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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O combate sexual da Juventude. Wilhelm Reich.

O combate sexual da Juventude

Wilhelm Reich

1973

Reich queria trazer aos jovens, sob uma forma clara e precisa, informações sobre um assunto que o afetado pudor burguês recobre sempre com um espesso véu: o papel da sexualidade, da sua repressão, da sua utilização na sociedade capitalista. Constata-se nos últimos escritos reichianos a presença de duas posturas básicas, uma delas a tomada de consciência das enormes dificuldades existentes, pois em última análise a boa educação depende do grau de saúde do educador e a outra na direção da infindável confiança no potencial de vida da criança.



Reich acreditava que as crianças seriam capazes de transformar e revolucionar o mundo, desde que a alienação da sociedade e suas contradições pudessem ser contidas.






Bom estado de conservação, miolo, corte, brochura e capa. Livros sem grifos, anotações, rasuras, assinaturas, carimbos, dobras, avarias, páginas rasgadas ou faltantes, furos de traça, etc.

Indispensável obra de referencia para os interessados no assunto.

O combate sexual da juventude é uma das mais importantes obras de Wilhelm Reich, o médico, psicanalista e marxista alemão que, nos anos 20 e 30 do século passado, revolucionou o debate sobre a sexualidade, a família na perspectiva da revolução social.

Este livro de Reich – hoje mais conhecido como o pai da terapia corporal, abordada sem mitos e tabus a questão da vida sexual da juventude é aqui examinada, nesta seleção, por Reich em suas diferentes dimensões e desde um ponto de vista revolucionário.

Texto indispensável para todo jovem que desperta para a crítica da família autoritária, sexualmente repressora..;

"O combate sexual da Juventude" é colocado no Index nazista e queimado em praça pública.


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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Josefa e Sua Gente Maria Cecília Maurício da Rocha editora: Raízes ano: 1987

Josefa e Sua Gente

Maria Cecília Maurício da Rocha

editora: Raízes

ano: 1987

descrição: Livro com capa dura em bom estado,


Com tiragem limitada de 500 exemplares, impresso em 1987 pela Raízes Artes Gráficas, de São Paulo, o livro ‘Josefa e sua Gente’, escrito por Maria Cecília Maurício da Rocha, filha da personagem que dá nome a obra, é neta de Fabriciano Felisberto de Britto, o homem que empresta seu nome à segunda cidade mais populosa do Vale do Aço, e que hoje completa 59 anos. O livro é um raro documento histórico.

Josefa Sebastiana de Miranda Britto (1882-1943) casou-se aos 14 anos, no dia 15 de abril de 1896, com José Tomás de Carvalho Britto (1870-1930), o filho mais velho de Fabriciano Felisberto e Ana Angélica de Carvalho Britto (1849-1936).

Josefa era filha de Felicíssimo Carlos de Miranda (morto aos 42 anos, vítima de câncer) e Francisca Bárbara de Moraes (1861-1936), que se casaram em 1880 dando origem ao tradicional clã Miranda Martins da Costa Moraes, do qual descende o engenheiro Amynthas Jacques de Moraes, um dos fundadores da ex-Cia. Acesita, atual ArcelorMittal Inox Brasil.

Não sendo, entretanto, a figura central do livro, a obra traz reveladores detalhes da biografia de Fabriciano Felisberto de Britto.

Através dele, sabe-se que Fabriciano antes de tornar-se um próspero e influente comerciante, teve uma modesta fábrica de sapatos, onde executava o ofício de sapateiro e trabalhava junto com seus empregados na cidade de Antônio Dias, ou melhor, Antônio Dias Abaixo.

Nascido em 22 de agosto de 1840 e falecido no dia 28 de junho de 1921, Fabriciano era um homem muito religioso era um dever sagrado seu rezar o terço com a família todas as noites às 9h e de hábitos simples e rígido.

Depois da ladainha em latim sorvia leite quente com biscoitos, servido pela esposa e se recolhia. Era um apaixonado leitor de jornais que chegavam à antiga vila de Antônio Dias Abaixo duas vezes por semana.

