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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Técnicas Generales de Hipnotismo André M. Weitzenhoffer

Técnicas Generales de Hipnotismo

André M. Weitzenhoffer


livro em bom estado de conservação,a4-x10, a29-x8 escasso, não perca, saiba mais...


Temos condição de conseguir muitos outros títulos sobre o assunto. Diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta. Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática. Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem para acompanhamento da entrega. Toda postagem pode ser rastreada pelo site dos Correios. Todos os pedidos são enviados com seguro. CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA philolibrorum@yahoo.com.br

Tratado de enología F. Antonio Sannino vinho sommelier enologo enofilia uvas parreira vinicola degustação viticultor viticultura Enologia Fermentação Armazenamento Uva Vinho Acidez Mosto de Uva Análise química (resultados) Vinho branco Vinho Rosé Vinho Espumante Clarificação Deterioração Bebida




Tratado de enología

F. Antonio Sannino

Editorial Gustavo Gili, com 920 pg.coda5c-x16,capa dura, bom estado, escasso, não perca, saiba mais...

Ilustrado.

Enologia Fermentação Armazenamento Uva Vinho Acidez Mosto de Uva  Análise química (resultados) Vinho branco Vinho Rosé Vinho Espumante Clarificação  Deterioração Bebida


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O Livro Negro da Usp Adusp 1979 O controle ideológico na universidade

O Livro Negro da Usp


Adusp

1979

O controle ideológico na universidade, Livro esgotado, em bom estado de conservação.


Apresentação; Os Antecedentes; O Primeiro período - de 31 março de 1964 até o final de maio 1966;  O Segundo período 1967-1969; O Terceiro período de 1970 Hoje. Arbítrio, corrupção e decadência.


A FFLCH de longe sofre a perseguição do estado, quando funcionava na Maria Antonia, até 3 de outubro de 1968, data da fatídica "Guerra da Maria Antonia", episódio marcado pelo conflito entre os estudantes da USP e da Universidade Mackenzie, que deixou como saldo (negativo) a total destruição da Faculdade de Filosofia. Esses acontecimentos tiveram muitas causas, entre as quais o conflito existente entre estudantes considerados comunistas e o aumento da repressão por parte do regime militar. A depredação do patrimônio público foi ignorada por parte das autoridades responsáveis, entre as quais a própria reitoria e o Secretário de Segurança Pública.
Existia, sim, um interesse por parte do regime militar e de seus defensores em destruir a FFLCH e esse processo começava pela destruição física.  Com isso, a FFLCH foi obrigada a se instalar na Cidade Universitária às pressas, em lugar ainda sem estrutura e relativamente deserta, sem condições mínimas de cumprir o papel de produção do conhecimento.

Para além de uma dimensão estritamente política, as aposentadorias compulsórias de professores que logo se seguiram, em abril de 1969, significaram a quase inviabilização de alguns cursos da Faculdade de Filosofia, ao mesmo tempo em que caracterizavam a destruição de um patrimônio cultural acumulado por vários anos, que não pôde ser retomado mais, na mesma orientação.

Um clima de intimidação, em alguns momentos de terrorismo mesmo, marcou os anos que se seguiram à mudança para a Cidade Universitária: cercos e invasões policiais; buscas e prisões de professores e estudantes; presença de policiais informantes em salas de aula e até mesmo de um dos torturadores da OBAN matriculado num de seus cursos; buscas e revistas em salas de professores à noite.




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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Atraves da Filosofia Renato Kehl Francisco Alves 1946 Superioridade Racial, nazismo, Eugenismo, infertilização forçada, heredologia, Etc.


Através da Filosofia  e Guia Sinóptico de Filosofia

Renato Ferraz Kehl


Livraria Francisco Alves - Rua do Ouvidor, 166.

são os dois livros do Autor encaderndos num volume, capa dura, bom estado de conservação, escasso, não perca saiba mais...



Através da Filosofia
Livraria Francisco Alves - Rua do Ouvidor, 166.
1946
Exemplar de primeira e única edição, escasso, exemplar numerado, não perca saiba mais.
134 pg. capa dura,bom estado de conservação, escasso, não perca saiba mais...

Filosofia e bio-perspectivismo; desenvolvimento histórico, proposições; Biologismo; determinismo;
Primordios da Filosofia; Crise de atitudes filosóficas; Atitudes filosóficas; Contradições em Filosofia; O estudo da filosofia;



Guia Sinóptico de Filosofia: notas de estudo.
Livraria Francisco Alves - Rua do Ouvidor, 166.

1945

Exemplar de primeira e única edição, escasso, não perca saiba mais.
134 pg. capa dura,bom estado de conservação, escasso, não perca saiba mais...

Principais doutrinas; sinopses rememorativas; Filosofia na india, Filosofia na china, Filosofia na persia, filosofia na grecia; na renascença; nos tempos modernos; na época contemporanea; de 1900 a 1944;




Tratam-se de grande clássico de caráter universal primordial para a educação.

Possui texto de fácil entendimento que estimula o leitor a pensar e refletir sobre o tema proposto.


1ª e únicas edição destes raros exemplares e documentos que atestam a fina flor da reflexão ideologia e intelectual sobre o eugenismo entre nós e sua tentativa de afirmação e de institucionalização, um livro que deve ser estudado, relido e analisado para a construção de um Brasil mais ameno, se quisermos.



Segundo Kehl, era necessário propagar a afirmação "cartesiana" de que cumpria à medicina a solução dos problemas que mais interessam "á grandeza e á felicidade dos habitantes deste planeta", porque "só ela, pela higiene, o mais belo florão da sua coroa", poderia promover o bem-estar físico e moral e a evolução somática e intelectual da humanidade.



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Sobr eo AUtor: Renato Kehl é o principal nome do Eugenismo Brasileiro.


A eugenia tropical: ou Brasil nos passos do arianismo do inicio do Século XX.


Uma das principais marcas do discurso de Kehl era o seu pessimismo quanto ao futuro da nação brasileira. Para ele, a miscigenação racial conduzia o Brasil para uma catástrofe.

Assim, somente com procedimentos eugênicos, como a educação higiênica e a esterilização o país poderia tornar-se uma nação moderna e próspera.

Defensor de exames médicos que autorizariam ou não o casamento e a geração de filhos, Kehl alertava que essas medidas poderiam ser inócuas para a constituição de uma espécie hígida.

A esterilização deveria ser aplicada de forma compulsória e permanente. Renato Kehl afirmava a competência técnica dos médicos para efetuar uma seleção “eugênica”, no momento histórico em que esta categoria reivindicava uma projeção política na formação social brasileira.


Eugenia é a ciência da boa geração. Ela não visa, como parecerá a muitos, unicamente proteger a humanidade do cogumelar de gentes feias. Seus objetivos não se restringem à calipedia, isto é ter filhos bonitos. A beleza é um ideal eugênico. Mas a ciência de Galton não tem horizontes limitados; ao contrário, seus intuitos além de complexos são de uma maior elevação...

Segundo Kehl, era necessário propagar a afirmação "cartesiana" de que cumpria à medicina a solução dos problemas que mais interessam "á grandeza e á felicidade dos habitantes deste planeta", porque "só ela, pela higiene, o mais belo florão da sua coroa", poderia promover o bem-estar físico e moral e a evolução somática e intelectual da humanidade.

