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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

A Tradição Secreta da Magia Idries Shah - cincias ocultas esoterismo grimórios alquimia maçonaria clavicula salomão Almadel magica etc





A Tradição Secreta da Magia

Idries Shah

editora: Bertrand Brasil

ano: 2004

descrição: Trata-se de um compêndio único das fontes e livros de estudo sobre o ocultismo ocidental.

Esses grimórios ou gramáticas de magia branca e negra incluem desde a Chave de Salomão até o Grimório de Honório, o Grande, a Arte de Almadel, o Livro de Poder, e fornecem uma pesquisa profunda sobre as invocações e os complexos ritos cerimoniais, passando pelos rituais mágicos, a arte de invocar espíritos e o poder dos talismãs.

Traduzido do francês medieval, latim, hebraico e outras línguas, os ritos e invocações estão totalmente explicados com comentários e copiosamente ilustrados com gráficos, figuras e diagramas.

Brochura, 21x14 cm, 377 páginas em perfeito estado de conservação. Livro em estado de novo, sem uso.


Trata-se de um grande clássico de caráter universal primordial para a educação. Possui texto de fácil entendimento que estimula o leitor a pensar e refletir sobre o tema proposto.

Temos condição de conseguir muitos outros títulos sobre o assunto.

Diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.

Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática.

Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem para acompanhamento da entrega.

Toda postagem pode ser rastreada pelo site dos Correios.

Todos os pedidos são enviados com seguro.

CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA

philolibrorum@yahoo.com.br


Esta Página visa contribuir, com a localização de livros escassos, aos estudiosos das diversas ciências e áreas de estudo ou mesmo hobbies. Sobretudo as publicações já fora de comércio, antigas, esgotadas.

Matisa Métodos Modernos para Conservação Remodelação e Construção de Vias Férreas 1972 RFFSA ferrovia estrada de ferro trem estações linhas







Matisa

Métodos Modernos para Conserva Remodelação e Construção de Vias Férreas

1972


Comunicação ao Congresso Panamericano de Estradas de Ferro.

descrição: Livro em bom estado de conservação, brochura original,coda13-x4, otimo estado, papel especial, escassso, não perca, saiba mais....

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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

OLIVEIRA VIANNA PROBLEMAS DE POLÍTICA OBJECTIVA (1ª EDIÇÃO )



Autor: OLIVEIRA VIANNA

Tìtulo: PROBLEMAS DE POLÍTICA OBJECTIVA (1ª EDIÇÃO )

Editora: CIA. EDITORA NACIONAL

Ano: 1930

Páginas: 248


Comentário : LIVRO EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO, BROCHURA COM CAPA ORIGINAL. ? I - O PROBLEMA DA REVISÃO; II - O PROBLEMA DA LIBERDADE; III - O PROBLEMA DOS PARTIDOS; IV - O PROBLEMA DO GOVERNO; V - O PROBLEMA DA NACIONALIDADE.? SAIBA MAIS ...


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“Concordo que me qualifiquei de antifederalista e de antiparlamentarista – e
aceito com honra e mesmo orgulho o qualificativo. Não, porém, de antiliberal,
nem de antidemocrático. Não sou uma coisa nem outra. Sou justamente o
oposto disto”


O pensamento sociológico de Oliveira Vianna constituiu, junto com as propostas estratégicas de Lindolfo Boeckel Collor (1890-1942), o referencial teórico que serviu a Getúlio Vargas para elaborar a sua proposta modernizadora do Estado e da sociedade brasileira, ao longo da década de 30 do século XX.

A sociologia de O. Vianna constituiu o marco conceitual que abriu as perspectivas ao jovem deputado Getúlio Vargas, para compreender o alcance nacional da problemática social, superando o vezo provinciano que o jovem castilhista tinha herdado da sua formação no Rio Grande do Sul. Lindolfo Boeckel Collor e Oliveira Vianna representaram, também, o aspecto liberalizante das reformas de Vargas, que encontraram, de outro lado, elementos definidamente autoritários que influíram de forma marcante nos rumos absolutistas do Estado Novo, proclamado em 1937. Dois desses inspiradores autoritários foram, sem dúvida, Francisco Campos e o general Góes Monteiro, o primeiro admirador do corporativismo de Mussolini e o segundo um castilhista linha dura, que pretendia ver implantada no Brasil, indefinidamente, a ditadura científica comteana.

Oliveira Vianna não foi um observador abstrato da sociedade em que vivia. Participou, como acaba de ser mencionado, do amplo esforço modernizador e centralizador empreendido pelo Estado getuliano. Mas seria injusto reduzir a obra do pensador fluminense a um simples comentário tecido ao redor do élan autoritário da década de trinta. Oliveira Vianna pensou de maneira criativa o autoritarismo e a modernidade do Brasil e fez uma crítica sistemática aos extremos liberal-oitocentista e patriarcal-clânico em que naufragaram as nossas reformas desde o Império. Não se pode captar, de forma adequada, o alcance dos conceitos do sociólogo fluminense, sem atender para a sua metodologia de trabalho e para a sua idéia de cultura.

Francisco José de Oliveira Vianna nasceu em Saquarema, na antiga Província Fluminense, em 20 de julho de 1883, na Fazenda do Rio Seco, e faleceu em Niterói, no Estado do Rio de Janeiro, em 27 de março de 1951. O seu pai, fazendeiro, era a encarnação do paterfamílias.
A propósito, frisa o biógrafo de Oliveira Vianna, Vasconcellos Torres:
"A incontrastável autoridade do paterfamílias dava tons sublimes ao patriarcado. O núcleo larário tinha muito de templo. Um ambiente doméstico para melhor sobressair a solidariedade. a sociedade era a fazenda, a família e os agregados, cujos interesses fora do círculo parental eram ardorosa e fraternalmente defendidos pelo patrão"

Em que pese a sua natural inclinação pelo estudo da matemática, o jovem Oliveira Vianna viu frustrados os seus planos de ingressar na Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Cursou, então, a Faculdade de Direito, tendo-se bacharelado em 1905. Integrou, a seguir, o corpo docente do Colégio Abílio, de Niterói, como professor de matemática. Já desde os últimos anos de estudos universitários colaborou ativamente no jornalismo: escrevia no Diário Fluminense, no jornal A Capital, e logo em outros como A Imprensa, O Paiz e a Revista do Brasil, de São Paulo. Praticamente não exerceu a profissão de advogado, tendo preferido se dedicar ao estudo dos problemas nacionais.

Através da atividade jornalística entrou em contato com Alberto Torres (1865-1917), de cuja amizade receberá forte impulso e influência intelectual para escrever o seu primeiro livro, Populações meridionais do Brasil: Populações do Centro-Sul, que terminou em 1918 e publicou em 1920.
Em 1916 iniciou o seu trabalho como professor de Teoria e prática do Processo penal, na Faculdade de Direito do Estado do Rio de Janeiro (depois denominada de Faculdade de Direito de Niterói). Por esse tempo, era forte a influência de Ferri, cuja obra admirava o jovem professor, mais do ponto de vista sociológico do que puramente criminalístico.

A partir da publicação do seu primeiro livro em São Paulo, sob os auspícios de Monteiro Lobato com quem o autor teve grande amizade, tornou-se conhecido a nível nacional e internacional.

Sobre o primeiro volume de Populações meridionais do Brasil escreveu o argentino José Ingenieros: "Pelo seu método, pelas suas idéias, pela sua erudição, tem-me parecido uma das obras mais notáveis no gênero que até agora foi escrita na América do Sul".

A intuição em que se baseia Populações meridionais consiste em identificar no latifúndio vicentista as remotas origens patriarcais da organização social brasileira. Esta evoluiria, consoante o autor, no decorrer dos séculos XVIII e XIX, até a consolidação do Estado Nacional no Império e o fortalecimento político das oligarquias regionais na República Velha.

Oliveira Vianna dedicou as suas obras sociológicas ao estudo monográfico de aspectos essenciais dessa complexa realidade, nos seguintes livros: O idealismo da Constituição (1920), Pequenos estudos de psicologia social (1921), Evolução do povo brasileiro (1923), O ocaso do Império (1925), Problemas de política objetiva (1930), Formation ethnique du Brésil colonial (1932), Raça e assimilação (1932).

Depois da Revolução de 1930 que levou Getúlio Vargas ao poder, Oliveira Vianna tornou-se consultor da Justiça do Trabalho. Graças a essa posição, o nosso autor influiu decisivamente na elaboração da nova legislação sindical e trabalhista.


Desfrutando de uma situação em que poderia atuar nessa direção, não deixou de faze-lo, como se vê da parcela subsequente da sua obra integrada pelos seguintes livros, que materializam o seu pensamento acerca desse segmento da atuação culturológica: Problemas de direito corporativo (1938), Problemas de direito sindical (1943) e a coletânea de ensaios intitulada Direito do trabalho e democracia social (publicada em 1951).

Teve a formação católica de Oliveira Vianna algum peso na elaboração da sua obra no campo do direito do trabalho, como sugere Vasconcellos Torres? Provavelmente sim, embora de forma mitigada. Amigo de Getúlio Vargas, recebeu dele a indicação para ser ministro do Supremo Tribunal Federal; mas declinou o oferecimento. Alegara razões de idade para se dedicar ao estudo do direito civil e, além disso, manifestara a vontade de voltar aos seus estudos sociológicos...

Pe. STRINGARI CANHENHO DE PORTUGUÊS. Língua Portuguesa. Expressões. Filologia. Lingüística. Pesquisas Linguísticas Regionais. Etimologia Popular.



Autor: P. JOSÉ F. STRINGARI

Título: CANHENHO DE PORTUGUÊS - FATOS AVULSOS DE LINGUAGEM .

Editora: DOM BOSCO

Ano: 1961

Páginas: 167


Comentário: livro em bom estado de conservação geral, encadernado em brochura original, folhas em perfeito estado, capa e contra-capa boas.

Língua Portuguesa. Expressões. Filologia. Lingüística. Pesquisas Linguísticas Regionais. Etimologia Popular.

Contém uma lista de 150 vozes e sons.

Índice de assuntos tratados.

bicicléta ou bicicleta ?

E valeta ? Maneta ? Corneta ? Sineta ? Vareta ? Como ficariam caso assumissemos que o correto é 'bicicléta'.

Saiba mais ....


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OS CARIRIS DO NORDESTE BAPTISTA SIQUEIRA paraiba pernambuco ceara musica folclore etonlogia etc



OS CARIRIS DO NORDESTE BAPTISTA SIQUEIRA



Autor: BAPTISTA SIQUEIRA

Título: OS CARIRIS DO NORDESTE

Editora: CÁTEDRA

Ano: 1978

Páginas: 351


Comentário: Livro em bom estado de conservação, brochura original

Com muitas fotos e ilustrações, Vocabulário dos kariris - Dzubucúa, escalas musicais, Apêndice, Tupi - Português, Cariri - Português, Abreviaturas e sinais...


Prof. Dr.João Baptista Siqueira. Nascido no Estado da Paraíba, João Baptista Siqueira teve a sua formação no âmbito tradicional das bandas de música nordestinas, atuando como mestre e compositor em várias cidades do interior e visitando Pernambuco e o Ceará.

