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sexta-feira, 12 de julho de 2013

DOS HOMENS E DAS PEDRAS O CICLO DO CINEMA DOCUMENTÁRIO PARAIBANO (1959 - 1979) JOSÉ MARINHO, EDITORA DA UFF, 1998


DOS HOMENS E DAS PEDRAS  O CICLO DO CINEMA DOCUMENTÁRIO PARAIBANO (1959 - 1979)  

JOSÉ MARINHO, EDITORA DA UFF, 1998

“ESTE LIVRO RESGATA UM DOS MOVIMENTOS MAIS VIGOROSOS DA CULTURA E DO CINEMA BRASILEIRO DESTE SÉCULO, O DO DOCUMENTÁRIO PARAIBANO, UM DOS FOCOS REGIONAIS DO ESFORÇO DE FAZER DA PELÍCULA UM MEIO DE CONHECIMENTO E DE PARTICIPAÇÃO NA VIDA DOS HOMENS E DAS MULHERES QUE NOSSA SECULAR INJUSTIÇA NACIONAL INSISTE EM APAGAR. 

TRATA-SE DE UM ESFORÇO DE INVESTIGAÇÃO E PESQUISA DAS RELAÇÕES DO CINEMA COM AS MÚTIPLAS MANEIRAS DE EXISTIR DA CULTURA BRASILEIRA”. 

O AUTOR FOI ATOR CINEMA NOVO E É PROFESSOR DO CURSO DE CINEMA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE (UFF). 300 PÁGINAS, FORMATO 16x23cm

bom estado de conservação,a13-x4, escasso, não perca, saiba mais ...


É um caso raro – um ator brasileiro que ficou internacionalmente conhecido porque aparece no centro do cartaz de um filme de sucesso mundial: Terra em Transe, de Glauber Rocha, representava alegoricamente o povo impedido de falar pelas mãos de Jardel Filho. Esse ator é José Marinho, pernambucano de boa cepa, figura carimbada dos filmes nacionais com uma trajetória de vida relacionada a grandes momentos da vida cultural brasileira.

Sua militância política vem desde 1957, com atuação no Teatro Adolescente do Recife, encenando Ariano Suassuna e se prolonga até 1964 no Teatro de Cultura Popular (TCP), projeto associado às políticas de intervenção cultural do governo Miguel Arraes semelhante ao Centro Popular de Cultura carioca. O golpe de 1964 fez com que ele viesse parar no Rio de Janeiro. A princípio associado aos palcos, o ator logo vai ser descoberto pelo cinema, começando aí uma longa carreira de grandes participações, a maioria em pequenos papéis de marcante potência. Sua presença será visível em filmes de diretores como Rogério Sganzerla, Glauber Rocha, Roberto Santos, Nelson Pereira dos Santos, Miguel Borges, Roberto Farias, Fernando Campos, Paulo Thiago e Tizuka Yamasaki, entre muitos outros.

Marinho teve também uma carreira acadêmica iniciando em 1971, no Curso de Cinema da Universidade Federal Fluminense, além de obter o título de mestre pela Universidade de São Paulo. Sua dissertação vai-se transformar em 1998 no livro Dos Homens e das Pedras, uma aplicada reflexão sobre o documentário nordestino. José Marinho recebeu em 2004 o título de Professor Emérito pela UFF.

Ator versátil no teatro, no cinema e na TV, professor, pesquisador, animador e produtor, José Marinho é visceralmente uma vida atrelada aos mais dinâmicos movimentos de atuação cultural e artística na cena brasileira contemporânea. Mais um lançamento da Coleção Aplauso da Imprensa Oficial do Estado no seu trabalho de registrar e resgatar a história da Cultura Brasileira.