Ao apresentar a primeira "pílula da vida", o eugenista tropical, apoiando-se no francês Lacassagne, tratava de definir a higiene como: Arte de conservar a saude, e si é verdade, como diz a sabedoria antiga, que a saude é o primeiro dos bens, a hygiene deve ser a primeira das artes.

Sim é arte e não sciencia; representa a aplicação de todos os conhecimentos com o objectivo coordenado de proteger a saude, prolongando a vida dentro dos limites optimos de sua duração normal. E é arte victoriosa, conseguindo aos poucos expurgar o planeta das pestes, das infecções, sanear regiões insalubres, valorizar o solo e beneficiar a vida humana em todos os sentidos.

A procura da verdadeira nação brasileira não esteve presente apenas na produção literária.

O discurso científico também proporcionou ao debate novos argumentos. No início do século XX, a eugenia explicava o país e tentava transformá-lo.

Para o pensamento social hegemônico na época, fortemente influenciado pelo “eugenismo”, não tínhamos conhecido o desenvolvimento econômico e social de outras nações porque fatores como o clima e a “mistura” com raças inferiores haviam gerado uma população preguiçosa, indisciplinada e pouco inteligente.

Esta inferioridade biológica seria a causa da inadaptabilidade à sociedade moderna e industrial.


Médico, farmacêutico e eugenista, Kehl gesta, no interior de suas obras discussões sobre diversos temas, dentre eles: maternidade, Educação, Higiene, Saneamento e a Educação Física.

Nascido em Limeira, interior de São Paulo, formou-se em Farmácia, em 1909, pela Escola de Farmácia de São Paulo, e em Medicina em 1915, pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, títulos que lhe conferiram status e o auxiliaram a dar voz à Ciência Eugenia.

Constituída como movimento político-científico que visava a melhoraria da condição racial, a Eugenia estava fadada ao desenvolvimento da espécie.

No Brasil, por volta do início da década de 1910, esta ciência ganhou alguns adeptos dizendo ser a salvação para o caso de multi-raças que aqui se instaurara.

A herança da política escravocrata, somada à intensa imigração européia e posteriormente japonesa, fez com que os olhares da elite letrada recaíssem no desânimo.

A Eugenia seria a ciência capaz de curar os males produzidos pela miscigenação, pelo negro, pelo  índio, pelos italianos e japoneses.

Muito mais que regenerar racialmente a população brasileira, a
Eugenia carregava, em seus preceitos, ares de um civismo europeu que aportaria neste país para endireitar corpos e embelezar o povo.

As investidas dessa Ciência, no Brasil, começam a surgir, de forma mais sistemática, por volta da segunda metade da década de 1910. Em 1918, Renato Kehl, juntamente com Arnaldo Vieira de Carvalho, funda a Sociedade Eugênica de São Paulo, um marco do movimento eugênico brasileiro e importante conquista de Kehl em direção a seu projeto de vulgarização dessa Ciência.


Nesse período foram editados seus primeiros livros cujos conteúdos estão encharcados de ensinamentos, valores e normas morais daquele tempo.

Nos primeiros anos da década 1920, Kehl, nos textos que produziu sobre a educação física, imprime, juntamente com as leis “naturais” do crescimento e desenvolvimento, da Fisiologia e da hereditariedade, elementos disciplinares, modos de ser e de se portar.

Suas obras revelam-se tal qual um compêndio pedagógico que ensina pressupostos de raça, classe, gênero, constituindo, assim, modos de ser homens, mulheres, mães, pais, filhos, cidadãos...

Autorizado pela competência médica e pelas relações político-intelectuais que construiu, este eugenista elege como referentes os corpos de mulheres belas, magras e elegantes, localizando nas margens as gordas, inativas e falsas.


A eugenia se propõe a discutir possibilidades de melhoramento, via artifício.
 Melhorar a raça eliminando o elemento inferior presente em nosso país, tal como todos nós sabemos, fizeram os Nazistas na decada de 40, seguindo os eugenistas nrte-americanos e europeus na década de 20, só aí daria panao pra manga, o assunto vai longe .... Livro imperdível....

Renato Ferraz Kehl 1889-1974


Nasceu em 22 de agosto de 1889, em Limeira (SP), filho de Joaquim Maynert Kehl e Rita de Cássia Ferraz Kehl.

Formou-se aos vinte anos pela Escola de Farmácia de São Paulo e posteriormente, em 1915, doutorou-se em medicina na Universidade do Brasil.

Exerceu a clínica em São Paulo durante alguns anos. Interessou-se pelos princípios da eugenia e fundou em 1918 a Sociedade Eugênica de São Paulo, com 140 médicos.

Lutando pela difusão e implantação das ideias eugênicas, realizou conferências no Brasil, publicou cerca de trinta livros e inúmeros artigos em jornais. Durante alguns anos exerceu o cargo de inspetor sanitário rural do Departamento Nacional de Saúde Pública (DNSP), no qual organizou o Serviço de Educação Sanitária ligado à Inspetoria da Lepra e das Doenças Venéreas, tendo sido também o criador do Museu de Higiene, apresentado por esse serviço nas Comemorações do Centenário da Independência, em 1922.

Nesse Museu realizou uma exposição da campanha educativa e sanitária que deveria ser instalada no país, na qual incluiu objetos e fotografias que mostravam as habitações típicas das áreas rurais infestadas de insetos transmissores de doenças.

No Departamento de Saneamento e Profilaxia Rural do DNSP trabalhou entre 1919 e 1922 como inspetor sanitário rural e chefe do posto de Meriti (RJ), e depois passou para o Serviço de Educação e Propaganda Sanitária, de 1923 a 1924.

Tendo se exonerado do cargo de inspetor sanitário do DNSP, ingressou na empresa Bayer, a princípio como farmacêutico e depois como diretor. Nessa companhia dirigiu durante muitos anos os periódicos Os Farmacêuticos Brasileiros e Revista Terapêutica, que circulavam largamente entre os médicos de todo o país. Em 1933 ingressou na Academia Nacional de Medicina.

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Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática.

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philolibrorum@yahoo.com.br


Esta Página visa contribuir, com a localização de livros escassos, aos estudiosos das diversas ciências e áreas de estudo ou mesmo hobbies. Sobretudo as publicações já fora de comércio, antigas, esgotadas.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Sotheby's - Founded 1744 Catalogo de livros raros. Leilão bibliofilia bibliofilos biblioteca leilões usados fora de catálogo Manuscrito etc



Sotheby's - Founded 1744

Printed Books and MaCatalogo de livros raros.

Obra em excelente estado de conservação, escasso, não perca saiba mais....

Referencial para todos os interessados no assunto.

Contendo preço das obras, referencias, descrição e particularidades curiosas.

Adequado para colecionadores, admiradores e vendedores de livros antigos, raros, e mapas. Uma ótima ferramenta de comparação.

Books Printed in Arabic; Books Printed in greek; Greece, Turkey, Cyprus, The near and Middle-East.

Maps and Prints; Art Reference; Continental Literature; Early Printed Books; Miscelaneous Books; Manuscripts; Music; Natural History; Science and Medicine, Sport; Naval and Railway;  British Isles; General Atlases;  A collection of Books By Sir R. F. Burton;


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A Sotheby's foi fundada em Londres em 11 de Março de 1744, quando o Samuel Baker leiloou várias centenas de livros raros e valiosos da biblioteca do Rt Hon Sir John Stanley por algumas centenas de libras.

