

F. CHATELET; INTRODUÇÃO, PREFÁCIO E CONCLUSÃO.
NOTAS BIOGRÁFICAS DOS PRINCIPAIS AUTORES ANALISADOS.
QUADRO SINÓPTICO.

Autor: FRANÇOIS CHATELET Título: HISTÓRIA DA FILOSOFIA VOL.3 Editora: ZAHAR Ano: 1974 Muntzer Nicolau de Cusa Galileu Hobbes Leibniz Spinoza Cpernico Bruno descartes malembranche

Autor: FRANÇOIS CHATELET

Título: HISTÓRIA DA FILOSOFIA VOL.3

Editora: ZAHAR - Ano: 1974 - Páginas: 224

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO,

ESTE VOLUME TRATA A ' FILOSOFIA DO NOVO MUNDO DO SÉCULO XVI E XVII'

COLABORAM NESTE VOLUME:
FERDINAND ALQUIÉ, J. BERNHARDT,
J-M BEYSSADE, J-T DESANTI,
R PIVIDAL, M SCHAUB, H VÉNDRINE,

TRADUÇÃO DE MARIA JOSÉ DE ALMEIDA.

' A PARTIR DO SÉCULO XVI, PORÉM, AS DISCIPLINAS QUE ATÉ ENTÃO CONSTITUIAM A PROVÍNCIA FILOSOFICA COMEÇAM A SE DISSOCIAR, PASSANDO A SOFRER RADICAL MUDANÇA O CONCEITO DE FILOSOFIA COMO SABER TOTALIZANTE.'

Muntzer Nicolau de Cusa Galileu Hobbes Leibniz Spinoza Cpernico Bruno

História da Filosofia - FILOSOFIA MEDIEVAL DO SÉCULO I AO XV / Volume 2 François Châtelet editora: Zahar ano: 1974

História da Filosofia - FILOSOFIA MEDIEVAL DO SÉCULO I AO XV / Volume 2

François Châtelet

editora: Zahar

ano: 1974

estante: Filosofia

descrição: Livro em bom estado de conservação,contém 238 páginas, com notas e grifos a lapis do antigo e estudioso dono.

Comentário: LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, BROCHURA ORIGINAL.

ESTE VOLUME TRATA A ' FILOSOFIA MEDIEVAL DO SÉCULO I AO XV '

COLABORAM NESTE VOLUME:
A. ABEL-MALEK,
A. BADAWI,
B. GRYNPAS,
P. HOCHART,
J. PÉPIN.

TRADUÇÃO DE MARIA JOSÉ DE ALMEIDA.

' SE DO PONTO DE VISTA CRONOLÓGICO É EXTENSO O PERÍODO DE QUE TRATA O PRESENTE VOLUME, NÃO MENOS O É DO PONTO DE VISTA GEOGRÁFICO.

ASSIM SE ESTE LIVRO ESTUDA AVICENA, QUE VIVEU NA ÁSIA CENTRAL, OCUPA-SE TAMBÉM, DE ALCUINO, QUE NASCEU E VIVEU NA INGLATERRA. DESSA MANEIRA, VEMOS DESFILAR A ENUNCIAÇÃO E A ANÁLISE DE IDÉIAS, DOUTRINAS E CONCEITOS SURGIDOS AO LONGO DE QUINZE SÉCULOS, EM LUGARES AFASTADOS ENTRE SI MILHARES E MILHARES DE QUILÔMETROS.'


TRADUÇÃO DE GUIDO DE ALMEIDA.
LIVRO COM A IMPRESSÃO DA RENOMADA GRÁFICA TAVARES & TRISTÃO, RIO DE JANEIRO. LTDA .



COLABORAM NESTE VOLUME:



LIVRO ESTE QUE JÁ SE TORNOU UM CLÁSSICO PELA MÚTLIPA MANEIRA COM A QUAL O TEMA É ABORDADO.



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Livro de referência para estudiosos da Filosofia bem como da área de humanas, cada capítulo é seguido de uma bibliografia substanciosa.