Almoçava sempre às 9h da manhã; fazia a sesta deitado num banco da varanda; continuava a ler; atendia todos os pedidos; tratava dos assuntos políticos; e dava suas voltas conversando com conhecidos.

Filho de um professor, José Antônio de Britto, quando jovem Fabriciano fez promessa de nunca mais pegar em baralho, depois de perder no carteado 14 mil réis, uma vultosa quantia para a época. Sua esposa, Ana Angélica, dirigia a casa, cuidava dos filhos, fazia biscoitos para vender na loja, e costurava calças e camisas para os frequeses.

‘A Loja Grande’ era o nome do comércio de Fabriciano e, segundo anúncio publicado em 1903 no ‘Correio de Itabira’, possuía “um completo e variado sortimento de fazendas, ferragens, armarinho, roupas feitas, calçados, chapeos (sic) de sol e de cabeça, molhados, louças, kerozene (sic) e muito outros artigos”.

Nesse tempo, o homem mais rico e poderoso da antiga vila de Antônio Dias Abaixo, o coronel Manoel de Barros de Araújo Silveira, viria a ter grande influência na vida de Fabriciano.

Sua segunda esposa, após a morte de d. Clara de Ataíde Barros (que morreu bem nova), foi d. Maria Tomásia de Carvalho, irmã de Ana Angélica. Assim, ao tornar-se concunhado de Fabriciano, cresceu um forte laço de amizade entre os dois.

Foi o coronel Manoel de Barros – que tinha sido deputado da província mineira durante o Império que emprestou dinheiro para Fabriciano comprar sua primeira escrava, Luisa. Sabe-se, também, que a casa de Fabriciano, que ficava à direita da igreja de N. S. de Nazaré, era um ponto de venda de leite. Segundo a autora, as vacas do avô “não primavam pela robustez”.

A medição de cada garrafa, vendida ao preço de cem réis, era feita pelo próprio Fabriciano, que não suportava retardatários, já após tal obrigação, era absorvido pela leitura dos jornais.

A propósito da promessa de Fabriciano (que comprou o título de Coronel da Guarda Nacional, hábito comum na época) de nunca mais pegar em baralho, conta o livro que tal fato marcou a personalidade do futuro chefe político, tornando-o mais rígido na educação dos filhos. Certa noite, notando as ausências de José Tomás e Eusébio (já casados) saiu à procura deles e os encontrou na mesa de baralho.

Irritado, esbravejou: “Isto são horas de pais de família estar na rua jogando?”. Sem dizer nada, os dois saíram acompanhando o pai.

Detalhe: eram dez horas da noite

Uma História de Agendas João Rothschild Ernesto Rothschild 1990 pombo

Uma História de Agendas

João Rothschild

editora: Ernesto Rothschild

ano: 1990

Bom estado de conservação, miolo, corte, brochura e capa. Livros sem grifos, anotações, rasuras, assinaturas, carimbos, dobras, avarias, páginas rasgadas ou faltantes, furos de traça, etc.

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Sobre o ente e a essência Tomas de Aquino Tradução de Jose Cretella Junior

Sobre o ente e a essência

Tomas de Aquino


Tradução de Jose Cretella Junior

S.Paulo

1952

bom estado, brochura, edição bilingüe, latim protugues, pelo nosso renomado jurisconsulto.


A exposição para dar uma forma mais ordenada devido à complexidade existente do tema começa a explanar primeiro o conceito de ENTE para depois chegar ao da ESSÊNCIA.

O tratado da metafísica no opúsculo O ENTE E A ESSÊNCIA relatam sobre o que cai imediatamente no alcance do saber humano que é o composto, o complexo de várias coisas combinadas.

Escreve Tomas de Aquino que o homem se eleva do composto ao simples, do posterior ao anterior. A essência existe no intelecto. A substância composta é matéria e forma. A forma e matéria, quando tomadas em si, ou seja, sem o aparato do entendimento racional considerando-as, é incognoscível, isto é, que não pode ser conhecido, mas existem caminhos para a investigação das possibilidades.

