Terra da Ibirapitanga
A. L. Pereira Ferraz
editora: Imprensa Nacional
ano: 1939
descrição: Com Desenhos, Mapas, Gravuras, Códices, Ilustrações Fac -símiles Fora do Texto; Papel Couché; Formato: 16x24, coda13-x12 & a18-x10.; 348 páginas;
Monografia exaustiva sobre o nome "Brasil". É um trabalho completo. Erudito, atual, brilhante. Mostra-se o autor perfeitamente informado acêrca de toda a extensa Bibliografia Nacional e Estrangeira à margem do nosso mais interessante problema de Etimologia: E expõe com lucidez, a ciencia, a honestidade dosa verdadeiros historiadores. O Tema é sugestivo e pode dizer-se que, desde 1627, quando o Frei Vicente Salvador concluiu a sua História do Brasil, preocupa os estudiosos..."
Anexado um mapa com o esquema da propagação do nome do nosso país. Encadernação original brochura. Fartamente ilustrado.
Única obra que registra todos os nomes que o Brasil já teve acomapnha várias cartas cartográficas entres outros registros e com algumas ilustrações. Excelente obra de pesquisa.
Esta Página visa contribuir, com a localização de livros escassos, aos estudiosos das diversas ciências e áreas de estudo, aos apreciadores de livros, aos amantes do hobbie da leitura. Sobretudo as publicações que já estão fora de comércio, antigas, esgotadas. Vendemos também sob encomendas.. Contacte-nos: philolibrorum@yahoo.com.br
Pesquise neste Blog
sábado, 11 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Bernardino José de Souza (sergipe) Ciclo do Carro de Bois no Brasil
Bernardino José de Souza (sergipe)
Ciclo do Carro de Bois no Brasil
Cia Editora Nacional
1958
Ilustrado, livro em bom estado de conservação, 557 pg, Formato: 16 x 25. escasso.
Obra de suma importância para o estudo do Brasil.
o Ciclo do Carro de Bois no Brasil, Bernardino José de Souza deixou um nome entre os grandes de Sergipe, esquecido ou desconhecido dos seus conterrâneos... obra clássica, publicada como parte da comemoração dos 30 anos da fundação da Companha Editora Nacional, como o volume 15 da Coleção Brasiliana, grande formato.
Professor de geografia, historiador e etnógrafo sergipano, Bernardino José de Souza (1884-1949), autor de muitas contribuições preciosas sobre a nossa terra e o nosso povo (Dicionário da terra e da Gente do Brasil; O Pau-Brasil na História Nacional; Ciclo do carro de bois no Brasil, dentre outros), continua ignorado por seus conterrâneos, apesar de ser referência importante no acervo bibliográfico em língua portuguesa. Em 1934, alcançara um merecido vôo para o Rio de Janeiro, onde assumiu alguns cargos públicos, como de Ministro do Tribunal de Contas da União. A obra de Bernardino de Souza, publicada em opúsculos e livros é constituída de discursos, proferidos em eventos memoráveis ou efemérides gloriosas, conferências, comunicações, memórias históricas, relatórios e artigos publicados nos jornais e revistas.
Nascido no Engenho Murta, Vila Cristina, hoje Cristinápolis, Sergipe, nos limites da Bahia, a 8 de fevereiro de 1884, Bernardino José de Souza, filho do coronel Otávio de Souza Leite, tipo representante da aristocracia rural do Império e Filomena Maciel de Faria, aprendeu às primeiras letras na fazenda com a professora Maria Sá Cristina de Gouvêa.
O jovem Bernardino chega a capital baiana juntamente com o pai, em 1897, aos doze anos, para interná-lo no Colégio Carneiro Ribeiro, situado no velho casarão da ladeira da Soledade, dirigido pelo grande filólogo. Feito os preparatórios matriculou-se em março de 1900, na Faculdade Livre de Direito da Bahia (hoje incorporada à Universidade Federal da Bahia), bacharelando-se a 6 de dezembro de 1904, sendo escolhido pelos colegas orador da turma de bacharelandos.
Após a sua formatura, casa-se em 8 de julho com d. Maria Olívia Carneiro de Souza, filha de Carneiro Ribeiro e logo se entrega ao magistério, sendo nomeado professor de matérias de sua predileção: Geografia (1905); História Universal e do Brasil em 1906, do conceituado Colégio carneiro Ribeiro. Nesse último ano foi convidado para reger uma das cadeiras do Instituto de Ciências e Letras.Inscreveu-se na Faculdade de Direito para concurso de lente substituto da 2ª seção e logrando aprovação, veio a ser nomeado pela congregação, por acesso, em 5 de abril de 1915, professor catedrático de Direito Internacional Público; Diplomacia e Direito Internacional Privado e Direito Público e Constitucional.
Em virtude da Lei orgânica do Ensino de 1911, passou a ser lente extraordinário da 1ª seção, compreendendo aquelas duas cadeiras e mais a de Enciclopédia Jurídica.
Como político, deputado estadual em duas legislaturas, a 8ª, de 1905 a 1906 e a 9ª, de 1907 a 1908. Na qualidade de professor do Educandário dos Perdões, Escola Normal, e equiparada em 1911, foi nomeado para lecionar Geografia e História. Bernardino de Souza ensinou em diversos estabelecimentos particulares de ensino. Foi Catedrático de História Universal no Ginásio da Bahia, do qual foi diretor em 1925.
Bernardino dirigiu a Faculdade de Direito da Bahia de 1929 a 1934, ano em que foi nomeado, por decreto de 9 de março, membro da Câmara de Reajustamento Econômico, no Rio de Janeiro, onde fixou residência. De 18 de fevereiro a 15 de agosto de 1931 foi secretário do Interior e Justiça, Instrução, Saúde e Assistência Pública, durante a interventoria de Artur Neiva (1880-1943).
Nomeado ministro do Tribunal de Contas da União, do qual foi presidente, nele permaneceu até falecer em 1949, na capital federal, vivendo seus últimos quinze anos.
Oriundo da aristocracia agrária, de família tradicionalmente ligada a terra, não perdeu nunca o seu sentido da vida rural, a paixão pelos seus encantos, que constituíram estímulo e inspiração de numerosos estudos seus. A terra e a gente do Brasil era sua paixão, aquilo que constituiu sua razão de ser. Severo e honesto em todas as suas atividades, conhecia profundamente tudo o que ensinava. Graças a Bernardino de Souza, os estudos brasileiros tiveram uma contribuição rara. Prático, era dotado de energia e vontade para execução dos seus ideais. Ou como bem definiu o educador baiano Anísio Teixeira (1900-1971):
"Bernardino José de Souza foi um homem bem representativo do nordeste, da zona semi-árida onde nasceu na fronteira entre Bahia e Sergipe. Não tinha aquela "maciez" dos baianos, ou dos nortistas "amaciados" pela Bahia, da observação penetrante de Gilberto Freyre. Bernardino, como Rodrigues Dória, foi um sergipano cheio de ímpetos, e de até violências, postos a serviço de grandes causas. Renovou, material e intelectualmente, duas instituições culturais de grande porte: a Faculdade de Direito (onde é atualmente a sede da Ordem dos Advogados, depois de ter sido o prédio ocupado pela Escola de Administração da UFBA e pelo Fórum Federal) e o Instituto Histórico da Bahia. Sozinho, construiu palácios para ambos, abrindo-lhes novos rumos".
