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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Conveyors Related Equipment Spivakovski Máquinas Aparatos de Elevação Transporte Transportadoras esteiras correia Engenharia Mecanica transporte industrial










Conveyors and Related Equipment

A. Spivakovski & V. Dyachkov.

editora: Mir Moscow Peace


444p. capa dura, tradução do russo por Don Danemanis, obra rara. Com muitas ilustrações.
Encadernação editorial em tela, 13x20cm, 318 páginas. Em muito bom estado de conservação. Com paginas desdobráveis.




Introduction; General theory of conveying machines; Component parts of convenying machines; Belt Conveyors; Apron Conveyors; Flight Conveyors; V-bucket, pivot-bucket and swing-tray Conveyors; Overhead Conveyors; Load-propelling Conveyors; Car or plataform Conveyors; Bucket- arm and swing-tray elevators; Screw Conveyors; Roller Conveyors; Oscillating and Vibrating Conveyors; Pneumatic Conveyors; Hydraulic Conveyors; Industrial Trucks; Loaders; Auxiliary Equipament; Uses Conveying machines; Trends in design.

Máquinas Aparatos de Elevação e Transporte, Máquinas Transportadoras, CORREIAS TRANSPORTADORAS, máquinas de levantamento e transporte, EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTES, ENGENHARIA MECÂNICA, Elevadores, Plataforma, etc

Equipamento de manutenção de materiais. Equipamento de manutenção contínua. Transportes e correias transportadoras.

Technics, Mechanical Engineering. Metal Technology. Metallurgy, Transportation. Aviation, Technology. Equipment. Instrumentation. Material Processing, General Mechanical Engineering. Study of Machines and Mechanisms, Engineering Techniques. Instrument Construction, General Questions of Transportation, .



O livro está bem conservado, encadernação original, capa dura em tela siberiana, conforme a melhor editoração russa da época, capas e páginas ótimas, com as ilustrações, papel e impressão impecável segundo o padrão soviético de ‘publishers’, formato padrão.

Um Clássico da época da antiga Russia, quando União Soviética, Ocasião em que a Mir lançava muitos títulos prestimosos à área das exatas, saiba mais, temos muitos livros da editora Mir Moscou, Paz, Progresso, etc, em várias línguas.

Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática.

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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

CINQUENTA ANOS NA IGREJA CATOLICA C. CHINIQUY Editora: LIVRARIA INDEPENDENTE Ano: 1947 Apologia Apologética Romanismo Rituais Secretos





CINQUENTA ANOS NA IGREJA CATOLICA 
C. CHINIQUY

Editora: LIVRARIA INDEPENDENTE  
Ano: 1947  

LIVROS RAROS, PAG 784, IDIOMA PORTUGUES,

Charles Chiniquy- Sacerdote católico - 
foi um famoso sacerdote católico do Canadá. 

Nasceu em Kamouraska, Quebec, em 20 de Julho de 1809. Fundou a primeira sociedade de temperança do Canadá na sua cidade natal e conquistou assim o título de "Apóstolo da temperança do Canadá". 

Por causa da sua habilidade e piedade foi-lhe confiado um grupo de franco-canadianos que se estabeleceram no Illinois".

No fim da sua vida tornou-se amigo de Abraão Lincoln.  Viajou pela Inglaterra muitas vezes e esta história particular da sua vida revelou-a pela primeira vez em Londres. Atingiu a ditosa idade de noventa anos, falecendo em Montreal a 16 de Janeiro de 1899.

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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Brejo Alegre Geraldo França Lima Editora Livraria São José 1964


Brejo Alegre
Geraldo França Lima
Editora Livraria São José
1964

com 342 pg, em muito bom estado de conservação.

Geraldo França de Lima, professor, advogado, romancista, contista e poeta, nasceu em Araguari, MG, em 24 de abril de 1914. Eleito em 30 de novembro de 1989 para a Cadeira n° 31, sucedendo a José Cândido de Carvalho, foi recebido em 19 de julho de 1990, pelo acadêmico Lêdo Ivo. Foi  casado  com  d.  Lygia  Bias  Fortes  da  Rocha  Lagoa  França  de  Lima,  que  faleceu  em  2002