Desde 1928 no Rio de Janeiro, Baptista Siqueira passou a atuar em conceituada banda militar e em orquestras populares.

Após fazer estudos no então Instituto Nacional de Música e posteriormente Escola Nacional de Música da Universidade do Brasil, Baptista Siqueira tornou-se, em 1938, assistente da cadeira de harmonia da instituição.

A sua carreira de compositor foi particularmente marcada pela execução de duas obras de maior envergadura e de inspiração indígena: o poema sinfônico Guriatã, executado em 1943 pela Orquestra Sinfônica Brasileira, fundada pelo seu irmão, Mtro. José Siqueira, e o bailado Muiraquitãs, apresentado no ano seguinte. De sua obra como compositor dedicado a assuntos de cunho indígena cumpre salientar o poema sinfônico Jandaia, de 1947, e Boiúna, de 1948.


Neste contexto não cabe considerar a sua atuação e a sua obra como professor de matérias teóricas. Importante, no caso, é reconhecer que a atenção a questões teórico-musicais próprias a suas atividades como professor de harmonia uniu-se ao fascínio pelas culturas indígenas e ao conhecimento das tradições musicais de sua região natal.

Partindo da convicção de que o indígena constituiria ainda a base étnica da população de estados do Nordeste, o interesse musicológico de Baptista Siqueira dirigiu-se à demonstração da importância da contribuição indígena à cultura musical de sua região através de um prisma teórico-musical. Essa tendência de natureza sistemática na investigação de questões históricas concernentes ao folclore musical, compreendida como expressão de método propriamente científico por Baptista Siqueira, manifestou-se no seu ensaio Influência ameríndia na música folclórica do Nordeste, de 1951, trabalho oferecido a Joaquim Ribeiro, debatido e aprovado no I Congresso Brasileiro de Folclore.






A sua grande obra referente ao tema foi "Os Cariris do Nordeste", publicada em 1978. Sempre preocupado com a verdade histórica a ser desvendada através de estudos de cunho analítico, Baptista Siqueira procurou neste ensaio também estudar fundamentos linguísticos que pudessem auxiliar a compreensão de fatos culturais de áreas dos Estados da Paraíba, Ceará e Pernambuco. Cumpre aquí citá-lo expressamente:


"Certas concepções pessoais, baseadas no prestígio dos sábios, precisam ser reexaminadas - através da comparação de elementos objetivos e sensíveis dos vocábulos grafados pelos missionários. É preciso, antes de tudo, bastante independência e comedimento, além de espírito de renúncia às vaidosas intenções, próprias da sabedoria, para que o resultado da análise possa atingir as realidades culturais e etnológicas necessárias, sem referir enganos sobre origens e tradições, em benefício da ética. São esses os traços de vida - indispensáveis à configuração dos fatos que acabam dando substância às prerrogativas da história." (Baptista Siqueira, Os Cariris do Nordeste, Rio de Janeiro 1978, 17)

A grande erudição que se manifesta nesta obra e a quantidade de hipóteses e demonstrações de vínculos terminológicos, folclóricos e históricos nela contidos tornaram difícil até o momento a sua consideração justa. O seu estudo crítico representa, em todo o caso, ponto de partida para todos os intuitos musicológicos futuros relativos às tradições musicais da área considerada.

O relacionamento entre a História e a Etnologia foi uma preocupação constante na obra de Baptista Siqueira voltada à influência indígena na música folclórica do Nordeste. A tendência básica de seu entendimento do processo científico levou-o muitas vezes à interpretação de fatos e documentos históricos a partir de análises musicais e estudos linguísticos. Marcando uma significativa fase histórica do pensamento musicológico voltado à contribuição indígena na formação da cultura musical do Brasil....

Saiba mais.


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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Amando Fontes Rua do Siriry José Olympio 1937 Sergipe Aracaju modernismo literatura brasileira

Amando Fontes

Rua do Siriry


José Olympio

1937

Nº de páginas: 366 - Medidas: 13x18 Livro em bom estado de conservação, brochura original,escasso,coda13-x6,não perca, saiba mais .... ver se e sergipano...

Trata-se de um grande clássico de caráter universal primordial para a educação. Possui texto de fácil entendimento que estimula o leitor a pensar e refletir sobre o tema proposto.

Destacando os traços significativos da fisionomia do Nordeste do Brasil, este estudo se impõe ao interesse de todos pela originalidade das idéias e dos pontos de vista do autor e pela modernidade do método ecológico de interpretação social aplicado sem cientificismo nenhum à caracterização de uma das àreas mais antigas da cultura brasileira;


A RUA SIRIRI ERA TORTUOSA E ESTREITA COMO A VIDA DAQUELAS INFELIZES CRIATURAS QUE IAM PARAR ALI ARRASTADAS PELO MAIS CRUEL DOS DESTINOS....

Um romance feito de assombroso realismo, onde desfilam ansiedades e desenganos, prazeres e sofrimentos, seduções e mazelas, quando as cabeças estão cheias de vento e os pés cheios de lama.

CONSIDERAÇOES SOBRE O AUTÓR E SUA OBRA AMANDO FONTES, paulista de nascimento, ficando órfão de pai aos cinco meses de idade, foi morar com os avós paternos em Aracaju de onde saiu após os preparatórios para matricular-se na Escola Nacional de Medicina, no Rio de Janeiro. Estreou na vida literária com Os Corumbas que conseguiu várias edições.

Depois chegou a vez de ver glorificado o seu romance Rua do Siriri, em que narra da maneira mais precisa essa infeliz gente que passa por tantas decepções e angústias em uma casa de mulheres.

É Mariana ao lado de Esmeralda procurando uma solução para seus problemas e os alheios. A Rua do Siriri - tortuosa e estreita como aquelas vidas - servindo de esgoto social. Angelina querendo fazer-se conformada. Tita encaminhada para um fim trágico. Djanira, tão nova e tão ferida pela sorte! Nenen arrastando o seu pudor no meio do vício. Rosa com sua triste história. E tantas outras que surgem e se vão como poeiras humanas. Os homens ambiciosos. Os homens perversos. Os homens enganadores.


"Romance, como convém à ficção moderna" - assinala Ivan Cavalcanti Proença -

"misto de imaginação e memorialismo, nos traz aliada à empatia do autor, uma adequação de personagens raramente encontrável em narrativas de tal conteúdo. Não foi necessário lançar mão de recursos extra-artísticos para manter a verossimilhança da obra. Que, com equilíbrio, nos revela o patético e a fragilidade das convenções, o anti-simbólico, e com rara habilidade. Uma corneta, ao longe, sempre tocando silêncio, à hora de dormir, para os que têm a vida metodizada, normal, inclusive as famílias vizinhas ao quartel. Menos para as vizinhas da Rua do Sirir/. Que, para elas, era o anti-silêncio de quem trabalha à noite."

E Mário de Andrade, o movimentador do modernismo no Brasil, entre outras coisas, disse sobre o livro de Amando Fontes o seguinte:

"Meu Deus! a gente chega a ficar com falta de ar, assim, vendo essa gentinha miúda sofrer miudinho, dia por dia, passo a passo, sofrimento do que as próprias alegrias são tão ... são tão sofridas, por inconscientes do que seja felicidade, do que seja a grandeza a que o ser humano poderia atingir, se quisesse ... "

As histórias narradas pelas mulheres que, por força do desengano ou de um desvio da sorte, contam para expor a razão de seus maus passos, conseguem fazê-las unidas nos revezes e nos sofrimentos. A Rua do Siriri é um livro bastante humano embora apontando o que há de mais desumano nesta vida.


o autor de origem sergipiana legou uma leitura contundente a respeito das condições sociais vivenciadas pelo que denominou o "povo" brasileiro.

Seus personagens mereceram comentários dos mais variados intelectuais nas principais revistas literárias na década de 1930. As críticas e resenhas propiciam aprender o olhar político do autor e dos leitores ao definirem o lugar dos marginalizados no contexto da introdução do sistema fabril no norte e nordeste do Brasil.


Temos disponibilidade de outros volumes sobre o mesmo assunto.

philolibrorum@yahoo.com.br

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Aleluia de Agreste Marilita Pozzoli - Natural da Paraíba do Norte A Noite 1953 literatura paraibana nordestina poesia trovadora poetisa etc

Aleluia de Agreste

Marilita Pozzoli - Natural da Paraíba do Norte

A Noite

1953

descrição: Livro em bom estado de conservação, brochura original,escasso,coda13x-6, Assinatura e dedicatória da própria autora.não perca, saiba mais ....

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Marilita Pozzoli

Nasceu em Campina Grande/PB, em 1/2/1902 e faleceu em São Paulo/SP, em 22/09/1988.

Poeta (inclusive trovadora), declamadora, atriz, membro da UBE/SP e da Ala Feminina Casa Juvenal Galeno.

Livros publicados: Sonho ao alcance da mão, 1954; Aleluia no agreste, 1954; Galeria das Almas, 1957; O oceano cativo, 1959; Enquanto espero as rosas, 1969; Atire a primeira flor, 1973; Poças de lua, 1980.

O cantor Rolando Boldrin, em 1982, gravou pela Som Brasil/RGE, o CD intitulado Poemas do Som Brasil, com uma poesia de Marilita: "Fim de ato", na segunda faixa.

Filho de Marilita, Jomery Pozzoli é um dos maiores dubladores brasileiros.




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Celso Pinheiro Poesias 1939 Piaui Teresina Academia Piauiense Escritor maldito critica ferrenho simbolismo nordeste etc

Celso Pinheiro

Poesias

[s.d.] 1939.


Piaui.


poesias, capa dura, com uma rara assinatura dedicatória firmada em Teresina na década de 30, livro com 537 pag.coda13-x6,em couro. Livro em bom estado de conservação, capa dura,com uma rara dedicatória e assinatura de um grande nome das letras do Estado do Piaui (Acad. Letras P) para um ilustre escritor piauiense de renome nacional um ícone em sua área de escrita, Higino recomendando a obra.coda13-x10,escasso,um dos raros exemplares que ainda circulam desta obra despojada de medo, por isso mesmo, censurada desde seu nascimento,não perca, saiba mais ....

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O poeta Celso Pinheiro.

Estamos sempre travando lutas contínuas contra as adversidades que insistem em atrapalhar o nosso curso, a dor é uma delas. Celso Pinheiro, seguindo caminho inverso da maioria, fez da dor sua melhor companheira, sua amiga confidente e sua musa inspiradora. Poesias não faltaram, para estimá-la, para comover, para seduzir, para criticá-la, para entendê-la.

Filho de João José Pinheiro e Raimunda Lina Pinheiro, nasce na cidade de Barras (PI), em 24 de novembro de 1887, Celso Pinheiro, proveniente de uma família de 10 irmãos, entre os quais se destaca Breno Pinheiro e João Pinheiro, ambos escritores que assim como Celso, buscaram reconhecimento através das Letras.

Celso Pinheiro não chegou a concluir o estudo secundário, diferente do que aconteceu com seu irmão, João Pinheiro que formou-se no curso de odontologia em 1898 na Bahia.

Órfão de pai aos 13 anos idade, perdendo também a sua mãe três anos depois, Celso logo previa os indícios daquilo que marcaria profundamente sua escrita.