O intelecto quando está isento da materialidade, desvela que nada pode ser mais perfeito daquilo conferido ao ser, quando saio do plano material que nos cerca encontramos somente DEUS a maior perfeição existente.


Tomás de Aquino comenta o gênero e a espécie, que pertencem à essência, pois o todo está no indivíduo. A essência tem dois modos, um é dela própria nada é verdadeiramente dela, senão o que lhe cabe como ela própria. Por exemplo, o homem, por ser homem, será sempre racional. Mas o branco e o preto não são noções exclusivas da humanidade. No outro modo, algo se predica da essência, por acidente daquilo que é específico, como o homem ser de cor branca. As formas são inteligidas na medida em que estão separadas da matéria e suas condições. A diferença da essência da substância compostas e simples é que a composta é forma e matéria, e a simples é apenas forma. A inteligência possui potência e ato.




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Trata-se de um grande clássico de caráter universal primordial para a educação. Possui texto de fácil entendimento que estimula o leitor a pensar e refletir sobre o tema proposto.

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A crise da razão Adauto Novaes. Org. Cia das Letras 1996

A crise da razão

Adauto Novaes. Org.

Cia das Letras

1996

livro em bom estado de conservação, brochura original, com ilustrações coloridas e p/b, com 563 pgs.


Livro único em nosso mercado editorial, os melhores pensadores brasileiros reunidos em torno de um tema essencial para a melhoria do humano.


Estimulado pelo sucesso do curso livre Os sentidos da paixão, o Núcleo de Estudos e Pesquisas da Fundação Nacional de Arte (Funarte) organizou outro, desta vez sobre a Crise da Razão. Como o primeiro, este reuniu uma média de setecentas pessoas em cada uma das cidades em que foi proferido: Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Curitiba.

A nomes que já faziam parte do curso anterior, vieram se somar outros, igualmente brilhantes.

Isso para se ter apenas uma vaga idéia da abrangência de um curso que, transformado em livro, repetiu o sucesso de sua apresentação oral, tal como aconteceu com Os sentidos da paixão.

Crise da cultura ou da civilização? Crise do espírito, crise do Ocidente ou crise da humanidade? Crise da liberdade e da virtude, da ética e da política?

Apesar da multiplicidade de suas manifestações, a crise do nosso tempo não é um acontecimento apenas, ou um conjunto de acontecimentos isolados: é a expressão do lugar vazio deixado pela razão, que cede espaço tanto aos fundamentalismos religiosos como às diferentes mitologias. É certo que os momentos de grande transformação técnica sempre deixam a razão em crise.

Mas, como interrogam os filósofos, historiadores e sociólogos que participam deste livro, a crise atual seria o anúncio de um começo - o fim de uma tradição e o início de outra -, ou a perda definitiva dos critérios do bem e do mal, do justo e do injusto, do real e do possível, isto é, o fim de toda tradição?

Índice

A lógica atormentada - Adauto Novaes
Contingência e necessidade - Marilena Chauí
O imaginário da crise - Claude Lefort
Crise da idéia de crise - Gerd Bornheim
Nascimento da razão, origem da crise - Francis Wolff
A invenção da crise - Carlos Alberto Ribeiro de Moura
Sobre o estatuto da razão - Gerd Bornheim
Erro, ilusão, loucura - Bento Prado Jr.
Razão de Estado - João Adolfo Hansen
Razões do mistério - Alcir Pécora
Uma fé, um rei, uma lei: A crise da razão política na França das Guerras de Religião -
Sérgio Cardoso
Descartes: o eu e o outro de si - Olgária Chain Féres Matos
Contra os mistérios da realeza, a curiosidade - Renato Janine Ribeiro
Giordano Bruno: os infinitos do mundo - Newton Bignotto
Na noite das luzes - Alain Grosrichard
A deusa Razão - Sergio Paulo Rouanet
O sono da razão produz monstros - Jorge Coli
A careta de Garrick: O comediante segundo Diderot - Luiz F. Franklin de Matos
Um sorriso medonho - Marcelo Coelho
Ética e razão - Franklin Leopoldo e Silva
O dissenso - Jacques Ranciére
Lógica da emancipação - José Arthur Giannotti
Messianismo e revolução - Michael Löwy
O Terros e seu inimigo - Jacob Rogozinski
A harmonia essencial - Luiz Henrique Lopes dos Santos
Entre Kant e Wittgenstein - Claude Imbert
Sobre a tecnofobia - Gérard Lebrun
Crítica da razão cósmica - Mário Novello e Luciane R. de Freitas
Caos, acaso, tempo - Luiz Alberto Oliveira
Cidades desmedidas - Nelson Brissac Peixoto
Símbolos e bandeiras - Luiz Roberto Monzani