Apaixonado, desde cedo, pela geografia, Bernardino José de Souza participou com brilho excepcional de todos os congressos nacionais da especialidade. Foi realmente, antes de tudo um geógrafo. Portanto, não foi somente um homem de idéias, mas, sobretudo de ideais.
No longo prefácio de 21 páginas, escritas por Teodoro Sampaio para o livro Por Mares e Terras (leituras geográficas), de 1913, o experiente geógrafo e historiador baiano comenta o seguinte: "As Leituras Geográficas do Dr. Bernardino de Souza, construídas por uma série de artigos, aparentemente desconexos, lançados nos moldes superiores da boa doutrina, da linguagem castigada e vibrante de juvenil entusiasmo e de patriotismo, vêm assim, atalho, agita questões que mais de perto se prendem ao desenvolvimento nacional, no que ele reclama do melhor conhecimento do nosso próprio território, pelo estudo mais acurado da Geografia Pátria, pelos problemas científicos de que cogitam, pelas sugestões de caráter político-administrativo que elas lembram, pela novidade de certas investigações que manifestam". E encerra à apresentação desta coletânea geográfica, de Bernardino de Souza dizendo que é "fruto de vocação e de entusiasmo de um cultor sincero da geografia, encontre no meio culto da nossa terra àquela boa acolhida a que faz jus toda a boa ação desinteressada e patriótica, qual a de estudar e divulgar a ciência, despertar energias e preparar o futuro, são os meus votos".
Morto em 11 de janeiro de 1949 no Rio de janeiro, o féretro saiu à tarde do dia seguinte de sua residência, à Rua Cândido Gaffrée, 196, para o Cemitério São João Batista. Bernardino de Souza deixou viúva, Maria Olívia Carneiro de Souza e os filhos Maria Berenice Carneiro de Souza (funcionária da ONU, nos Estados Unidos da América), Selene Maria de Souza Medeiros (poeta, casada com José Cruz Medeiros) e Sindoro Carneiro de Souza (engenheiro civil do Conselho de Águas e Energia Elétrica). O professor deixou ainda dez irmãos residentes entre os Estados da Bahia, Rio de Janeiro e Sergipe.
Obras-Primas (O pau-brasil na história nacional) - o pau-brasil, hoje árvore rara, era intensamente procurado nos tempos coloniais para a extração do corante vermelho brasilina, que, depois de extraído, oxida-se, dando a brasileina; usava-se esse corante para tingir tecidos e fabricar tinta de escrever. Hoje em dia, a madeira fornece é empregada apenas na fabricação de arcos para violino, motivo pelo qual é exportada, em pequena escala.
O livro é resultado da tese apresentada por incumbência do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro para o III Congresso de História Nacional (1938). Publicado no ano seguinte, a esse estudo valioso, específico, que abarca o problema em sua totalidade, foi acrescida de um capitulo do cientista Artur Neiva e de um parecer de Oliveira Viana. O historiador e professor Américo Jacobina Lacombe (1909-1993), diretor da coleção "Brasiliana", responsável pela edição do livro, disse que ele "representou para os estudiosos da primeira fase de nossa história econômica, sabem-no todos os estudiosos do país".
O Pau-Brasil na História Nacional é um admirável estudo de Geografia Humana, com toda a influência econômica e social do espécime da nossa flora que batizou o país. É um rigoroso trabalho de pesquisa, inficiente para modificar o conceito até então firmado, de que o ciclo econômico do pau-brasil esteve circunscrito ao século XVI. A documentação revelada demonstra que tal ciclo veio até o último quartel do século XIX. Na verdade o pau-brasil teve significado na história, refletindo-se em vários aspectos, pois fez muito mais do que contribuir para o nome do país.
(o ciclo do carro de bois no Brasil) - o carro de bois foi o primeiro veículo que rodou em terras brasileiras, introduzido pelos portugueses. Seu surgimento e seu emprego estiveram estreitamente ligados à indústria canavieira. Nos séculos XVII e XVIII, monopolizou quase todo o transporte por terra no Brasil. No século XIX, ainda era o principal veículo de transportes pesados por terra. Apesar do desenvolvimento dos transportes mecanizados e do surgimento e expansão das ferrovias, o carro de bois no século XX continuou largamente utilizado, sobretudo no interior.
O projeto para a realização desse livro exigiu de Bernardino todas as reservas de homem de ação e as qualidades do sociólogo, do historiador, do geógrafo, do folclorista. Foi a saudade do Engenho Murta que deu a Bernardino forças necessárias para elaboração do livro. Ciclo do carro de boi no Brasil é na verdade um reencontro com as coisas do seu passado. Disse Bernardino de Souza:
"Este livro foi elaborado com o pensamento nas duras e generosas lidas dos agricultores do Brasil, em cujas fileiras se inscrevem ao meu alcance, todos os meus antepassados. Por isso mesmo o esforço e consagro a todos os lavradores do país, ricos e pobres, proprietários e jornaleiros: quero apenas significar-lhes a veneração que tributo a quantos, poder a poder, desde os albores da Pátria, tem desbravado, semeado e regado de suor, permitindo-lhe o crescimento modesto e sóbrio, mas seguro e honesto, através de quatrocentos anos de jornada ao sol da civilização".
Sobre o livro afirma Anísio Teixeira em uma de suas abras: "apresenta muitos pontos de contato com as obras materiais que realizou. É uma pesquisa em profundidade, com material planejado e reunido pelo autor, material este que normalmente exigiria uma equipe distribuída pelos quatro cantos do país.
A indomável energia de Bernardino de Souza conseguiu emoldurar um vasto painel, cheio de variantes no tempo e no espaço, e transforma-lo em obra monumental de arte e de pensamento a um só tempo: inspiração para o artista e instrumento de trabalho para o cientista social".
Portanto, Ciclo do carro de bois no Brasil, escrito com o mais completo rigor científico, continua até hoje sendo o de maior utilidade para a compreensão da vida econômica do país em todos os tempos. Concluída a longa pesquisa, vieram às desilusões quanto à publicação imediata. Apesar de ter recorrido a várias editoras, instituições, órgãos de cultura, Bernardino de Souza não viu o seu maior projeto publicado.Idéias/ideais - Bernardino promoveu a construção, no bairro da Lapinha, de um pavilhão onde hoje se conserva ainda a figura lendária das páginas da Independência da Bahia (1823). Os carros alegóricos do caboclo e da cabocla são conduzidos pelo povo ao Campo Grande, em 2 de julho. Entre as grandes realizações do grande estudioso está à construção do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia e da Faculdade de Direito da Bahia, que realizou com esforço inaudito, empreendendo-se excursões pelo interior da Bahia a fim de angariar donativos, fazendo conferências e promovendo espetáculos até vê-los instalados em prédios condignos.