Em 1914, aos 27 anos de idade, Celso Pinheiro apaixona-se e casa-se com Liduína Mendes Frazão, sua fonte inesgotável de inspirações. Com ela teve quatro filhos: Edméa, Celso Filho, Maria e Diva. Assumindo agora novas responsabilidades de pai e marido, Celso começa a trabalhar nas mais diversas áreas. Foi revisor chefe do Jornal “O Piauhy”, escrivão de polícia, professor de Literatura na escola Normal de Teresina, secretário do Liceu Piauiense e chefe do Instituto de Criminalista.


Em 1917, Celso Pinheiro, junto com seu irmão João Pinheiro e outros literatos da época, como Clodoaldo e Lucídio Freitas, Higino Cunha e Antônio Chaves, fundam a Academia Piauiense de Letras com o objetivo de desenvolver e promover a literatura piauiense. Celso Pinheiro assumiu a cadeira nº 10, tendo Licurgo Paiva como patrono.

Celso Pinheiro é intenso, atingia o real frenético e obscuro, fazia o lirismo parecer fácil tal a capacidade de expressar com tanta eloqüência os pesares da vida em sua escrita, ao mesmo tempo em que imagético e sensorial capaz de transportar aqueles que o lêem ao seu mundo poético.

Sua poesia nos conduz para aquilo que, nós seres humanos, procuramos afastá-la: o sofrimento. Expressão simbolista, revelador do metafísico e do idealismo transcendente, o poeta expõe as suas ânsias espirituais, os vincos desoladores da sociedade moderna.

Pela astúcia e sofrimento que irradiam em sua escrita, o autor pode ser considerado um poeta simbolista por excelência

Morreu dia 29 de junho de 1950. Grande parte das obras de Celso Pinheiro ainda encontram-se totalmente desconhecidas do público, restrito à sombra de intelectuais e pequenos círculos literários. A pouca difusão dos seus trabalhos está vinculada diretamente ao período em que elas foram escritas. O primeiro motivo remete-se à localização geográfica da capital. Teresina, por estar afastado dos grandes centros urbanos, intelectuais e publicitários do país, como é o caso Rio de Janeiro, dificultava a propagação das obras do autor e, por conseguinte o seu não reconhecimento. O segundo motivo e não menos importante, está ligado à vida boemia e desregrada levada pelo poeta e o teor da sua escrita ofensiva. As críticas mordazes direcionadas a burguesia lhe conferia pouco espaço para ascender profissionalmente e ser reconhecido, uma vez que a imprensa piauiense era fantoche nas mãos da política local. Ora, ninguém em sua sã consciência iria promover àqueles que transgridem as suas normas, muito menos aqueles que lhes emitissem palavras ofensivas.



Celso Pinheiro exibe um ardil tristeza cravada no âmago do seu espírito, foca-se no lado mais obscuro da existência humana, desmascara com hábil destreza as insuficiências e mazelas que açoitavam sua vida e a sociedade em sua volta.

Celso Pinheiro é um murro na alma daqueles que tem o prazer de se deleitar com sua escrita, pois ele não cria retóricas, é impactante e nós deixa com lágrimas no olhos. Expele sua vida autêntica em todas as suas vertentes e suas virtudes, exibindo suas cicatrizes que nunca se fecharam, resultado dos seus vazios emocionais e espirituais; desafia os homens, “os burgueses pançudos” inativos de pensamento, revelando com isso a desumanidade através da concentração na dor individual. Negar sua obra seria uma leviandade atroz.



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modernos ficcionistas, adonias filho o cruzeiro 1ª edição 1958

modernos ficcionistas,

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1ª edição

1958



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Praia Branca Olinda Silvia Carneiro Leao 1957 - 1ª edição

Praia branca de Olinda

Silvia Amélia Carneiro da Cunha - Romance e Novela


1957 - 1ª edição

descrição: Livro em bom estado de conservação, capa dura,coda13-x6,escasso, não perca, saiba mais ....

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Morte na Ulen Company: 50 Anos Depois José Joffily Paraibano historiador, Maranhão Revolução 1930 EUA CIA Revisionismo histórico exercito etc ...



Morte na Ulen Company: 50 Anos Depois

José Joffily

editora: Record

ano: 1983

descrição: Livro em bom estado de conservação, brochura original,coda13-x3,escasso, ilustrado, não perca, saiba mais ....

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PRESSAO DA EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS
SOBRE O GOVERNO BRASILEIRO.
INTRODUCAO.
O JULGAMETO.
CONCLUSAO.
ICONOGRAFIA.
NOMES CITADOS.
LIVROS CITADOS/ OU CONSULTADOS.
REVISTAS E JORNAIS CITADOS.
ARQUIVOS E BIBLIOTECAS.


Inicialmente, a ULEN & COMPANY (empresa com sede em New York, EUA) foi contratada pelo governo do Maranhão para efetuar a “construção das redes de abastecimento de água e de esgoto, fornecimento de energia elétrica para luz, tração (bonde) e força, inclusive a instalação de maquinismo para prensagem de algodão” (Contrato ULEN, de 26 de março de 1923).

À medida em que as obras ficaram prontas, a administração de todos estes serviços públicos ficou a cargo da firma norte-americana BRIGHTMAN & COMPANY INCORPORATION (Contrato de 09 de agosto de 1923, suplementado pelo Decreto Estadual n.º 869, de 9 de outubro de 1924).

No entanto, com o insucesso da BRIGHTMAN & CO. INC., o gerenciamento monopolista dos serviços de água, esgoto, luz, tração (bondes) e força na cidade de São Luís passou às mãos da ULEN & COMPANY, através de sua subsidiária a ULEN MANAGEMENT COMPANY (Contrato de 1.º de abril de 1926, com duração de vinte anos).

A empresa ULEN & COMPANY possivelmente iniciou, através deste contrato no Brasil, uma experiência internacional que se estendeu ao Irã, à Polônia e à Grécia, além de outros países da América do Sul, como Colômbia, Bolívia, Chile e Uruguai ..."

Aqui começa essa história esquecida, muito bem documentada por esse vigilante atento que é o Nobre Historiador Paraibano, fanal permanente em nossa pátria ...



Jofily é um incansável pesquisador da história brasileira, ex-secretário de Agricultura, Viação e Obras Públicas da Paraíba (1942-1945), deputado federal por quatro legislaturas, um dos primeiros cassados em 1964, Jofily tem se preocupado em resgatar aspectos da memória brasileira.

Assim é que como acompanhou, ainda estudante, os acontecimentos que provocaram a morte de João Pessoa (24-1-1878/26-7-1930), então governador da Paraíba, decidiu, há alguns anos, procurar dar novas interpretações para aquele agitado período.



Em "Morte na Ulen Company - 50 anos Depois", José Joffily faz o primeiro ensaio sobre a participação política de uma empresa americana no Maranhão dos anos 20/30 - e o assassinato de um executivo da empresa, o norte-americano John Harold Kennedy pelo maranhense José de Ribamar Moreira (1908-1952).

Com precisão de detalhes, Joffily, um pesquisador incansável e detalhista, resgata os personagens que participaram dos acontecimentos, mostrando os aspectos econômico-sociais-políticos da época.

Joffily não só reconstitui os fatos do aspecto histórico, como oferece um completo levantamento iconográfico, com dezenas de fotos, reproduções de páginas de jornais, documentos etc. da época...


Temos disponibilidade de outros volumes sobre o mesmo assunto.

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Temos condição de conseguir muitos outros títulos sobre o assunto.
Diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.

Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática.

Cruz e Souza Colecao Fortuna Critica Afranio Coutinho Org editora: Civilizacao Brasileira ano: 1979

Cruz e Souza Colecao Fortuna Critica

Afranio Coutinho Org

editora: Civilizacao Brasileira

ano: 1979

descrição: 362 páginas, fortuna critica, cruz souza, escasso, capa brochura,coda13-x6,não perca, saiba mais..

W Pinho, cartas de Pedro II Barão de Cotegipe, 1933

W Pinho, cartas de Pedro II Barão de Cotegipe, 1933, x-6, cen, brasiliana, ok, capa dura em couro,escasso,coda13-x6, saiba mais ...

Os Arquitetos da História do Rio Grande do Norte Enélio Lima Petrovich editora: Pongetti ano: 1971



Os Arquitetos da História do Rio Grande do Norte

Enélio Lima Petrovich

editora: Pongetti

ano: 1971

descrição: Dedicatória do Autor na 1ª página; capa dura, manteve-se a capa Brochura original , 96 páginas, Ilustrado, Bom Estado, sem grifos, rasuras, etc.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Almirantado brasileiro Salesianos 1925 Escola Naval de Guerra

Almirantado Brasileiro

José A. P. de Magalhães Castro

editora: Salesianas

ano: 1925

Nicteroy - Cadeira de Direito Internacional e Diplomacia do Mar - 1ª Ed. - Encadernado - 272 pags.

livro em bom estado de conservação, capa dura, lindo, Escola Naval de Guerra, cadeira direito internacional, titulo; prelecoes inaugurais....

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Programa do curso de direito judiciário, lecionado na Faculdade de Direito de São Paulo. São Paulo: Hennies Irmãos, 1910

Programa do curso de direito judiciário, lecionado na Faculdade de Direito de São Paulo.

São Paulo: Hennies Irmãos,

1910

Lista Geral dos Estudantes Matriculados 1909 Faculdade de Direito de S. Paulo editora: Augusto Siqueira

Lista Geral dos Estudantes Matriculados 1909

Faculdade de Direito de S. Paulo

editora: Augusto Siqueira

ano: 1909

descrição: Estudantes Matriculados nas aulas da Faculdade de Direito de São Paulo . nas aulas da no anno de 1909 e o Regimento Interno. Brochura,

Vida e Calvario: Versos Joao de Oliveira Fr. W. Thaden - Hamburg - Allemanha 1914 - 1º milheiro.



Vida e Calvario: Versos

Joao de Oliveira

Fr. W. Thaden - Hamburg - Allemanha

1914 - 1º milheiro.


descrição: livro em linda e decorativa capa dura original, coda13-x6,escasso, não perca, Livro em bom estado,aproveite.

Escasso livro da bibliografia literaria brasileira, uma preciosidade histórica.

Um dos mais importantes livros da história sobre versos em nossa Pátria.

Esse insigne mulato que na década de 10 do século passado manda imprimir seu belo livro na Alemanha de Gutemberg, que é ele ?

Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática.


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The Art of Computer Programming 3 Volumes Donald E. Knuth 2002 pc computador programação clássico



The Art of Computer Programming Volumes 1, 2 e 3

Donald E. Knuth

editora: Addison Wesley

ano: 2002

descrição: Obra em 3 volumes:

Vol 1 - Fundamental Algorithms;
Vol 2 - Seminumerical Algorithms;
Vol 3 - Sorting and Searching


Edição em capa dura de tecido com sobrecapa e em muito bom estado de conservação, coda13-x30.



Knuth's multivolume work, widely recognized as the definitive description of classical computer science, is now available in an attractive, boxed set. The three volumes included in this set have each been revised recently to reflect developments in the field. As earlier editions clearly demonstrated, they comprise an invaluable resource in programming theory and practice for students, researchers, and practitioners alike. Countless readers have spoken about the profound personal influence of Knuth's work. Scientists have marveled at the beauty and elegance of his analysis, while ordinary programmers have successfully applied his "cookbook" solutions to their day-to-day problems. All have admired Knuth for the breadth, clarity, accuracy, and good humor found in his books.