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Máquina e Imaginário Arlindo Machado Edusp 1993 Estéticas Informacionais, a Vídeo-arte e a Surveillance cultura digital cibernetica ideograma videocultura posmodernismo sociologia filosofia eletronica filosofia cibernetica informatica imagetica simulacro deleuze guatari platão globo Kane Estéticas Informacionais, a Vídeo-arte e a Surveillance Sky art radio e tv etc

Máquina e Imaginário

Arlindo Machado

Edusp  1993 - Paginas: 316.


Livro em bom estado de conservação. Ilustrado.

É cada vez mais difícil pensar a produção de arte sem a presença das tecnologias da eletrônica e da informática. Esse fato é a promessa de um novo renascimento ou atesta a decadência da arte? Mantendo essa questão no horizonte de sua argumentação, o autor se ocupa em identificar os pontos de ruptura definidores de uma cultura das sociedades informatizadas em que as máquinas estão por toda parte, servindo inclusive de ferramenta para a criação artística. O livro abrange problemas da máxima atualidade, incluindo a tentativa de definição do campo das chamadas poéticas tecnológicas, as questões colocadas pela produção de imagens computadorizadas e o surgimento de suportes artísticos “imateriais”, a expressão de novas formas de sensibilidade através do vídeo e da televisão, e até mesmo os efeitos da onipresença da máquina sobre nossos padrões de percepção e modelos de conhecimento.

“Nenhuma civilização é mais tatutológica do que a nossa.Nós fazemos proliferar duplos de nós mesmos, multiplicamos ao infinito as imagens e os sons dos fenômenos e, em seguida, atribuímos a esses duplos o estatuto de realidade. A vida humana – mediada pelas máquinas de aprisionar o carom- é cada vez mais uma vida vicária, uma vida delegada às imagens que povoam os chamados meios de codificação audiovisual.”


“Máquina e Imaginário” do autor Arlindo Machado começa a discussão sobre arte e tecnologia exemplificando três maneiras de se fazer arte com o advento da tecnologia, seja com caráter apologético ou a integração: Estéticas Informacionais, a Vídeo-arte e a Surveillance. Três exemplos de arte em relação à tecnologia que não se resumem ao mesmo denominador. Para o autor não nos importa saber se esses processos ainda podem ser considerados artísticos ou não, mas que os conceitos tradicionais através da criação dessas novas obras e sua implantação na vida social devem ser discutidos. Para isso, o autor afirma que é necessário uma crítica não dogmática que esteja atenta a dialética da desconstrução e da construção de grandes transformações.

O autor salienta que os gregos, por exemplo, não faziam nenhuma distinção entre arte e técnica, até pelo menos o Renascimento, quando filósofos como Francis Bacon e seus contemporâneos vão adotar o conceito de “artes-mecânicas” como modelo da cultura nascente. Sendo assim, “a figura do inventor se sobrepõe a do sábio e a máquina torna-se modelo conceitual para explicar e representar o universo físico natural” .

Segundo o autor a nossa época também passa por um momento de discussão de problemas técnicos e científicos. Exposições demonstram que se faz cada vez mais difícil fazer uma diferenciação entre a imaginação artística, a investigação científica e a invenção técnica e industrial. “Hoje os grandes centros de pesquisa estética estão localizados dentro de institutos de pesquisa tecnológica e científica”.

Segundo o autor alguns pensadores como Lewis Munford consideram que a arte e a técnica são opostas, pois a arte corresponde à subjetividade do homem enquanto a técnica é mecânica e objetiva, logo máquina e arte se opõem.