Em virtude dos considerados ou relevantes serviços prestados à terra de Rui Barbosa (1849-1923), a congregação da Faculdade de Direito, por resolução de 27 de outubro de 1937, conferiu-lhe os títulos de Professor Emérito e Benemérito da Faculdade. Seus trabalhos refletem todo o gosto e o amor pela terra baiana, onde fez toda a sua formação intelectual. De modo que suas obras, revestidas de exaltação incontida, eram, ao mesmo tempo, de precisão heurística intocável.
Bernardino de Souza especializou-se em nomenclatura geográfica, produzindo várias monografias na matéria e, a final, um livro clássico: Onomástica geral da geografia brasileira (1927) e republicada em 1939 com o título de Dicionário da terra e da Gente do Brasil. O pesquisador sergipano foi sócio correspondente do Instituto Arqueológico e Geográfico de Pernambuco; do Instituto Histórico de São Paulo; do Instituto de Minas Gerais e membro correspondente da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro e outras sociedades nacionais e estrangeiras. Colaborou em vários periódicos baianos: Diário de Notícias; Jornal de Notícias; Via-Láctea; Revista da Academia de Letras da Bahia; Revista do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, Revista da Faculdade de Direito da Bahia, Revista Bahiana de Doutrina, Jurisprudência, dentre outros.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Georges Canguilhem O Normal e o Patológico Edição Ampliada Com Estudos de Louis Althusser e Pierre Macherey
O Normal e o Patológico
Georges Canguilhem
editora: Forense Universitária
ano: 1990
descrição: Capa brochura em bom estado de conservação, 307 páginas, sem riscos ou rabiscos, nem grifos ou rasuras.
edição ampliada com estudos de Louis Althusser e Pierre Macherey.
Segundo o autor, a Medicina, muito mais do que uma ciência propriamente dita, é uma técnica ou uma arte situada na encruzilhada de várias ciências. O presente trabalho é, pois, uma tentativa de integrar à especulação filosófica alguns dos métodos e aquisições da Medicina. Não se trata de incorporar-lhe uma metafísica, mas de propor uma reflexão filosófica sobre seus métodos e técnicas, a fim de conceituá-los para uma melhor e mais clara compreensão dos fenômenos patológicos humanos.
“na consciência patológica podem existir formas que não tenham equivalentes no estado normal, e com as quais a psicologia geral não deixa de se enriquecer”
“(...) os psiquiatras contemporâneos operaram na sua própria disciplina uma retificação e uma atualização dos conceitos de normal e de patológico, da qual os médicos e os fisiologistas não parecem ter tirado nenhum proveito, no que se refere às suas respectivas ciências”
O problema das estruturas e dos comportamentos patológicos no homem é imenso. O portador de um defeito físico congênito, um invertido sexual, um diabético, um esquizofrênico levantam inumeráveis problemas que remetem, em última análise, ao conjunto das pesquisas anatômicas,
embriológicas, fisiológicas, psicológicas. Nossa opinião, no entanto, é que esse problema não deve ser dividido, e que as chances de esclarecê-lo são maiores se o consideramos em blocos do que se o dividirmos em questões de detalhes.
Livro em bom estado de conservação, capa brochura, escasso, não perca, saiba mais ....
Trata-se de um grande clássico de caráter universal primordial para a educação. Possui texto de fácil entendimento que estimula o leitor a pensar e refletir sobre o tema proposto.
Temos condição de conseguir muitos outros títulos sobre o assunto.
Diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.
Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática.
Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem para acompanhamento da entrega.
Toda postagem pode ser rastreada pelo site dos Correios.
Todos os pedidos são enviados com seguro.
CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA
philolibrorum@yahoo.com.br
Esta Página visa contribuir, com a localização de livros escassos, aos estudiosos das diversas ciências e áreas de estudo ou mesmo hobbies. Sobretudo as publicações já fora de comércio, antigas, esgotadas.
Romeu de Avelar Numa Esquina do Planeta Alagoas alagoano literatura nordeste brasil nordestino etc
Romeu de Avelar
Numa Esquina do Planeta
Marques Araujo & Cia. Rio
1932
livro em bom estado de conservação, 184 pg. capa dura, manteve-se a capa brochura original, livro escasso, com grifos do antigo dono, não perca saiba mais...
Autor polêmico e cassado em sua época, teve livros censurados, visitou a cadeia, etc ...
Elegante no trajar e nos gestos, tinha média estatura, cabeleira,meia costeleta e bigode aparados, parecendo um fidalgo saído das páginas de um romance das primeiras décadas do século.
Companheiro, desde cedo, de intelectuais admiráveis como Lima Barreto, Agripino Grieco, Humberto de Campos, Olegário Mariano, Hermes Fontes, Bastos Tigre, Pontes de Miranda, Jorge de Lima e tantos outros notáveis expoentes das letras nacionais daquela época, o alagoano Luís de Araújo Moraes, nome de batismo do escritor, jornalista, radialista, crítico literário, político, homem de sociedade e boêmio, Romeu de Avelar, nascido na cidade de São Miguel dos Campos, em 23 de março de 1896, e participante ativo dos movimentos culturais das cidades de Maceió, Recife, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.
Filho de Methodio da Silva Moraes e Dona Maria Andréia de Araújo Moraes, faleceu em 20 de dezembro de 1972, num desastre automobilístico, quando, em companhia de sua segunda mulher, a jornalista e poeta Hyldete Favilla, viajava para Maceió a fim de autografar o seu livro Calabar.
Desde 1918, foi colaborador efetivo do Jornal de Alagoas e, posteriormente, da Gazeta de Alagoas, sendo conhecido juntamente com seus irmãos, o poeta Tancredo de Moraes e o médico e combativo jornalista Delorizano de Araújo Moraes, como beletristas e políticos arrebatados, nas diversas oportunidades com que tiveram de manifestar suas opiniões, culminando com o célebre acontecimento político conhecido como o "tiroteio do Hotel Bela Vista", na Interventoria Osman Loureiro.
Depois da preterição sofrida pelo seu amigo e correligionário Silvestre Péricles de Góes Monteiro, voltou para o Rio de Janeiro, onde passou a escrever nas revistas Vamos Ler, Carioca, Noite Ilustrada, Panfleto e Ilustração Brasileira. Em 1948, voltou a Alagoas, quando foi nomeado diretor da Imprensa Oficial e colaborou nos diversos jornais da nossa capital.
Eleito para a Academia Alagoana de Letras, não foi tomar posse, fato que gerou desentendimentos e polêmicas, inclusive com o presidente Orlando Araújo, uma das mais respeitáveis e destacadas figuras daquela época. Voltando a residir no Rio de Janeiro, foi chefe dos jornais falados da Rádio Mauá, tendo sido logo após seu diretor, cargo em que se aposentou.
