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domingo, 5 de fevereiro de 2012

Sax Rohmer O senhor da magia negra ocultismo feitiçaria iniciação magia etc


Sax Rohmer

O senhor da magia negra

Global -

1973


livro encontra-se em muito bom estado de conservação, . Formato 21x14 cm, brochura, 232 páginas;

O que estava o jovem Antony Ferrara fazendo a sós, em seu quarto às escuras, com um fogo aceso, em uma noite quente de verão?

O que eram essas "coisas denominadas sacrílegas" - que ele trouxera, ao voltar do Egito, nas férias? E, acima de tudo, quem era ele?

Robert Cairn, colega de escola de Ferrara, começa a descobrir, mas o poder que ele enfrenta, é mais aterrador do que imaginara; um poder capaz de paralizar uma ave em pleno voo, provocar a morte inexplicável de uma jovem aparentemente em segurança num hospital, capaz de conjurar fantasmas para atacarem Robert Cairn em seu próprio lar.

O pai de Cairn sabe alguma coisa sobre a procedência de Ferrara. E o que é mais importante, conhece algo da tradição oculta e dos antigos segredos que Ferrara parece dominar. Assim, tem início uma luta desesperada, em Londres, no Egito e, de novo, em Londres, estando em jogo algo mais do que uma questão de vida e morte.

Um mal, de há muito esquecido, surge das trevas. O seu odor, os calafrios que provoca, são perceptíveis no ambiente.

Segundo Sax Rohmer, nenhum dos poderes atribuídos a Ferrara, sob nenhum aspecto, excedem àqueles que a tradição confere aos adeptos da magia negra. "O SENHOR DA MAGIA NEGRA" conta-nos como os homens do século vinte combateram esses poderes.

É uma das estórias mais estranhas e excitantes escritas, até mesmo, por Sax Rohmer, o famoso criador do dr. Fu-Manchu.
Os estranhos feitos de Antony Ferrara, na forma aqui descrita, pretendem dar um exemplo de certas fases da Feitiçaria como era praticada na antiguidade, segundo numerosos documentos, não só no Egito antigo, como também na Europa durante a Idade Média. Os poderes que lhe foram atribuídos, nunca excedem aqueles que se espera de um adepto perfeito."S.R"



Temos condição de conseguir muitos outros títulos sobre o assunto. Diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta. Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática. Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem para acompanhamento da entrega. Toda postagem pode ser rastreada pelo site dos Correios. Todos os pedidos são enviados com seguro. CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA philolibrorum@yahoo.com.br

O Manifesto da Transdisciplinaridade - Basarab Nicolescu - Jean Piaget, Edgar Morin e Eric Jantsch



O Manifesto da Transdisciplinaridade

Basarab Nicolescu

Triom- USP - E. Futuro

2001



Livro em bom estado, 166 pg. brochura original, escasso, não perca, saiba mais...

A primeira obra sintética sobre esta nova abordagem científica, cultural, espiritual e social, que visa a compreensão do mundo presente para a qual um dos imperativos é a unidade do conhecimento.


A revolução quântica poderia mudar radical e definitivamente nossa visão do mundo. E, no entanto, desde o começo do século XX nada aconteceu.

Os massacres dos homens pêlos homens aumentam sem cessar.

A antiga visão continua senhora deste mundo. De onde vem esta cegueira? De onde vem este desejo perpétuo de fazer o novo com o antigo?

A novidade irredutível da visão quântica continua pertencendo a uma pequena elite de cientistas de ponta.

A dificuldade de transmissão de uma nova linguagem hermética — a linguagem matemática — é, sem dúvida, um obstáculo considerável; porém não intransponível.

De onde vem este desprezo pela Natureza, que se pretende, sem nenhum argumento sério, muda e impotente no plano do sentido de nossa vida?


O livro escrito por Basarab Nicolescu continua sendo uma obra de referência no que diz respeito aos malefícios produzidos pela fragmentação do conhecimento e as tragédias geradas pela “tecnociência”.

