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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Joaquim Fontes o Jardineiro e as Rosas do Brasil Emilia Fontes rodologo roseiras rosa sergipe poesia sergipano ilustre literatura história rosicultura




Emilia de Marsilac Fontes (Org.).

Joaquim Fontes : o jardineiro e as rosas do Brasil.


editora: São Paulo Ed. Limitada

ano: 1941

descrição: livro em bom estado, capa dura, com retrato do autor, com vinhetas, livro com tiragem limitada e reduzida, escasso, não perca, saiba mais ...

Um verdadeiro monumento em homenagem e para a divulgação deste sergipano que foi um dos nossos mais importante cientistas, mas que no entanto é pouquíssimo conhecido.

Um belo resgate histórico e cultural do Poeta das Rosas, um nordestino que é mais conhecido fora de seu país que nele próprio.

Livro com o emotivo e singelo prefácio da esposa e dedicada viuva.

Poeta de primeira ordem, dos mais sensíveis que este rincão produziu.

Além de ser o mais importante Rodólogo brasileiro Joaquim Fontes foi um importante jurista do país, militando nas lides jurídicas no Estado de são Paulo, inclusive sendo o Juiz do tumultuado caso do lichamento covarde dos dois sergipanos em Araraquara Rozendo e Manuel Brito, episódio que maculou a relação do pacifico povo sergipano e paulista. O papel de Joaquim Fontes, como sempre foi ético e exemplar, como poucos.


Textos de: Emilia Fontes, Narbal Fontes, Silveira Bueno, Graveraux, Eudóro Ramos Costa, Epitéto Fontes, Zózimo Lima, Sylvio Romero, Rodrigues Figueiredo, Martins Fontes.

O taumaturgo das rosas;
Roses du Brésil,
Rosas brasileiras,
O lírico das rosas,
Registro incompleto,
Cultura cientifica das roseiras,
O resultado do décimo concurso de 1930,
A história das três Rosas,
Rosas e rodólogos brasileiros.

Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática dessa área, saiba mais ...


CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA

philolibrorum@yahoo.com.br


Esta Página visa contribuir, com a localização de livros escassos, aos estudiosos das diversas ciências e áreas de estudo ou mesmo hobbies. Sobretudo as publicações já fora de comércio, antigas, esgotadas.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

A epopéia da Ilha da Madeira Rev. Manuel Porto Filho Dr. Kalley protestantismo brasil europa Teologia Fé Pregação Pregador




A epopéia da Ilha da Madeira

Rev. Manuel Porto Filho

ano: 1987

descrição: brochura em bom estado, livro escasso,com 169 páginas, com ilustrações, esgotado, não perca.


Livro clássico sobre o protestantismo na pessoa de um dos nomes mais importantes para a divulgação da fé evangélica no brasil: Dr. Kalley.

A Escola Dominical de Petrópolis crescia. O Doutor, sentindo as possibilidades da extensão do trabalho, começou a escrever cartas a seus amigos e antigos companheiros de Illinois, convidando-os a virem auxiliá-lo no Brasil.

O primeiro a atender a esse apelo foi o Sr. William Pitt, inglês, natural do condado de Devonshire, que havia sido aluno de D. Sarah quando esta, ainda solteira, lecionava em Torquay. Mudando-se para os Estados Unidos, ali trabalhava como carpinteiro. Chegou ao Rio em dezembro de 1855 e, poucos dias depois, a Petrópolis, onde, com grande emoção, se encontrou com sua antiga mestra. Restabelecendo-se das febres ali contraídas, voltou ao Rio, conseguindo emprego na carpintaria do Arsenal da Marinha.

Em 6 de agosto do ano seguinte chegaram três famílias madeirenses: Francisco da Gama, com sua mulher, Francisca, e três filhos; Francisco de Souza Jardim, com Albina, sua esposa e três filhos; e Manoel Fernandes, com sua esposa, Francisca, e uma prima, Maria Fernandes. Haviam saído de Springfield em 27 de maio para Baltimores, onde se demoraram uma semana e, depois de dois meses de estafante viagem, passando por Southampton, na Inglaterra, chegaram ao Rio a bordo de um navio cargueiro, do qual foram os únicos a desembarcar. Pitt já os esperava no cais. Auxiliado por ele, Francisco da Gama conseguiu encontrar uma casa na rua Boa Vista, hoje Conselheiro Zacarias, no morro de Saúde, que foi alugada para ali ficarem residindo as três famílias. Pitt residia numa rua paralela, a rua do Propósito....