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  • AUGUSTO, Sérgio. "A Propósito do "Cinema-Verdade". Filme e Cultura, n.1, Rio de Janeiro, 1966, p.41-43.
  • BERNARDET, Jean-Claude. Cineastas e Imagens do povo. São Paulo, Brasiliense, 1985.
  • ____________. "A voz do outro". In: Anos 70. Vol.4, Europa, 1980. BURCH, Noel. "Temas de Não-Ficção". In: Práxis do Cinema. São Paulo, Editora Perspectiva, 1992.
  • CAVALCANTI, Alberto. "O filme documentário". In: Filme e Realidade. Rio de Janeiro, Livraria-Editora da Casa do Estudante do Brasil, 1957.
  • DA-RIN, Silvio. Espelho Partido: tradição e transformação do documentário cinematográfico. Dissertação apresentada ao curso de Mestrado em Comunicação e Cultura da ECO/UFRJ, Rio de Janeiro, 1995.
  • ____________. "Auto-reflexividade no documentário". In: Cinemais, no. 8, set./out. 1997.
  • GRANJA, Vasco. Dziga Vertov. Lisboa: Livros Horizonte, 1981.
  • FRANCE, Claudine de (org.) Do filme etnográfico à antropologia fílmica. Campinas: Editora da Unicamp, 2000.
  • KOSSOY, Boris. Realidades e Ficções na Trama Fotográfica. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2000.
  • LINS, Consuelo da Luz. "Cinema Documentário e suas linhas de fuga". In: Eco/Publicação da Pós-Graduação em Comunicação e Cultura - UFRJ, v.1, n.5 (1997).
  • MARINHO, José. Dos homens e das pedras: o ciclo do cinema documentário paraibano (1959-1979). Niterói, Eduff, 1998.
  • MATTOS, Tetê. Processos Poéticos: A imaginação cinematográfica em Di-Glauber. Niterói: Universidade Federal Fluminense, março 2000 (mimeo).
  • OMAR, Arthur. "O antidocumentário, provisoriamente". In: Cinemais, n.8, set./out. 1997.
  • PARENTE, André. "O cinema direto" . In: Narrativa e modernidade: os cinemas não narrativos do pós-guerra. Campinas: Editora Papirus, 2000.
  • PELLIZZARI, Lorenzo e VALENTINETTI, Claudio M. Alberto Cavalcanti. São Paulo, Instituto Lina Bo e P.M. Bardi, 1995.
  • SANTEIRO, Sérgio. "A voz do dono". Comunicações do ISER. Ano 3, n.4, out./1984.
  • SARNO, Geraldo. "Quatro notas (e um depoimento) sobre o documentário". In: Filme Cultura, n.44, abril/agosto 1984.


Todas as obras de Maria Clara Machado, como falei anteriormente, da coleção TEATRO, da Editora Agir.
De Jean-Pierre Ryngaert: Ler o Teatro Contemporâneo , do coleção Leitura Crítica, Ed. Martins Fontes, 1998.
De Jonh Hodge: Trainspotting & Cova Rasa. Editora Artemídia Rocco.
De Nilza Rezende; Guerra de Canudos - O Filme . Editado pelo Sesc/SP, vem com disquete com o roteiro do filme.
BERNARDET, Jean-Claude. As rebarbas do mundo. Revista Civilização Brasileira, ano I, n. 4. Rio de Janeiro: set. 1965, p. 249-256.
BERNARDET, Jean-Claude. Cineastas e imagens do povo: uma aventura documentária no Brasil, 1960- 1980. São Paulo: Brasiliense, 1985, 199 p.*
DA-RIN, Sílvio. Espelho partido. Rio de Janeiro: Azougue, 2004, 448 p.*
GODOY DE SOUZA, Hélio A. Documentário, realidade e semiose. São Paulo: Annablume, 2001, 314 p.*
GOMES, Paulo Emílio Salles. A expressão social dos filmes documentais no cinema mudo brasileiro (1898-1930) (1974). In: CALIL, C. A.; MACHADO, M. T. (Org.). Um intelectual na linha de frente. São Paulo: Brasiliense, 1986, p. 323-330.
LABAKI, Amir. É tudo verdade. São Paulo: Francis, 2005, 317 p.*
LABAKI, Amir. MOURÃO, Maria Dora (Org.). O cinema do real. São Paulo: Cosac & Naify, 2005, 284 p.*
LINS, Consuelo. O documentário de Eduardo Coutinho: televisão, cinema e vídeo. Rio: Jorge Zahar, 2004, 205 p.*
MARINHO, José. Dos homens e das pedras: o ciclo do cinema documentário paraibano (1959-1979). Niterói: EdUFF, 1998, 280 p.*
MATTOS, Carlos Alberto. Eduardo Coutinho – o homem que caiu na real (catálogo). Santa Maria da Feira (Portugal): Festival de Cinema Luso-Brasileiro Sta. Ma. da Feira, 2003, 120 p.*
NEVES, David. A descoberta da espontaneidade (breve histórico do cinema direto no Brasil). In: Cinema Moderno Cinema Novo. Rio de Janeiro: José Álvaro, 1966, p. 253-278.
RAMOS, Fernão P. “Documentário mudo”, “Documentário sonoro”. In: MIRANDA, L. F.; RAMOS, F. P. (Org.). Enciclopédia do cinema brasileiro. São Paulo: Senac, 2000, p. 177-199.*
TEIXEIRA, Francisco Elinaldo (Org.). Documentário no Brasil. São Paulo: Summus, 382 p.*
 

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