Novamente em Alagoas, foi nomeado delegado do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários, candidatou-se à Câmara Federal, não logrando eleger-se, mas participou da vitória de Silvestre Péricles contra Arnon de Mello para o Senado da República, o que o fez retornar ao Rio e ocupar função destacada na administração do IPASE.
Ele era bom de papo e bom de briga. Sua pena corria solta, intimorata, leve ou pesada, dependendo do julgamento que fizesse. Muitas vezes foi criticado e outras tantas elogiado, de acordo com a disposição dos atingidos ou nomeados pelos escritos mordazes, intencionados, diretos, estocadas de florete ou afago sincero e generoso de um cavalheiro, que em pleno século XX ainda vestia armadura, usava punhos e colarinhos impecavelmente engomados e tinha nome de nobre italiano.
Tendo vida literária e jornalística intensa, escreveu para os melhores jornais e revistas do país, deixando os seguintes livros publicados:
Tântalos,
Numa Esquina do Planeta,
Calabar,
Os Devassos,
À Sombra do Presídio,
Figuras da Terra,
Crônicas de Ontem e de Hoje,
General Góes Monteiro: O Comandante de um Destino,
Coletânea de Poetas Alagoanos,
Antologia dos Contistas Alagoanos,
A Pensão de Dona Brígida,
O Último Deputado,
Não há Felicidade.
Romeu de Avelar foi um dos maiores escritores de Alagoas.
Numa Esquina do Planeta
Marques Araujo & Cia. Rio
1932
livro em bom estado de conservação, 184 pg. capa dura, manteve-se a capa brochura original, livro escasso, com grifos do antigo dono, não perca saiba mais...
Autor polêmico e cassado em sua época, teve livros censurados, visitou a cadeia, etc ...
Elegante no trajar e nos gestos, tinha média estatura, cabeleira,meia costeleta e bigode aparados, parecendo um fidalgo saído das páginas de um romance das primeiras décadas do século.
Companheiro, desde cedo, de intelectuais admiráveis como Lima Barreto, Agripino Grieco, Humberto de Campos, Olegário Mariano, Hermes Fontes, Bastos Tigre, Pontes de Miranda, Jorge de Lima e tantos outros notáveis expoentes das letras nacionais daquela época, o alagoano Luís de Araújo Moraes, nome de batismo do escritor, jornalista, radialista, crítico literário, político, homem de sociedade e boêmio, Romeu de Avelar, nascido na cidade de São Miguel dos Campos, em 23 de março de 1896, e participante ativo dos movimentos culturais das cidades de Maceió, Recife, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.
Filho de Methodio da Silva Moraes e Dona Maria Andréia de Araújo Moraes, faleceu em 20 de dezembro de 1972, num desastre automobilístico, quando, em companhia de sua segunda mulher, a jornalista e poeta Hyldete Favilla, viajava para Maceió a fim de autografar o seu livro Calabar.
Desde 1918, foi colaborador efetivo do Jornal de Alagoas e, posteriormente, da Gazeta de Alagoas, sendo conhecido juntamente com seus irmãos, o poeta Tancredo de Moraes e o médico e combativo jornalista Delorizano de Araújo Moraes, como beletristas e políticos arrebatados, nas diversas oportunidades com que tiveram de manifestar suas opiniões, culminando com o célebre acontecimento político conhecido como o "tiroteio do Hotel Bela Vista", na Interventoria Osman Loureiro.
Depois da preterição sofrida pelo seu amigo e correligionário Silvestre Péricles de Góes Monteiro, voltou para o Rio de Janeiro, onde passou a escrever nas revistas Vamos Ler, Carioca, Noite Ilustrada, Panfleto e Ilustração Brasileira. Em 1948, voltou a Alagoas, quando foi nomeado diretor da Imprensa Oficial e colaborou nos diversos jornais da nossa capital.
Eleito para a Academia Alagoana de Letras, não foi tomar posse, fato que gerou desentendimentos e polêmicas, inclusive com o presidente Orlando Araújo, uma das mais respeitáveis e destacadas figuras daquela época. Voltando a residir no Rio de Janeiro, foi chefe dos jornais falados da Rádio Mauá, tendo sido logo após seu diretor, cargo em que se aposentou.
Novamente em Alagoas, foi nomeado delegado do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários, candidatou-se à Câmara Federal, não logrando eleger-se, mas participou da vitória de Silvestre Péricles contra Arnon de Mello para o Senado da República, o que o fez retornar ao Rio e ocupar função destacada na administração do IPASE.
Ele era bom de papo e bom de briga. Sua pena corria solta, intimorata, leve ou pesada, dependendo do julgamento que fizesse. Muitas vezes foi criticado e outras tantas elogiado, de acordo com a disposição dos atingidos ou nomeados pelos escritos mordazes, intencionados, diretos, estocadas de florete ou afago sincero e generoso de um cavalheiro, que em pleno século XX ainda vestia armadura, usava punhos e colarinhos impecavelmente engomados e tinha nome de nobre italiano.
Tendo vida literária e jornalística intensa, escreveu para os melhores jornais e revistas do país, deixando os seguintes livros publicados:
Tântalos,
Numa Esquina do Planeta,
Calabar,
Os Devassos,
À Sombra do Presídio,
Figuras da Terra,
Crônicas de Ontem e de Hoje,
General Góes Monteiro: O Comandante de um Destino,
Coletânea de Poetas Alagoanos,
Antologia dos Contistas Alagoanos,
A Pensão de Dona Brígida,
O Último Deputado,
Não há Felicidade.
Romeu de Avelar foi um dos maiores escritores de Alagoas.
Leo Huberman A Historia da Riqueza do Homem
Autor: Léo Huberman
Título : História da Riqueza do Homem
Editora : Zahar
Ano : 1984 - Páginas : 318
Comentário : Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original.
A história européia em uma visão crítica, pautada no materialismo dialético. O historiador Leo Huberman estuda desde a Idade Média até o nascimento do nazi-fascismo, neste livro que é considerado um clássico da história moderna.
Trata-se de um grande clássico de caráter universal primordial para a educação. Possui texto de fácil entendimento que estimula o leitor a pensar e refletir sobre o tema proposto.
Nesta obra está contida de forma sucinta como se tem o desenvolvimento do sistema capitalista, o desenvolvimento do sistema feudal. Onde nos é mostrada de forma clara e real as transformações sofridas pela sociedade num todo a partir das mudanças econômicas, mostrando assim como uma sistema de negócios pode diretamente alterar a vida do homem.
Do capitalismo ao...
Leo Huberman foi chefe do Departamento de Ciências Socias do New College, da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. Jornalista militante, escreveu numerosos artigos, aparecidos em sua quase totalidade na Monthly Review, publicação de prestígio internacional. Analisemos agora então sua obra.
Huberman, trará a tona todo o processo histórico que se da com a evolução do capitalismo, da qual a intitula de: "Do capitalismo ao...?" Nos deixando uma pergunta em aberto, pressupondo a idéia de onde o capitalismo irá parar diante de sua ganância, suas crises, seus altos e baixos.
