Heidegger réu
Zeljko Loparic
Papirus
2000
brochura, bom estado, escasso, saiba mais...
Originário de uma divergência entre ex-colegas, essa obra não apresenta uma discussão meramente acadêmica, pois envolve a dignidade do mestre, Heidegger. Loparic defende que as argumentações devem questionar, com competência, a periculosidade não apenas dessa ou daquela filosofia mas de todas elas, da cultura ocidental no seu todo.
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sexta-feira, 7 de dezembro de 2018
O Centro Industrial do Rio de Janeiro Edgard Carone Editora: Cátedra Ano: 1978
O Centro Industrial do Rio de Janeiro
Edgard Carone
Editora: Cátedra
Ano: 1978
Brochura em bom estado. O Centro Industrial Do Rio De Janeiro E A Sua Importante Participação Na Economia Nacional (1827-1977). 196 p.
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
A Espiritualidade na Idade Média Ocidental Séculos VIII a Xiii André Vauchez
A Espiritualidade na Idade Média Ocidental Séculos VIII a Xiii
André Vauchez
Zahar - 1995
brochura, bom estado, com 200 pg.
O autor ainda está por explicar como surgiu uma espiritualidade popular, que é um conjunto de crenças e aspirações, coerentes e que se revela em “explosões coletivas de fervor” e quais as suas relações com a do clero.
A Idade Média não conheceu o conceito de espiritualidade: doctrina referia-se à fé em seu aspecto dogmático e disciplina, sua prática, enquanto spiritualitas (que aparece em textos filosóficos, a partir do XIII) denota tão somente a qualidade daquilo que é espiritual; tal, é um conceito moderno (a partir do XIX).
Segundo a maioria dos autores, “exprime a dimensão religiosa da vida interior e implica uma ciência da ascese, que conduz, através da mística, à instauração de relações pessoais com Deus”; a partir daí, falar-se-á de “correntes espirituais” e “escolas de espiritualidade”. O autor não se atém a essa definição, que não possui significado para tempos anteriores ao XVI; do mesmo modo a “história da espiritualidade não pode se limitar ao que foi fixado por escrito da experiência interior dos monges”.
Ao lado dessa, segundo o autor, há uma outra , constatada por gestos, cantos, representações, etc. agora, para ele, , “a espiritualidade já não é encarada como um sistema codificado das regras da vida interior, mas antes como uma relação entre certos aspectos do mistério cristão, particularmente valorizados numa dada época e certas práticas (ritos, orações, devoções), elas próprias privilegiadas relativamente a outras práticas possíveis no interior da vida cristã”.
Defendendo isso, afirma que “com efeito, as Sagradas Escrituras veiculam tantos e tão diversos elementos que cada civilização é levada a entre eles fazer suas escolhas, em função do seu nível de cultura e das necessidades específicas” – ele, em seguida, lembra que “tais variações se situam sempre dentro de determinados limites, impostos pelos dados fundamentais da Revelação e pela Tradição, que não podem ser ultrapassados sem que se corra o risco de cair na heresia”.
Na Idade Média, onde a coesão dogmática ainda não está bem assegurada, e por isso, além do abismo entre uma elite letrada e uma maioria não letrada, há diferentes formas de ler e interpretar a mensagem evangélica.
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018
GRACILIANO RAMOS CARTAS - 1ª Edição, tiragem limitada e especial, exemplares fora do comércio, numerado. RECORD 1980 Cartas Graciliano Ramos Ilustrado Fotos Portinari Alvarus ilustrador


GRACILIANO RAMOS CARTAS - 1ª Edição, tiragem limitada e especial, exemplares fora do comércio, numerado. RECORD 1980
Páginas: 210 Comentário : LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, CAPA DURA ORIGINAL. Livro ilustrado, com diversas fotografias.
OBRA POSTUMA. TIRAGEM ESPECIAL FORA DO COMÉRCIO, EXEMPLARES NUMERADOS. CAPA DE PAULO R. W. PENTEADO, DESENHO DE CANDIDO PORTINARI.
APRESENTAÇÃO JAMES AMADO, DESENHOS DE PORTINARI,ARPAD SZENES, LUIZ JARDIM, NEWTON REZENDE. CARICATURAS DE: AUGUSTO RODRIGUES, MENDEZ,ALVARUS. FOTOS DE ARQUIVO DE HELOISA RAMOS. NOTA DE HELOISA RAMOS. CONTÉM UMA LISTA DE PESSOAS E PERSONAGENS REFERIDAS. CARTAS INÉDITAS ESCRITAS POR UM HOMEM QUE SOFREU E VIVEU INTENSAMENTE SUA CONDIÇÃO DE BRASILEIRO. PÁGINAS TRISTES, ALEGRES, AUTÊNTICAS TESTEMUNHAS DE VIDA.
Cartas Graciliano Ramos Ilustrado Fotos Portinari Alvarus.
Nasceu em 1892, em Quebrangulo [paroxítono], Alagoas. Casado duas vezes, tem sete filhos. Altura, 1,75. Sapato n.º 41. Colarinho n.º 39. Prefere não andar. Não gosta de vizinhos. Detesta rádio, telefone e campainhas. Tem horror às pessoas que falam alto. Usa óculos. Meio calvo. Não tem preferência por nenhuma comida. Indiferente à música. Não gosta de frutas nem de doces. Sua leitura predileta: a Bíblia.