Detentor de uma refinada sensibilidade frente aos múltiplos desafios existentes na contemporaneidade, o físico romeno Basarab Nicolescu, fundador e presidente do Centro Internacional de Pesquisas Transdisciplinares (CIRET), relaciona o surgimento do termo transdisciplinaridade aos trabalhos dos
intelectuais Jean Piaget, Edgar Morin e Eric Jantsch que, na segunda metade do século passado, apostaram na possibilidade da transgressão das fronteiras
impostas pelas disciplinas acadêmicas.


Refletindo sobre a necessidade de urgentes mudanças epistemológicas e societais no mundo atual, por considerar que “amanhã poderá ser tarde demais”, o autor desse oportuno manifesto avalia inicialmente o significado de duas importantes revoluções que aconteceram no século XX: a revolução quântica e a revolução informática. Para ele, a revolução quântica, infelizmente, ficou limitada a uma elite de cientistas, enquanto que a revolução informática, que deveria resultar na liberação do tempo e na partilha do conhecimento, transformou-se num ícone do mundo mercantilizado.



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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Psique. La idea del alma y la inmortalidad entre los griegos


Psique. La idea del alma y la inmortalidad entre los griegos

Rohde

Editorial Labor

1973

brochuras em bom estado, com 602  pgs, escasso, não perca saiba mais ...



Barcelona, Labor, 1973.-- Col Maldoror, las ediciones liberales, 14 y 15. Traducción de Salvador Fernández Ramírez. Revisión, notas y prólogo de Carlos Miralles Solá y Eulalia Vintró Castells. -- rústica, 19x11 cm., 599 pp. Ex biblioteca marca tejuelo, sello y signatura



Erwin Rohde, con vigor filológico nos invita a descubrir cada uno de los hilos de la religiosidad; popular de los griegos dentro de la maraña de; ideas poéticas, literarias, teológicas y filosóficas; donde encontraron su expresión.

Dos de estos dos; hilos destacan con insistencia:el culto a los dioses; olímpicos, que marcaba una frontera infranquea; ble entre lo humano y lo divino, cerrando el paso; a cualquier pretensión de eternidad, y los cultos; mistéricos que daban al hombre conciencia de la divinidad de su alma a través de la experiencia; extática, llevándolo vivencialmente a la creencia; indubitable de su inmortalidad...



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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Dicionário das Plantas Úteis do Estado de São Paulo Huascar Pereira editora: Rothschild ano: 1929 botanica flora brasileira paulista arvores ervas etc....

Dicionário das Plantas Úteis do Estado de São Paulo

Huascar Pereira

editora: Rothschild

ano: 1929

Livro raro, com 779 páginas, em bom estado geral de conservação, capa dura em couro lombada e cantos e papel fantasia, com ilustrações, escasso, não perca, saiba mais...

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Conversas ao Pé do Fogo Cornélio Pires vocabulario caipira cablocismo literatura regionalismo humor regionalismo caipirismo interior brasil são paulo piada etc


Conversas ao Pé do Fogo

Cornélio Pires

Cia Editora Nacional

1933

bom estado, capa dura, escasso, não perca, saiba mais,...

Iniciou a sua carreira viajando pelas cidades do interior do estado de São Paulo e outros, como humorista caipira.  Em 1910, Cornélio Pires, apresentou no Colégio Mackenzie hoje Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, um espetáculo que reuniu catireiros, cururueiros, e duplas de cantadores do interior. O Colégio Mackenzie foi fundado e sempre mantido pela Igreja Presbiteriana, à qual Cornélio Pires pertencia.

Ambicionando cursar a Faculdade de Farmácia, deslocou-se de Tietê para a cidade de São Paulo, a fim de prestar concurso de admissão. Não tendo obtido sucesso em seu intento, conseguiu empregar-se na redação do jornal O Comércio de São Paulo. Posteriormente trabalhou no jornal O Estado de S. Paulo, onde desempenhou a função de revisor. A partir de 1914, passou a trabalhar no periódico O Pirralho.

Foi autor de mais de vinte livros, nos quais procurou registrar o vocabulário, as músicas, os termos e expressões usadas pelos caipiras.

