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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Leo Huberman A Historia da Riqueza do Homem

Autor: Léo Huberman

Título : História da Riqueza do Homem

Editora : Zahar

Ano : 1984 - Páginas : 318

Comentário : Livro em bom estado de conservação, brochura com capa original.

A história européia em uma visão crítica, pautada no materialismo dialético. O historiador Leo Huberman estuda desde a Idade Média até o nascimento do nazi-fascismo, neste livro que é considerado um clássico da história moderna.


Trata-se de um grande clássico de caráter universal primordial para a educação. Possui texto de fácil entendimento que estimula o leitor a pensar e refletir sobre o tema proposto.




Nesta obra está contida de forma sucinta como se tem o desenvolvimento do sistema capitalista, o desenvolvimento do sistema feudal. Onde nos é mostrada de forma clara e real as transformações sofridas pela sociedade num todo a partir das mudanças econômicas, mostrando assim como uma sistema de negócios pode diretamente alterar a vida do homem.
Do capitalismo ao...

Leo Huberman foi chefe do Departamento de Ciências Socias do New College, da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. Jornalista militante, escreveu numerosos artigos, aparecidos em sua quase totalidade na Monthly Review, publicação de prestígio internacional. Analisemos agora então sua obra.

Huberman, trará a tona todo o processo histórico que se da com a evolução do capitalismo, da qual a intitula de: "Do capitalismo ao...?" Nos deixando uma pergunta em aberto, pressupondo a idéia de onde o capitalismo irá parar diante de sua ganância, suas crises, seus altos e baixos.

O autor trás outra pergunta ao invés de afirmativa: De onde vem o dinheiro? Neste capitulo é exposto como se tem a acumulação capitalista, no qual nos mostra que, quando o dinheiro é empregado num empreendimento que dele se obtém lucro, este se transforma em capital.

Salientando ainda que na produção capitalista, os capitalistas são os detentores dos meios de produção, enquanto o trabalhador é privado destes meios e se torna obrigado a vender sua força de trabalho para se manter.

Mas uma pergunta não quer calar: Qual a origem do dinheiro? Somos levados a analisar as relações de comercio existentes antes da idade capitalista, na qual se tinha a relação metrópole/colônia, de onde o lucro era obtido através da escravidão, pirataria, saques e da exacerbada exploração de mão de obra. Bem como na conquista do oriente e na transformação da África, período que podemos analisar, assim como Marx, de aurora da produção capitalista.

A partir do século XVI, a historia nos mostra esta busca pelo lucro. No séc. XVII vemos que a Holanda acumula o dinheiro necessário para se tornar a principal nação capitalista.

O capital se acumula, mas era necessário algo alem desta acumulação, era necessário uma oferta de trabalho adequada, para satisfazer este capital enquanto empreendimento. Pois, um homem só trabalha para outro quando era obrigado, e os homens até então tinham suas terras e não se viam obrigados a prestarem seus serviços a outros. Então quando se teve no séc. XVI o fechamento das terras e a elevação dos arrendamentos, esses camponeses passaram a ser expulsos e se transformaram em trabalhadores sem terra. Estes trabalhadores, então, tiveram de se prontificar a ir para as industrias como assalariados. O sistema fabril passa a produzir então em grande escala, diminuindo assim ou quase extinguido os trabalhos manuais.

Com este novo sistema eclodindo os valores passam a se modificar, num mundo dominado por comerciantes, fabricantes e banqueiros, as normas passam as ser outras, os valores do trabalho tomam novos sentidos, os trabalhadores tem que economizar, tem que investir. A religião também passa por modificações, num período pelo qual a própria igreja católica, sente seu poder aferido, pela Reforma protestante, asseguradora religiosa do capital.


"Eu anexaria os planetas se pudesse..." capitulo no qual será apresentadas novas teorias, pois com o excesso de produção do capitalismo o valor deixa de ser estabelecido apenas pela concorrência, mas agora então aos grandes capitais monopolistas. Levando em conta uma nova teoria de valor = Teoria Marginal da Utilidade, onde o que vai determinar o valor da mercadoria será a utilidade que este terá, variando assim de sociedade para sociedade. Onde teremos também que esse valor ira também depender da quantidade daquele produto que uma pessoa possui.




Livro em bom estado de conservação, capa brochura, escasso, não perca, saiba mais ....

Trata-se de um grande clássico de caráter universal primordial para a educação. Possui texto de fácil entendimento que estimula o leitor a pensar e refletir sobre o tema proposto.

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