O médico escocês Robert Reid Kalley é um notável pioneiro, tendo sido o primeiro missionário protestante a atuar com êxito em várias regiões de língua portuguesa dos dois lados do Atlântico, apesar dos formidáveis obstáculos que teve de enfrentar. Personagem controvertido e polêmico, caracterizado por um espírito empreendedor e independente, Kalley exerceu uma influência profunda e duradoura sobre o protestantismo luso-brasileiro, em diferentes aspectos.


Apesar de Kalley ter se tornado uma figura quase lendária na história do protestantismo brasileiro, alguns aspectos da sua vida, obra e peculiaridades são ainda pouco conhecidos. Daí a oportunidade e relevância de reconsiderar esse pioneiro, visto ter transcorrido recentemente o sesquicentenário da sua chegada ao Brasil.



Nesses últimos tempos, a Igreja Brasileira está começando a experimentar um momento novo na sua história. Centenas de milhares de pessoas estão reconhecendo a própria necessidade de Deus.

Elas estão em busca de segurança para as suas almas e de respostas para as suas dúvidas. Na verdade, ainda que não percebam, essas pessoas, estão ansiando pela tão preciosa salvação que Jesus, de uma vez para sempre, conquistou na cruz do Calvário.


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Romeu Avelar Figuras da Terra D alagoas poesia alagoanaep. Estadual de Cultura 1963




Romeu Avelar

Figuras da Terra

Dep. Estadual de Cultura

1963

Romeu Avelar Figuras da Terra Dep. Estadual de Cultura 1963. Série de Estudos Alagoanos.

livro em bom estado, encadernado em capa dura, manteve-se a capa brochura original, muito escasso e muito apreciado, ótima ferramenta para pesquisadores, amantes e estudiosos da literatura e poesia alagoana e brasileira.

Aurino Maciel; Arthur Ramos; Graciliano Ramos; Afonso de Carvalho; Baltazar Memdonça; Jorge de Lima; Alfredo Oiticica; Guedes Miranda; Calabar; Adalberon; Pilar estância da Saudade; Carta intima Mendonça Junior; Alagoas anedótica, etc...

Romeu de Avelar foi um dos maiores escritores de Alagoas.


Temos condição de conseguir muitos outros títulos sobre o assunto. Diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.

Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática.

Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem para acompanhamento da entrega.

Toda postagem pode ser rastreada pelo site dos Correios.

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Outro livros dessa área, caso haja interesse contacte-nos.

Elegante no trajar e nos gestos, tinha média estatura, cabeleira,meia costeleta e bigode aparados, parecendo um fidalgo saído das páginas de um romance das primeiras décadas do século.

Companheiro, desde cedo, de intelectuais admiráveis como Lima Barreto, Agripino Grieco, Humberto de Campos, Olegário Mariano, Hermes Fontes, Bastos Tigre, Pontes de Miranda, Jorge de Lima e tantos outros notáveis expoentes das letras nacionais daquela época, o alagoano Luís de Araújo Moraes, nome de batismo do escritor, jornalista, radialista, crítico literário, político, homem de sociedade e boêmio, Romeu de Avelar, nascido na cidade de São Miguel dos Campos, em 23 de março de 1896, e participante ativo dos movimentos culturais das cidades de Maceió, Recife, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.

Filho de Methodio da Silva Moraes e Dona Maria Andréia de Araújo Moraes, faleceu em 20 de dezembro de 1972, num desastre automobilístico, quando, em companhia de sua segunda mulher, a jornalista e poeta Hyldete Favilla, viajava para Maceió a fim de autografar o seu livro Calabar.

Desde 1918, foi colaborador efetivo do Jornal de Alagoas e, posteriormente, da Gazeta de Alagoas, sendo conhecido juntamente com seus irmãos, o poeta Tancredo de Moraes e o médico e combativo jornalista Delorizano de Araújo Moraes, como beletristas e políticos arrebatados, nas diversas oportunidades com que tiveram de manifestar suas opiniões, culminando com o célebre acontecimento político conhecido como o "tiroteio do Hotel Bela Vista", na Interventoria Osman Loureiro.

Depois da preterição sofrida pelo seu amigo e correligionário Silvestre Péricles de Góes Monteiro, voltou para o Rio de Janeiro, onde passou a escrever nas revistas Vamos Ler, Carioca, Noite Ilustrada, Panfleto e Ilustração Brasileira. Em 1948, voltou a Alagoas, quando foi nomeado diretor da Imprensa Oficial e colaborou nos diversos jornais da nossa capital.