"The bible of all fundamental algorithms and the work that taught many of today's software developers most of what they know about computer programming."-- Byte, Sept 1995

"If you think you're a really good programmer,...read [Knuth's] Art of Computer Programming....You should definitely send me a resume if you can read the whole thing." -- Bill Gates

This Knuth set is perfect for your own reference bookshelf, and makes an ideal gift for any serious student or practitioner of computer programming.


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Donald Ervin Knuth (Milwaukee, 10 de Janeiro de 1938) é um cientista computacional de renome e professor emérito da Universidade de Stanford. É o autor do livro The Art of Computer Programming, uma das principais referências da ciência da computação. Ele praticamente criou o campo análise de algorítmos e fez muitas das principais contribuições a vários ramos da teoria da computação. Ele também criou o sistema tipográfico TEX, o sistema de criação de fontes METAFONT, além de ser pioneiro do conceito de programação literária. Finalmente, desenvolveu o conceito de número surreal.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Retratos e Retratados 1ª Edição Eduardo Malta editora: A Noite ano: 1938




Retratos e Retratados 1ª Edição

Eduardo Malta

editora: A Noite

ano: 1938

descrição: 1ª edição. Entrevista com o pintor Eduardo Malta. Livro com várias ilustrações. Bom estado de conservação, Aproximadamente 200 pp.coda13-x7. escasso, saiba mais ...

Espelho dos Livros Jayme de Barros 1936 critica literaria livros brasil literatura bibliofilia etc

Espelho dos Livros 1º Série

Jayme de Barros

editora: José Olympio

ano: 1936

Com 386 páginas, livro em bom estado, capa dura em couro, manteve-se a capa brochura original, escasso, saiba mais ...

A Coluna Prestes na Paraiba: os martires de pianco. Manuel Otaviano editora: Acaua ano: 1979







A Coluna Prestes na Paraiba

Manuel Otaviano

editora: Acaua

ano: 1979

descrição: 186 páginas coda13-x4, escasso, não perca, Livro em bom estado, capa brochura. aproveite.

Escasso livro da bibliografia histórica paraibana e nordestina.

Um dos mais importantes livros sobre a história do ramo na Paraíba.



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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

ROCQUE, Carlos. Antônio Lemos e Sua Época. Belém

ROCQUE, Carlos.

Antônio Lemos e sua época: história política do Pará.

Belém: Amazônia Edições Culturais,

1973.

A Perseverança 3 e Sorocaba José Aleixo Irmão maçonaria maçom sociedade secreta etc

A Perseverança 3 e Sorocaba: da fundação a Proclamação da Republica

José Aleixo Irmão:.

editora: Cruzeiro do Sul

ano: 1969

descrição: Vol. 1, bom estado geral de conservação, papel muito boa qualidade do tipo calcificado, Brochura 442 Pág, a parti da pagina 419 já no adendo da obra houve pequena perda em algumas das primeiras linhas das folhas, por conta possivelmente da ação de umidade, mas de resta está muito bom.


A Loja Maçônica Perseverança III teve papel decisivo na cidade de Sorocaba não somente na abolição da escravatura, na proclamação da República, mas também, na inserção do Presbiterianismo na cidade. Um dos seus membros, supracitado José Antônio de Souza Bertoldo cedeu sua casa para a pregação Presbiteriana. Em 01 de setembro de 1869, o Rev. Alexander L. Blackford organizou na casa de José de Souza Bertoldo a 1a Igreja Presbiteriana de Sorocaba.






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Escassa bibliografia séria sobre a maçonaria brasileira.
o exemplar é uma brochura; é uma primeira e única edição, tiragem com exemplares limitados, poucos estudiosos têm acesso a esta obra, uma verdadeira preciosidade da bibliografia iniciática maçônica em nossa pátria, escasso, não perca, saiba mais...


A obra versa sobre a sublime instituição e a aplicação dos segredos referentes ao mesmo para uso pessoal de estudiosos e interessados nesta tão importante obra que é a maçonaria patria.


É uma obra que não teve em sua época divulgação externa ao círculo dos maçons, portanto de circulação pequena.

Trata-se de um verdadeiro memorial da ciência oculta em nosso território, livro extremamente difícil de conseguir, poucos iniciados sabem quer se que ele existe, não perca...


Um verdadeiro documento da história da maçonaria nacional, importante peça documental para historiadores, irmãos e observadores da Sublime Instituição.


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Os Primitivos Colonizadores Nordestinos e Seus Descendentes Carlos Xavier Paes Barreto genealogia familias linhagem nordeste



Os Primitivos Colonizadores Nordestinos e Seus Descendentes

Carlos Xavier Paes Barreto

editora: Melso

ano: 1960

livro em bom estado, 378p, 24 cm.coda1-x12,, encadernação em capa dura, miolo completo, bem conservado,
O verdadeiro clássico sobre a genealogia nordestina, obra de referencia, escass, não perca, saiba mais ...


"Sucede, porem, que nas famílias portuguesas, era comum os liames entre parentes, de modo que o mesmo vulto poderia ser repetidamente tronco de outro.

Os casamentos consanguineos provocavam o que, genealogicamente, pode ser chamado perda de ancestrais. Lembra Eurico Scheffer que Felipe, o belo, Joana a louca e D. Manuel, o venturoso, eram duplamente bisavós de Felipe que tinha sob a cabeça duas coroas.

O exemplo é exiguo pois mesmo em Pernambuco há muita gente que descende de Florentino Barreto, de Lambert Lins, do Barão Henrique de Holanda, de Bartolomeu Sá, por numerosas ligações.

Pessoas há nas condições do autor, cujo 8º avó-Arnau de Holanda é seu ascendente 77 vezes, do mesmo modo que o é por 58 Cristóvão Lins, por 37, João Gomes de Melo, por 28 Francisco Carvalho de Andrade, por 27 João Paes Barreto e por 20 Gaspar Wanderley."




"Ana Paes, filha de Jerônimo Paes e viúva de Pedro Correia da Silva, desceu de consideração ao matrimoniar-se com Carlos Tourlon, comandante da guarda de Nassau.

O povo estigmatizou os defeitos, com exageros, da bela senhora do engenho Casa Forte que, sendo filha e irmã de nobres se fora amancebar com um hereje desde que casada por preticantes de outra seita, conforme opinara Frei Manuel Calado. E a indignação pública cresceu quando em terceiras núpcias casou-se Ana Paes com o Capitão Gilberto With.

Não era só a ogerisa ao inimigo com o qual viviam harmonizados durante o armistício. Havia o caráter religioso.

Durante quase todo o século XV, a colonização fora restrita aos católicos, como assinalou Handelman.

O frade ia a bordo examinar a consciência, a fé, a religião, diz Gilberto Freyre.

Causava verdadeira repugnância as damas que se passavam para os do rito reformado. Leonor Cabral decaiu ao casar-se com Adriano Van Trapper. Era menos conceituada do que quando, depois de viúva, teve filhos de João de Souza.

O descrédito de Ana Paes foi igual ao das esposas de Hus, Goebell Will, Van Brolmd, Van der Hart, Van der Schomemborde.

Não provocou a mesma antipatia o enlace de Gaspar van der lei, capitão de cavalaria, com Maria Melo, filha de Manuel Gomes de Melo e Adriana de Almeida.

Substituira Matias de Albuquerque no comando de Serinhaem, e se portara com moderação. O principal motivo, foi, porém, o de ter-se convertido ao catolicismo.

Não batemos palmas à conduta do nosso ascendente, de velha estirpe, amigo particular de João Maurício, a quem escolheu para padrinho de seu primeiro filho. Não foi fiel à sua gente tomando, no cêrco de Pontal de Nazaré e nas lutas que se seguiram, o nosso partido.

A grande e influente descendência de Gaspar nada teve de flamenga. Seus 4 filhos, João Maurício, Gaspar, Manuel Gomes e Adriana tiveram educação quando já sua mãe contraíra novas núpcias com o guerreiro João Batista Accioli, também nosso ancestral. Casaram-se com brasileiras."




"Poucas foram as ligações entre holandeses e brasileiras. Parece não haver exemplo de holandesas com espôsos brasileiros, apesar de interpretação dada a certa carta de Maurício de Nassau. O Marquês de Basto avalia em 20 os casos de patrícias nossas que escolheram maridos entre os adversários. Essas, mesmo no período do armistício, não continuaram a gozar do mesmo prestígio. Haja vista Ana Paes, filha de Jerônimo Paes e espôsa do fidalgo Pedro Corrêa da Silva. Morto êste, casou-se com o capitão Carlos Tourlon, que comandava a guarda do Conde Maurício de Nassau.
O povo, escandalizado, exagerava os defeitos da bela pernambucana.
Entre os holandeses do tempo de Nassau achava-se o capitão de cavalaria Ritmeester Gaspar van Nieuhotf van der Ley, fidalgo de Brandenburgo, conforme atestado do Conde João Maurício, e senhor dos engenhos Algodoais, Utinga de Baixo e Utinga de Cima.
O van indica prefixo usado por nobres da Holanda. Em Pernambuco, entre outros, estiveram Van Bremont, van der Brande, van Broech, van Cels, van Ceulen, van Dockurn, van Goch, van Ghliessen, van der Hart, van Schomembork, van der Schkoppe, van der Venne, van der Hart, van der Ney, van der Koc.
O casamento brasileo-flamengo que não provocou as antipatias causadas pelos de Hus, Traper, With e outros, foi o de Gaspar Wanderley com D. Maria de Melo, filha de Manoel Gomes de Melo e Adriana de Almeida, neta de João Gomes de Melo, Ana de Holanda, Baltazar de Almeida Botelho e Brites Lins.
Grande descendência deixou o casal.

Entretanto, apenas 4 filhos teve o velho holandês: Gaspar Wanderley (2.º), Manoel Gomes Wanderley, Adriana Wanderley, espôsa de André de Barros Rego, e João Maurício Wanderley. O primeiro deu-lhe 3 netos, o segundo 2 e o terceiro apenas um.

Uma grande descendência, entretanto, provém de João Maurício Wanderley, que teve 15 filhos, entre os quais Sebastião Maurício Wanderley com 12 e Gonçalo R. Wanderley com 23 filhos. Os da estirpe Wanderley se misturaram com as de Barros, Pimentel, Rocha, Lins, Paes Barreto. Êstes são descendentes de 2 filhos de Gaspar: João Maurício e Manoel G. Wanderley; e de 4 filhos de João Maurício: Rosa Maurícia, espôsa de Cristóvão P. Barreto, Cristóvão da Rocha Wanderley, Isabel Wanderley, casada com José de Barros Pimentel e Adriana Wanderley, consorte de Manoel Coelho Negromonte....


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sobre a Genealogia:

A genealogia, como ciência não se restringe à investigação exclusiva de árvores nobiliárquicas, mas à reconstituição de todas as famílias, por mais modestas no sentido de buscar a contribuição pessoal na obra comum de engrandecimento da Pátria.

A genealogia é uma das mais belas e úteis ciências, quando cultivada em função da Terra e do Sangue.

O povo que não olha para o passado à procura de seus ancestrais jamais olhará para o futuro e para a posteridade.