É filho de Alfredo Simões de Lima. Com a mãe, dona Corina França de Lima, aprendeu a ler e a escrever, terminando o curso primário, em 1926, no Colégio Regina Pacis, dos padres holandeses. Inocência, de Visconde de Taunay, recomendado por seu pai, foi o primeiro livro que leu (antes de completar 11 anos). Em 1929, seguiu para Barbacena, matriculando-se no internato do Ginásio Mineiro, distinguindo-se no aprendizado de línguas e sendo um dos mais assíduos freqüentadores da biblioteca. Seu primeiro escrito, descrevendo a viagem, que demandou cinco dias, pela antiga Estrada de Ferro Oeste de Minas, de Uberaba a Belo Horizonte, foi publicado no Jornal de Araguari. Em 1932, os estudantes do último ano do ginásio, levados pela efervescência cultural de Barbacena, transformaram o grêmio literário no grupo literário Arcádia Ginasiana de Letras. Geraldo França de Lima foi eleito seu presidente e diretor do jornal O Kepi, seminário de idéias que se tornou famoso em Barbacena. Nesse jornal, apareceram suas primeiras poesias.
Em Barbacena, na quarta-feira da Paixão de 1933, conheceu por acaso João Guimarães Rosa, capitão-médico do 9° BCM da Força Pública Mineira, e se tornaram fraternos amigos de uma vida inteira. Em 1934, no Rio de Janeiro, ingressou na Faculdade de Direito da Universidade do Brasil e obteve o primeiro emprego, como revisor do jornal A Batalha, de Júlio Barata, estreando também como articulista. Em 1935, Bastos Tigre publica suas poesias na revista Fon-Fon. Longe, ainda, de se tornar escritor, Geraldo França de Lima continuava sendo inveterado freqüentador de bibliotecas e livrarias.
Em 9 de dezembro de 1938 colou grau de bacharel em Ciências Jurídicas. Depois de rápida passagem por Araguari, voltou para Barbacena, como professor do Ginásio Mineiro, nomeado pelo governador Benedito Valadares. Em Barbacena, nos dias incertos da Segunda Guerra Mundial, conheceu o escritor francês Georges Bernanos, de quem se tornou amigo e confidente. Ali, iniciou vagarosamente todo o plano de sua obra literária.
Em 1951, reapareceu no Diário de Notícias, com o poema "Saudades sugeridas". Em 1960, Paulo Rónai abriu-lhe as colunas de Comentário, publicando o artigo "Com Bernanos no Brasil", de larga repercussão no exterior, considerado o depoimento mais autêntico sobre o escritor francês. Foi assessor do presidente do Conselho de Ministros, Dr. Tancredo Neves, e do Presidente Juscelino Kubitschek.


O ano de 1961 levou Geraldo França de Lima definitivamente para a vida literária. Guimarães Rosa, almoçando em casa do amigo, encontrou na escrivaninha os originais do romance Uma cidade na província. Levou-os consigo e, entusiasmado, leu-os no mesmo dia. Pela madrugada, ao terminar a leitura, telefonou para dona Lygia, esposa do romancista, e emocionado transmitiu-lhe sua impressão: "Ou muito me engano ou estou na frente de um grande romancista." Mudou-lhe o nome para Serras azuis, providenciou-lhe a publicação, indo pessoalmente procurar o editor Gumercindo Rocha Dórea. Na tarde do lançamento, na Livraria Leonardo da Vinci, em 2 de junho de 1961, Guimarães Rosa pediu a palavra e num longo discurso relatou sua amizade com Geraldo França de Lima, terminando com a apologia do romance. O sucesso alcançado valeu ao livro o Prêmio Paula Brito Revelação Literária 1961, da Biblioteca Pública do Estado da Guanabara. Em 1969, a União Brasileira de Escritores, sob a presidência de Peregrino Júnior, conferia o Prêmio Fernando Chinaglia a Jazigo dos Vivos, considerado o melhor romance de 1968. Em 1972, recebeu a grande láurea do Conselho Estadual de Cultura da Guanabara, o Prêmio Paula Brito Ficção, destinado a conjunto de obra. Em 1991, recebeu o Prêmio Nacional de Literatura Luísa Cláudio de Sousa, conferido pelo PEN Clube do Brasil ao romance Rio da vida. Em 1994, o Troféu Guimarães Rosa foi concedido a Folhas ao léu como conjunto de melhores contos.
Em 1973, o crítico francês Jean Roche, diretor dos Estudos Luso-Brasileiros na Universidade de Toulouse, em artigo para a revista Caravelle, apontou Jazigo dos Vivos como digno do Prêmio Goncourt, de Paris.
Em 1988 formou com o senador Afonso Arinos de Melo Franco, Otto Lara Resende e Osvaldo França Júnior a comissão contra a emancipação do Triângulo Mineiro.
Pertence às seguintes instituições literárias e artísticas: Academia de Letras do Triângulo Mineiro, União Brasileira de Escritores, Academia Brasileira de Arte e PEN Clube do Brasil.


