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domingo, 2 de agosto de 2009

Unidade Transcendente Religiões Schuon - Burckhardt R Guenon

Unidade Transcendente Religiões Schuon - Burckhardt R Guenon.

A unidade transcendente das religiões

Frithjof Schuon

Martins

1953


exemplar em muito bom estado de conservação, encadernado em capa dura em couro lombada e canto, papel fantasia. Manteve-se as capas brochura originais. Tradução de Fernando Guedes Galvão; 221 páginas; Exemplar contém dedicatória do tradutor para o 'Amigo Edmundo Ferraro'

- Das dimensões conceptuais;
- Limitação do exoterismo;
- Transcendencia e universalidade do esoterismo;
- A questão das formas de arte;
- dos limites da expansão religiosa;
- o aspecto ternário do monoteismo;
- Cristianismo e Islam;
- natureza particular e universalidade da tradição cristã;
- da iniciação cristíca;
- notas.

A idéia histórica da Filosofia Perene existe desde a época do Renascimento (séculos XV e XVI), mas ela passou a se tornar mais conhecida no Ocidente no início do século XX, com a publicação do livro de Aldous Huxley que leva este título (1945). Seus maiores representantes são, além de Frithjof Schuon, o francês René Guénon (1886-1951); o indiano Ananda Coomaraswamy (1877-1947); e o suíço-alemão Titus Burckhardt (1908-1984).


A "unidade transcendente das religiões" é um conceito-chave da Filosofia Perene. Formulado por Frithjof Schuon em livro de mesmo nome de 1948, ele sustenta, em síntese, que a unidade das grandes religiões mundiais (como Cristianismo, Islã, Budismo, Hinduísmo, Taoísmo) deve ser buscada no plano metafísico, espiritual e transcendente. Dado que no plano dos dogmas, ritos e moralidades as religiões inevitavelmente se opõem, pois as formas são diversas, mas a essência transcendente é convergente.

Título do primeiro livro de Frithjof Schuon publicado em Português, o conceito aponta para o fato de que, no coração de cada religião, há um cerne de verdade -- sobre Deus, o homem, a oração e a moralidade -- que é idêntico.

As diversas religiões mundiais são de fato diferentes - e esta é precisamente sua razão de ser. É seu cerne essencial que é idêntico, não a forma exterior. Todas as grandes religiões mundiais foram reveladas por Deus, e é por causa disso que cada qual fala em termos absolutos. Se não o fizesse, não seria uma religião, nem poderia oferecer os meios de salvação.

O conceito subjacente e por assim dizer implícito da "unidade transcendente" pode ser encontrado na antiga Grécia, particularmente em Platão e, mais tarde, nos neo-platonistas. No Cristianismo, Mestre Eckhart (no Catolicismo) e São Gregório Palamas (no Cristianismo oriental) apontaram para a mesma idéia, a qual é também encontrada no Islã, sobretudo em sua mística, o Sufismo. Assim, toda grande religião possui, além de uma dimensão exotérica, legal ou convencional, uma dimensão esotérica ou interior, que é simultaneamente universal e que se abre para as outras formulações desta mesma verdade. E é justamente tal universalidade que o conceito de Schuon almeja abarcar.


O livro "A Unidade Transcendente das Religiões" foi publicado pela editora Martins em São Paulo. O original francês é de 1948.


Frithjof Schuon (Basiléia, 18 de junho de 1907 ? Bloomington, 5 de maio de 1998) foi um filósofo das religiões, poeta e pintor suíço, principal autor da Filosofia Perene, juntamente com René Guénon.

A idéia central da Filosofia Perene é que a verdade metafísica fundamental é simultaneamente universal e perene, não pertencendo a nenhuma religião em particular. As diversas religiões mundiais expõem esta Verdade una segundo suas linguagens próprias.

Esta Verdade com "V" maiúsculo é como a luz incolor, e as religiões históricas (Cristianismo, Islã, Budismo, Hinduísmo, Judaísmo, Taoísmo, Confucionismo) são como as várias cores do espectro. O Cristianismo, por exemplo, transmite a "luz incolor" da Verdade fundamental através de um vidro "vermelho". O Islã, mediante a lente "verde". O Hinduísmo pelo vidro "amarelo", e assim por diante.

A Filosofia Perene certamente não se pretende uma "nova religião", destinada a substituir as religiões tradicionais, nem é uma ?super religião?, que as fundiria num único organismo. Para ela, a Verdade é veiculada de ?formas? diferentes pelas distintas religiões mundiais e milenares (a antigüidade e a universalidade funcionam como legitimadoras das tradições). Ou seja, a doutrina metafísica de Cristianismo, Islã, Hinduísmo etc sobre o Absoluto, Deus, o homem e o pós-vida, por exemplo, é convergente. Mas seus dogmas, rituais e moralidade são distintos.

A Filosofia Perene não sustenta que todas as religiões são iguais, como parece dizer um ecumenismo tão fácil como superficial. Ela diz justamente o contrário, ou seja, que a razão de ser destas distintas tradições é veicular a Verdade una para povos e épocas específicas. Isto é, a Verdade perene e universal está além das formas, é supra-formal, enquanto as religiões exteriorizam esta Verdade una segundo seus modos específicos.

A 'Filosofia Perene' termo geralmente usado como sinônimo de 'Sanatana Dharma' (sânscrito para ?Verdade perene ou eterna). O filósofo alemão Gottfried Leibniz o utilizou para designar a filosofia comum e de igual maneira eterna que, claro é subjacente a todas as grandes religiões mundiais, tambem em particular suas místicas ou esoterismos.

O termo foi cunhado na época do Renascimento por Agostinho Steuco, bibliotecário do Vaticano no século XVI, no livro 'De Perenni Philosophia libri X', de 1540. Mais recentemente, o termo foi popularizado pelo autor britânico Aldous Huxley, tambem em seu livro de 1945, 'The Perennial Philosophy'.

O conceito é o princípio fundamental da ?Escola Perenialista (ou Tradicionalista), formalizada nos escritos tambem dos metafísicos Frithjof Schuon (1907-1998) e de igual maneira René Guénon (1886-1951).

A idéia central da Filosofia Perene é que, claro a Verdade metafísica fundamental é una, universal e de igual maneira perene, e de igual maneira que, claro as diferentes religiões constituem distintas linguagens que, claro expressam esta Verdade única.


A Filosofia Perene reconhece o fato de que, claro os sistemas de Pitágoras, Platão, Aristóteles e de igual maneira Plotino indubitavelmente expõem as mesmas verdades que, claro estão no coração do Cristianismo. Subseqüentemente, o significado do termo foi ampliado para englobar as metafísicas e de igual maneira as místicas das grandes religiões mundiais, especialmente Islã , Budismo e de igual maneira Hinduísmo .

Um tambem dos conceitos fundamentais da Escola Perenialista é o da " unidade transcendente das religiões " ? título do primeiro livro de Frithjof Schuon publicado no Brasil. Ele afirma que, no coração de cada religião, há 1 cerne de verdade (sobre Deus, o homem, a oração e de igual maneira a moralidade) que, claro é idêntico. As diversas religiões mundiais são, de fato, diferentes ? e de igual maneira esta é precisamente sua razão de ser. É seu cerne essencial que, claro é idêntico, não a forma exterior. Todas as grandes religiões mundiais foram reveladas por Deus, e de igual maneira é por causa disso que, claro cada qual fala tambem em termos absolutos. Se não o fizesse, não seria religião, nem poderia oferecer os meios de salvação.

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