Por que ainda hoje há pessoas que se interessam por assuntos tão tolos como origem de famílias ? A todos estes respondo que é com o conhecimento de onde viemos que saberemos aonde vamos. Quer queiramos ou não são os nossos ancestrais que deram a formação mais profunda do nosso ser, do nosso existir. É pois conhecendo as tendências, os modos de ser dos nossos, que saberemos lutar, pelo que seremos e o que os nossos filhos serão. Desse modo, também a eles ofereçamos o gosto pelo conhecimento dos nossos.

Ressuscitar as memórias das passadas gerações, e dentre o pó das histórias evocar todas as glórias
das antigas tradições, é serviço, é incitamento, é missão honrada e nobre.

A preocupação absorvente da Gleba e da Família, do apego ao chão e às tradições domésticas, fecunda as raízes das árvores genealógicas, que são áridas e frias, inexpressivas e mudas quando redundam em simples enumeração de ascendentes e descendentes.

Florescem os seus ramos, enfeitam-se de cor e de som, animam-se, enchem-se de vida, esmaltam-se de glória sentida e compreendida,quando investigamos nos alfarrábios e tiramos do pó o espírito dos antepassados, para viver suas existências, comungar suas dores, beber suas lições, impregnar-nos de suas virtudes e do heroísmo de seus martírios.

Se o brasileiro se apaixonasse pela sua Terra e pela sua Gente, pela comuna cuja gleba seus avós lavoraram, essa paixão longe de desenvolver qualquer regionalismo, lhe daria uma alta e humana compreensão da Vida, da verdade da História e do sentido cristão da Pátria – pátria admirável e bela, que é a mesma paisagem conhecida e amiga que nos habituamos a contemplar da janela da casa paterna e que nossos mortos levaram na retina para o seio da terra abençoada, pátria que é ossuário de....

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Esta Página visa contribuir, com a localização de livros escassos, aos estudiosos das diversas ciências e áreas de estudo ou mesmo hobbies. Sobretudo as publicações já fora de comércio, antigas, esgotadas.

Eu e a Dança (Eros Volúsia) - Revista Continente Editorial

Eu e a Dança

Eros Volúsia

Revista Continente Editorial

1983.


livro em bom estado de conservação,brochura original, ilustrado, coda2-x4,escasso, não perca, saiba mais....
sobre ela Maria Olenewa, disse: “essa garota que acabo de ver se exercitando tem tudo para se tornar uma grande bailarina clássica: boa postura, magnífica cintura, flexibilidade, ballon, firmeza nas piruetas e mãos que falam e são de uma beleza invulgar”.


“O meio humilde em que vivi entre as capoeiragens cotidianas no Morro da Mangueira e os batucagés nostálgicos de Cascadura, quando criança, já me envolvia nesses ritmos no ‘terreiro’ que era vizinho a nossa casa; o Terreiro do famoso João da Luz, o velho ‘babalaô’ atribuía minhas danças a um enviado de Iemanjá!”.


"Um ponto eu divergia de Izadora Duncan: ela não aproveitava o método acadêmico. Os exercícios clássicos realizavam, a meu ver, a afinação do corpo para a harmonia dos movimentos. Produto de um longo e laborioso ecletismo de movimentos internacionais, enriquecido gradativamente com criações e descobertas resultantes de seus próprios exercícios, a chamada escola clássica constitui um método severo, mas na seqüência desse método se revelam predominantes, facilmente reconhecíveis, os elementos folclóricos espanhóis, italianos e hindus(....) A escola clássica dá-nos uma chave de belas atitudes; sirvamo-nos dela para abrir à imaginação criadora, não permitindo que a mesma nos encarcere dentro de seus preceitos. O classicismo coreográfico inspirou-se nas criações anônimas dos povos, é um amálgama de movimentos e passos característicos da dança universal.

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Eros Volúsia (Heros Volúsia Machado) nasceu no Rio de Janeiro em 1914. Filha do poeta Rodolfo Machado e da poetisa Gilka Machado, seus avós maternos também possuíam habilidades artísticas: o avô, Hortênsio da Gama Sousa Melo, era um poeta. Sua avó Teresa Cristina Muniz, era atriz de rádio e teatro.



Bailarina que uniu balé clássico e ritmos brasileiros nos anos 30 e 40, Eros inspirava-se na natureza e na cultura do país, imprimindo na dança, de maneira pioneira, traços das raízes nacionais. Levou pela primeira vez ao mais tradicional reduto clássico do balé, o palco do Teatro Municipal do Rio, nos anos 30, um bailado de contorno popular.

Fez tanto sucesso e era tão bonita que atraiu a atenção da revista americana "Life", tendo sido capa da edição de 22 de setembro de 1941. Até hoje, foi a única sul-americana a estampar a primeira página da conceituada publicação americana. A reportagem rendeu-lhe um convite da Metro Goldwyn Meyer, aceito por ela, para participar de uma comédia da dupla Abbot e Costello, "Rio Rita", de 1942.

As danças místicas do candomblé, os rituais indígenas, o frevo, o maxixe e o maracatu foram algumas das fontes de pesquisa artística da bailarina. Ao levar as danças nacionais folclóricas, assumindo a miscigenação brasileira, para grandes palcos, Eros estava apresentava um trabalho verdadeiramente novo. Professora do Serviço Nacional de Teatro, criou um curso de coreografia, que se tornou o primeiro curso de dança no Brasil a aceitar bailarinos negros.

Dançando o samba na ponta das sapatilhas, imprimindo ginga aos quadris e criando movimentos coreográficos sobre ritmos brasileiros como Tico-Tico no Fubá, de Zequinha de Abreu, Brejeiro, de Nazareth e Mignone, Eros Volúsia chamou a atenção no Brasil e no exterior. Um momento decisivo de sua carreira foi a apresentação, no Municipal carioca, em 1937, de uma coreografia solo acompanhada pela orquestra regida por Francisco Mignone. Nos cassinos e boates do país, encantou intelectuais e políticos dos anos 30 e 40, entre eles o presidente Getúlio Vargas.

Dom Eugène Cardine Primeiro ano de Canto Gregoriano e Semiologia Gregoriana Trad Eleanor Florence Dewey musicologia etc missa mosteiro cantico ritual



Dom Eugène Cardine

Primeiro ano de Canto Gregoriano e Semiologia Gregoriana.

São Paulo: Attar Editorial,

1989.


descrição: Formato 14x21cm com 350 pag, livro em brochura original, Livro em ótimo estado de conservação.

musicologia.

Entre as mais significativas publicações de cunho musicológico em português do ano de 1989 inclui-se, indubitavelmente, a tradução da obra Première Année de Chant Grégorien e Sémiologie Grégorienne de Dom Eugène Cardine O.S.B. por Eleanor Florence Dewey (Ir. Maria do Redentor, C.S.A.). O livro foi lançado em exemplar edição da Associação Palas Athena do Brasil e Attar Editorial.

Se uma apresentação do renomado gregorianista da Abadia de Solesmes e professor do Istituto Pontificio di Musica Sacra de Roma é desnecessária para todos aqueles interessados no estudo do Canto Gregoriano, o mesmo poderia ser dito a respeito da tradutora, (...) já internacionalmente conhecida pelo seu incansável trabalho pela causa a que se dedica.

No Brasil, Eleanor Florence Dewey já conquistou posição de incontestável realce na história da música sacra do século XX. Em breves palavras, Teresinha Saraiva Schnorrenberg, personalidade que também vem há anos participando com interesse e particular dedicação dos esforços em pról do desenvolvimento dos estudos musicológicos em São Paulo, lembra da formação da eminente gregorianista no Instituto Pio X no Rio de Janeiro (1957-1960), no Istituto Pontificio di Musica Sacra em Roma (término em 1976) e, acima de tudo, de sua longa e profícua convivência como discípular, admiradora e confidente amiga espiritual com o autor da obra que tanto ajuda a difundir. Lembra também da atuação de Eleanor Florence Dewey como professora convidada por Roberto Schnorrenberg, diretor dos Cursos e Festivais Internacionais do Paraná e posteriormente primeiro presidente da Sociedade Brasileira de Musicologia, para ministrar cursos de Canto Gregoriano em Curitiba nos anos de 1968, 1969, 1970, 1975 e 1976.

Eleanor Florence DeweyEleanor Florence Dewey participou, como convidada da associação pontifícia de música sacra, do grupo representante do Brasil no VII Congresso Internacional de Música Sacra em Bonn, Maria Laach e Colonia, em 1980, e do VIII Congresso Internacional de Música Sacra em Roma, em 1985. Artigos seus foram publicados em obras impressas na Alemanha e no Vaticano (por ex. "Cantate Domino Canticum Novum" , Musices Aptatio 1983, 95-101). Convidada para retornar ao Brasil após a sua ida "definitiva" para a Inglaterra, graças a medidas tomadas pelo ISMPS, fundou o Coral Gregoriano no âmbito das atividades da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo - empreendimento único no gênero e acompanhado com atenção na Europa - e colaborou de forma essencial com os organizadores do Simpósio Internacional "Música Sacra e Cultura Brasileira" (1981).

No prefácio à presente edição brasileira das obras do grande gregorianista, a tradutora expõe clara e concisamente o papel primordial do Canto Gregoriano, sempre reconhecido pelos documentos conciliares e tão pouco observado na prática litúrgico-musical da atualidade. Justifica a edição pela quase total ausência de publicações em português sobre Canto Gregoriano e pela sua utilidade não só para aqueles que queiram dela fazer uso para fins litúrgicos como também para todos os estudiosos que reconheçam o valor histórico e artístico do Gregoriano. Toca, portanto, no problema fundamental de quase todos os campos da Musicologia Aplicada, nomeadamente na questão do relacionamento dos resultados de pesquisas musicológicas para a interpretação.

Essa questão é de extraordinária importância tanto para a Musicologia, cujos esforços também devem ser legitimados pela contribuição que presta à vida musical, como para a disciplina "prática de execução musical", sempre preocupada em superar condicionamentos herdados do passado musical mais recente.


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O Canto Gregoriano é uma variedade da música modal, caracterizado pela monofonia e pelo ritmo livre, composto em sistema diatônico, encontrando suas raízes longínquas nos cantos sacros das sinagogas.

Com a organização da liturgia romana - que se estendeu a toda a Igreja - pelo papa Gregório Magno (c. 540-604), tornou-se por assim dizer o canto oficial da Igreja Católica, utilizado em todas as celebrações litúrgicas.

A melodia gregoriana exerce sobre o ouvinte o efeito de recolher e elevar o espírito. A fluidez da música como que absorve a palavra, mas não a subordina.

Segundo o maior especialista em semiologia gregoriana, Dom Eugène Cardine OSB, mais que uma música vocal, o canto gregoriano é a palavra cantada e sagrada que vem de Deus pela escritura e a ele retorna pelo louvor.

A Liturgia das Horas, celebrada há séculos pelos monges, constitui a oração pública e oficial da Igreja, que prolonga no tempo o louvor a Deus iniciado por Jesus.

A partir do Concílio Vaticano II, não só a celebração em vernáculo foi permitida, como outras formas musicais foram admitidas à Liturgia, de modo que toda a beleza e a força de expressão religiosa do canto gregoriano ficaram gradativamente restritas ao âmbito dos mosteiros.

