1961 hardback edition of A Burnt-Out Case by Graham Greene.
Graham Greene
A Burn-out Case
Heinemann
1961
with dustjacket, This is a Rare 1st Printing of the 1st UK hardback edition published by Heinemann in 1961.
Querry, a world famous architect, is the victim of a terrible attack of indifference: he no longer finds meaning in art or pleasure in life. Arriving anonymously at a Congo leper village, he is diagnosed as the mental equivalent of a 'burnt-out case', a leper mutilated by disease and amputation. Querry slowly moves towards a cure, his mind getting clearer as he works for the colony. However, in the heat of the tropics, no relationship with a married woman, will ever be taken as innocent...
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Nutrição Controle de Peso e Exercício
Frank i Katch
William D Mcardle
Editora: Medsi
Ano: 1984
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The Abc Code
Universal Commercial Eletric Telegraphic Code
W. Clauson Thue
Editora: American Code Company
Ano: 1915
Specially adapted for the use of financiers, merchants, shipowners, underwrites, enginners, brokers, agents, & suitable for everyone.
Fifth Edition.
Specially adapted for the use of financiers, merchants, shipowners, underwrites, enginners, brokers, agents, & suitable for everyone. Fifth Edition. Capa dura, sem anotações ou sublinhados, leves marcas da idade e do uso e em bom estado.
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Conveyors and Related Equipment
A. Spivakovski & V. Dyachkov.
editora: Mir Moscow Peace
444p. capa dura, tradução do russo por Don Danemanis, obra rara. Com muitas ilustrações.
Encadernação editorial em tela, 13x20cm, 318 páginas. Em muito bom estado de conservação. Com paginas desdobráveis.
Introduction;
General theory of conveying machines; Component parts of convenying
machines; Belt Conveyors; Apron Conveyors; Flight Conveyors; V-bucket,
pivot-bucket and swing-tray Conveyors; Overhead Conveyors;
Load-propelling Conveyors; Car or plataform Conveyors; Bucket- arm and
swing-tray elevators; Screw Conveyors; Roller Conveyors; Oscillating and
Vibrating Conveyors; Pneumatic Conveyors; Hydraulic Conveyors;
Industrial Trucks; Loaders; Auxiliary Equipament; Uses Conveying
machines; Trends in design.
Máquinas Aparatos de
Elevação e Transporte, Máquinas Transportadoras, CORREIAS
TRANSPORTADORAS, máquinas de levantamento e transporte, EQUIPAMENTOS DE
TRANSPORTES, ENGENHARIA MECÂNICA, Elevadores, Plataforma, etc
Equipamento de manutenção de materiais. Equipamento de manutenção contínua. Transportes e correias transportadoras.
Technics,
Mechanical Engineering. Metal Technology. Metallurgy, Transportation.
Aviation, Technology. Equipment. Instrumentation. Material Processing,
General Mechanical Engineering. Study of Machines and Mechanisms,
Engineering Techniques. Instrument Construction, General Questions of
Transportation, .
O livro está
bem conservado, encadernação original, capa dura em tela siberiana,
conforme a melhor editoração russa da época, capas e páginas ótimas, com
as ilustrações, papel e impressão impecável segundo o padrão soviético
de ‘publishers’, formato padrão.
Um Clássico da época
da antiga Russia, quando União Soviética, Ocasião em que a Mir lançava
muitos títulos prestimosos à área das exatas, saiba mais, temos muitos
livros da editora Mir Moscou, Paz, Progresso, etc, em várias línguas.
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CINQUENTA ANOS NA IGREJA CATOLICA
C. CHINIQUY
Editora: LIVRARIA INDEPENDENTE
Ano: 1947
LIVROS RAROS, PAG 784, IDIOMA PORTUGUES,
Charles Chiniquy- Sacerdote católico -
foi um famoso sacerdote católico do Canadá.
Nasceu em Kamouraska, Quebec, em 20 de Julho de 1809. Fundou a primeira sociedade de temperança do Canadá na sua cidade natal e conquistou assim o título de "Apóstolo da temperança do Canadá".
Por causa da sua habilidade e piedade foi-lhe confiado um grupo de franco-canadianos que se estabeleceram no Illinois".
No fim da sua vida tornou-se amigo de Abraão Lincoln. Viajou pela Inglaterra muitas vezes e esta história particular da sua vida revelou-a pela primeira vez em Londres. Atingiu a ditosa idade de noventa anos, falecendo em Montreal a 16 de Janeiro de 1899.