Nascido  em  Araguari,  MG,  no  coração  do  cerrado  do  Triângulo  Mineiro,  autor  de  quatorze  ob ras,  entre  romances  e  contos,  o  escritor  foi  amigo  pessoal  e  secretário  de  George  Bernanos  no  período  que  este  habitou  o  Brasil.  Além  disso,  recebeu  todas  as  atenções  do  amigo  Guimarães  Rosa,  que  apadrinhou  a  edição   do   primeiro   romance Serras   azuis ,   tendo  inclusive   contatado   o   editor   e  discursado  na  primeira  noite  de  autógrafos.  Gerado  França  de  Lima  dispõe,  com  os  familiares,  de  uma  série  de  documentos,  correspondências  inéditas  de  Guimarães,  Bernanos,  acadêmicos  amigos,  dentre  outros.  Através  desse  estud o  e  desse  resgate  disponibilizado  pelos  membros  da  família,  espera - se  desvelar  e  ilustrar  uma  parte  da  biografia,  das  memórias  e  da  literatura  deste  acadêmico  ainda  pouco  conhecido  da  crítica e dos leitores.


Obras: Serras Azuis, romance (1961); Brejo Alegre, romance (1964); Branca Bela, romance (1965); Jazigo dos Vivos, romance (1969); O nó cego, romance (1973); A pedra e a pluma, romance (1979); A herança de Adão, romance (1983); A janela e o morro, romance (1988); Naquele Natal, romance histórico (1988); Rio da vida, romance (1991); Folhas ao léu, contos (1994); Sob a curva do sol, romance (1997).

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Resumo da Historia do Brazil para uso das escola primarias brazileiras. Pela professora Maria G L de Andrade Editora: Boston - Ginn & Company Publishers Ano: 1894


Resumo da Historia do Brazil para uso das escola primarias brazileiras.

Pela professora Maria G L de Andrade
Editora: Boston - Ginn & Company Publishers  
Ano: 1894

Trazendo uma notável inovação dentro de uma sociedade ainda muito marcada pela discriminação por gênero, em que, se por um lado havia espaço para a mulher nas atividades de ensino na sala de aula, contudo, a rigorosa divisão de funções “intelectuais”, como a autoria de livros didáticos, ainda estava dominada pelo gênero masculino, Maria Guilhermina Loureiro de Andrade rompe com essa situação, ao ser autora de um livro didático de História em fins do século XIX. 

De acordo com Circe Bittencourt: “Maria Guilhermina foi professora do Colégio Aquino do Rio de Janeiro depois de ter sido graduada pela Normal School de New York. 
Na República, tornou-se mais conhecida pela sua atuação na escola-modelo junto à Escola Normal de São Paulo, após a reforma educacional de Rangel Pestana e Caetano de Campos em 1890”

“Resumo da Historia do Brazil para uso das escolas primarias brazileiras”, publicada pela Ginn & Company, com 277 páginas.

Esta é a constituição do ensino de história, como disciplina escolar durante o estado imperial, para uso nas escolas públicas da Corte no período imperial e primeira república.  Através do livro Resumo da História do Brasil para uso das escolas primárias, escrito pela professora Maria Guilhermina Loureiro de Andrade rara autoria feminina de didáticos.


Livro em bom estado, capa dura, com ilustrações.

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domingo, 27 de agosto de 2017

A Sala da Capela Vivaldo Coaracy editora: José Olympio ano: 1933

  
A Sala da Capela
Vivaldo Coaracy    
editora: José Olympio   
ano: 1933

descrição: 1ª edição. Capa de Luis Jardim. Encadernação original brochura, Livro antigo, mas ainda em bom estado de conservação.   