Martins 30 Anos Livraria Martins Editora

Martins 30 Anos

Livraria Martins Editora

editora: Livraria Martins- Sp

ano: 1967

Tipo de encadernação: brochura, Estado de conservação: Bom Capas e lombada em bom estado. Brasil: Cultura Brasileira: Editoras Brasileiras: Livros. Publicação e edição, Livraria Martins Editora. Editora Martins, Martins 30 Anos, Livraria Martins Editora

Uma Pedra no Meio do Caminho Carlos Drummond de Andrade editora: Do autor ano: 1967

Uma Pedra no Meio do Caminho

Carlos Drummond de Andrade

editora: Do autor

ano: 1967


livro em bom estado, um clássico e referência em fortuna crítica drummondiana, coda2-x4,escasso, saiba mais.... Nº de páginas: 194 Formato: 14 x 21

Para marcar os 40 anos do poema No meio do caminho, Carlos Drummond de Andrade publicou, em 1967, o livro 'Uma pedra no meio do caminho - Biografia de um poema', no qual reuniu uma seleção com o que foi dito sobre os versos.

'Uma pedra no meio do caminho - Biografia de um poema', texto de apresentação de Arnaldo Saraiva e fortuna crítica do poema em questão.

Davi Kahn Code breakers criptologia criptografia codigos hacker mistério secreto signais etc




Davi Kahn

Code breakers

New York: Macmillan

1967.

Includes three sections of black and white plates and a few text illustrations.
The first comprehensive history of secret communication from ancient times to the threshold of outer space. coda2-x10.

The author tells how the secret activities of cryptanalysts have often determined the outcome of battles and diplomatic coups. He recounts the impact of the events that have molded modern cryptology, portrays the outstanding personalities of the science, and outlines the techniques used to break the most advanced machine ciphers.

Highlights include: How German read the coded messages of the U.S. State Department in 1942 and foiled some American plans in North Africa. How the weakness of Czarist army ciphers largely enabled Germany to defeat Russia in 1917. How John F Kennedy escaped capture in the Pacific because the Japanese failed to solve a simple cipher. How cryptanalysis and forgery led to the execution of Mary, Queen of Scots.


"Few false ideas have more firmly gripped the minds of so many intelligent men than the one that, if they just tried, they could invent a cipher that no one could break," writes David Kahn in this massive volume.
Most of The Codebreakers focuses on the 20th century, especially World War II. But its reach is long. Kahn traces cryptology's origins to the advent of writing. It seems that as soon as people learned how to record their thoughts, they tried to figure out ways of keeping them hidden. Kahn covers everything from the theory of ciphering to the search for "messages" from outer space. He concludes with a few thoughts about encryption on the Internet.


The magnificent, unrivaled history of codes and ciphers -- how they're made, how they're broken, and the many and fascinating roles they've played since the dawn of civilization in war, business, diplomacy, and espionage -- updated with a new chapter on computer cryptography and the Ultra secret.

Man has created codes to keep secrets and has broken codes to learn those secrets since the time of the Pharaohs. For 4,000 years, fierce battles have been waged between codemakers and codebreakers, and the story of these battles is civilization's secret history, the hidden account of how wars were won and lost, diplomatic intrigues foiled, business secrets stolen, governments ruined, computers hacked.

From the XYZ Affair to the Dreyfus Affair, from the Gallic War to the Persian Gulf, from Druidic runes and the kaballah to outer space, from the Zimmermann telegram to Enigma to the Manhattan Project, codebreaking has shaped the course of human events to an extent beyond any easy reckoning. Once a government monopoly, cryptology today touches everybody.

It secures the Internet, keeps e-mail private, maintains the integrity of cash machine transactions, and scrambles TV signals on unpaid-for channels. David Kahn's The Codebreakers takes the measure of what codes and codebreaking have meant in human history in a single comprehensive account, astonishing in its scope and enthralling in its execution.


The Codebreakers is the skeleton key to a thousand thrilling true stories of intrigue, mystery, and adventure. It is a masterpiece of the historian's art.


About the Author

David Kahn, a recently visiting historian at the National Security Agency, is the world's leading expert on the history of cryptology, and the author of Hitler's Spies, Seizing the Enigma, and Kahn on Codes, as well as articles in numerous popular and technical journals. He holds a Ph.D. in Modern History from Oxford. An editor at Newsday, he lives in Great Neck, New York.


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David Kahn foi nomeado como doutor (DPhil) pela Universidade de Oxford em 1974 na área de História Moderna da Alemanha, baixo a supervisião do professor de história moderna Hugh Trevor-Roper.

Trabalhou como repórter e como editor opcional (op-ed) para a revista "Newsday" até 1998, como jornalista durante uns anos na Universidade de Nova York. No ano 1995, Kahn foi seleccionado como scholar na residência da "National Security Agency".


O livro de Kahn: The Codebreakers, considerado uma obra mestre (e livro de referência) em temas de história da criptografía. Supôs uma novidade muito grande, máxima quando por aquela época a criptografía na segunda guerra mundial era considerada ainda um tema classificado.

A Face Bélica do Tio Sam Rogério de Carvalho editora: Avante ano: 1987

A Face Bélica do Tio Sam

Rogério de Carvalho

editora: Avante

ano: 1987

descrição: Livro em brochura original, bom estado,coda2-x2. escasso, saiba mais ...

Experiencia Historica del Pucs Instituto de Ciencias Sociales Moscou União Soviética

Experiencia Historica del Pucs

Instituto de Ciencias Sociales

editora: Progresso

ano: 1985

descrição: Capa dura,bom estado, coda2-x5, escasso, saiba mais ...

Del Antiimperialismo al Antisocialismo Evolución De La Politica De Pekín China geopolitica relações internacionais

Astafiev, G.; Dubinski, A., redactores

Del antiimperialismo al antisocialismo Evolución de la política exterior de Pekín

Traducido del ruso por Cesar Astor

China (República Popular) - Política exterior

Moscú, URSS, Progreso, 1975

Serie Política exterior de la URSS y las relaciones internacionales

224 p.

21 cm


ASTAFIEV, G. & BEDNIAK, I. & BOGOLIUBOV, G. & DESNIN, V. & DUBINSKI, A. & IRINKIN, V. & KRUCHININ, A. & KUDRIAVTSEV, A. & MAKAROV, B. & MARKOV, A. & FOMICHOVA, M.

Como os Trustes Exploram o Brasil A. Rodrigues Monteiro

Como os Trustes Exploram o Brasil

A. Rodrigues Monteiro

editora: Casa do Estudante do Brasil

ano: 1952

descrição: A obra aborda basicamente a situação da Indústria de Produção de Eletricidade, e o papel da Light como distribuidora. Brochura e Capa originais , em bom estado, coda2-x2, 19x14cm; 188 páginas.escasso , não perca, saiba mais...

Brasil. Economia brasileira. Ensaios e estudos. Indústria da energia elétrica. O caso da "Light" no Brasil. O capital estrangeiro.






1) - De que serve um capital explorador que se multiplica entre nós a troco de lucros e dividendos remetidos para seu país de origem?

2) - De que nos serve o capital estrangeiro emprestado a companhias estrangeiras, restringindo o nosso crédito externo, mediante o nosso aval?

3) - De que nos servem capitais estrangeiros cujo movimento de entrada é inferior ao movimento de saída dos mesmos capitais no país?”


O Eng. Rodrigues Monteiro foi um bravo; batalhou incansavelmente na defesa dos interesses brasileiros no que se refere à energia elétrica. Liderou campanha, iniciada em 1947, em favor do desenvolvimento da produção de eletricidade no Brasil.

Brazilian Traction Light and Pawer Co., Ltd., empresa anglo-canadense que explorava 80% do setor de energia elétrica e 90% dos telefones utilizados no Brasil.

Tal afirmativa do jornalista, vinha ao encontro do que dissera o Eng. Rodrigues em 1954: “A Light é uma empresa colonialista, procurando ganhar o máximo dependendo o mínimo, nociva ao desenvolvimento do nosso país...”

Uma Etica Global para a Politica e a Economia Mundiais Hans Kung

Uma Etica Global para a Politica e a Economia Mundiais

Hans Kung

editora: Vozes

ano: 1999

descrição: Sinopse: Este livro foi escrito com o intuito de redescobrir e revalorizar a consciência ética na política e na economia. Propõe um esboço viável de futuro que leve em conta as experiências históricas, partindo da realidade social e que procure superá-la com vista a um mundo melhor sobre a base de um "ethos" comum; Brochura, bom estado,coda2-x4, escasso, saiba mais....

Lester K. Little Pobreza voluntaria y economia de beneficio en la Europa medieval. Madrid: Editorial Taurus, 1983.

Lester K. Little

Pobreza voluntaria y economia de beneficio en la Europa medieval.

Madrid: Editorial Taurus,

1983.

livro em bom estado, brochura original,coda2-x2,escasso, clássico, não perca, saiba mais ...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Religion Egypt Budge Bell

Religion Egypt

Budge

Bell



Discusses the mysterious rites and mummification of the ancient Egyptians, offering descriptions of their religious beliefs regarding Ra, the sun god, Osiris, the god of resurrection and the underworld, and minor gods.



descrição: Livro usado, em bom estado de conservação, edição capa dura,coda1, escasso, não perca, saiba mais ...

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Estado do Rio de Janeiro Aspectos Políticos e Econômicos João Barreto 1917 Nilo Peçanha etc

João Barreto.

Estado do Rio do Janeiro - Aspectos Políticos e Econômicos: o Sr. Nilo Peçanha.

Rio de Janeiro:

Tipographia Jornal do Comercio,

1917.

descrição: Livro usado, em bom estado de conservação, edição capa dura,coda1, escasso, não perca, saiba mais ...

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

O Fim do Terceiro Reich V. I. Tchuikov Mir Moscou

O Fim do Terceiro Reich

V. I. Tchuikov

ano: 1980

descrição: livro bom estado, escasso, coda49-x4,saiba mais.

ANDRADE, António Alberto Banha de. Verney e a projeção de sua obra. Portugal : Instituto de Cultura Portuguesa, 1980.

ANDRADE, António Alberto Banha de. Verney e a projeção de sua obra. Portugal :
Instituto de Cultura Portuguesa, 1980.


capa brochura original, bom estado, coda1-x3, escasso, saiba mais ...


Se o Iluminismo se caracteriza pelo interesse do homem e respectivo ambiente, como objeto
dominante de reflexão filosófica, repassada pelas diretrizes da razão crítica, infalível até certo
ponto e oposta frontalmente à metafísica, em favor da explicação empírica das causas e
fenômenos, de expressão matemática, Verney não pode deixar de ser tido como iluminista
convicto.


Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática dessa área, saiba mais ...



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AGUAYO Filosofia da educacao Sao Paulo Saraiva 1937 pedagogia normalista história formação etc

AGUAYO, A. M.;

Philosophia da educacao.

Sao Paulo: Saraiva,


1937. 231 p., capa dura, bom estado, Adolpho Packer [Trad.]. coda1-x3, escasso, saiba mais ...