A história da expansão da Sotheby’s para além de livros e para incluir o melhor em termos de artes e jóias decorativas é também a história do mercado de leilões global, definida por momentos extraordinários que continuam, a capturar a atenção do mundo.

Foi a partir desta herança rica que uma marca de imobiliário foi fundada em 1976. Hoje, a Sotheby’s oferece o mesmo compromisso de um serviço excepcional que a tem caracterizado durante mais de dois séculos.


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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Revista do Vinho 7 volumes. UVIBRA Enologia vinicultura vinicola viticultor enologo enologia enofilo enofilia Sommeliers enoteca adega degustação História Livros Viniferas Vitinicola etc

Revista do Vinho 7 volumes.

UVIBRA - União Brasileira de Vinicultura

1987

bom estado de conservação, completa com 6 numeros relativos ao seu primeiro ano de circulação,  encadernado em capa dura recebida da Editora acompanhada do índice remissivo relativo aquele primeiro período anual.

Com indice cumulativo, com verbetes em ordem alfabetica.

De responsabilidade da UVIBRA - União Brasileira de Vinicultura, a REVISTA DO VINHO era destinada aos consumidores, tendo como proposta básica a formação e o desenvolvimento de uma cultura vinícola nacional; contendo informações, esclarecimentos e orientação, tanto das coisas do vinho, além de noticias relativas aos alimentos consumidos com a bebida, viticultura, distribuidores, restaurantes, hotéis e gastronomia em geral.


O Conselho Editorial e Diretoria da revista de primeira ordem é formado por:

Adolfo Lona, Carlos Correia de Oliveira, José Alberici Filho, Lauro Rigoni, Marc Langon, Rinaldo Dal Pizzol e Severino Ferrari; Lourenço Mônaco; Mauro Corte Real.

Alguns articulistas:

Francisco Mônaco, José Manosso, José Albano do Amarante, Maria Regina Flores, Paulo Ledur, Dânio Braga, Julio Seabra Ingles de Sousa, Sergio de Paula Santos. Jack Masquelier; Mario Castino; Gilmar Barcelos Kuhn; Onofre Pimentel; Luiz Gaspar Fensterseifer;Juan Luis Carrau; Maria regina Ferreto Flores; Maria dolores Cabezudo; Jean Pierre Rosier;



Alguns artigos:

Como vai o vinho nacional. Uvas e vinhos do Brasil harmonização com os alimentos; O vinho de Noé a nossos dias; O vinhateiro simbolo de uma civilização; Adega Caseira; Livros sobre a bibliografia brasileira de vinho; sua excelencia a garrafa; No setimo dia dia Deus fez a uva; O triangulo da sensibilidade: casamento ideal vinhos e alimentos;A viticultura do Vale do São Francisco; O vinho dos Faraós e os nossos; O futuro é das niniferas; Artigo técnico vinho tinto de alta qualidade: elaboração envelhecimento; Brotação e floração davideira; 1958 Brasil vende 30 milhoes de litros de vinho a França; A arte de apreciar vinho; O vinho e a saúde, Rolha cortiça; Roteiro do vinho; 
Artigo técnico: enxertia da videira; A história da uva e do vinho do Rio Grande do Sul; Vinho brasileiros opinião dos enólogos; Videira uma generosa cornucópia; A vindima; Degustação utilizando a cor; Evolução do consumo de vinho no mundo e perspectivas para o ano 2000; Denominação de origem; Amigos do vinho; dos livros do vinho; A estatistica nas provas de degustação dos vinhos; vinhos brancos de qualidade: elaboração e conservação; A videira no tempo; Quarentena da videira; As uvas do Brasil e seu ciclo anual; Suco concentrado de uva; A poda da videira; O vinho no Quixote; Vinho: evolução, propriedades e classificação; Degustação: utilizando o olfato; Alterações na legislação vinicola brasileira; Aromas e Buquet; A mulher e o vinho; Champanha companhia para todos os momentos; A produção de uvas no Brasil e o problema do vinho comum; A biotecnologia e a produção de vinhos jovens; Uva fruto precioso e versatil; Vinho rosê; Poetas do Vinho; Degustação a boca e o gosto; Bases cientificas da análise sensorial; Beneficios do vinho na saúde;




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Revista Literária PROVÍNCIA de São Pedro Revista Trimestral. Província de São Pedro. Rio Grande do Sul: Tradicionalismo. Renascimento. Ruralismo. Estudos Literários.Romance. Indianismo. Poesia. Historia filosofia 1947



Revista Literária PROVÍNCIA de São Pedro

Número 10 de 1947 e  Número 13 de 1949.
Encadernado em capa dura, em bom estado de conservação, escasso, saiba mais ...

Importante publicação das letra e pensamento alta inteligência brasileira.

Em bom estado de conservação, encadernados em capa dura, preciosa peça histórica.

Tradicional e inovadora Revista literária do Sul do País.

PROVÍNCIA de SãoPedro  diverso e importantes nomes de nossa intelectualidade colaboram neste número:


EDIÇÃO DA LIVRARIA DO GLOBO Rio de Janeiro - PortoAlegre - São Paulo.   Periódico: Revista Trimestral. Província de São Pedro. Rio Grande do Sul: Tradicionalismo. Renascimento. Ruralismo. Estudos Literários.Romance. Indianismo. Poesia. Historia.


Alguns assuntos:

Bento Gonçalves; Antes e depois de Balzac; Língua e carater; A expansão capitalista versus ideologia canônica em Portugal; Graça Aranha e o lado trágico da vida; Literatura e exilio; "Seu" Bilinha; O compositor Villa-Lobos; Os índios rio-grandeses modernos; Um artigo de Goethe sobre palmeiras e paisagens do Brasil; Poemas do rio do sono; Introdução ao Estudo Geográfico da Casa; O portugues do Brasil e a posição de Sylvio Romero; Elementos populares no trovadorismo gálico-português; Coleção de vocábulos e frases usados na Provincia de São Pedro; As congadas no sul do Brasil; 

A M'Boi Tatá; As correções de Machado de Assis; Ainda a falsificação da cultura; Desespero de Job; Contemplação no Banco; Movietone do Noordeste; Considerações sobre a arte social; A região do Seridó; A Linhagem fidalga de Silveira Martins; A lição dos textos e as normas gramaticais; Teoria do Fiapo; Os portuguese no Nordeste; Adágiario Gaucho; Documentos da vida literária; etc ...



Alguns autores:

Manoelito Ornellas, Eloy Pontes; Armand Robin; Eugenio Gomes, J. Simões Lopes Neto; Nereu Correa; Nilo Ruschel; Carlos Drummond de Andrade; José Condé; José Augusto; Décio Frota Escobar; Aurélio Buarque de Holanda; Ernani Fornari;  Manuel Diegues Júnior; Silvio Júlio; Otto Maria Carpeaux; Gladstone Chaves de Melo; Otelo Rosa; Licio Marcondes do Amaral; Bueno de Rivera; Erico Veríssimo, José Honorio Rodrigues; Lila Ripoll; Darcy Azambuja; Augusto Meyer; João Climaco Bezerra; Jean de Seguecy; Pde. Balbuino Bambo S.J.; Victor Wittkowski; Breno Accioly; Lourenço Mario Prunes; Walter Spalding; Roger Bastide; Paulo Ronay; Jamil Almansur Haddad; etc...

Temos disponibilidade de outros volumes.