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Brejo Alegre
Geraldo França Lima
Editora Livraria São José
1964
com 342 pg, em muito bom estado de conservação.
Geraldo França de Lima, professor,
advogado, romancista, contista e poeta, nasceu em Araguari, MG, em 24 de
abril de 1914. Eleito em 30 de novembro de 1989 para a Cadeira n° 31,
sucedendo a José Cândido de Carvalho, foi recebido em 19 de julho de
1990, pelo acadêmico Lêdo Ivo. Foi casado com d. Lygia Bias Fortes da Rocha Lagoa França de Lima, que faleceu em 2002
É filho de Alfredo Simões de Lima. Com
a mãe, dona Corina França de Lima, aprendeu a ler e a escrever,
terminando o curso primário, em 1926, no Colégio Regina Pacis, dos
padres holandeses. Inocência, de Visconde de Taunay,
recomendado por seu pai, foi o primeiro livro que leu (antes de
completar 11 anos). Em 1929, seguiu para Barbacena, matriculando-se no
internato do Ginásio Mineiro, distinguindo-se no aprendizado de línguas e
sendo um dos mais assíduos freqüentadores da biblioteca. Seu primeiro
escrito, descrevendo a viagem, que demandou cinco dias, pela antiga
Estrada de Ferro Oeste de Minas, de Uberaba a Belo Horizonte, foi
publicado no Jornal de Araguari. Em 1932, os estudantes do
último ano do ginásio, levados pela efervescência cultural de Barbacena,
transformaram o grêmio literário no grupo literário Arcádia Ginasiana
de Letras. Geraldo França de Lima foi eleito seu presidente e diretor do
jornal O Kepi, seminário de idéias que se tornou famoso em Barbacena. Nesse jornal, apareceram suas primeiras poesias.
Em
Barbacena, na quarta-feira da Paixão de 1933, conheceu por acaso João
Guimarães Rosa, capitão-médico do 9° BCM da Força Pública Mineira, e se
tornaram fraternos amigos de uma vida inteira. Em 1934, no Rio de
Janeiro, ingressou na Faculdade de Direito da Universidade do Brasil e
obteve o primeiro emprego, como revisor do jornal A Batalha, de Júlio
Barata, estreando também como articulista. Em 1935, Bastos Tigre publica
suas poesias na revista Fon-Fon. Longe, ainda, de se tornar
escritor, Geraldo França de Lima continuava sendo inveterado
freqüentador de bibliotecas e livrarias.
Em 9 de dezembro de 1938
colou grau de bacharel em Ciências Jurídicas. Depois de rápida passagem
por Araguari, voltou para Barbacena, como professor do Ginásio Mineiro,
nomeado pelo governador Benedito Valadares. Em Barbacena, nos dias
incertos da Segunda Guerra Mundial, conheceu o escritor francês Georges
Bernanos, de quem se tornou amigo e confidente. Ali, iniciou
vagarosamente todo o plano de sua obra literária.
Em 1951, reapareceu no Diário de Notícias, com o poema "Saudades sugeridas". Em 1960, Paulo Rónai abriu-lhe as colunas de Comentário, publicando o artigo "Com Bernanos no Brasil",
de larga repercussão no exterior, considerado o depoimento mais
autêntico sobre o escritor francês. Foi assessor do presidente do
Conselho de Ministros, Dr. Tancredo Neves, e do Presidente Juscelino
Kubitschek.
O ano de 1961 levou Geraldo França de Lima
definitivamente para a vida literária. Guimarães Rosa, almoçando em casa
do amigo, encontrou na escrivaninha os originais do romance Uma cidade na província.