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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

The Push Pin Style Studios Communication Arts Magazine 1970 história artes comunicação design tipografia etc Includes work by John Alcorn, Sam Antupit, Vincent Ceci, Seymour Chwast, Paul Davis, Loring Eutemy, Norman Green, Milton Glaser, Jerry Joyner, George Leavitt, Herb Levitt, Tim Lewis, James McMullan, Jason McWhorter, Reynold Ruffins, Cosmos Sarchiapone, Isadore Seltzer, Jerry Smokler, Edward Sorel and Barry Zaid.







The Push Pin Style

Henry Wolf and Jerome Snyder - The Push Pin Studios

editora: Communication Arts Magazine

ano: 1970

Livro em bom estado de conservação.


Henry Wolf (Foreward) and Jerome Snyder (Introduction): THE PUSH PIN STYLE. Palo Alto: Communication Arts, 1970. First edition. Text in French and English. A fine softcover book in stiff, printed wrappers. Out-of-print.

8 x 9 perfect-bound softcover book with pages and work examples illustrated with black and white and color from this legendary design studio.

A catalogue of the comprehensive exhibition of design and illustration by present and former members of Push Pin Studios for the Musee Des Arts Decoratifs Exhibit - March 18 to May 18, 1970.

Includes work by John Alcorn, Sam Antupit, Vincent Ceci, Seymour Chwast, Paul Davis, Loring Eutemy, Norman Green, Milton Glaser, Jerry Joyner, George Leavitt, Herb Levitt, Tim Lewis, James McMullan, Jason McWhorter, Reynold Ruffins, Cosmos Sarchiapone, Isadore Seltzer, Jerry Smokler, Edward Sorel and Barry Zaid.

Contents include:

* Poster Design * Advertising/Promotion Design * Editorial Design
* Record Jacket Design * Book Design * Book Jacket Design
* Type Face Design * Architectural Design * Advertising/Promotion Illustrations
* Book/Magazine Illustrations * Unpublished Illustration * Push Pin Graphic
* Push Pin Studio Biographies


Em 1954, Milton Glaser, Seymour Chwast, Reyonld Ruffins e Edward Sorel, fundaram o Push Pin Studios. Por vinte anos Glaser e Chwast dirigiram o Push Pin, um referêncial que guiava o mundo do design gráfico.

Naquela época o racionalismo do Estilo Internacional suiço, muitas vezes limitador e elitísta, dominava o mercado do design gráfico. O "Push Pin Style" não se prendia apenas ao que era considerado o "bom design", com um estilo excêntrico muitas vezes inspirado na estética do século XIX e nas tendências da cultura pop, consideradas decadentes. Cria, dessa forma, uma linguagem contemporânea, compatível com um design pós-moderno. No Push Pin foram projetados produtos como capas de disco, livros, cartazes, identidades visuais, tipografias originais e Revistas.


Milton Glaser (Nova Iorque) é um prestigiado designer gráfico norte-americano, conhecido pela campanha «I love NY». Influenciou fortemente toda uma geração de ilustradores e art directors....

Glaser estudou na Cooper Union entre 1948 e 1951 e continuou sua formação na Academia de Belas Artes de Bolonha com o pintor Giorgio Morandi.

Em 1954, Glaser, junto com Reyonld Ruffins, Seymour Chwast e Edward Sorel, fundaram os Pushpin Studios.

Durante vinte anos Glaser e Chwast dirigiram o Push Pin, uma referência que guiava o mundo design gráfico. Em 1974 Glaser montou o seu próprio escritório.

Fez posters, revistas, design de jornais, design de interiores, logotipos, discos, ilustrações para revista e jornal, tipografia, desenhos, aquarelas, material impresso, brinquedos.

Seu trabalho é fortemente caracterizado por ilustrações feitas à mão, tendo um estilo muito ecléctico. A sua arte foi mais ornamentada e virtuosa do início, passou para uma concepção mais redutiva, simples, forte e directa — reflexo da sua maturidade.

Ao longo da sua carreira, Glaser teve um grande impacto na ilustração e design gráfico contemporâneo. Foi a grande figura de referência para os designers da sua geração; hoje, quase nuinguém o conhece...

Com o distanciamento que hojé é possível, podemos fazer uma avaliação critica da enorme produção gráfica de Glaser: uma série de obras excelentes misturam-se com produções de baixa qualidade, onde o kitsch e o facilismo dominam.

Este desnivel deve-se ao facto de Glaser ter tido uma abordagem muito eclética ao seu trabalho, constantemente variando de estilos e de atitudes...