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Revista Vida 1961 Paul Overholt; Clovis Arantes Salviano Jim Wallis Rev. Aretino Pereira dos Santos Rev. Walter Kaschel Rev. José Borges dos Santos Jr. Rev. Benedito Natal Quintanilha Reverendo Eneas Tognine Joana Kerns Rev. Antonio Elias IPB Niterói Dr. Flamínio Fávero; Rev. Gioia Martins Igreja Batista do Brás; Dennis Marshal Butchart; Frederick Rex; Sarah Gudschinsky; Paul kenyon; Liciece Silva Wayne Bragg Odon Ramos Maranhão METODISTA etc



Revista Vida

1961

Livro em bom estado de conservação, capa dura, escasso, não perca, saiba mais ...

Todo o ano de 1961, de janeiro a dezembro.

Todo o segundo ano desta importante e histórica revista com dados muito interessante sobre o protestantismo no Brasil, sua história seus costumes, seus negócios, suas aspirações.

A revista  retrata um tempo onde a proporção de  evangélicos em nosso país era muito pequeno, porém bastante atuante e crescente em conteúdo bíblico.  Diversos artigos, notas, divulgações, esclarecimento, memorabilia, etc...

Alguns nomes que Participam destas edições, nomes como:

Paul Overholt; Clovis Arantes Salviano;  Jim Wallis, Rev. Aretino Pereira dos Santos; Eroisa Queiroz Salviano; Rev. Walter Kaschel; Percy Arantes Salviano; Rev. José Borges dos Santos Jr.  Rev. Benedito Natal Quintanilha;  Rev. Eneas Tognine; Joana Kerns; Ken Anderson; Jack Hamilton; Rev. Antonio Elias IPB Niterói; Dr. Flamínio Fávero; Rev. Gioia Martins Igreja Batista do Brás; Dennis Marshal Butchart; Frederick Rex; Sarah Gudschinsky; Paul kenyon; Liciece Silva; Wayne Bragg; Odon Ramos Maranhão; Calvert Cariss; 

Alguns artigos:

Do Penny Black ao Olho de Boi. o Brasil foi o segundo pais a adotar o selo postal.  No Brasil Comissão Homens de Negócio Cristãos Internacional.  Vamos alfabetizar o Brasil?   Pena de morte;  Em ação nas caraíbas;  O que pensa Kruchev a respeito de Deus.  A diferença está na seiva.  Viagem à lua.  Um cientista descobre Deus: N. Jerome Stowell.  Acompanhamento de universitários. ABU.  Carta de um comunista.  A história de Wu Feng.  Os cinco martires do século.  O que é delinquência infantil.  Favelas problemas nacional.  Nós matamos. Evagelismo indigena. Vi os russos encolherem. tremeram de medo diante de um livro.  Lar batista instituição evangelica assistencia a menores.  VII congresso nacional do Umpismo. IPI.  91 anos de história Igreja Presbiteriana Independente de Campinas.  O que é um clube bíblico?  Congresso Mocidade Batista do sul do Brasil.  Como meu povo achou Deus, Nigéria. O comunismo e a religião.  O caso da caixa estragada.


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O Fim da Pólio Sebastião Salgado Companhia das Letras


O Fim da Pólio

Sebastião Salgado

Companhia das Letras

Número de páginas: 160 Medidas: 20,30 X 25,40, Capa dura, bom estado de conservação.

No começo de 2001, sebastião salgado deu início a uma série de fotos que iriam documentar os esforços de milhões de voluntários e de duas entidades internacionais - a organização mundial de saúde e o unicef - para erradicar do planeta uma doença que vitimava então cerca de 20 milhões de pessoas: a poliomielite.  ao longo daquele ano, salgado registrou campanhas de vacinação na somália, no sudão, na índia, na república democrática do congo e no paquistão.

Emprestando sua premiada arte fotográfica à campanha mundial de erradicação da pólio.  assim como em êxodos; outras américas; retratos de crianças no êxodo; terra e trabalhadores, todos publicados no brasil pela companhia das letras, em o fim da pólio salgado torna a unir sua estética refinada a um profundo senso ético, colocando a fotografia a serviço não apenas do debate e da discussão, mas principalmente da meta de que o mundo esteja livre da doença, como pretendem a oms e o unicef.  além das fotos de salgado, o fim da pólio tem prefácio do secretário-geral das nações unidas, kofi annan, e traz ainda uma cronologia do combate à doença, além de depoimentos de médicos e colaboradores da oms e do unicef.

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domingo, 22 de janeiro de 2012

Hutchins, Patricia. James Joyces Dublin. London: Grey Walls Press, 1950 literatura moderna autor de Ulisses etc...



James Joyce's Dublin.

Hutchins, Patricia

London Grey Walls Press

1950

Joyce, James, 1882-1941. Literary landmarks Ireland Dublin

122 p.  illus. ports., facsims. 25 cm.

livro em bom estado, escassa primeira edição, obra referencial nos estudos sobre o assunto, capa dura em tecido verde original, não perca, saiba mais...

Com cópia do original de um panfleto, “The Day of the Rabblement” atacando o paroquialismo do Teatro Literário Irlandês foi escrito em  15 de Outubro de 1901;


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sábado, 21 de janeiro de 2012

Musices Aptatio Bonn Collectanea Musicae Sacrae Brasiliensis. Musices Aptatio/Liber Annuarius 1981,ed. J. Overath. Rom: Consociatio Internationalis Musicae Sacrae. Colonia: Luthe 1981 Musices Aptatio Eleanor Florence Dewey José Mauríc o Nunes Garcia igrejas brasileiras Musica sacra canto gregoriano ordem beneditina Gregorian Chant Folias de Reis Mineiras Música e Dança na Miração Santo Daime



Musices Aptati


Komission der Consociatio Internationalis Musicae Sacrae
Bonn - Alemanha


publicado pela organização pontifícia de música sacra (CIMS) em Roma e


Institut für Hymnologische und Musikethnologische Studien


Ed. J. Overath. Roma : Consociatio Internationalis Musicae Sacrae. Colonia: Luthe


1981



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Collectanea Musicae Sacrae Brasiliensis Antonio Alexandre Bispo, Maria Laach, et alii - Textos em Portugues, Ingles e Alemão.

Proemium  

Zur Rezeptionsgeschichte der Kirchenmusik in Brasilien Antonio Alexandre Bispo  

José Maurício Nunes Garcia (1767-1820): Offices for the dead: Requiem Masses Cleofe Person de Mattos  

José Maurício Nunes Garcia: Ein dunkelhäutiger Mozart in Brasilien der Kolonialzeit Guilherme Schubert  

Sobre o sino nas igrejas brasileiras Maria do Carmo Vendramini

Um depoimento sobre o fim da prática coro-orquestral no interior brasileiro Benedicto Moreira  

Jubiläum von Furio Franceschini (1880-1980): Restaurator der Kirchenmusik in São Paulo Léa Vinocur Freitag  

Furio Franceschini e a Música Sacra Manoel Antonio Franceschini, José Luiz Vicente de Azevedo Franceschini  

Zur brasilianischen Kirchenmusik in der ersten Hälfte des 20. Jahrhunderts Sueli de Fátima Bispo Steden  

Zur brasilianischen pastoralen Kirchenmusik Delly Cardoso Carrapatoso  

História e prática atual do Canto Gregoriano nos mosteiros da Ordem Beneditina no Brasil D. João Evangelista Enout OSB  

Paula Loebenstein (1888-1967) D. Luzia Ribeiro de Oliveira OSB  

Three decades of work for the cause of Gregorian Chant in Brazil (1946-1977) Eleanor Florence Dewey C..R.  