A discussão passa agora pela questão da contradição entre a arte e a indústria, pois sabemos que os artistas expõem sua arte de forma subjetiva, a arte é sim, uma forma de expressar sentimentos, mas a indústria se apropria dessa condição e de certa forma subsidia os artistas.

Esse processo significa que o artista está sendo absorvido pela indústria cultural? Se pensarmos que em todas as épocas os artistas sempre foram incentivados por alguma maneira de mecenato, não. Mas se considerarmos que a enorme reprodutibilidade desse tipo de arte-industrial, sim.

Como vivemos numa sociedade avançada industrial e tecnologicamente, é claro que de alguma forma os aparelhos tecnológicos irão fazer parte do universo artístico. Daí talvez o paradoxo, porque ao mesmo tempo que os artistas criam novos métodos composicionais, as empresas financiam grandes eventos internacionais dedicados ao tema da exploração artística dos novos meios. Então o autor questiona até onde o artista contribui para legitimar a sociedade industrial avançada e a partir de onde ele a desconstrói?

Encaminhando a continuidade dessa discussão, Arlindo Machado cita a Sky art. A Sky art, caracteriza-se basicamente por projeções de raios laser, bombardeamento de nuvens com pó químico para torná-las iridescentes e coloridas, lanças aos céus balões de gás hélio, criar arco-íris artificiais, sinais eletromagnéticos etc. Os artistas da Sky art encontram muitas dificuldades devido os seus projetos terem custos elevados, mão-de-obra especializada e longas pesquisas, sem os render os resultados práticos que a tecnocracia espera. Mas essa mesma tecnocracia que muitas vezes é indiferente ao trabalho dos artistas, não pode ignorar esse tipo de arte pois precisa se legitimar socialmente e apropriar-se das descobertas estéticas.

Temos assim três discursos sobre a tecnologia: o apologético, pregado por engenheiros, industriais e a mídia. O das elites intelectuais, acomodados em universidades, museus e imprensa escrita. E no meio os artistas que podem servir como fonte iluminadora trazendo problemas e possibilidades reais.



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Alguns títulos de da área, caso haja interesse, contacte-nos que diremos sobre disponibilidade, preço e condições.

João do Rio O Momento Literário Garnier 1910 Olavo Bilac, Coelho Neto, Júlia Lopes de Almeida, Filinto de Almeida, Padre Severiano de Resende, Félix Pacheco, João Luso, Guimarães Passos, Lima Campos; cartas de João Ribeiro, Clóvis Bevilacqua, Sílvio Romero, Raimundo Correia, Medeiros e Albuquerque, Garcia Redondo, Frota Pessoa, Mário Pederneiras, Luís Edmundo, Curvelo de Mendonça, Nestor Vítor, Silva Ramos, Artur Orlando, Sousa Bandeira, Inglês de Sousa, Afonso Celso, Elísio de Carvalho

Autor: João do Rio
Tìtulo: O Momento Literário
Editora: Garnier
Ano: (1910) S.d.
Páginas: 334

Comentário: Livro em bom estado de conservação, com capa dura original.

Palestras com Olavo Bilac, Coelho Neto, Júlia Lopes de Almeida, Filinto de Almeida, Padre Severiano de Resende, Félix Pacheco, João Luso, Guimarães Passos, Lima Campos; cartas de João Ribeiro, Clóvis Bevilacqua, Sílvio Romero, Raimundo Correia, Medeiros e Albuquerque, Garcia Redondo, Frota Pessoa, Mário Pederneiras, Luís Edmundo, Curvelo de Mendonça, Nestor Vítor, Silva Ramos, Artur Orlando, Sousa Bandeira, Inglês de Sousa, Afonso Celso, Elísio de Carvalho, etc. etc.


O leitor será levado por João do Rio a sentir-se ambientado no clima intelectual da época, na qual realizou as trinta e seis entrevistas que compõem o livro O Momento literário. O excelente texto desse jornalista de vanguarda, que foi considerado por muitos o melhor de seu tempo, prende o leitor, da primeira a última página. A primeira dessas entrevistas foi feita com Olavo Bilac, passando por João Ribeiro, Sílvio Romero, Coelho Neto, Clóvis Beviláqua, Osório Duque Estrada, João Luso, Mário Pederneiras, Inglês de Souza, Raimundo Corrêa e dos demais escritores que integram o rol dos trinta e seis entrevistados.