No Brasil em 1995, a empresa de design WBMG, de Walter Bernard & Milton Glaser, foi contractada para a reformulação gráfica do jornal O Globo.
Push Pin Style

O Push Pin Style tornou-se uma referência do design gráfico. Nos anos 60, o estéril Estilo Internacional suiço, muitas vezes limitador e elitista, dominava o mercado do design gráfico.

O Push Pin Style não se prendia apenas ao que era considerado o "bom design", com um estilo excêntrico muitas vezes inspirado na estética do século XIX e nas tendências da cultura pop.

Criou uma linguagem contemporânea, compatível com um design pós-moderno. No Push Pin foram projectados capas de disco, livros, cartazes, identidades visuais, tipografias originais e Revistas.


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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

José Martinho da Rocha

José Martinho da Rocha





José Martinho da Rocha nasceu em 11 de fevereiro de 1899, na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais. Iniciou o curso secundário de humanidades em sua cidade natal e complementou-o em Berlim. Em 1917 matriculou-se na Escola Nacional de Farmácia, no Rio de Janeiro. No ano seguinte transferiu-se para Medicina e graduou-se, em 1923, pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, atual Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Assim que se formou, sem alternativas de trabalho, voltou para sua cidade, Juiz de Fora. Deu aulas de História Natural no colégio secundário onde concluíra seus estudos e de Biologia e Higiene na Escola Normal da cidade. Na mesma época assume a direção do Serviço de Pediatria do Instituto de Proteção e Assistência à Infância de Juiz de Fora.

Em 1931 transferiu-se de vez para a cidade do Rio de Janeiro, então capital da República, para trabalhar no recém criado Departamento Nacional de Saúde Pública. Sanitarismo e pediatria foram duas faces da mesma moeda em sua carreira. Ao voltar para o Rio de Janeiro foi nomeado chefe da seção de pediatria do Hospital São Sebastião, vinculado ao Departamento Nacional de Saúde Pública - órgão do Governo Federal. Neste mesmo ano tornou-se sócio efetivo da Sociedade Brasileira de Pediatria e seu Primeiro Secretário no ano seguinte. Em 1937 foi eleito Presidente. Na mesma época, como servidor do Ministério de Educação e Saúde, deu aulas no curso superior de Pediatria da Divisão de Amparo à Maternidade e à Infância. Nos primeiros anos na capital da República, José Martinho da Rocha acumulou este cargo com a chefia do Hospital São Sebastião e a militância na Sociedade Brasileira de Pediatria.

No início dos anos 1940 sua vida profissional sofreu uma alteração. Ao mesmo tempo em que se titulou Catedrático de Clínica Pediátrica Médica da Faculdade Nacional de Medicina, num concurso extremamente concorrido, assumiu a direção do serviço de Pediatria e Puericultura da Policlínica Geral do Rio de Janeiro. Neste serviço, criado por Carlos Arthur Moncorvo de Figueiredo no final do século XIX, continuou trabalhando até 1954. Nesta oportunidade, Martagão Gesteira havia se aposentado e aberto a possibilidade de sua transferência para o Instituto de Puericultura e Pediatria, da Universidade do Brasil.

No final da década de 40 já era um nome respeitado em sua área de atuação, fazendo parte de diversas associações pediátricas como as da Argentina, Uruguai, Estados Unidos da América, Portugal e Peru.

Desde 1955, foi um dos poucos que acreditava no poder de cura dos vírus vivos para as vacinas, notadamente contra a poliomielite. Esta convicção o levou a ser Membro da Comissão Executiva da Fundação Brasileira contra a Paralisia Infantil. Além disso, construiu laços de amizade com Albert Sabin. Em 1961 integrou a comissão do Ministério da Saúde para a regulamentação do emprego da vacina anti-poliomielítica de Sabin no Brasil. Em 1966 foi representante brasileiro na Organização Mundial da Saúde, em comissões relacionadas às campanhas de vacinação em massa e à poliomielite.