Memórias do autor sobre a sua fase adulsta.
Exilando-se em Portugal por ter tomado parte na Revolução Constitucionalista de 1932, escreveu em Lisboa "A Sala da Capela". Regressando do exílio, nomeado diretor da sucursal do jornal no Rio de Janeiro, afastou-se do cargo em 1941, quando o jornal foi confiscado pelo então interventor em São Paulo. 
Colaborou no Jornal do Comércio do Rio de Janeiro - em 1942, mesmo ano em que Getúlio Vargas definiu a posição do Brasil em relação à 2ª Guerra Mundial, Coaracy publicou pelo Jornal do Comércio uma série de artigos intitulada "O Perigo Japonês", publicado no mesmo ano pela editora José Olympio. 

Nestes artigos, defendia a proibição da entrada de imigrantes japoneses no Brasil atacando-os através de aspectos físicos, morais e culturais.

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Encontros com a vida: memórias. Vivaldo Coaracy editora: José Olympio ano: 1962

  
Encontros com a vida: memórias.
Vivaldo Coaracy   editora: José Olympio   
ano: 1962

descrição: 1ª edição. Capa de Luis Jardim. Encadernação original brochura, Livro em bom estado de conservação, 
328 pp.   

Memórias do autor sobre a sua fase adulsta.
Exilando-se em Portugal por ter tomado parte na Revolução Constitucionalista de 1932, escreveu em Lisboa "A Sala da Capela". Regressando do exílio, nomeado diretor da sucursal do jornal no Rio de Janeiro, afastou-se do cargo em 1941, quando o jornal foi confiscado pelo então interventor em São Paulo. 
Colaborou no Jornal do Comércio do Rio de Janeiro - em 1942, mesmo ano em que Getúlio Vargas definiu a posição do Brasil em relação à 2ª Guerra Mundial, Coaracy publicou pelo Jornal do Comércio uma série de artigos intitulada "O Perigo Japonês", publicado no mesmo ano pela editora José Olympio. 

Nestes artigos, defendia a proibição da entrada de imigrantes japoneses no Brasil atacando-os através de aspectos físicos, morais e culturais.

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Todos contam a sua vida: memórias da infância e da adolescência. Vivaldo Coaracy

  
Todos contam a sua vida: memórias da infância e da adolescência.
Vivaldo Coaracy   
editora: José Olympio   
ano: 1959

descrição: 1ª edição. Capa de Luis Jardim. Encadernação original brochura, Livro em bom estado de conservação, 
269 pp.   

Memórias do autor sobre a Revolução de 32.   Este livro foi escrito no exílio, nos dias amargos, longos e vazios que se seguiram ao desfecho repentino da guerra constitucionalista, movida por São Paulo contra o regime ditatorial.       

A SALA DA CAPELA! ... Essas palavras me trazem sempre à lembrança episódios dos mais remotos da minha existência: minha mãe me levava pela mão até a frente de um grande portão de ferro, onde um homem fardado, lá dentro, atendia, recebendo dela alguns documentos. 

Enquanto esperávamos, eu me distraía com o que podia ver, à altura de meus olhos, através do portão: um muro alto, branco, cuja base era bordejada por um estreito canteiro, onde um homem, de macacão azul, gorro na cabeça, remexia umas plantinhas. 

Quando finalmente o homem fardado voltava e nos admitia, abrindo o portão, o homem de macacão azul se aproximava de mim, um sorriso desdentado na grande cara vermelha, e me oferecia um raminho de violetas, que acabara de colher, porque tinha muita pena daquela menina pequenina que estava ali para visitar o pai, preso, político, retido no setor "Sala da Capela" daquela cadeia, com os companheiros de 1932... 

Eu tinha quatro anos de idade...   Para mim, até hoje, a "Sala da Capela" é simbolizada por um ramo de violetas...


Exilando-se em Portugal por ter tomado parte na Revolução Constitucionalista de 1932, escreveu em Lisboa "A Sala da Capela". Regressando do exílio, nomeado diretor da sucursal do jornal no Rio de Janeiro, afastou-se do cargo em 1941, quando o jornal foi confiscado pelo então interventor em São Paulo. 

Colaborou no Jornal do Comércio do Rio de Janeiro - em 1942, mesmo ano em que Getúlio Vargas definiu a posição do Brasil em relação à 2ª Guerra Mundial, Coaracy publicou pelo Jornal do Comércio uma série de artigos intitulada "O Perigo Japonês", publicado no mesmo ano pela editora José Olympio. 

Nestes artigos, defendia a proibição da entrada de imigrantes japoneses no Brasil atacando-os através de aspectos físicos, morais e culturais.

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