O autor trás outra pergunta ao invés de afirmativa: De onde vem o dinheiro? Neste capitulo é exposto como se tem a acumulação capitalista, no qual nos mostra que, quando o dinheiro é empregado num empreendimento que dele se obtém lucro, este se transforma em capital.
Salientando ainda que na produção capitalista, os capitalistas são os detentores dos meios de produção, enquanto o trabalhador é privado destes meios e se torna obrigado a vender sua força de trabalho para se manter.
Mas uma pergunta não quer calar: Qual a origem do dinheiro? Somos levados a analisar as relações de comercio existentes antes da idade capitalista, na qual se tinha a relação metrópole/colônia, de onde o lucro era obtido através da escravidão, pirataria, saques e da exacerbada exploração de mão de obra. Bem como na conquista do oriente e na transformação da África, período que podemos analisar, assim como Marx, de aurora da produção capitalista.
A partir do século XVI, a historia nos mostra esta busca pelo lucro. No séc. XVII vemos que a Holanda acumula o dinheiro necessário para se tornar a principal nação capitalista.
O capital se acumula, mas era necessário algo alem desta acumulação, era necessário uma oferta de trabalho adequada, para satisfazer este capital enquanto empreendimento. Pois, um homem só trabalha para outro quando era obrigado, e os homens até então tinham suas terras e não se viam obrigados a prestarem seus serviços a outros. Então quando se teve no séc. XVI o fechamento das terras e a elevação dos arrendamentos, esses camponeses passaram a ser expulsos e se transformaram em trabalhadores sem terra. Estes trabalhadores, então, tiveram de se prontificar a ir para as industrias como assalariados. O sistema fabril passa a produzir então em grande escala, diminuindo assim ou quase extinguido os trabalhos manuais.
Com este novo sistema eclodindo os valores passam a se modificar, num mundo dominado por comerciantes, fabricantes e banqueiros, as normas passam as ser outras, os valores do trabalho tomam novos sentidos, os trabalhadores tem que economizar, tem que investir. A religião também passa por modificações, num período pelo qual a própria igreja católica, sente seu poder aferido, pela Reforma protestante, asseguradora religiosa do capital.
"Eu anexaria os planetas se pudesse..." capitulo no qual será apresentadas novas teorias, pois com o excesso de produção do capitalismo o valor deixa de ser estabelecido apenas pela concorrência, mas agora então aos grandes capitais monopolistas. Levando em conta uma nova teoria de valor = Teoria Marginal da Utilidade, onde o que vai determinar o valor da mercadoria será a utilidade que este terá, variando assim de sociedade para sociedade. Onde teremos também que esse valor ira também depender da quantidade daquele produto que uma pessoa possui.
Livro em bom estado de conservação, capa brochura, escasso, não perca, saiba mais ....
Trata-se de um grande clássico de caráter universal primordial para a educação. Possui texto de fácil entendimento que estimula o leitor a pensar e refletir sobre o tema proposto.
Temos condição de conseguir muitos outros títulos sobre o assunto.
Diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.
Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática.
Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem para acompanhamento da entrega.
Toda postagem pode ser rastreada pelo site dos Correios.
Todos os pedidos são enviados com seguro.
CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA
philolibrorum@yahoo.com.br
Esta Página visa contribuir, com a localização de livros escassos, aos estudiosos das diversas ciências e áreas de estudo ou mesmo hobbies. Sobretudo as publicações já fora de comércio, antigas, esgotadas.
Título : História da Riqueza do Homem
Editora : Zahar
Ano : 1984 - Páginas : 318
Comentário : Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original.
A história européia em uma visão crítica, pautada no materialismo dialético. O historiador Leo Huberman estuda desde a Idade Média até o nascimento do nazi-fascismo, neste livro que é considerado um clássico da história moderna.
Trata-se de um grande clássico de caráter universal primordial para a educação. Possui texto de fácil entendimento que estimula o leitor a pensar e refletir sobre o tema proposto.
Nesta obra está contida de forma sucinta como se tem o desenvolvimento do sistema capitalista, o desenvolvimento do sistema feudal. Onde nos é mostrada de forma clara e real as transformações sofridas pela sociedade num todo a partir das mudanças econômicas, mostrando assim como uma sistema de negócios pode diretamente alterar a vida do homem.
Do capitalismo ao...
Leo Huberman foi chefe do Departamento de Ciências Socias do New College, da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. Jornalista militante, escreveu numerosos artigos, aparecidos em sua quase totalidade na Monthly Review, publicação de prestígio internacional. Analisemos agora então sua obra.
Huberman, trará a tona todo o processo histórico que se da com a evolução do capitalismo, da qual a intitula de: "Do capitalismo ao...?" Nos deixando uma pergunta em aberto, pressupondo a idéia de onde o capitalismo irá parar diante de sua ganância, suas crises, seus altos e baixos.
O autor trás outra pergunta ao invés de afirmativa: De onde vem o dinheiro? Neste capitulo é exposto como se tem a acumulação capitalista, no qual nos mostra que, quando o dinheiro é empregado num empreendimento que dele se obtém lucro, este se transforma em capital.
Salientando ainda que na produção capitalista, os capitalistas são os detentores dos meios de produção, enquanto o trabalhador é privado destes meios e se torna obrigado a vender sua força de trabalho para se manter.
Mas uma pergunta não quer calar: Qual a origem do dinheiro? Somos levados a analisar as relações de comercio existentes antes da idade capitalista, na qual se tinha a relação metrópole/colônia, de onde o lucro era obtido através da escravidão, pirataria, saques e da exacerbada exploração de mão de obra. Bem como na conquista do oriente e na transformação da África, período que podemos analisar, assim como Marx, de aurora da produção capitalista.
A partir do século XVI, a historia nos mostra esta busca pelo lucro. No séc. XVII vemos que a Holanda acumula o dinheiro necessário para se tornar a principal nação capitalista.
O capital se acumula, mas era necessário algo alem desta acumulação, era necessário uma oferta de trabalho adequada, para satisfazer este capital enquanto empreendimento. Pois, um homem só trabalha para outro quando era obrigado, e os homens até então tinham suas terras e não se viam obrigados a prestarem seus serviços a outros. Então quando se teve no séc. XVI o fechamento das terras e a elevação dos arrendamentos, esses camponeses passaram a ser expulsos e se transformaram em trabalhadores sem terra. Estes trabalhadores, então, tiveram de se prontificar a ir para as industrias como assalariados. O sistema fabril passa a produzir então em grande escala, diminuindo assim ou quase extinguido os trabalhos manuais.
Com este novo sistema eclodindo os valores passam a se modificar, num mundo dominado por comerciantes, fabricantes e banqueiros, as normas passam as ser outras, os valores do trabalho tomam novos sentidos, os trabalhadores tem que economizar, tem que investir. A religião também passa por modificações, num período pelo qual a própria igreja católica, sente seu poder aferido, pela Reforma protestante, asseguradora religiosa do capital.