Canto Gregoriano e canto pastoral na Educação musical e na vida religiosa Maria José Clímaco Ferreira FMA  

La Méthode Ward au Brésil Nicole Jeandot  

Der Tanz zum Heiligen Kreuz: Eine Tradition indianisch-jesuitischen Ursprungs Rossini Tavares de Lima  

A Dança de São Gonçalo: Um ritual religioso deo catolicismo popular de camponeses do Estado de São Paulo Carlos Rodrigues Brandão  

Der Sankt Gonçalo-Tanz in Brasilien: Ein Beitrag zur Tanzethnologie Antonio Alexandre Bispo  

Música nas Folias de Reis "Mineiras" de Goiás Yara Moreira  

Música religiosa folclórica na Folia, Bandeira, Companhia do Divino Niomar de Souza Pereira  

Serie sonora nel modo di mi sulla musica popolare religiosa e folkloristica del Brasile José Geraldo de Souza  

Música e Dança na "Miração" do "Santo Dai-Me" Julieta de Andrade  

Considerações sobre a música sacra nas comunidades católicas de origem japonesa no Brasil Sonia Akemi Kishida  

Resumos


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Edição imperdível, justificada pela quase total ausência de publicações em português sobre Musica Sacra e sobre o Canto Gregoriano e pela sua utilidade não só para aqueles que queiram dela fazer uso para fins litúrgicos como também para todos os estudiosos que reconheçam o valor histórico e artístico de ambos.


O papel primordial do Canto Gregoriano, é sempre reconhecido pelos documentos conciliares e tão pouco observado na prática litúrgico-musical da atualidade.

Importância fundamental de quase todos os campos da Musicologia Aplicada, nomeadamente na questão do relacionamento dos resultados de pesquisas musicológicas para a interpretação.


O Canto Gregoriano é uma variedade da música modal, caracterizado pela monofonia e pelo ritmo livre, composto em sistema diatônico, encontrando suas raízes longínquas nos cantos sacros das sinagogas.

Com a organização da liturgia romana - que se estendeu a toda a Igreja - pelo papa Gregório Magno (c. 540-604), tornou-se por assim dizer o canto oficial da Igreja Católica, utilizado em todas as celebrações litúrgicas.

A melodia gregoriana exerce sobre o ouvinte o efeito de recolher e elevar o espírito. A fluidez da música como que absorve a palavra, mas não a subordina.

Segundo o maior especialista em semiologia gregoriana, Dom Eugène Cardine OSB, mais que uma música vocal, o canto gregoriano é a palavra cantada e sagrada que vem de Deus pela escritura e a ele retorna pelo louvor.

A Liturgia das Horas, celebrada há séculos pelos monges, constitui a oração pública e oficial da Igreja, que prolonga no tempo o louvor a Deus iniciado por Jesus.

A partir do Concílio Vaticano II, não só a celebração em vernáculo foi permitida, como outras formas musicais foram admitidas à Liturgia, de modo que toda a beleza e a força de expressão religiosa do canto gregoriano ficaram gradativamente restritas ao âmbito dos mosteiros.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Noções de Biotipologia W. Bernardelli - biotipo eugenismo eugenia higienismo genetica ideologia eugenica racista divisão raça superior crimalistica etc

Noções de Biotipologia

W. Bernardelli

bom estado de conservação, coda9-x10, escasso, não perca, saiba mais ...
Temos condição de conseguir muitos outros títulos sobre o assunto. Diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta. Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática. Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem para acompanhamento da entrega. Toda postagem pode ser rastreada pelo site dos Correios. Todos os pedidos são enviados com seguro. CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA philolibrorum@yahoo.com.br

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Os Feitosas e o Sertao dos Inhamuns Billy Jaynes Chandler genealogia, familias, nordeste, brasil, historia


Os Feitosas e o Sertao dos Inhamuns
 Billy Jaynes Chandler
Civilização Brasileira - 1981 - coda9-x9. 213 pg. in genealogia, familias, nordeste, brasil, historia,

Os Feitosas e o Sertao dos Inhamuns: a Historia de uma Familia e uma Comunidade no Nordeste do Brasil - 1700 -1930; Billy Jaynes Chandler; Brochura em bom estado de conservação.

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Sciuto, Giovanni Mestres e Mistérios do Magnetismo


Sciuto, Giovanni

Mestres e Mistérios do Magnetismo

Ed. Ulisseia, Lisboa, 1979.coda9-x6. 201 pg.

Se o magnetismo, o poder das mãos para curar e aliviar, é considerado por muitos como uma das armas mais poderosas da medicina natural, a medicina oficial mostra-se céptica a seu respeito, quando não hostil.

O certo é que a maior parte dos magnetizadores não é constituída por charlatões.

Mas não é menos certo que, para o seu exercício, o domínio de uma ciência e de uma técnica é tão indispensável como a posse de um dom.

Esta obra fornce uma resenha histórica do magnetismo, da feitiçaria de ontem à medicina-milagre de hoje, descreve os seus êxitos, as querelas com a justiça, as esperança dos magnetizadores atuais, as aplicações médicas do electromagnetismo, permitindo por último ao leitor descobrir o seu eventual poder magnético.


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A witness through the centuries Reginald Hegy London Rider, 1934 Reencarnação Metempsicose Espíritismo Inicado Misticismo Esoterico Dawn


A witness through the centuries

Reginald Hegy

London Rider, 1934. 230 pg.coda9-x3, escasso, não perca, saiba mais....


O livro apresenta uma interessantíssima argumentação para a vida após a morte e a comunicação dos espíritos com o mundo físico. Autor era um judeu Sul Africano Médico, mostra que depois de investigar longamente as evidências da vida após a morte, ele chegou à conclusão de que a vida após a morte irremediável Existe.

Alguns dos capítulos: Minha viagem de descoberta; Seria a morte o fim; Vendo o invisível; Os inimigos da verdade? O livro é uma verdadeira jóia!

Interessante bibliografia de referência para as questões espiritualistas do inicio do século XX, uma visão abrangente e ...


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Livros Malditos Jacques Bergier Os Homens de Negro Livro Toth Nefer-Ka-Ptah Dzyan Abade Trithème John Dee Espelho Negro O Manuscrito Voynich Mathers Excalibur Professor Filippov Dupla Hélice...


 Os Livros Malditos  

Jacques Bergier

editora: Hemus

ano: 1971

Livro em bom estado, brochura original,coda9-x5, 137p.escasso, saiba mais ....
 
Os Homens de Negro; O Livro de Toth; Como Nefer-Ka-Ptah encontrou o Livro de Toth; O que foi destruído em Alexandria; E as Pirâmides? ; As Estâncias de Dzyan; O Segredo do Abade Trithème; O que John Dee viu no Espelho Negro; O Manuscrito Voynich ; O Manuscrito Mathers ; O livro que leva à loucura: Excalibur ; O Caso do Professor Filippov ; A Dupla Hélice...
 
Parece fantástico imaginar que existe uma santa aliança contra o saber, uma organização para fazer desaparecer certos segredos. Entretanto, tal hipótese não é mais fantástica do que a da grande conspiração nazista. Ne grã, até que ponto seus filiados eram numerosos em todos os países do mundo, e até que ponto essa conspiração estava próxima do êxito. É por isso que não .podemos rejei tar, a priori. A hipótese de uma conspiração mais antiga.
 