João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto, jornalista e escritor, tornou-se célebre com o pseudônimo de João do Rio (adotou também outros: José Antonio José, Joe, etc).


O escritor faleceu quando contava com 39 anos, mas foi tempo suficiente para que tivesse produzido uma importante obra literária; isso se deveu, entre outros motivos, o fato de ter se iniciado cedo no jornalismo - com apenas 16 anos -, escrevendo para revistas, passando em seguida a integrar o jornal Cidade do Rio, de José do Patrocínio. Depois, na Gazeta de Notícias, dá início às excelentes entrevistas, com as quais se notabilizaria, expoente que foi desse meio de manifestação literária.




João do Rio e seu O Momento literário, dá a oportunidade aos leitores de tomarem contato com o excelente texto do escritor carioca, e de transportarem-se aos primeiros anos do Século XX, na convivência com um Bilac, um Coelho Neto, um Raimundo Correia. E, quem já o leu, certamente terá a oportunidade de fazer uma nova leitura da obra.



"Recebo-o na volta da sua longa viagem. Nestor Vítor está transformado. A violência, aquele ar de pedagogo zangado com que procurava convencer os discípulos, desapareceu. É um cidadão que passou por Paris, que viveu em Paris, que civilizou todas as arestas do temperamento na polidez de Paris.
Três anos antes faria reflexões a propósito do meu inquérito, reflexões onde haveria de certo alguns desaforos, alguns axiomas, algumas ironias e muito talento. No momento em que lhe pedia as suas idéias, entretanto, sorriu.
Já? Quando quiser. O tempo de refletir. Os jornais não deixam a gente tempo para muita coisa. Passou os olhos pelo questionário. Mas é grave!... Mando-lhe a resposta, amanhã. E sabe? Encantado, positivamente encantado...
No dia seguinte recebia a seguinte carta: ?Meu caro João do Rio. O terceiro livro, de Abílio, adotado na escola em que aprendi a ler, é que me proporcionou os primeiros arrebatamentos que o verso me produziu. A ?Minha Terra?, de Casimiro de Abreu, e o ?Adeus aos meus amigos do Maranhão?, de Gonçalves Dias,e a ?Ode aos Baianos?, do primeiro José Bonifácio, incluídos naquela miscelânea, deixavam-me fora de mim quando eu os lia, ou mesmo simplesmente ouvia ler, tanto mais se a leitura era feita em voz alta e com certa ênfase. Eu caía quase que em verdadeiro paroxismo, tal a deliciosa exaltação que se apoderava do meu espírito."



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José Avila Diniz Junqueira O Guarda-mor Reminiscências de um Velho Junqueira história recordação biografia, memorialista, linhagistas familia paulista mineira carioca, alfenas, sao tome das letras, ortolandia, barretos, jaboticabal, etc

Autor: José Avila Diniz Junqueira

Título: O Guarda-mor Reminiscências de um Velho Junqueira

Editora: HUCITEC

Ano: 1982

Páginas: 210

Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original.


Ricamente Ilustrado com reproduções de documentos, fotos da familia, Índice de apelidos, Índece Onomático.

Com dedicatória e assinatura do autor.


história recordação biografia, memorialista, linhagistas familia paulista mineira carioca, alfenas, sao tome das letras, ortolandia, barretos, jaboticabal, etc

Este livro, de grande sabor, nos conduz ao século passado, ao sertão paulista, à abertura das fazendas, às caçadas, à São Paulo do inicio do século XX, dos bondes, da velha faculdade de direito; merecem relevo acontecimentos históricos como a crise de 29 e a Revolução constitucionalista.

José Ávila Diniz Junqueira - um junqueirinha da cidade, nostálgico do sertão - começa pela figura do Guarda-mor, seu bisavô,e nos fala dos Junqueiras e do seu apego a terra...