Durante sua carreira, apresentou trabalhos de pesquisa e fez parte de comissões organizadoras de vários congressos no Brasil e no exterior. Publicou centenas de artigos científicos, principalmente no periódico Brasil Médico, do qual foi Redator-Chefe. Traduziu do idioma alemão importantes obras da pediatria. Chegou a publicar algumas crônicas nos periódicos nacionais e internacionais. Os temas de seus artigos variavam do mongolismo ao sarampo, da malária à sífilis. Eles revelam seu espírito investigativo e curioso. Em 1946 publicou uma obra de divulgação científica que estimulava o auto-atendimento denominada “Guia para criar o bebê”. No ano seguinte, escreveu um trabalho considerado ímpar na história da pediatria, “Introdução à história da puericultura e pediatria no Brasil”, re-editado recentemente na obra coordenada por Álvaro Aguiar e Reinaldo Martins.

Foi diretor do “Boletim do Instituto de Puericultura” da Universidade do Brasil. Construiu uma sólida carreira acadêmica, formando gerações de pediatras, dentre os quais destacam-se Walter Telles, Azor José de Lima, Álvaro Serra de Castro, Orlando Orlandi, Sidney Inocêncio Reis, José Joaquim Contente, Alfredo João Filho, Naum Podkameni, Gerson Carakushansky, Hugo Fortes e Yvon Toledo Rodrigues. Alguns de seus ex-alunos tornaram-se depois professores titulares nas Universidades Federais Fluminenses, do Rio de Janeiro e do Amazonas. Seus alunos são unânimes em afirmar que Martinho da Rocha possuía uma personalidade bastante forte. Isso não o impedia, entretanto, de ser amável. Ele não hesitava em assumir riscos por conta de suas convicções, envolvendo diferentes assuntos e pessoas.

Com sua aposentadoria, já com 70 anos, assumiu o desafio de ser o responsável pela disciplina de Pediatria na recém-criada Escola de Medicina de Vassouras. Faleceu no Rio de Janeiro, em 1977. José Martinho da Rocha foi Presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria em 1937 e foi homenageado por ela, ao ser indicado Patrono da Cadeira 9 da Academia Brasileira de Pediatria.



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Livros da área que podem interessar, contacte-nos sobre eles.


A VIDA DO BEBÊ – temos várias edições, inclusive a 1ª edição (1941) – Dr. Rinaldo De Lamare;
ALIMENTACIÓN Y CUIDADO DE LOS NIÑOS – Dr. L. Emmett Holt;Histoire Illustrée de la Pédiatrie;
ALIMENTAÇÃO DA CRIANÇA – Dr. César Pernetta (várias edições);
ALEITAMENTO MATERNO: UM GUIA PARA PAIS E FAMILIARES – Dr. José Dias Rego;
BREVIÁRIO DAS MÃES E DAS ENFERMEIRAS – Dr. W. Birk e A. Mayer (1930);
COMPÊNDIO DE PEDIATRIA E ARQUITETURA – Dr. José Martinho da Rocha;
CAUSAS E REMÉDIOS SOCIAIS DA MORTALIDADE INFANTIL – Dr. Pedro de Alcântara (1945);
EMERGÊNCIAS EM PEDIATRIA – Dr. Augusto Gomes de Mattos (várias edições);
INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DA PEDIATRIA E PUERICULTURA NO BRASIL – Dr. José Martinho da Rocha;
PEDIATRIA BÁSICA – Dr. Pedro de Alcântara e Dr. Eduardo Marcondes;
SEMIOLOGIA INFANTIL – César Pernetta;Livro das mães – Dr. Fernandes Figueira (1920);
VOCABULÁRIO MÉDICO: FRANCÊS–PORTUGUÊS – Dr. Fernandes Figueira (1925 –1ª edição);
ELEMENTO DE SÉMÉIOLOGIE INFANTILE – Dr. Fernandes Figueira;
PUERICULTURA: HIGIENE ALIMENTAR E SOCIAL DA CRIANÇA – Dr. Martagão Gesteira;
CARTILHA DAS MÃES – Dr. Martinho da Rocha;Guia das mães – Dr. Wittrock;
DO EXERCÍCIO E ENSINO MÉDICO NO BRAZIL – Dr. Carlos Arthur Moncorvo de Figueiredo (1874);
DYSPEPSIAS E SEU TRACTAMENTO: THESE – Dr. Carlos Arthur Moncorvo de Figueiredo;
JUNTO AO BERÇO – Dr. Tacito Monteiro de Carvalho e Silva;
UM COMPROMISSO COM A ESPERANÇA: HISTÓRIA DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA – 1910-2000 – Glauco Carneiro;
HISTÓRIA DA PEDIATRIA BRASILEIRA: COLETÂNEA DE TEXTOS E DEPOIMENTOS – Dr. Álvaro Aguiar e Dr. Reinaldo Menezes Martins.