O tema do livro maldito, que tem sido sistematicamente destruído ao longo da história, serviu de inspiração a muitos romancistas, h. P. Lovecraft, sax rohmer, edgar wallace. Entretanto, esse Essa destruição sistemática existe em tal amplidão, que se pode perguntar se não ê uma consp1 ração permanente que visa impedir o saber humano de desenvolver-se mais depressa.
 
Jacgues bergier, - Autor de "o despertar dos mágicos"

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Le Vrai et Le Faux Dans La Pensée Grecque Archaïque, Étude de Vocabulaire. J. P. Levet Les Belles Lettres 1976 Filosofia Antiga Grega Arcaica Polis Grecia Homerica Hesíodo Mítica Etc...





Le Vrai et Le Faux Dans La Pensée Grecque Archaïque, Étude de Vocabulaire. 

J. P. Levet
editora: Les Belles Lettres
ano: 1976. Filosofia,coda9-x18. bom estado de conservação.

Filosofia Antiga Grega Arcaica Polis Grecia Homerica Hesíodo Mítica Etc

Título completo: Le vrai et le faux dans la pensée grecque archaïque : étude de vocabulaire. Présentation générale;le vrai et le faux dans les épopées homériques.

Bom estado, capa dura, 257p. escasso, não perca. Série Collection détudes anciennes.

Temos muitos outros livros sobre filosfia antiga ainda por cadastrar, caso haja interesse, consulte-nos.

Or, nous avons constaté que les locuteurs emploient fréquemment cet adverbe avec le verbe καταλέγειν, ce qui souligne à la fois que ce verbe désigne un mode dexpression bien connu des Grecs archaïques et que lon a pris au sérieux cette manière de donner des renseignements, en relation avec une manière de concevoir la réalité et limitée à la situation du donneur de renseignements...


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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

A Estrenua Vida Espiritual e a Vida Submissa A. Van Der Naillen editora: O Pensamento ano: 1940 Tradução de Francisco Valdomiro Lorenz

A Estrenua Vida Espiritual e a Vida Submissa

A. Van Der Naillen

editora: O Pensamento

ano: 1940

encadernado, capa dura, bom estado, 258 pgs

Tradução de Francisco Valdomiro Lorenz

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A Cabala e a Tradição Judaica René de Tryon editora: 70

A Cabala e a Tradição Judaica

René de Tryon

editora: 70

ano: 1979

descrição: Livro em bom estado de conservação. capa dura, preservou-se a capa brochura.coda5b-x7,com 245 pp.


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Experimental Hypnosis Leslie M. Lecron Macmillan Company 1958 hipnose hipnotico subliminar mensagem controle mental etc



Experimental Hypnosis

Leslie M. Lecron

editora: Macmillan Company

ano: 1958

Em bom estado, encadernação original, com 483 páginas,coda5b-x4,in esoterismo, escasso, não perca saiba mais....

"Experimental Hypnosis: A Symposium of Articles on Research by Many of the Words Leading Authorities."

The book includes several contributions by Milton Erickson.

Psychology & Psychiatry; hypnosis; Medicine & Health.


Experimental Hypnosis contains twenty of the world's leading authorities that explain what hypnosis is and how it has been used in curing a variety of illnesses of the mind and body. A lot of ideas that are assigned to supernatural or extrasensory are in fact common effect of hypnosis.





Leslie M. LeCron - 1892-1972  Psychologist, expert on hypnotism, and author on parapsychological topics.

He was born on October 27, 1892, at Minneapolis, Minnesota, and studied at the University of Colorado (B.A., 1916). He entered into private practice as a psychologist and became a member of the Society for Clinical and Experimental Hypnosis and the Academy of Psychosomatic Medicine.

Lecron was an honorary member and a consultant of the Los Angeles Society for Psychic Research. 

Sources:

Cheek, David B., and Leslie M. LeCron. Clinical Hypnotherapy. New York: Grine & Stratton, 1968.

LeCron, Leslie M. Experimental Hypnosis. New York: Macmillan, 1952.

——. "The Paranormal in Hypnosis." Tomorrow magazine (spring 1955).

——. Self-Hypnosis: The Technique and Its Daily Use in Daily Living. Englewood Cliffs, N.J.: Prentice-Hall, 1964.


——. Techniques of Hypnotherapy. New York: Julian Press, 1962.

LeCron, Leslie M., and Jean Bordeaux. Hypnotism Today. New York: Grune & Stratton, 1964.

Pleasants, Helene, ed. Biographical Dictionary of Parapsychology. New York: Helix Press, 1964.


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Noções De Numismatica Alvaro V. Coimbra Medalhistica, moedas, esfige, numismata, carimbos, medalhão, heraldica, escudo, brasão, tesserologia, etc


Noções de Numismatica2 Volumes

Alvaro Veiga Coimbra

em bom estado, capa dura, encadernados em 2 volumes. Medalhistica, moedas, esfige, numismata, carimbos, medalhão, heraldica, escudo, brasão, etc

Noções de numismática. Revista de História. São Paulo, Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da Universidade de São Paulo.

Questões pedagógicas;  A invenção da moeda;  valor dos metais; intrisico e extrinseco; monomtalismo e bimetalismo; título das moedas; epigrafia monetaria; nomes de gravadores; caracteres externos das moedas; o metal na moedagem dos gregos; os magistrados monetarios; numus alexandrino; sistemas monetarios; a moedagem de prata de atenas no sec. v;primitivas moedas romanas; moedas de bronze o AES e suas reduções; moedas campanicas; Marcas sobrepostas; tipos monetarios; familias consulares que cunharam moedas; moeda bizantina; moedeiros da idade media; moedas de consagração; moedagem dos merovingeos; medalhões usados pelos peregrinos; tesserologia; pieforts, jeton; abreviaturas em numismatica; medalhistas italianos; medalhistica francesa; medalhistas brasileiros;classificação; Prof. Girardet; Sociedade Numismatica Brasileira; Condecorações; Os premios na antiguidade; ordem equestre; tempos feudais; cavalaria medieval; os doze da inglaterra; nomenclatura das armas;  ordens militares honorificas; origens; ordens monasticas; conceitos sobre as ordens; classificação das condecorações; medalhas condecorativas; medalhas comemorativas; plaquetes; colares; medalhas esportivas; como se distinguem; o uso das condecorações; introdução ao estudo das ordens honorificas brasileiras; ordens militares portuguesas renovadas; o desenho da ordem;  ordens honorificas do imperio do brasil; a ordem da rosa imperial; ordem da torre e espada;  etc...


Vários números:

no. 25, ano IX, p. 241-275  ; no. 26, ano IX, p. ; 529-550

no. 27, ano IX, p. 229-265  ;  no. 28, ano IX, p. 511-532

no. 29, ano IX, p. 211-276 ; no. 30, ano IX, p.  449-534

no. 31, ano IX, p. 229-254 ; no.  32, ano IX, p. 491-538

no.  45, ano IX, p. 245-268  ;  no.  46, ano IX, p. 542-556

no.  47, ano IX, p.220-264;   no. 48, ano IX, p. 446-500

no.  50, ano IX, p. 526-558  ; no. 53, ano IX, p.219- 264

no.  56, ano IX, p. 456-472  ; no.  60, ano IX, p. 459-486

no.  65, ano IX, p. 231-247


Este conjunto de artigos distingue-se, a um tempo, pela abrangência e profundidade, indicado para estudiosos, amantes, colecionadores, etc.