"Eu anexaria os planetas se pudesse..." capitulo no qual será apresentadas novas teorias, pois com o excesso de produção do capitalismo o valor deixa de ser estabelecido apenas pela concorrência, mas agora então aos grandes capitais monopolistas. Levando em conta uma nova teoria de valor = Teoria Marginal da Utilidade, onde o que vai determinar o valor da mercadoria será a utilidade que este terá, variando assim de sociedade para sociedade. Onde teremos também que esse valor ira também depender da quantidade daquele produto que uma pessoa possui.
Livro em bom estado de conservação, capa brochura, escasso, não perca, saiba mais ....
Trata-se de um grande clássico de caráter universal primordial para a educação. Possui texto de fácil entendimento que estimula o leitor a pensar e refletir sobre o tema proposto.
Temos condição de conseguir muitos outros títulos sobre o assunto.
Diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.
Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática.
Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem para acompanhamento da entrega.
Toda postagem pode ser rastreada pelo site dos Correios.
Todos os pedidos são enviados com seguro.
CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA
philolibrorum@yahoo.com.br
Esta Página visa contribuir, com a localização de livros escassos, aos estudiosos das diversas ciências e áreas de estudo ou mesmo hobbies. Sobretudo as publicações já fora de comércio, antigas, esgotadas.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
História Ilustrada do Vestuário Leventon, Melissa
História Ilustrada do Vestuário
Leventon, Melissa
editora: Publifolha
ano: 2009
descrição: Livro em ótimo estado, 352 págins; História Ilustrada do Vestuário é uma obra ilustrada que combina dados históricos com estudos de dois artistas gráficos do século 19 - Auguste Racinet e Friederich Hottenroth. Apresentados cronologicamente e divididos por temas, os desenhos acompanham textos de especialistas e trazem informações sobre a história da vestimenta. Traz ainda um capítulo sobre acessórios e um glossário.
Leventon, Melissa
editora: Publifolha
ano: 2009
descrição: Livro em ótimo estado, 352 págins; História Ilustrada do Vestuário é uma obra ilustrada que combina dados históricos com estudos de dois artistas gráficos do século 19 - Auguste Racinet e Friederich Hottenroth. Apresentados cronologicamente e divididos por temas, os desenhos acompanham textos de especialistas e trazem informações sobre a história da vestimenta. Traz ainda um capítulo sobre acessórios e um glossário.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
A Nuvem sobre o Santuário Karl Von Eckartshausen Aurora
A Nuvem sobre o Santuário
Karl Von Eckartshausen
Aurora
A Nuvem sobre o Santuário foi originalmente escrito pelo Conselheiro D' Eckartshausen, i.e., Karl Von Eckartshausen, sendo traduzido por Madame Isabel de Steiger.
Na verdade, esse texto foi tirado do periódico The Unknown World (O Mundo Desconhecido). A página título de cada uma das onze publicações identifica o periódico como "uma revista dedicada às Ciências Ocultas, Filosofia Mágica, Mística, Alquimia, Arqueologia Hermética e os Problemas Ocultos da Literatura de Ciência, Especulação e História. Editado por Arthur Edward Waite."
Esse foi o primeiro aparecimento da tradução de Mme. Steiger, uma das seis cartas por publicação, começando em janeiro de 1895 e completada em Junho do mesmo ano. Em 1896 foi publicado como um pequeno livro com um Prefácio de J. W. Brodie-Innes. Um segundo livro, com uma Introdução de Waite, foi publicado em 1903.
O livro Modern Ritual Magic, por Francis X. King, relata:
"Nascido em 1875 sob os costumes [da seita] Plymouth Brethren, Aleister Crowley tinha lido, enquanto ainda era estudante universitário em Cambridge, um livro escrito por A. E. Waite, e inspirado por algumas dicas obscuras dadas na introdução a esse livro, tinha escrito a Waite perguntando se havia um "Santuário Secreto" o qual o jovem aspirante pudesse obter admimissão. Waite o enviou uma bondosa, senão inútil, resposta, urgindo o jovem aspirante a ler a tradução da Madame de Steiger do trabalho místico do séc. XVIII, A Núvem sobre o Santuário. Crowley fez isso..."
"Desconhecido a ela mesma, a tradução de Eckartshausen foi o único ato mais significante de toda sua vida oculta, pois esse foi o livro usado por A. E. Waite para persuadir Aleister Crowley a tomar o caminho que o conduziu à Golden Dawn." (Gilbert, Golden Dawn, Twilight of the Magicians)
Após ter sido iniciado na Hermetic Order of the Golden Dawn, Crowley percebe que esta não era e nem representava o Santuário Secreto que o havia inspirado a busca. Decepcionado, empenha-se a viajar pelo mundo e deixa o "romantismo" da busca de lado.
Mais tarde, juntamente com Allan Benneth, seu tutor na Golden Dawn, estruturam a o "Santuário Secreto" que receberia o nome de A.'.A.'. ou Astrum Argentum.
Karl Von Eckartshausen
Aurora
A Nuvem sobre o Santuário foi originalmente escrito pelo Conselheiro D' Eckartshausen, i.e., Karl Von Eckartshausen, sendo traduzido por Madame Isabel de Steiger.
Na verdade, esse texto foi tirado do periódico The Unknown World (O Mundo Desconhecido). A página título de cada uma das onze publicações identifica o periódico como "uma revista dedicada às Ciências Ocultas, Filosofia Mágica, Mística, Alquimia, Arqueologia Hermética e os Problemas Ocultos da Literatura de Ciência, Especulação e História. Editado por Arthur Edward Waite."
Esse foi o primeiro aparecimento da tradução de Mme. Steiger, uma das seis cartas por publicação, começando em janeiro de 1895 e completada em Junho do mesmo ano. Em 1896 foi publicado como um pequeno livro com um Prefácio de J. W. Brodie-Innes. Um segundo livro, com uma Introdução de Waite, foi publicado em 1903.
O livro Modern Ritual Magic, por Francis X. King, relata:
"Nascido em 1875 sob os costumes [da seita] Plymouth Brethren, Aleister Crowley tinha lido, enquanto ainda era estudante universitário em Cambridge, um livro escrito por A. E. Waite, e inspirado por algumas dicas obscuras dadas na introdução a esse livro, tinha escrito a Waite perguntando se havia um "Santuário Secreto" o qual o jovem aspirante pudesse obter admimissão. Waite o enviou uma bondosa, senão inútil, resposta, urgindo o jovem aspirante a ler a tradução da Madame de Steiger do trabalho místico do séc. XVIII, A Núvem sobre o Santuário. Crowley fez isso..."