Palavras-chave: EDUCACAO; FILOSOFIA; METODOS DE ESTUDO; PRAGMATISMO PEDAGOGICO; ESCOLAS FILOSOFICAS; FUNCOES EDUCACIONAIS; SOCIALIZACAO DO EDUCACANDO; VALORES DA CULTURA; LIBERDADE; HUMANIZACAO DO HOMEM; FORMACAO DA PERSONALIDADE; AUTO-EDUCACAO; DISCIPLINA MORAL; PROFESSOR; METODO.

O Mestre de Campo: Romance do Seculo Dezoito Affonso Arinos

O Mestre de Campo: Romance do Seculo Dezoito

Affonso Arinos

editora: Francisco Alves

ano: 1918

descrição: em capa brochura original, 167 páginas, exemplar numerado e assinado por Antonieta Arinos, coda1-x8, escasso, não perca, saiba mais ...

Um livro de referencia sobre os costumes da sociedade mineira da época colonial...


Arinos conta que em Vila Nova da Rainha havia um Juiz Negro Mestre de campo Paulo Barbosa do Vilar, rico proprietario de minas e escravos. Para o dito juiz trabalhava como fiel administrador um fidalgo portugues foragido da corte pois havia envolvido-se numa conspiração, está posto os elementos em que se dá a história...

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

História das Orgias Burgo Partridge Abadia Telema Iniciação Mistérios Aleister Crowley etc

História das Orgias

Burgo Partridge


Livro em bom estado, em brochura original, edição escassa da primorosa Ibrasa, não perca, saiba mais ...

Libidinagem, bebida, desregramento, euforia. Ao longo dos séculos, as orgias foram sinônimos disso tudo, e também de liberdade.

Neste livro saboroso, publicado na Inglaterra, Burgo Partridge narra as transformações por que passou a orgia ao longo da história.

Com um texto preciso, rico em informações, ele analisa desde os festivais dionisíacos dos gregos, a brutalidade dos romanos, o sexo grupal praticado por religiosos na Idade Média, a repressão da época vitoriana, os tempos de Casanova e do marquês de Sade até as práticas orgiásticas do século XX.


Nesta cronica sensacional conta nos Burgo Partridge, com frescura e grande erudição, a história de um dos mais fascinantes fenomenos sociais: a orgia.

Uma orgia, diz-nos o dicionário, é um festim licencioso, marcado por uma atividade sexual promíscua, pelo uso imoderado do álcool, etc.

Com uma visão mais ampla e polemica desse fenômeno, Burgo Partridge elucida-nos sobre o seu significado e prática através dos tempos.

Desde os gregos e os seus festivais dionisíacos até aos gostos orgiásticos de Casanova e Marquês de Sade e, já no século XX, aos bizarros excessos de Aleister Crowley e Rasputin, tudo é por si analisado e explicado neste estudo brilhante e rigoroso, um clássico. Inclui 2 extratextos de 8 páginas com ilustrações a p/b.


Burgo Partridge, que nos fala deste fenomeno social pouco conhecido entre nós, é descendente do grupo Bloomsbury, um grupo que reuniu as melhores cabeças pensantes de Inglaterra tais como a escritora Virgínia Woolf, o economista John Keynes, o crítico e biógrafo Lytton Strachey, o escritor E. M. Foster, a artista plástica Dora Carrington, entre outros.

Preocupado com as grandes questões estéticas e filosóficas, Burgo Partridge procurou modernizar a cultura inglesa no final do período vitoriano.

A árvore sempre verde Judas Isgorogota Saraiva 1959 1ª edição. Bahia. Candomblé Poesia Literatura etc



A árvore sempre verde

Judas Isgorogota

Saraiva

1959



Precoce sonetista, seus primeiros versos satirizam cenas que continuam bem atuais na cultura nacional, como neste exemplo coronelisticamente político.

Com textos de J. de la Pena d de Juracy Magalhães.

Com glossário sobre termos do falar bahiano e da língua Yorubá, usada nos candomblés.

Com lindos desenhos de bahianas.


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Judas Isgorogota é o apelido para o poeta e jornalista brasileiro Agnelo Rodrigues de Melo.

Estreou nas letras em 1922, com "Caretas de Maceió". Transferindo-se para São Paulo, publica "Divina Mentira" e "Recompensa", menção honrosa da Academia Brasileira de Letras.
Outras obras: "Desecanto", "Fascinação", "Pela Mão das Estrelas", "Os que vêm de Longe", "Abkar" e "João Camacho".


Judas Isgorogota (Agnelo Rodrigues de Melo) nasceu em Lagoa da Canoa, Alagoas, (1921) viveu em Maceió, mudou-se aos 23 anos para o Rio de Janeiro e depois para São Paulo onde ganhou projeção internacional e veio a falecer em 1979.

Publicou 15 livros de poesias, uma novela e cinco de poesias infantis. Parte de sua obra poética traduzida para vários idiomas (francês, inglês, alemão, espanhol, italiano, húngaro, árabe, checo e lituano). Com toda essa bagagem, esse poeta mulato alagoano, é quase um desconhecido em sua terra.



Livro em bom estado de conservação, capa brochura, escasso, não perca, saiba mais ....


Trata-se de um grande clássico de caráter universal primordial para a educação. Possui texto de fácil entendimento que estimula o leitor a pensar e refletir sobre o tema proposto.

Temos condição de conseguir muitos outros títulos sobre o assunto.

Diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.

Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática.

Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem para acompanhamento da entrega.

Toda postagem pode ser rastreada pelo site dos Correios.

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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

René Padilla ed. Hacia una teología evangélica latinoamericana Pedro Savage


René Padilla ed.

Hacia una teología evangélica latinoamericana : ensayos en honor de Pedro Savage

Costa Rica: Editorial Caribe,


1984


livro em bom estado de conservação, brochura original, escasso, não perca, saiba mais...

um clássico e fundamental escrito sobre a Teologia da Latinoamericana, os conflitos entre o norte e o sul que da economia migrou para a teologia, as análises teológicas que reinterpretaram a teologia europeia, etc...

artigos de :

René Padilla ; Orlando E. Costa ; Pablo Alberto Deiros ; Samuel Escobar ; Rolando Gutierrez-Cortés ; Jorge A. Leon ; Emilio Antonio Nunez ; Daniel Schiapini ; Valdir R Steuernagel





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Sobre a Teologia Latinoamericana



Nesses últimos tempos, a Igreja Brasileira está começando a experimentar um momento novo na sua história. Centenas de milhares de pessoas estão reconhecendo a própria necessidade de Deus.

Elas estão em busca de segurança para as suas almas e de respostas para as suas dúvidas. Na verdade, ainda que não percebam, essas pessoas, estão ansiando pela tão preciosa salvação que Jesus, de uma vez para sempre, conquistou na cruz do Calvário.

Era a década de 1960. A América Latina tomava consciência de sua dependência econômica, política e religiosa. Desencadeava-se um processo de libertação nos diversos segmentos da sociedade.

A Igreja, à luz de suas convicções religiosas e inserida nos avanços científicos deste tempo, pesquisava uma nova práxis da fé cristã que fosse fator de transformação e libertação.

Exigia-se uma nova prática da mensagem do bem em contraposição a do mal.

Surgia um novo tipo de inteligência da fé, uma reflexão sobre os compromissos assumidos pelos cristãos em situação de conflitos sociais.

Era a teologia latino-americana que nascia vinculada à história da tirania e da opressão praticada em nome democracia neste continente.



A Teologia da Missão Integral é teologia da liberdade teológica, histórica e eclesial. Seu objetivo é o bem-estar da vida no mundo, no conjunto da criação, pela via do conhecimento de Deus. É teologia evangelizadora. Seu protesto social e a busca da transformação da situação social da América Latina se dá pelo viés da fé. Ela é crítica no sentido de que não dispensa a suspeita e, em visto disto, se mantém sempre renovando e se refazendo. Ela é teologia protestante evangélica latino-americana.

Sobre a Teologia da Missão Integral ainda demandam pesquisas sobre as teologias influenciadoras que transparecem no corpo das suas produções. Entre elas destacam-se a presença perceptível da escatologia de Moltmann em sua Teologia da Esperança, a teologia da Palavra de Deus de Karl Barth, a influência da Teologia Secular de Dietrich Bonhoeffer e as fortes contribuições das teologias da Libertação. Também falta um melhor tratamento da contribuição das ciências sociais, da saúde e da terra, bem como da arte, para a compreensão das interrelações dos aspectos da vida no mundo em função da idéia da integralidade.





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Walter Altmann Confrontación y Liberación: Perspectiva latinoamericana Martinho Lutero teologia libertaçao evangelico cristã

Walter Altmann

Confrontación y Liberación: Una Perspectiva latinoamericana sobre Martín Lutero.

Conferencias Carnahan 1983, Vox Evangelii, 1985,

ISEDET

1987


livro em bom estado de conservação, brochura original, escasso, não perca, saiba mais...

um clássico e fundamental escrito sobre a Teologia da Libertação, os conflitos entre o norte e o sul que da economia migrou para a teologia, as análises teológicas que reinterpretaram a teologia européia...

O Dr. Walter Altmann defende a análise social como instrumento metodológico e não como princípio norteador para a teologia. Para ele, o marxismo nunca foi o elemento central da teologia da libertação: “Desde o princípio, a teologia da libertação pôs maior ênfase no papel essencial da praxe comprometida do povo de Deus – ou, em outras palavras, na ação das comunidades cristãs inspirada pela fé e baseada na reflexão teológica – do que na análise social, que foi considerada como um instrumento metodológico”


Altmann afirma que “Lutero experimentó en carne propia el fracaso de este ideal de santidad.

Descubrió que “el mundo”, del cual pretendía escapar, estaba dentro de cada uno y que la concupiscencia consistía en el amor esclavo a sí mismo. Todas las obras hechas para librarse de ella eran precisamente expresión de su tutela. Caracterizó entonces al ser humano como un ser “curvado sobre sí mismo”.

La DC 10-12 cita las declaraciones fundamentales de Pablo. Su punto de referencia es la persona caída bajo el poder del pecado y en necesidad de la justificación o justicia, que pertenecen a Dios y que sólo Dios puede conceder.

El regalo de esta justificación 8 tiene su fundamento en la muerte y resurrección de Cristo. Por la fe, la justicia (justificación rectitud) ganada por Cristo es apropiada por la persona; se comunica la justicia (justificación, rectitud) de Dios en Cristo a los cristianos cuando creen en la Palabra de Dios.

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Walter Altmann (Porto Alegre, 4 de fevereiro de 1944) é um pastor protestante brasileiro, desde 2002 presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e moderador do Conselho Mundial de Igrejas.

Realizou estudos teológicos em São Leopoldo, RS; José C. Paz, Argentina e na Universidade de Hamburgo, Alemanha, onde se doutorou em 1972 com tese sobre o Conceito de Tradição em Karl Rahner, influente teólogo católico.

Atuou como pastor em Ijuí, RS; e em 1974 assumiu a cadeira de Teologia Sistemática na atual Escola Superior de Teologia - Faculdades EST, de São Leopoldo, onde atuou até 2002, tendo exercido o cargo de Reitor de 1981 a 1987 e de Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Teologia de 1989 a 1994. De 1995 a 2001 exerceu o cargo de Presidente do Conselho Latino-Americano de Igrejas - CLAI, com sede em Quito.