No livro "Conversas ao Pé do Fogo", Cornélio Pires faz uma descrição detalhada dos diversos tipos de caipiras e, ainda no mesmo livro, ele publica o seu "Dicionário do Caipira".


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Menotti del Picchia Poemas de Amor 1927 ilustrado por Belmonte.

Menotti del Picchia

Poemas de Amor

1927

Ed. Companhia Editora Nacional

Belas ilustrações e vinhetas, ilustrado por Belmonte.

Volume da Coleção "Os Mais Bellos Poemas de Amor" . capa dura original.



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Contos da mata mineira Alberto Portugal Borsoi 1939

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História concisa da Revolução Russa Richard Pipes. Record

História concisa da Revolução Russa

Richard Pipes

Record

1997

bom estado, com 404 pg., escasso , não perca, saiba mais...

Em 'História concisa da Revolução Russa', o renomado historiador Richard Pipes afirma que a Revolução de Outubro de 1917 foi na verdade um golpe de Estado, a tomada de poder por um grupo, com apoio popular mas na realidade sem envolvimento da população. Para Pipes, o bolchevismo não era uma visão do futuro, mas sim a retomada de um passado autoritário. Analisando o período imediatamente anterior e posterior à Revolução, o livro retrata o assassinato da família imperial, a política soviética de sufocar etnias e nacionalidades e o combate às religiões.


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Nestor Perlongher O negócio do michê: a prostituição viril em São Paulo sociosexual homofilia homoerotismo homossexualismo glsbt parada gay direitos generos minorias pederastia eros etc



Nestor Perlongher

O negócio do michê: a prostituição viril em São Paulo

Brasiliense


livro em bom estado, brochura original, escasso, não perca, saiba mais....

"Quando vou transar com um cliente" - diz um garoto de programa entrevistado por Nestor Perlongher em O negócio do michê - "eu não sou eu; eu sou a fantasia do cliente".

O desejo fora da ordem se vê emaranhado, de saída, nas demandas da troca material e do imaginário que o provoca e regula.


Na enunciação do rapaz se condensa o complexo de questões que a prostituição homossexual masculina abarca e projeta para além dela própria, e que formam a matéria desse notável trabalho, reeditado em boa hora.

Trata-se de uma etnografia substancial e de um ensaio brilhante de interpretação teórica, que não apenas se destaca no importante acervo de estudos socioantropológicos de sexualidade feitos no Brasil, em sua época, como se mostra altamente proveitoso e relevante à luz dos debates atuais.

A expansão do espetáculo e do consumo voltado às homossexualidades deparava-se então com a terrível irrupção da pandemia da Aids, cuja magnitude trágica apenas se desenhava e da qual o próprio Perlongher veio a ser uma das vítimas.



Nesse quadro, a discussão em torno da homossexualidade masculina, tanto na academia como na política, problematizava a questão das emergentes políticas de identidade. Havia naquele momento uma grande inquietação quanto à possibilidade de essencialização (ou "reificação", para usar uma expressão mais comum à época) da oposição hetero/homossexualidade e da conseqüente instituição de novas formas de rotulação, estigmatização e marginalização. A base era a conhecida reflexão de Peter Fry acerca de dois modelos classificatórios da sexualidade masculina em disputa. De um lado, o modelo "hierárquico-popular", de profundas e persistentes raízes históricas e culturais, que distinguia "homens" e "bichas", respectivamente "ativos" e "passivos", segundo uma hierarquia de gênero articulada ao papel esperado no ato sexual. De outro, o modelo "igualitário-moderno", que distinguia "homossexuais" ("entendidos" ou "gays") e "heterossexuais" a partir de concepções de orientação do desejo sexual, cuja origem estaria nos discursos médicos e psicológicos do final do século XX, crescentemente adotado pelos movimentos em defesa dos direitos homossexuais e pelos setores mais intelectualizados das classes médias das grandes cidades.