Eleito para a Academia Alagoana de Letras, não foi tomar posse, fato que gerou desentendimentos e polêmicas, inclusive com o presidente Orlando Araújo, uma das mais respeitáveis e destacadas figuras daquela época. Voltando a residir no Rio de Janeiro, foi chefe dos jornais falados da Rádio Mauá, tendo sido logo após seu diretor, cargo em que se aposentou.

Novamente em Alagoas, foi nomeado delegado do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários, candidatou-se à Câmara Federal, não logrando eleger-se, mas participou da vitória de Silvestre Péricles contra Arnon de Mello para o Senado da República, o que o fez retornar ao Rio e ocupar função destacada na administração do IPASE.

Ele era bom de papo e bom de briga. Sua pena corria solta, intimorata, leve ou pesada, dependendo do julgamento que fizesse. Muitas vezes foi criticado e outras tantas elogiado, de acordo com a disposição dos atingidos ou nomeados pelos escritos mordazes, intencionados, diretos, estocadas de florete ou afago sincero e generoso de um cavalheiro, que em pleno século XX ainda vestia armadura, usava punhos e colarinhos impecavelmente engomados e tinha nome de nobre italiano.

Tendo vida literária e jornalística intensa, escreveu para os melhores jornais e revistas do país, deixando os seguintes livros publicados:

Tântalos,
Numa Esquina do Planeta,
Calabar,
Os Devassos,
À Sombra do Presídio,
Figuras da Terra,
Crônicas de Ontem e de Hoje,
General Góes Monteiro: O Comandante de um Destino,
Coletânea de Poetas Alagoanos,
Antologia dos Contistas Alagoanos,
A Pensão de Dona Brígida,
O Último Deputado,
Não há Felicidade.

Romeu de Avelar foi um dos maiores escritores de Alagoas.

Araça dos Luna Freire Paraiba Historia Genealogia Nordeste Mari Sapé e região Antonio Silvino Carro de Boi Açucar cangaço religiao etc




Araçá dos Luna Freire - Paraíba História Genealogia Nordeste

Antonio Freire

editora: Nova Paraíba / João Pessoa

ano: 1972

descrição: Livro em bom estado, capa dura. aproveite.

Escasso livro da bibliografia histórica paraibana e nordestina. Um dos mais importantes livros sobre a história do ramo na Paraíba.


Mari - Espirito Santo - Sapé e região - Antonio Silvino - Carro de Boi - Açucar.

Antiga família de Pernambuco, com ramificações na Bahia, e outros estados do Nordeste, procedente de Macário de Luna Freire. 221 p. il.

Genealogia, história, Religião, Paraíba, Luna Freire, Antonio Silvino, Estrada de ferro, Carro de boi, Rapadura, Açucar, Escritor paraibano.

Traz flagrantes de momentos da cidade de Araça, foto da capela, etc. referencia nos estudos dos povos e costumes que formam a grande Paraíba do Norte. Temos outros livros sobre a Paraíba e Nordeste, consulte-nos. saiba mais ...;

O escritor Antonio Freire informa que os Luna Freire constituem-se antiga família de Pernambuco, com ramificações na Bahia, procedente de Macário de Luna Freire [1808, PE - 1882]. Na Paraíba, concentraram-se na região do litoral. Foram os fundadores e construtores da civilização mariense.

livro contendo raízes dos Luna Freire - denominado ARAÇÁ DOS LUNA FREIRE, de Antonio Freire, onde poderão ser buscadas informações bastante úteis sobre a genealogia dos LUNA de Espanha e dos FREIRE de Portugal e de Espanha e sua descendencia no nordeste e brasil.


Livro com reduzida e única tiragem, pouquíssimos exemplares se vê por aí, lindo livro em papel e ilustrações de boa qualidade, elaborado para a Renomada Coleção de livros com temática Bibliografica sobre a Imigração e linhagens no Brasil.

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sobre a Genealogia:

A genealogia, como ciência não se restringe à investigação exclusiva de árvores nobiliárquicas, mas à reconstituição de todas as famílias, por mais modestas no sentido de buscar a contribuição pessoal na obra comum de engrandecimento da Pátria.

A genealogia é uma das mais belas e úteis ciências, quando cultivada em função da Terra e do Sangue.