De 2003 a 2007 foi membro do Conselho da Federação Luterana Mundial - FLM, com sede em Genebra, Suíça; e Presidente de sua Comissão de Missão e Desenvolvimento.

Em 2006 foi eleito Moderador do Conselho Mundial de Igrejas - CMI.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Maçonaria Satanismo José Antonio Ferrer Benimeli Maçon baphomet Hiram Leo Taxil Sião Jesuitas Ocultismo Lucifer Satã Diana Vaughan pitonismo Joly



Maçonaria Satanismo 2 volumes

José Antonio Ferrer Benimeli

Trolha

1995

livros em muito bom estado de conservação, escassos, não perca, saiba mais...

Lançamento Especial, da Editora "A TROLHA". O Livro "MAÇONARIA x SATA-NISMO", traduzido do original espanhol, do Padre Benimeli- EL CONTUBERNIO JUDEO-MASONICO-COMUNISTA -, publicado em Madri. O Padre Benimeli, é um dos maiores estudiosos de Maçonaria - fora de nossa Ordem. Sendo um professor catedrático da disciplina "História Contemporânea", da Universidade de Zaragoza, Espanha - cidadão compromissado com a Verdade Histórica - nos apresenta fatos históricos, irretorquíveis, sobre a nossa Ordem. A maior grandiosidade deste livro, é que ele não foi escrito por nenhum Maçom.

Sumário, Apresentação, Introdução,Espanha deve à Maçonaria, Satanismo e Maçonaria, Judaísmo e Maçonaria, Informações Adicionais. Texto, gravuras e fotografias. Apresentação,A Política e a Maçonaria, Epílogo, Revistas Antimasonicas Francesas, Documentos Gráficos, Chefatura do Estado, Bibliografia. Formato 21 x 14 cm - Editora Maçonica A Trolha, 1ª Edição, 1995 - 192 + 158 páginas


A Primeira parte deste volume, relaciona-se com o "Trabalho", do maçom Perjuro, Léo Taxil, intitulado Maçonaria e Satanismo, onde o autor desmistifica todos os embustes desse famigerado Maçom. E ser desmistificado por um Maçom, seria o mínimo desejado, pois temos por dever e obrigação rebater as mentiras assacadas contra a Ordem, todavia, não encontramos nenhum livro escrito por Maçom - que isso o fez.

Ainda, está inserido o mais completo relato sobre os famigerados "Protocolos dos Sábios de Sião", surgido no final do século XIX, na Rússia e depois disseminado pelo mundo todo, por aquele mesmo clero, ingênuo, inculto, obcecado por um fanatismo descomunal. Nenhum escritor Maçom, se propôs a desmascarar essa imensa farsa, que levou tantos Maçons aos fornos crematórios de Hitler e aos "Paredões de Fuzilamento', de Franco. Fo preciso um Padre Jesuita, fazê-lo por nós.

Elisabeth Badinter Um Amor Conquistado O Mito do Amor Materno história filosofia maternalidade subjetividade criança Rousseau Freud




Autor: Elisabeth Badinter

Título: Um Amor Conquistado O Mito do Amor Materno

Editora: Nova Fronteira

Ano: 1985 - Páginas: 370


Comentário : Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original.

O amor materno não é um sentimento inato, ele não faz parte intrínseca da natureza feminina: é um sentimento que se desenvolve ao sabor das variações sócio econômica da história, e pode existir, ou não, dependendo da época e das circunstâncias materiais em que vivem as mães ? esse os resultado de uma extensa pesquisa histórica desenvolvida por Badinter... Saiba Mais...


Será o amor materno um instinto, uma tendência feminina inata, ou depende, em grande
parte, de um comportamento social, variável de acordo com a época e os costumes? É essa a
pergunta que Elisabeth Badinter procura responder neste livro, desenvolvendo para isso uma
extensa pesquisa histórica, lúcida e desapaixonada, da qual resulta a convicção de que o instinto
materno é um mito, não havendo uma conduta materna universal e necessária.

Ao contrário, a autora constata a extrema variabilidade desse sentimento, segundo a
cultura, as ambições ou as frustrações da mãe. Não pode então fugir à conclusão de que o amor
materno é apenas um sentimento humano como outro qualquer e como tal incerto, frágil e
imperfeito. Pode existir ou não, pode aparecer e desaparecer, mostrar-se forte ou frágil, preferir
um filho ou ser de todos. Contrariando a crença generalizada em nossos dias, ele não está
profundamente inscrito na natureza feminina. Observando-se a evolução das atitudes maternas,
verifica-se que o interesse e a dedicação à criança não existiram em todas as épocas e em todos os
meios sociais. As diferentes maneiras de expressar o amor vão do mais ao menos, passando pelo
nada, ou quase nada.

O amor materno não constitui um sentimento inerente à condição de mulher, ele não é
um determinismo, mas algo que se adquire. Tal como o vemos hoje, é produto da evolução social
desde princípios do século XIX, já que, como o exame dos dados históricos mostra, nos séculos
XVII e XVIII o próprio conceito do amor da mãe aos filhos era outro: as crianças eram
normalmente entregues, desde tenra idade, às amas, para que as criassem, e só voltavam ao lar
depois dos cinco anos. Dessa maneira, como todos os sentimentos humanos, ele varia de acordo
com as flutuações sócioeconômicas da história.

São essas as conclusões a que chega Elisabeth Badinter neste seu controvertido estudo,
que vendeu, quando de seu lançamento na França, mais de meio milhão de exemplares.

Prefácio - I. O AMOR AUSENTE - O longo reinado da autoridade paterna e marital - A condição da criança antes de 1760 - A indiferença materna - II. UM NOVO VALOR: O AMOR MATERNO - Em defesa da criança - A nova mãe - III. O AMOR FORÇADO - O discurso moralizador herdado de Rousseau, ou "Sophie, suas filhas e suas netas" O discurso médico herdado de Freud - As distorções entre o mito e a realidade - PARAÍSO PERDIDO OU REENCONTRADO?

Joaquim Fontes o Jardineiro e as Rosas do Brasil Emilia Fontes rodologo roseiras rosa sergipe poesia sergipano ilustre literatura história rosicultura




Emilia de Marsilac Fontes (Org.).

Joaquim Fontes : o jardineiro e as rosas do Brasil.


editora: São Paulo Ed. Limitada

ano: 1941

descrição: livro em bom estado, capa dura, com retrato do autor, com vinhetas, livro com tiragem limitada e reduzida, escasso, não perca, saiba mais ...

Um verdadeiro monumento em homenagem e para a divulgação deste sergipano que foi um dos nossos mais importante cientistas, mas que no entanto é pouquíssimo conhecido.

Um belo resgate histórico e cultural do Poeta das Rosas, um nordestino que é mais conhecido fora de seu país que nele próprio.

Livro com o emotivo e singelo prefácio da esposa e dedicada viuva.

Poeta de primeira ordem, dos mais sensíveis que este rincão produziu.

Além de ser o mais importante Rodólogo brasileiro Joaquim Fontes foi um importante jurista do país, militando nas lides jurídicas no Estado de são Paulo, inclusive sendo o Juiz do tumultuado caso do lichamento covarde dos dois sergipanos em Araraquara Rozendo e Manuel Brito, episódio que maculou a relação do pacifico povo sergipano e paulista. O papel de Joaquim Fontes, como sempre foi ético e exemplar, como poucos.


Textos de: Emilia Fontes, Narbal Fontes, Silveira Bueno, Graveraux, Eudóro Ramos Costa, Epitéto Fontes, Zózimo Lima, Sylvio Romero, Rodrigues Figueiredo, Martins Fontes.

O taumaturgo das rosas;
Roses du Brésil,
Rosas brasileiras,
O lírico das rosas,
Registro incompleto,
Cultura cientifica das roseiras,
O resultado do décimo concurso de 1930,
A história das três Rosas,
Rosas e rodólogos brasileiros.

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terça-feira, 30 de novembro de 2010

A epopéia da Ilha da Madeira Rev. Manuel Porto Filho Dr. Kalley protestantismo brasil europa Teologia Fé Pregação Pregador




A epopéia da Ilha da Madeira

Rev. Manuel Porto Filho

ano: 1987

descrição: brochura em bom estado, livro escasso,com 169 páginas, com ilustrações, esgotado, não perca.


Livro clássico sobre o protestantismo na pessoa de um dos nomes mais importantes para a divulgação da fé evangélica no brasil: Dr. Kalley.

A Escola Dominical de Petrópolis crescia. O Doutor, sentindo as possibilidades da extensão do trabalho, começou a escrever cartas a seus amigos e antigos companheiros de Illinois, convidando-os a virem auxiliá-lo no Brasil.

O primeiro a atender a esse apelo foi o Sr. William Pitt, inglês, natural do condado de Devonshire, que havia sido aluno de D. Sarah quando esta, ainda solteira, lecionava em Torquay. Mudando-se para os Estados Unidos, ali trabalhava como carpinteiro. Chegou ao Rio em dezembro de 1855 e, poucos dias depois, a Petrópolis, onde, com grande emoção, se encontrou com sua antiga mestra. Restabelecendo-se das febres ali contraídas, voltou ao Rio, conseguindo emprego na carpintaria do Arsenal da Marinha.

Em 6 de agosto do ano seguinte chegaram três famílias madeirenses: Francisco da Gama, com sua mulher, Francisca, e três filhos; Francisco de Souza Jardim, com Albina, sua esposa e três filhos; e Manoel Fernandes, com sua esposa, Francisca, e uma prima, Maria Fernandes. Haviam saído de Springfield em 27 de maio para Baltimores, onde se demoraram uma semana e, depois de dois meses de estafante viagem, passando por Southampton, na Inglaterra, chegaram ao Rio a bordo de um navio cargueiro, do qual foram os únicos a desembarcar. Pitt já os esperava no cais. Auxiliado por ele, Francisco da Gama conseguiu encontrar uma casa na rua Boa Vista, hoje Conselheiro Zacarias, no morro de Saúde, que foi alugada para ali ficarem residindo as três famílias. Pitt residia numa rua paralela, a rua do Propósito....






O médico escocês Robert Reid Kalley é um notável pioneiro, tendo sido o primeiro missionário protestante a atuar com êxito em várias regiões de língua portuguesa dos dois lados do Atlântico, apesar dos formidáveis obstáculos que teve de enfrentar. Personagem controvertido e polêmico, caracterizado por um espírito empreendedor e independente, Kalley exerceu uma influência profunda e duradoura sobre o protestantismo luso-brasileiro, em diferentes aspectos.


Apesar de Kalley ter se tornado uma figura quase lendária na história do protestantismo brasileiro, alguns aspectos da sua vida, obra e peculiaridades são ainda pouco conhecidos. Daí a oportunidade e relevância de reconsiderar esse pioneiro, visto ter transcorrido recentemente o sesquicentenário da sua chegada ao Brasil.



Nesses últimos tempos, a Igreja Brasileira está começando a experimentar um momento novo na sua história. Centenas de milhares de pessoas estão reconhecendo a própria necessidade de Deus.

Elas estão em busca de segurança para as suas almas e de respostas para as suas dúvidas. Na verdade, ainda que não percebam, essas pessoas, estão ansiando pela tão preciosa salvação que Jesus, de uma vez para sempre, conquistou na cruz do Calvário.


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