"Desconhecido a ela mesma, a tradução de Eckartshausen foi o único ato mais significante de toda sua vida oculta, pois esse foi o livro usado por A. E. Waite para persuadir Aleister Crowley a tomar o caminho que o conduziu à Golden Dawn." (Gilbert, Golden Dawn, Twilight of the Magicians)
Após ter sido iniciado na Hermetic Order of the Golden Dawn, Crowley percebe que esta não era e nem representava o Santuário Secreto que o havia inspirado a busca. Decepcionado, empenha-se a viajar pelo mundo e deixa o "romantismo" da busca de lado.
Mais tarde, juntamente com Allan Benneth, seu tutor na Golden Dawn, estruturam a o "Santuário Secreto" que receberia o nome de A.'.A.'. ou Astrum Argentum.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Jorge Dias de Deus Ciencia curiosidade e maldição Gradiva
Jorge Dias de Deus
Ciencia curiosidade e maldição
Gradiva
O fio condutor deste livro é o da verificação da existência duma contradição que tem acompanhado a ciência desde que nasceu nas sociedades comerciais no Renascimento até às sociedades industriais e pós-industriais de hoje e de amanhã. Por um lado, a ciência é a fada boa que torna real o sonho infantil da curiosidade original. Por outro, a ciência é a fada má que manipula, que corrompe, que destrói.
Nos textos, a contradição está presente. Há textos que fazem o elogio da ciência. E há também os que fazem a crítica dessa mesma ciência. Porém, houve sempre a preocupação de fornecer informação, de desmitificar os temas científicos, de dar uma perspectiva portuguesa dos acontecimentos científicos, de contribuir para uma atitude crítica quanto à problemática da ciência e tecnologia em sociedade, particularmente na sociedade portuguesa.
E qual é o problema em Portugal? Para fazer ciência é preciso que haja cientistas e que haja aparelhagem. Está certo e parece simples. O problema é que não é só isso. Antes de tudo, é preciso que haja ainda uma motivação social, colectiva e uma capacidade organizativa de resposta. Trata-se de um problema cultural e a sua resolução vai exigir não só a participação da comunidade de cientistas e tecnólogos, dos governantes, dos empresários, dos gestores, mas de toda a gente, e em especial dos jovens.
JORGE DIAS DE DEUS é físico com doutoramento pela Universidade de Londres em Física de Altas Energias. Actualmente é Professor Catedrático no Instituto Superior Técnico. Mantém uma colaboração científica regular com o Instituto Niels Bohr de Copenhaga e com o CERN (Centro Europeu de Pesquisas Nucleares). Os domínios principais da sua actividade de investigação científica são a física das partículas elementares e altas energias e os sistemas dinâmicos. Jorge Dias de Deus foi fundador e presidente da Associação de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento.
.
Ciencia curiosidade e maldição
Gradiva
O fio condutor deste livro é o da verificação da existência duma contradição que tem acompanhado a ciência desde que nasceu nas sociedades comerciais no Renascimento até às sociedades industriais e pós-industriais de hoje e de amanhã. Por um lado, a ciência é a fada boa que torna real o sonho infantil da curiosidade original. Por outro, a ciência é a fada má que manipula, que corrompe, que destrói.
Nos textos, a contradição está presente. Há textos que fazem o elogio da ciência. E há também os que fazem a crítica dessa mesma ciência. Porém, houve sempre a preocupação de fornecer informação, de desmitificar os temas científicos, de dar uma perspectiva portuguesa dos acontecimentos científicos, de contribuir para uma atitude crítica quanto à problemática da ciência e tecnologia em sociedade, particularmente na sociedade portuguesa.
E qual é o problema em Portugal? Para fazer ciência é preciso que haja cientistas e que haja aparelhagem. Está certo e parece simples. O problema é que não é só isso. Antes de tudo, é preciso que haja ainda uma motivação social, colectiva e uma capacidade organizativa de resposta. Trata-se de um problema cultural e a sua resolução vai exigir não só a participação da comunidade de cientistas e tecnólogos, dos governantes, dos empresários, dos gestores, mas de toda a gente, e em especial dos jovens.
JORGE DIAS DE DEUS é físico com doutoramento pela Universidade de Londres em Física de Altas Energias. Actualmente é Professor Catedrático no Instituto Superior Técnico. Mantém uma colaboração científica regular com o Instituto Niels Bohr de Copenhaga e com o CERN (Centro Europeu de Pesquisas Nucleares). Os domínios principais da sua actividade de investigação científica são a física das partículas elementares e altas energias e os sistemas dinâmicos. Jorge Dias de Deus foi fundador e presidente da Associação de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento.
.
O Ramo de Ouro JAMES GEORGE FRAZER
JAMES GEORGE FRAZER
O Ramo de Ouro
Editora: LTC
1982
páginas: 252
A obra clássica de James G. Frazer, um dos textos mais belos da antropologia.
Preparada por Sabine MacCormack, a obra apresenta uma nova leitura sucinta, a partir dos originais.
A autora fornece as linhas do pensamento e as alegorias básicas de Frazer.
diversos assuntos são abordados na obra, entre os quais, Magia simpatica, o controle das condiçoes atmosfericas, Os reis Divinos, O culto das Arvores, A influencia dos sexos sobre a
vegetaçao, o casamento sagrado, o culto do carvalho, a mortalidade dos Deuses, a necessidade de eliminaçao do rei divino, alternatives da eliminacao do rei, A eliminaçao do espirito da arvore, o mito de Adonis e de Demeter e Persefone. A eliminaçao do mal, os bodes expiatorios, As Saturnalias. Bem como mitos das festas de fogos.
Seu livro tem ajudado muito a entender a evolucao do mito e da religiao antiga. A importancia de seu trabalho foi trazer para o amplo conhecimento temas referentes a aspectos simbolicos do comportamento humano, dos ritos de celebracao. Tudo ligado a como o homem busca controlar o mundo a reu redor.
Sacrifícios humanos e espíritos não chegam a constituir um problema sério na cultura moderna,
e o mesmo se pode dizer dos cultos demoníacos do canibalismo. Se os ídolos manchados de sangue
têm algum lugar em nosso esquema de idéias, esse lugar é na ficção científica e nos filmes de
terror. O final dessas histórias sangrentas nunca explica a crueldade dos sacerdotes e de seus
fanáticos seguidores, exceto através de um toque fantasioso, como a insinuação da existência de
poderes satânicos à solta no mundo ou — mais moderadamente — apresentando os vilões como lunáticos perigosos. Mas esses mesmos temas, hoje usados no entretenimento, foram objeto de
grande interesse intelectual e provocaram reflexões sérias entre os eruditos de há cem anos.
O alvorecer do pensamento humano foi um problema de importância fundamental para os pensadores do século XIX. Num certo momento de sua evolução, nossos ancestrais se distinguiram dos animais selvagens, e certamente a consciência que passaram a ter de si mesmos foi gradualmente eliminando os resquícios da origem animal. Os mais remotos esforços do homem para compreender o mundo seguramente devem ter sido marcados por crueldades bestiais e erros grosseiros. Os costumes dos povos primitivos proporcionaram algumas chaves para a compreensão do pensamento
arcaico, e informações novas sobre crenças aparentemente insanas chegaram em profusão à Europa graças aos relatos de exploradores, comerciantes e missionários. Dar sentido ao que parecia insensato e absurdo foi o grande desafio daquela época. A atenção popular voltou-se para os antropólogos, que se empenhavam numa corrida internacional para decifrar um código que então parecia tão excitante quanto qualquer coisa que os físicos possam dizer a um público moderno sobre a vida em outros planetas.