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Sobre a numismática:

Por numismática entende-se o estudo essencialmente científico das moedas e medalhas, porém na atualidade o termo “numismático” vem sendo empregado como sinônimo ao colecionismo de moedas, incluindo também o estudo dos objetos "monetiformes", ou seja, assemelhados às moedas, como por exemplo as medalhas (que têm função essencialmente comemorativa), os jetons (geralmente emitidos por corporações para identificar seus membros), moedas particulares (destinadas a circular em círculos restritos, como uma fazenda ou localidade) ou ainda os pesos monetários (que serviam para conferir os pesos das moedas em circulação).

Desde o Império romano a aristocracia cultivou o interesse de colecionar moedas, sem no entanto estudá-las. O costume romano compartilhado por imperadores, como Augusto, foi mantido por reis europeus durante a Idade média. A coleção de reis como Luís XIV da França e Maximiliano do Sacro Império possibilitariam o surgimento da numismática durante o Renascimento, graças à vontade dos humanistas em recuperar a cultura greco-romana, e a iniciativa de organizar as coleções reais. Assim a numismática surgiu durante o renascimento e se consolidou como ciência nos séculos seguintes.  Assim temos nomes como o abade Joseph Eckhel que trabalhou na coleção imperial de Viena, capital da Áustria.

Temos o colecionador francês Joseph Pellerin, que contribuiu para a coleção real francesa, e temos também um dos nomes mais famosos, Francesco Petrarca, poeta que desenvolveu a numismática na Itália.

O objetivo de Petrarca era conhecer a história de cada povo. Petrarca demonstrou também como a numismática pode se tornar uma paixão contagiosa. Em 1390, coube a ele, indiretamente, a cunhagem de moedas comemorativas pela libertação da cidade de Pádua, pelo visconde Francisco II de Carrara.

Seja pela cultura, pela observância de técnicas ou simplesmente pelo desafio de colecionar, a relação entre cultura e numismática sempre é presente. Mesmo aqueles que colecionam moedas ou cédulas como um simples hobbie, sem se dedicar à pesquisa, adquirem uma boa bagagem de cultura geral.  É veículo de mensagens, arte e, até mesmo, magias e superstições.


A numismática desenvolveu-se no Brasil, principalmente a partir do século XIX, seguindo em parte o modelo europeu.  A aristocracia teve papel fundamental para o desenvolvimento da numismática no Brasil, por ser a classe mais instruída e também por ter condições de formar coleções numismáticas, lembrando-se que na época as coleções deviam se formar basicamente de moedas greco-romanas.

Temos também a contribuição especial do imperador Dom Pedro II, amante das artes e da história e que freqüentemente fazia viagens ao exterior donde trazia “lembranças”.  Com o fim do Império, a maior parte da produção numismática brasileira ficou restrita a museus e a trabalhos realizados por poucos pesquisadores principalmente no eixo das cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, quadro que começou a se alterar com a popularização das feiras de antiguidade e com a criação de sociedades numismáticas no país.

Apesar dos esforços a numismática no Brasil não é tão bem difundida como em outros países. Ainda assim, possui vários grupos de colecionadores bem organizados, cursos e literatura sobre sua evolução no país.


No calendário oficial, o dia 1º de Dezembro é marcado como o "Dia do Numismata". Essa data foi escolhida por reunião da Sociedade Numismática Brasileira por ser o dia, no calendário católico, de Santo Eloi (ou Elígio), padroeiro dos numismastas.

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São Tomás De Aquino João Ameal Iniciação ao estudo da sua figura e da sua obra. Editora: Tavares Martins - Porto Ano: 1956

São Tomás De Aquino

João Ameal

Iniciação ao estudo da sua figura e da sua obra.

Editora: Tavares Martins - Porto

Ano: 1956 Páginas: 574, em bom estado,coda5b-x8,capa dura,


Aos 10 anos Tomás foi enviado para continuar seus estudos na Universidade de Nápoles. Seu primeiro biógrafo relata que "nas aulas o seu gênio começou a brilhar de tal forma, e a sua inteligência a revelar-se tão perspicaz, que repetia aos outros estudantes as lições dos mestres de maneira mais elevada, mais clara e mais profunda do que tinha ouvido"

Talvez nunca mestre algum fosse mais apaixonadamente admirado e escutado do que Tomás de Aquino. O seu culto exclusivo da verdade comunica às palavras e às demonstrações uma segurança que dá aos jovens auditórios o supremo júbilo de tocar de perto, em brusco prodígio, a região excelsa das grandes certezas. Numa época cheia de vastas aspirações, de pesquisas no absoluto, as almas querem mais do que simples jogos dialéticos sobre conceitos abstratos. Querem palpar o real, ser introduzidas no âmago das questões, entrar na posse das altas evidências da razão e da Fé. Fé que ambiciona compreender. E Tomás de Aquino, sem lhes proibir os ardentes deslumbramentos da fé, leva-as à máxima compreensão dos mistérios e harmonias universais.



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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Heitor Bustamante (Sertões dos Puris – Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro, Niterói, 1971); Santo Antônio de Pádua Brotos Miracema RJ São João da Barra Campos dos Goytacazes. Vale do Pomba, do Muriaé, do Carangola e do Itabapoana. Itaperuna.

Heitor Bustamante

Sertões dos Puris

Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro, Niterói

1971

bom estado, brochura original, escasso, coda1-x6. saiba mais...



As terras do sertão de Campos foram, aos poucos, sendo desbravadas e os campistas, penetrando pelo interior, abriram novas fontes de progresso para o seu torrão. Ousados como antigos bandeirantes, levaram o seu esforço pelos vales do Pomba, do Muriaé, do Carangola e do Itabapoana.

Bustamante dedica um capítulo à “instrução pública”.
Os quatro primeiros professores atuaram em Pádua em torno de 1856, quando ali ainda não havia escolas públicas. Eram professores de primeiras letras. Somente em 1883 é que foram fundadas as primeiras escolas. Uma para os meninos e outra para as meninas. Abriram a primeira com 54 alunos e a segunda, com 27 alunas. Em 1935, foram extintas todas as escolas isoladas que funcionavam na cidade e as professoras, integradas no Grupo Escolar. O Colégio Victor Hugo é uma referência de qualidade em 1889.

Caribé, aqui no Colégio Victor Hugo, seguiu os métodos do Barão de Macaúbas, o grande renovador do ensino no Brasil, e foi o maior precursor do que se chama atualmente escola moderna. Estudioso, inteligente e devotado à sua profissão, tinha o poder de persuasão, de atração e a técnica dos grandes educadores. Muita coisa que hoje aparece como novidade, já naquele tempo no Colégio Victor Hugo era praticado: exercícios militares, ginástica sueca, jogos divertidos e até teatro, tudo ali se exercitava, com a modéstia e a dedicação do mestre que trabalhava com entusiasmo e brilho pela cultura moral e cívica da mocidade paduense...

Temos disponibilidade de outros volumes sobre o mesmo assunto.

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Paulo Laragnoit A vila de prainha 1984 - Vale do Ribeira Litoral sul cidades familias historias genealogias Iguape etc Atual Miracatu - São Paulo

A Vila de Prainha
Paulo de Castro Laragnoit
editora: Jaburu
ano: 1984

Brochura cartonada, em bom estado de conservação. 365 pg, coda1-x4. escasso, saiba mais.