O negócio do michê apresenta-se como um paradoxo: por um lado, põe em movimento uma fuga desejante que enlaça os corpos (uniões de órgãos, mais do que conjugalizações personalizadas). Por outro, uma diversidade de dispositivos se instaura para canalizar, veicular essa eclosão desejante, de modo a evitar, esmagar ou neutralizar os perigos de fuga. Perigos estes que podem aparecer sob diversas formas: perigo de morte ou violência corrido pelo cliente; perigo de paixão ou efeminamento vivido pelo prostituto.


Como alternativa ao foco nas identidades sociossexuais, Perlongher elaborou a idéia de "territorialidade", com a qual seria possível compreender as categorias de autodefinição sexual como "pontos" dentro de redes circulatórias, os quais estariam numa relação de contigüidade e mesmo de mistura. A territorialidade é assim pensada em termos de um "código-território", que atualiza uma lógica peculiar de distribuição de atribuições categoriais a corpos e desejos em movimento, estipulando a fixação a um gênero, uma postura, uma aparência, uma gestualidade, uma discursividade, uma corporalidade - tatuagens e outras marcas corporais, tipificação da indumentária, modelização de tiques, trejeitos e gestuais -, que operam como indícios de um desempenho sexual esperado ou proclamado segundo os critérios de seleção e valorização de parceiros do mercado homoerótico masculino.


Na compreensão das trajetórias e transas entre michês e clientes, Perlongher recorreu ainda às noções deleuzeguattarianas de "desterritorialização" e "reterritorialização", as quais correspondem, respectivamente, a afastamentos em relação às sociabilidades respeitáveis, moralmente reconhecidas, e a aproximações aos códigos do "submundo"; no caso, da homossexualidade e da prostituição.

Territorialidades envolvem, portanto, mais do que representações ou projetos: dizem respeito às mobilizações e deslocamentos espaciais e categoriais, bem como à materialidade de corpos e partes de corpos ressaltados e valorizados, incluindo os próprios lugares que esses corpos percorrem e dos quais auferem parte de sua legibilidade.


Vale notar que a operacionalização etnográfica, por Perlongher, dos conceitos de Deleuze e Guattari, passava pela incorporação germinativa de uma insuspeitada ligação entre essas preocupações teóricas e certos pontos de vista da célebre "Escola de Chicago", sobretudo no que diz respeito ao esforço de jogar luz sobre a fragmentação ou segmentaridade do sujeito urbano que, como ressalta Perlongher, teria sido assinalada pioneiramente pelos clássicos dessa tradição.


Mais do que estas e várias outras ressonâncias no debate contemporâneo, porém, fica a referência de um trabalho de pesquisa sólido, de escrita eloqüente, que enfrentou questões de agência, perigo, dissenso e desigualdade, de uma perspectiva antropológica revigorada, ousada e criativa, numa temática ainda não plenamente legitimada nas nossas ciências sociais.


Longe de um retrato aventuroso e exotizante, orientado por algum fascínio ingênuo pela marginalidade, o "negócio do michê" é mostrado como agenciamento complexo de fluxos de dinheiro e desejo, de paixão e de morte, de corpos clientes (homossexuais marginalizados pela idade e pelo estigma), de corpos prostituídos (adolescentes minoritarizados pela juventude e pela miséria).

A estrutura virada ao avesso expõe sem escamoteações estéticas sua molecularidade dura de afetos, carências, violências e desigualdades, de carne, sangue e demais fluidos.


Trata-se de um trabalho bastante elogiável e competente.


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Antonio Paes - Moacyr Pisa Satiras 1916

Antonio Paes - Moacyr Pisa

Satiras

1916

Livro em bom estado , brochura original,

Livro de Moacyr Piza com o pseudonimo de Antonio Paes, o autor residiu na cidade de Cruzeiro onde moacyr piza era delegado;

comuma inscrição manuscrita na capa com informação sobre o livro e autor, a nota pertence ao antigo dono LEBV Luis Eulálio Bueno Vidigal.

Literatura, politica, piadas, regionalismo, paulista, etc....


A estrangeirada;
A glória de D. Duarte;
O poço;
Lenda bíblica;
O soldalício;
Retratos;
Varias.

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