O povo que não olha para o passado à procura de seus ancestrais jamais olhará para o futuro e para a posteridade.

Por que ainda hoje há pessoas que se interessam por assuntos tão tolos como origem de famílias ? A todos estes respondo que é com o conhecimento de onde viemos que saberemos aonde vamos. Quer queiramos ou não são os nossos ancestrais que deram a formação mais profunda do nosso ser, do nosso existir. É pois conhecendo as tendências, os modos de ser dos nossos, que saberemos lutar, pelo que seremos e o que os nossos filhos serão. Desse modo, também a eles ofereçamos o gosto pelo conhecimento dos nossos.

Ressuscitar as memórias das passadas gerações, e dentre o pó das histórias evocar todas as glórias
das antigas tradições, é serviço, é incitamento, é missão honrada e nobre.

A preocupação absorvente da Gleba e da Família, do apego ao chão e às tradições domésticas, fecunda as raízes das árvores genealógicas, que são áridas e frias, inexpressivas e mudas quando redundam em simples enumeração de ascendentes e descendentes.

Florescem os seus ramos, enfeitam-se de cor e de som, animam-se, enchem-se de vida, esmaltam-se de glória sentida e compreendida,quando investigamos nos alfarrábios e tiramos do pó o espírito dos antepassados, para viver suas existências, comungar suas dores, beber suas lições, impregnar-nos de suas virtudes e do heroísmo de seus martírios.

Se o brasileiro se apaixonasse pela sua Terra e pela sua Gente, pela comuna cuja gleba seus avós lavoraram, essa paixão longe de desenvolver qualquer regionalismo, lhe daria uma alta e humana compreensão da Vida, da verdade da História e do sentido cristão da Pátria – pátria admirável e bela, que é a mesma paisagem conhecida e amiga que nos habituamos a contemplar da janela da casa paterna e que nossos mortos levaram na retina para o seio da terra abençoada, pátria que é ossuário de....

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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Genealogia de Frederico Guilherme Virmond Gen Nicanor Porto Virmond famílias SUPPLICY - CARRANO Queiroz, Werneck, Fiuza, Machado, Carnasciali




Genealogia de Frederico Guilherme Virmond

Gen Nicanor Porto Virmond

editora: Imprensa Oficial

ano: 1976

estante: Genealogia

livro em Brochura original em bom estado, 140 páginas sem riscos nem grifos, livro escasso, não perca saiba mais...


livro com assinatura e uma muito interessante e informativa dedicatória de punho do próprio autor.

Exemplar único com diversos souvenirs genealógicos, que pertenciam ao antigo dono, sem dúvida um apaixonado linhagista...


livro Genealogia de Frederico Guilherme Virmond, de Gen Nicanor Porto Virmond, como parte da programação da semana comemorativa no centenário de falecimento do artista.


Ascendentes e descendentes de Frederico Guilherme Virmond nascido em Köln, Alemanha em Setembro de 1791.
Na Alemanha chamou-se Friedrich Leonhard Virmond e Friedrich Wilhelm Virmond. Casou-se em Funchal, Ilhas Madeira, Portugal, à bordo da nau Real João, com Maria Izabel Quadros de Andrade em 1807.
Emigrou para o Brasil em 1818, fixando residência em Lapa, Paraná onde morreu em 1876.

Family History of Frederic Wilhelm Virmond of Köln, Germany. He was born in 1791, married to Maria Izabel Quadros de Andrade in 1807, they emigrated to Paraná, Brazil in 1818 and he died in Lapa, Paraná in 1876.

Inclui os nomes Virmond, Suplicy ou Suplici, Queiroz, Werneck, Fiuza, Machado, Carnasciali e outros parentes.

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Livro com reduzida e única tiragem, pouquíssimos exemplares se vê por aí, lindo livro em papel e ilustrações de boa qualidade, elaborado para a Renomada Coleção Bibliografica sobre a Imigração no Brasil.

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A genealogia é uma das mais belas e úteis ciências, quando cultivada em função da Terra e do Sangue.


O povo que não olha para o passado à procura de seus ancestrais jamais olhará para o futuro e para a posteridade.


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Ressuscitar as memórias das passadas gerações, e dentre o pó das histórias evocar todas as glórias
das antigas tradições, é serviço, é incitamento, é missão honrada e nobre.