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Felix de Carvalho Raça de Piratininga Ensaio de Filosofia Estética Editora: Atlantida - A. dos Reis Rio de Janeiro. Ano: 1935

Autor: Felix de Carvalho

Título: Raça de Piratininga Ensaio de Filosofia Estética

Editora: Atlantida - A. dos Reis Rio de Janeiro.

Ano: 1935

Páginas: 78

Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original.


Com dedicatória e assinatura do autor para um dos nossos maiores críticos literário carioca da época.

Coleção de cultura e estética.
O ritmo da poesia na formação Psíquica.
O litoral paulista,
O interior paulista,
O fator mesologico,
O caráter das escolas,
O retorno da mecanica poetica,
A classificação estética das correntes poeticas modernas,
A bandeiras literárias...

Interessante livro que analisa do ponto de vista histórico-estético-filoaófico o desenvolvimento do fazer literário entre os paulistas.

Interessante notar a construção do mito ufanista paulista como cérebro do país....

Obra imperdível a tantos quanto queiram pensar a literatura na terra dos tamoios e gauianazes invadida pelo jesuitismo romano-portucalense.

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Roteiro do Café e Outros Ensaios Sérgio Milliet

Roteiro do Café e Outros Ensaios Dedicatória

Sérgio Milliet

editora: Bipa

ano: 1946

descrição: encadernação em capa dura, preserva capa brochura e margens, páginas amareladas devido à qualidade do papel, capa e ilustrações de Clóvis Graciano, bom exemplar.



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Finitude E Transcendência - Luis A. De Boni (org.)

Finitude E Transcendência

Luis A. De Boni (org.)

editora: Vozes

ano: 1995

descrição: 811 páginas.


Uma história da filosofia contada em textos, onde temas mais variados são analisados sob a luz de filósofos como Platão, Hegel, Kierkegaard, Bergson, Proust, Kant, Nietzsche, Sartre, Schopenhauer, Hobbes, Pascal, Habermas, Tugendhat, Heidegger e muitos outros que são discutidos e aprofundados



Livro de referência para estudiosos da Filosofia bem como da área de humanas, cada capítulo é seguido de uma bibliografia substanciosa.

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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

George BENKO Alain LIPIETZ (Org.) As regiões ganhadoras – distritos e redes: os novos paradigmas da geografia econômica. Oeiras: Celta Editora, 1994.




As Regiões Ganhadoras - Distritos e Redes, Os novos paradigmas da geografia económica.

Celta Editora, Portugal

1994

296 pg.




Neste livros são apresentadas novas propostas conceptuais, visando uma abordagem mais fina e coerente das novas realidades regionais, articulando as lógicas económica e política, a análise institucional e estratégica, os níveis local e global. Os autores propõem-se repensar a questão do desenvolvimento regional, considerando a actual relocalização da produção e a globalização dos fluxos económicos. Neste contexto, são propostos e discutidos os conceitos-chave de distritos e redes.

Geografia Humana: Economia. Geografia econômica. Pequenas empresas. Sistemas industriais locais.
Economia metropolitana. Oligopólios. Fordismo. Relações sociais. Flexibilidade. Hierarquia. Redes.



Significado e evolução dos sistemas industriais locais em França Bernard Ganne

Hierarquia e redes Pierre Veltz

Flexibilidade, hierarquia e desenvolvimento regional Michael Storper e Bennett Harrison

Trajectórias industriais e relações sociais Mick Dunford

As alternativas ao Fordismo Robert Boyer

Os oligopólios estão de boa saúde, obrigado! Flavia Martinelli e Erica Schoenberger

Regresso das economias regionais Ash Amin e Kevin Robins

A economia metropolitana Allen J. Scott

Os sistemas industriais locais em França Calude Courlet e Bernard Pecqueur

Os sistemas de pequenas empresas Gioacchino Garofoli

O distrito marshalliano Giacomo Becattini

Flexibilidade ofensiva, flexibilidade defensiva Danièle Leborgne e Alain Lipietz

Das redes de distritos aos distritos de redes Georges Benko e Alain Lipetz

Mapa, tabelas, gráficos e diagramas em p&b.