JORNAL DE PEDIATRIA;
ANAIS NESTLÉ;
PEDIATRIA PRÁTICA;
MANUAIS DA SBP.

Leda Maria Pereira Rodrigues, C. R. A Instrução feminina em são Paulo: Subsídios para sua história até a proclamação da república. Fac. Filosofia Sede Sapientiae / Salesianas educação brasileira história cenários vivencias pioneira educadora etc...

Leda Maria Pereira Rodrigues, C. R.

A Instrução feminina em são Paulo: Subsídios para sua história até a proclamação da república.

Fac. Filosofia Sede Sapientiae / Salesianas

1962

244


Comentário: Livro em bom estado de conservação, encadernado em brochura original, com algumas anotações a caneta do antigo e erudito dono, com informações interessantes aos estudiosos do assunto.

Com vasta bibliografia sobre o assunto.

Período colonial: Instituição privilégio masculino; A mulher no Brasil- Colonia e no Brasil - reino.

Da Independência à República; Primórdios da política educacional brasileira; Os Primeiros ensaios de instrução feminina em São Paulo.

Progressos e deficiências da instrução feminina em São Paulo; Os seminários das educadas
Escola pública de de grau médio; O ensino particular em São Paulo; As religiosas e a educação feminina.



Leda Maria Uma educadora que enxergava longe das expectativas de uma São Paulo pioneira em alguns aspectos nos caminhos educacionais. Era diretora de uma Instituição Superior de Ensino – a Faculdade Sedes Sapientiae.

Foi uma das primeiras mulheres a defender uma Tese de Doutorado, na área de História.

Foi também a primeira mulher a ocupar um cargo em uma reitoria no Brasil, tendo sido Vice-Reitora Administrativa na gestão do Reitor Geraldo Ataliba Nogueira, na PUC-SP.


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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Konstantin Stanislavsky My Life in Art Mir Moscou teatro arte biografia realismo etc

Autor: Konstantin Stanislavsky
Título: My Life in Art
Editora: Mir Moscou
Páginas: 503


Comentário: Livro em bom estado de conservação, encadernado em capa dura original. Ilustrado.

Konstantin Stanislavski was a Russian director who transformed theatre in the West with his contributions to the birth of Realist theatre and his unprecedented approach to teaching acting.

He lived through extraordinary times and his unique contribution to the arts still endures in the twenty-first century. He established the Moscow Art Theatre in 1898 with, among other plays, the premiere of Chekhov's The Seagull. He also survived revolutions, lost his fortune, found wide fame in America, and lived in internal exile under Stalin's Soviet Union.

Before writing his classic manual on acting, Stanislavski began writing an autobiography that he hoped would both chronicle his rich and tumultuous life and serve as a justification of his aesthetic philosophy. But when the project grew to 'impossible' lengths, his publisher (Little, Brown) insisted on many cuts and changes to keep it to its deadline and to a manageable length.

The text, in English, is supplemented by a wealth of photos and illustrations.


Constantin Serdeevich Stanislavski was born in Moscow on January 17, 1863. He began his acting career with an amateur group at the young age of fifteen. In 1898 Stanislavski, along with the dramatist Vladimir Ivanovich Nemirovich-Danchenko, founded the Moscow Art Theater, with which Stanislavski worked for the rest of his life.

Constantin Stanislavski is considered to be the “Father of the Acting System.” This Russian actor, director, and teacher spent the majority of his life working out a system, that would help in organizing and strengthening the creative process known as acting. Stanislavski’s productions of Anton Chekhov’s “The Cherry Orchard,” “Ivanov,” “The Three Sisters,” “Uncle Vanya,” and Makism Gorki’s The Lower Depths,” were his greatest successes. He also was heavily involved with productions of Gilbert and Sullivan’s “The Mikado,” Moliere’s “The Imaginary Invalid,” and Shakespeare’s “Much Ado About Nothing,” among many, many others.

Stanislavski described in great detail his theories in his autobiography, MY LIFE IN ART

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