Levou-os consigo e, entusiasmado, leu-os no mesmo dia. Pela madrugada,
ao terminar a leitura, telefonou para dona Lygia, esposa do romancista, e
emocionado transmitiu-lhe sua impressão: "Ou muito me engano ou estou
na frente de um grande romancista." Mudou-lhe o nome para Serras azuis,
providenciou-lhe a publicação, indo pessoalmente procurar o editor
Gumercindo Rocha Dórea. Na tarde do lançamento, na Livraria Leonardo da
Vinci, em 2 de junho de 1961, Guimarães Rosa pediu a palavra e num longo
discurso relatou sua amizade com Geraldo França de Lima, terminando com
a apologia do romance. O sucesso alcançado valeu ao livro o Prêmio
Paula Brito Revelação Literária 1961, da Biblioteca Pública do Estado da
Guanabara. Em 1969, a União Brasileira de Escritores, sob a presidência
de Peregrino Júnior, conferia o Prêmio Fernando Chinaglia a Jazigo dos Vivos,
considerado o melhor romance de 1968. Em 1972, recebeu a grande láurea
do Conselho Estadual de Cultura da Guanabara, o Prêmio Paula Brito
Ficção, destinado a conjunto de obra. Em 1991, recebeu o Prêmio Nacional
de Literatura Luísa Cláudio de Sousa, conferido pelo PEN Clube do
Brasil ao romance Rio da vida. Em 1994, o Troféu Guimarães Rosa foi concedido a Folhas ao léu como conjunto de melhores contos.
Em
1973, o crítico francês Jean Roche, diretor dos Estudos
Luso-Brasileiros na Universidade de Toulouse, em artigo para a revista
Caravelle, apontou Jazigo dos Vivos como digno do Prêmio Goncourt, de Paris.
Em
1988 formou com o senador Afonso Arinos de Melo Franco, Otto Lara
Resende e Osvaldo França Júnior a comissão contra a emancipação do
Triângulo Mineiro.
Pertence às seguintes instituições literárias e
artísticas: Academia de Letras do Triângulo Mineiro, União Brasileira de
Escritores, Academia Brasileira de Arte e PEN Clube do Brasil.
Nascido em Araguari, MG, no coração do cerrado do Triângulo Mineiro, autor de quatorze ob ras, entre romances e contos, o escritor foi amigo pessoal e secretário de George Bernanos no período que este habitou o Brasil. Além disso, recebeu todas as atenções do amigo Guimarães Rosa, que apadrinhou a edição do primeiro romance Serras azuis , tendo inclusive contatado o editor e discursado na primeira noite de autógrafos. Gerado França de Lima dispõe, com os familiares, de uma série de documentos, correspondências inéditas de Guimarães, Bernanos, acadêmicos amigos, dentre outros. Através desse estud o e desse resgate disponibilizado pelos membros da família, espera - se desvelar e ilustrar uma parte da biografia, das memórias e da literatura deste acadêmico ainda pouco conhecido da crítica e dos leitores.
Obras: Serras Azuis, romance (1961); Brejo Alegre, romance (1964); Branca Bela, romance (1965); Jazigo dos Vivos, romance (1969); O nó cego, romance (1973); A pedra e a pluma, romance (1979); A herança de Adão, romance (1983); A janela e o morro, romance (1988); Naquele Natal, romance histórico (1988); Rio da vida, romance (1991); Folhas ao léu, contos (1994); Sob a curva do sol, romance (1997).
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Resumo da Historia do Brazil para uso das escola primarias brazileiras.
Pela professora Maria G L de Andrade
Editora: Boston - Ginn & Company Publishers
Ano: 1894
Trazendo uma notável inovação dentro de uma sociedade ainda muito
marcada pela discriminação por gênero, em que, se por um lado havia
espaço para a mulher nas atividades de ensino na sala de aula, contudo, a
rigorosa divisão de funções “intelectuais”, como a autoria de livros
didáticos, ainda estava dominada pelo gênero masculino, Maria
Guilhermina Loureiro de Andrade rompe com essa situação, ao ser autora
de um livro didático de História em fins do século XIX.
De acordo com
Circe Bittencourt: “Maria Guilhermina foi professora do Colégio Aquino
do Rio de Janeiro depois de ter sido graduada pela Normal School de New
York.
Na República, tornou-se mais conhecida pela sua atuação na
escola-modelo junto à Escola Normal de São Paulo, após a reforma
educacional de Rangel Pestana e Caetano de Campos em 1890”
“Resumo da Historia do Brazil para
uso das escolas primarias brazileiras”, publicada pela Ginn &
Company, com 277 páginas.
Esta é a constituição do ensino de história, como disciplina escolar durante o estado imperial, para uso nas escolas públicas da Corte no período imperial e primeira república. Através do livro Resumo da História do Brasil para uso das escolas primárias, escrito pela professora Maria Guilhermina Loureiro de Andrade rara autoria feminina de didáticos.
Livro em bom estado, capa dura, com ilustrações.
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