Escreve Caetés com 34 anos de idade. Não dá preferência a nenhum dos seus livros publicados. Gosta de beber aguardente. É ateu. Indiferente à Academia. Odeia a burguesia. Adora crianças. Romancistas brasileiros que mais lhe agradam: Manoel António de Almeida, Machado de Assis, Jorge Amado, José Lins do Rego e Rachel de Queiroz. Gosta de palavrões escritos e falados. Deseja a morte do capitalismo. Escreve seus livros pela manhã. Fuma cigarros Selma (três maços por dia). É inspetor de ensino, trabalha no Correio da Manhã. Apesar de o acharem pessimista, discorda de tudo. Só tem cinco ternos de roupa, estragados. Refaz seus romances várias vezes. Esteve preso duas vezes. É-lhe indiferente estar preso ou solto. Escreve à mão. Seus maiores amigos: Capitão Lobo, Cubano, José Lins do Rego e José Olympio. Tem poucas dívidas.
Quando prefeito de uma cidade do interior, soltava os presos para construírem estradas. Espera morrer com 57 anos (Obs.: morreu aos 61). Capitão Lobo comandava o quartel em que esteve preso no Recife, 1936; Cubano foi um ladrão que ele conheceu na cadeia. Ver Memórias do Cárcere, título idêntico ao de Camillo Castello Branco.
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O problema sceptico à entrada da gnoseologia; Bergson. São Paulo : São Paulo Editora Ltda., 1929. 487 p. (Theses apresentadas para o concurso de Philosophia no Gymnasio do Estado de Campinas).
O problema sceptico à entrada da gnoseologia; Bergson.
São Paulo : São Paulo Editora Ltda.
1929.
487 p.
Tese apresentada para o concurso de Filosofia no Gymnasio do Estado de Campinas.
NERY, José Negreiros de Castro
Nasceu em Campinas, Estado de São Paulo, em 1901. Seguiu a carreira eclesiástica, recebendo ordens no Seminário Diocesiano de sua cidade natal, onde passou a ensinar filosofia.
Doutorou-se em direito canônico e filosofia pela Universidade Gregoriana (Roma). Em 1929 prestou concurso para a cadeira de filosofia do Ginásio Estadual de Campinas para o que elaborou duas teses, a primeira versando questões gnoseológicas e, a segunda , a filosofia bergsoniana.
Com a organização da Universidade Católica de São Paulo passou a integrar o seu Corpo Docente.
Para o seu magistério elaborou manuais e apostilas que entretanto não editou, entre estes História da Filosofia Clássica; A filosofia e uma visão do ser; e Compêndio de Filosofia. Faleceu em 1972.
Bibliografia:
Oração aos Acadêmicos. Campinas, 1928.
O problema sceptico à entrada da gnoseologia; Bergson. São Paulo : São Paulo Editora Ltda., 1929. 487 p. (Theses apresentadas para o concurso de Philosophia no Gymnasio do Estado de Campinas).
A cadeira vazia. Roma : Tip. Conzorzio Nazionale d’Emigrazione e Lavaro, 1931. Philosophia; summario e diccionario de accordo com o programma official. São Paulo : Companhia Editora Nacional, 1931. 239 p. _____. 3. ed. aumentada. São Paulo : Companhia Editora Nacional, 1934.
Programa de ação católica. São Paulo : Companhia Editora Nacional, 1933. O problema do conhecimento. São Paulo : Revista dos Tribunais, 1934.
A evolução do pensamento antigo. Porto Alegre : Globo, 1936.
Paixão e morte de Jesus. São Paulo, 1936. Evolução do pensamento antigo. 2. ed. Porto Alegre : Globo, 1944. 322 p. il. Infância e adolescência de Jesus. São Paulo, 1937.
Estudos sobre o autor:
LARA, Tiago Adão. Neotomismo no Brasil (século XX). In : ANAIS do 4º Encontro de Professores e Pesquisadores da Filosofia Brasileira (setembro, 1995). Londrina, CEFIL, 1996. p. 303-322.
MELO, Luis Correia de. Dicionário de autores paulistas. São Paulo, 1954. p. 419.
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terça-feira, 4 de dezembro de 2018
Rose Marie Muraro A mulher na construção do mundo futuro Vozes 1967
Rose Marie Muraro
A mulher na construção do mundo futuro
Vozes
1967
A finalidade deste livro é levantar, para a mulher brasileira, alguns problemas sobre a sua condição. As mulheres constituem meia humanidade. Os principais problemas da raça humana têm sua solução praticamente em suas mãos, como é o caso da explosão demográfica. Eduquem-se os homens e construir-se-ão cidades, barragens, estradas, mas o povo permanecerá imenso na ignorância. Eduquem-se as mulheres e, imediatamente, aumentará o nível da massa do povo. Os conhecimentos ficarão para sempre, transmitidos de geração em geração, como caracteres adquiridos da espécie.
Sociedade. Papel da Mulher. Sexo Feminino. Gênero. Temas sociais. Questões Atuais. Reportagem. Comportamento . CIÊNCIAS SOCIAIS. Vida em Sociedade. .
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