Livro em bom estado de conservação, capa dura, escasso, não perca, saiba mais ....
Trata-se de um grande clássico de caráter universal primordial para a educação. Possui texto de fácil entendimento que estimula o leitor a pensar e refletir sobre o tema proposto.
Temos condição de conseguir muitos outros títulos sobre o assunto.
Diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.
Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática.
Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem para acompanhamento da entrega.
Toda postagem pode ser rastreada pelo site dos Correios.
Todos os pedidos são enviados com seguro.
CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA
philolibrorum@yahoo.com.br
Esta Página visa contribuir, com a localização de livros escassos, aos estudiosos das diversas ciências e áreas de estudo ou mesmo hobbies. Sobretudo as publicações já fora de
comércio, antigas, esgotadas.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Xavier Oliveira. Beatos e Cangaceiros. Rio de Janeiro, 1920
OLIVEIRA, Xavier de -
Beatos e cangaceiros: Estudo de psicologia social. Historia real,observação pessoal e impressão psychologica de alguns dos mais celebres cangaceiros do Nordeste.
Xavier Oliveira.
Edição do autor - Rio de Janeiro, 1920.
Livro em bom estado de conservação, capa brochura, 248p. il. escasso, não perca, saiba mais ....
Xavier de Oliveira, médico cearense e cronista de costumes, convivendo com os fiéis do Padre Cícero no Juazeiro do Norte, em 1915, teve o seguinte diálogo com o beato Vicente, lenhador de profissão.
Quis tirar-lhe o retrato.
Não o consentiu.
-Isso é coisa da besta-fera, disse-me.
-Mas o Padre Cicero tira, ponderei-lhe, para convencê-lo.
-Sim, mas Cristo também andava sobre as águas e não se afogava. O meu
padrinho pode até pisar em fôgo e não se queima.Mas eu é que não quero que o "Capiroto" tenha lá o meu retrato
[...] desde a figura macabra de Pedro Pilé, a jagunço baiano que defendeu, do princípio ao fim, o reduto do Conselheiro, seu Bom Jesus de Canudos, até a individualidade, essencialmente fanática do Beato Vicente, o pernambucano de origem holandesa, que, de quando o conheço, só deixou o machado de lenhador, para pegar no bacamarte boca de sino, com que defendeu heroicamente o lugar santo de seu “padrinho” Cícero de “sua Mãe das Dores! Sem o querer, caí num
círculo vicioso: vem do jagunço de Canudos ao romeiro de Juazeiro. Mas, é nesses dois extremos que se acha a galeria terrorista, que me proponho movimentar.
A visita de Lampião à cidade de Juazeiro, considerada como sendo “a Babylonia do sertão do Nordeste “, entre os dias 4 e 7 de março de 1926, pode ser considerada como sendo uma obra de arte da estratégia político-militar. Num Nordeste convulsionado pela passagem da Coluna Prestes e seus combates quase diários contra as forças legalistas e os Batalhões Patrióticos, além da luta feroz travada entre os cangaceiros de Lampião e as volantes das polícias estaduais, o quadro era de uma guerra total.
Trata-se de um grande clássico de caráter universal primordial para a educação. Possui texto de fácil entendimento que estimula o leitor a pensar e refletir sobre o tema proposto.
Temos condição de conseguir muitos outros títulos sobre o assunto.
Diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.
Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática.
Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem para acompanhamento da entrega.
Toda postagem pode ser rastreada pelo site dos Correios.
Todos os pedidos são enviados com seguro.
CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA
philolibrorum@yahoo.com.br
Esta Página visa contribuir, com a localização de livros escassos, aos estudiosos das diversas ciências e áreas de estudo ou mesmo hobbies. Sobretudo as publicações já fora de comércio, antigas, esgotadas.
Beatos e cangaceiros: Estudo de psicologia social. Historia real,observação pessoal e impressão psychologica de alguns dos mais celebres cangaceiros do Nordeste.
Xavier Oliveira.
Edição do autor - Rio de Janeiro, 1920.
Livro em bom estado de conservação, capa brochura, 248p. il. escasso, não perca, saiba mais ....
Xavier de Oliveira, médico cearense e cronista de costumes, convivendo com os fiéis do Padre Cícero no Juazeiro do Norte, em 1915, teve o seguinte diálogo com o beato Vicente, lenhador de profissão.
Quis tirar-lhe o retrato.
Não o consentiu.
-Isso é coisa da besta-fera, disse-me.
-Mas o Padre Cicero tira, ponderei-lhe, para convencê-lo.
-Sim, mas Cristo também andava sobre as águas e não se afogava. O meu
padrinho pode até pisar em fôgo e não se queima.Mas eu é que não quero que o "Capiroto" tenha lá o meu retrato
[...] desde a figura macabra de Pedro Pilé, a jagunço baiano que defendeu, do princípio ao fim, o reduto do Conselheiro, seu Bom Jesus de Canudos, até a individualidade, essencialmente fanática do Beato Vicente, o pernambucano de origem holandesa, que, de quando o conheço, só deixou o machado de lenhador, para pegar no bacamarte boca de sino, com que defendeu heroicamente o lugar santo de seu “padrinho” Cícero de “sua Mãe das Dores! Sem o querer, caí num
círculo vicioso: vem do jagunço de Canudos ao romeiro de Juazeiro. Mas, é nesses dois extremos que se acha a galeria terrorista, que me proponho movimentar.
A visita de Lampião à cidade de Juazeiro, considerada como sendo “a Babylonia do sertão do Nordeste “, entre os dias 4 e 7 de março de 1926, pode ser considerada como sendo uma obra de arte da estratégia político-militar. Num Nordeste convulsionado pela passagem da Coluna Prestes e seus combates quase diários contra as forças legalistas e os Batalhões Patrióticos, além da luta feroz travada entre os cangaceiros de Lampião e as volantes das polícias estaduais, o quadro era de uma guerra total.
Trata-se de um grande clássico de caráter universal primordial para a educação. Possui texto de fácil entendimento que estimula o leitor a pensar e refletir sobre o tema proposto.
Temos condição de conseguir muitos outros títulos sobre o assunto.
Diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.
Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática.
Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem para acompanhamento da entrega.
Toda postagem pode ser rastreada pelo site dos Correios.
Todos os pedidos são enviados com seguro.
CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA
philolibrorum@yahoo.com.br
Esta Página visa contribuir, com a localização de livros escassos, aos estudiosos das diversas ciências e áreas de estudo ou mesmo hobbies. Sobretudo as publicações já fora de comércio, antigas, esgotadas.
Assinar:
Postagens (Atom)