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Revista Brasileira - Tomo v 1896 Jan-Mar

Revista Brasileira - Tomo v 1896 Jan-Mar

Nabuco - Sylvio Romero - Taunay - Bevilacqua Etc

editora: Revista Brazileira

ano: 1898

descrição: em bom estado de conservação, encadernação de época em couro, temos outros números dessa rara revista fonte de referência básica para o estudo sobre qualquer coisa que diz respeito ao Brasil.

Artigos originais de renomados brasileiros tais como Sylvio Romero, Afonso Taunay, Joaquim Nabuco, Afonso Celso, Clovis Bevilacqua, Nina Rodrigues, Alonso Adjunto, Araripe Junior, Herbert Spencer, etc...

Revista Brazileira, uma publicação de ciências, letras, artes, história, filosofia, economia, política, sociologia, viagens, dedicada aos interesses da civilização nacional.

Todas as tardes no Rio de Janeiro, antes que o sol transmonte, um grupo de homens se reúne em uma pequena e modesta sala. É o five o’clock da Revista Brasileira, refúgio suave, tranqüilo da tormentosa vida fluminense. Há desordem; no parlamento? Há estado de sítio? Que importa! Recolhemo-nos àquele retiro e reciprocamente nos infiltramos de fluidos intelectuais.


A Revista Brasileira é de grande importância para a história intelectual brasileira, tendo sido estudada por Antonio Candido, em Formação da Literatura Brasileira, Roque Spencer de Barros, na Ilustração Brasileira, e Wilson Martins, em História da Inteligência Brasileira.

A Revista Brasileira entrou e saiu de cena inúmeras vezes ao longo dos séculos XIX e XX, com uma série de editores e subtítulos diferentes. A historiografia da imprensa no Brasil considera a esta revista como sucessora da Revista Guanabara, de 1850. A revista surgiu em 1855 com o subtítulo de Jornal de Literatura, Teatro e Indústria, que após alguns anos transfor-
mou-se em Jornal de Ciências, Letras e Artes. Na etapa editada entre os anos de 1879 a 1880, passou a se chamar simplesmente Revista Brasileira, desaparecendo a palavra ciência em seu título, sem que isto significasse um abandono dos temas científicos.




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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A Família Prado Darrell E. Levi genealogia paulista linhagens familiares linhagistas café história política etc

A Família Prado

Darrell E. Levi

editora: Cultura 70

ano: 1977

descrição: Genealogia - Brochura de 357 páginas, em bom estado de conservação, brochura original, escasso, aproveite.

Veridiana Valeria Prado (1825-1910), filha do Barão de Iguape, António, desposou Martinho da Silva Prado (1811-1891) e teve quatro filhos, destinados a desenvolver um papel influente na vida brasileira:

António (1840-1929),
Martinico (1843-1906),
Caio (1853-1889)
e Eduardo (1860-1901).

Verdadeira "matriarca" da família, morreu em 1910 aos 85 anos de idade.

Os Prado, com os Penteado, "simbolizavam a casta economica e industrial de São Paulo, durante a Primeira Republica". com 357 pp., mapa, retrato.



Em 1868 Martinico casou-se com Albertina e passou a residir no interior do estado de São Paulo, cuidando das fazendas de seu pai, a Campo Alto e a Santa Cruz. O casal teve 12 filhos e, até mesmo na vida íntima, na criação das crianças, diferenciou-se do restante da família, pois sua liberdade e informalidade foram postas em prática. Os relatos da governanta contratada por Martinico para cuidar das crianças, a alemã Ina von Binzer, confirmam esses fatos. Os filhos tinham total liberdade no que diz respeito aos modos, como também na relação com os pais.

Esses aspectos do cotidiano deste personagem demonstram que o comportamento e os costumes desta família eram totalmente distintos do que era imposto pela sociedade para a educação dos filhos na antiga São Paulo imperial, como relata Levi:

Os Prado eram relativamente arrivistas entre a elite do século dezoito, e, nos últimos anos, podiam se permitir ver o orgulho quinhentista pelas origens heróicas com o mesmo estonteante cinismo que se tornou uma notável característica da família.

O ano de 1900 tinha começado em São Paulo com um acontecimento mundano que selava a aliança entre as duas dinastias que simbolizavam a elite económica e social da cidade no fim do século: o casamento entre a bela Eglantina, filha do Conde António Alvares Penteado, e o jovem António Prado Jr., filho do Conselheiro António Prado, prefeito nos dez anos áureos de São Paulo, entre 1898 e 1908.