Atual Miracatu - SP - O antigo povoado de Prainha, localizado na margem esquerda do Rio São Lourenço, deve seu nome a uma pequena praia onde paravam os canoeiros para descansar e fazer suas refeições durante a viagem. Sua origem estaria ligada ao núcleo surgido nas terras do francês Pierre Laragnoit. Em julho de 1847, por um milhão de réis, Laragnoit comprou uma sesmaria de Domingos Pereira de Oliveira e sua esposa.

Em 14 de junho de 1871, Laragnoit doou terras para a construção de uma igreja e a abertura de um cemitério. O povoado que ali se formou foi elevado à categoria de Distrito de Paz no dia 06 de abril de 1872, com o nome de Prainha. Pelo Decreto Lei nº. 9.775 de 30 de novembro de 1938, o Distrito de Prainha foi elevado à categoria de município.

Em 1944, o nome da cidade teve que ser mudado porque existia uma cidade com nome idêntico no estado do Pará. Prainha passou a ser então Miracatu.

Paulo Laragnoit esmiuçou os cartórios da região, o Fórum de Iguape, os arquivos do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, Arquivo do Estado e Cúria Metropolitana de São Paulo.

Publicou os seguintes livros: “A Vila de Prainha”; e “Histórias do Vale da Esperança”, que faz parte da biblioteca da Seção Genealógica do Grupo Air France-Paris; “Laurindo de Almeida e a Vila de Prainha”; “Centenário da Imigração Japonesa - 1908-2008” ; “Quatro mãos... Duas Cabeças... Um Só Coração”, em coautoria com João Joaquim Vicente Leite; além de inúmeros artigos publicados nos jornais da região.



Temos disponibilidade de outros volumes sobre o mesmo assunto.

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A Coluna Romão Gomes - Herbert Levy - 1933 Raro Revolução 32

A Coluna Romão Gomes -

Herbert Levy -

1933

Raro Revolução 32, em bom estado, coda1-x4, capa brochura.



Romão Gomes formou-se em Direito e pegou em armas por São Paulo e em combate comandou um pelotão do 1o Batalhão Paulista da Milícia Civil, que foi posteriormente denominado “Coluna Romão Gomes”.

Esse pelotão operou durante a revolução inteira sob a estratégia da guerra de movimentos, ao contrário do que aconteceu na maioria dos outros setores de combate.

As façanhas destes valorosos combatentes sob o comando de Romão Gomes ficaram imortalizadas no livro de Herbert Levy, publicado em 1933.

Após a revolução Romão Gomes foi exilado e retornou a Força Pública aonde se tornou Juiz do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo. Hoje empresta seu nome ao presídio militar do Estado.

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Trucs de Magia Selecionados

J. Peixoto

editora: Empresa Brasileira.

ano: 1946

bom estado, ilustrado, coda1-x4, com 523 páginas e divididos em 6 capítulos como se vê a seguir:

Trucs e Magia Selecionados
Trucs de Bolso
A Magia e o Charlatanismo
Humorismo na Magia
A Ventriloquia
O Ilusionismo

É o terceiro livro que J. Peixoto, o precursor da Arte Mágica no Brasil escreveu.

Contém 523 páginas com mais de 400 desenhos e centenas de mágicas de grande valor técnico e artístico.

Escolhido e farto repertório de sortes clássicas e modernas para teatros, "boites", cassinos, clubes, circos, eventos, etc. Que podem ser apresentadas como grandes atrações, empregando apenas materiais leves e de fácil condução. Para os grandes espetáculos, explicando com clareza a maneira de construir.

Na primeira parte deste trabalho, encontrará o leitor estudioso, a "arte de enganar", conselhos gerais sobre a magia simulada e informações interessantes e de iteresse geral.

Histórias sobre os amadores e profissionais do Brasil e do estrangeiro.
Muitas experiências serão reservadas a amadores e profissionais, que já tenham conhecimentos preliminares de magia simulada.

A segunda parte deste trabalho, os leitores vão encontrar experiências complementares.

Trata-se de um grande clássico de caráter universal primordial para a educação.
Possui texto de fácil entendimento que estimula o leitor a pensar e refletir sobre o tema proposto.

Em 6 de setembro de 1946 falecia em São Paulo, no Brasil, um dos mais
importantes pilares das artes mágicas no paàs: João Peixoto dos Santos. Nascido
em Formiga, no Estado de Minas Gerais, em 17 de maio de 1879, J. Peixoto
residia em São Paulo desde 1910, época em que se iniciou no mundo da mágica.

J. Peixoto era perito contador, mas a carga de trabalho profissional não foi suficiente para
esgotar o dinamismo que o transformou no maior propulsor das artes mágicas no Brasil.
Homem culto, fraterno e generoso, era querido e respeitado por mágicos de vários
paàses, com os quais mantinha intercâmbios de informações e de material. Fez
tantos amigos pelo mundo que veio a constituir uma maravilhosa coleção de
fotografias de mágicos, cartazes promocionais, programas de espetáculos, livros,
revistas e boletins em diversos idiomas.


J. Peixoto era incansável. Seu contato com as maiores expressões do ilusionismo
mundial o mantinha atualizado sobre o que havia de melhor e mais moderno. Fabricava
aparelhos mágicos, inclusive de grande porte, e importava as novidades, especialmente
da Alemanha e da França. Abriu uma loja especializada que conquistou a admiração
dos melhores mágicos da época. Em 1916, seu catálogo, com mais de cem
ilustrações, oferecia cerca de 360 produtos.

Acredita-se que a primeira publicação especializada em artes mágicas no Brasil
foi O Propagandista - Jornal do Farcista, lançado por J. Peixoto em 1916.
O periódico divulgava os seus produtos mágicos, dava orientações aos colegas
artistas e esporadicamente tentava desmascarar falsos médiuns e fenômenos
paranormais. Na edição nº 4, de junho de 1916, J. Peixoto atacava o "charlatanismo"
dos médiuns Carmine Mirabelli (Brasil) e Carancini, que atuava na França.

Segundo o Prof. Karmelys, que foi discàpulo de J. Peixoto, este se esforçou muito
para que fosse formada, em 1918, a Associação dos Artistas Prestidigitadores e
para manter seu jornal O Prestidigitador. De 1921 a 1926 editou mensalmente o
Boletim Mágico, órgão de divulgação do Càrculo Mágico Internacional.

J. Peixoto escreveu numerosos artigos e deixou para a posteridade livros
magnàficos. Em 1920 escreveu A Prestidigitação Revelada, em parceria com
Correia Pereira. A obra se esgotou rapidamente. Em 1926 lançou o Curso de
Prestidigitação e Transmissão do Pensamento, no qual inseriu muitas
experiências originais.

Mais tarde editou uma coleção em três volumes que
se consolidou como um verdadeiro trabalho enciclopédico:
Tratado Completo de Prestidigitação e Ilusionismo (1937);
Curso Prático de Prestidigitação e Ilusionismo (1943);
Truques de Magia Selecionados (1946).

Em 1982 foi criado em São Paulo o Museu Arte Mágica Ilusionismo
"João Peixoto dos Santos" em homenagem ao notável pioneiro. O acervo
do museu documenta a história internacional da mágica entre 1888 e 1969.

Referência:
O centenário de João Peixoto dos Santos - em O Coelhinho Mágico - Ano V - nºs 21/23 - São Paulo, Brasil - 1979



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