Estudo acadêmico sobre importante clã da elite paulista, com estruturas familiares diferentes das normas da sociedade patriarcal a que pertencia.

O brasilianista Darrell Levi, em um estudo mais recente, fez uma investigação sistemática da família Prado. Que Eduardo Prado tenha sido um dos mais ricos cafeicultores do Brasil, e que ele foi também um empresário da cafeicultura, juntamente com o seu irmão Antônio Prado, que enriqueceram em grande parte graças às suas relações com o Império, além de serem proprietários de escravos em um Brasil marcado pelo regime escravocrata,não é nada assombroso. Levi afirma que o Segundo Império foi um período clássico para os Prado, uma era de grande êxito político e econômico da família, que começou a declinar no decorrer da Primeira República.

Levi, talvez tenha sido a sua pesquisa sobre A família Prado o mais sistemático e bem documentado estudo acerca daquela família. Algumas ideias apontadas por Levi merecem ser estudas por muito tempo ainda.


Desenvolve a idéia de que a família Prado, diferentemente da família patriarcal brasileira do estilo Casa Grande & Senzala, fazia parte de uma elite modernizante, o que abrangia uma relação ambígua entre o ser cafeicultor – com todas as suas implicações - e ao mesmo tempo, ser cosmopolita.

Nesse sentido, haveria uma espécie de “problema” da família que perpassava intelectuais como
Prado, a saber: como progredir e, ao mesmo tempo, conservar as tradições legítimas? (p.147).
As questões relativas ao tempo abordadas por Levi não pararam nessa dificuldade entre a
tradição e a modernidade da cultura brasileira. De acordo com o brasilianista, Eduardo, mais
do que qualquer outro Prado, “havia visto as raízes morais, filosóficas e mesmo familiares
de seu mundo sacudidas pelo advento da República. Ele viu minadas as fundações
culturais do Brasil: Deus, pátria e família estavam abandonados”

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Livro com reduzida e única tiragem, pouquíssimos exemplares se vê por aí, lindo livro em papel e ilustrações de boa qualidade, elaborado para a Famosa Coleção Imigração Italianaela própria Associação mantenedora.

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Popoff IB 1978 Enneagram of the Man of Unity - Esoterico Quarto Caminho Gurdjieff Ouspensky etc

Irmis B Popoff

Enneagram of the Man of Unity.

Samuel Weiser

1978

livro em bom estado de conservação,coda1-x2, escasso, não perca,"novidades", saiba mais...

The Enneagrama contains an unending series of mathematical variation and relationships which make its study a remarkable and most valuable exercise. Mrs. Popoff, in collaboration with her group, has written this book which illustrates their work with the Enneagrama in life situations which range in scope from sewing a dress and weeding the garden to The Descent of the Holy Spirit and The Man of Unity. Each situation is illustrated through the movements of the enneagrama...

O metropolitano em São Paulo Mario Leão

LEÃO, Mário Lopes;

O Metropolitano Em São Paulo,

São Paulo: Prefeitura do Município de São Paulo,

1945.

livro em muito bom estado de conservação,coda1-x40,escassa 1ª Edição, com dedicatória e autografo do próprio autor.

O engenheiro Mário Lopes Leão, apresentou ao Instituto de Engenharia de São Paulo uma monografia intitulada O Metropolitano Em São Paulo, que propunha um sistema de metropolitano de cerca de 24 km de extensão composto por linhas radiais partindo do centro, ligadas entre si por um anel metroviário na região central de São Paulo.


Segundo Mário Lopes Leão, no livro O Metropolitano de São Paulo, a cidade apresentava em 1933 uma rede de bondes com 258 km de extensão e 550 carros, sendo responsável por 84% das viagens de coletivo, aproximadamente 1,2 milhão de viagens/dia, em uma cidade de 888 mil habitantes.

Em 1942, suas linhas encolheram 41 km, seus carros aumentaram em apenas 20 unidades e sua participação caiu para 63% das viagens de coletivo, enquanto o ônibus passou de 16% para 37%.

Em 1946 o serviço passa para a municipalidade e em 1968 foi finalizado.

Encantos do Oeste Agenor Couto de Magalhães




Encantos do Oeste

Agenor Couto de Magalhães

editora: Imprensa Nacional

ano: 1945

descrição: Encantos do Oeste - Um pedaço do Brasil onde o homem se identifica com a natureza. Prefácio de Gastão Cruls. Capa em tecido, 224 páginas, ilustrado.