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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Discurso Nº 7 Revista do Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. FFLCH / DF / USP 1976 Páginas 244 Claude Lefort Gilda Rocha de Mello e Souza Gerard Monnier Leyla Perrone Moyses Otília Beatriz Fiori Arantes Leon Kossovitch Dante Haroldo de Campos André Malraux por Paulo Emílio Salles Gomes Robert Stam Annatereza Fabris Manuel Scorza por Franklin Leopoldo e Silva Machado de Assis: o lúdico lúcido por Lenira Marques Covizzi Theodor W. Adorno por Willi Bolle Berta Waldman


Discurso Nº 7

Revista do Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. 

FFLCH / DF / USP

Ano:        1976

Páginas:    244

Em bom estado de conservação, brochuracom capa original.

Artigos:


O mito de Borralheira por Gilda Rocha de Mello e Souza

Bitran, a questão do olho por Claude Lefort

Técnicas artísticas e técnicas de produção por Gerard Monnier

Criticalegoria por Leyla Perrone Moyses

Klee, a utopia do movimento por Otília Beatriz Fiori Arantes

O plástico e o discurso por Leon Kossovitch

A prática da leitura segundo "D. Quixote" por Luiz Fernando Franklin de Matos

Dante, Paraíso, Canxo XIV por Haroldo de Campos 

II  Une vie dans le siècle, de André Malraux por Paulo Emílio Salles Gomes

Terra em Transe por Robert Stam

A vida como ficção por Annatereza Fabris

Nota sobre Manuel Scorza por Franklin Leopoldo e Silva

A mancha verde - Um crime do abstrato por Lisbeth R. Gonçalves

Exemplo de discurso reflexivo em Machado de Assis: o lúdico lúcido por Lenira Marques Covizzi

O amuleto de Theodor W. Adorno por Willi Bolle

A terapia pela arte por Annateresa Fabris

Abismo de rosas: uma metáfora vertiginosa? por Berta Waldman


Temos condições de conseguir outros números desta revista.

A revista Discurso, órgão oficial do Departamento de Filosofia da USP, surgiu em 1970. 

Quando atravessava a mais difícil fase de sua história, atingido duramente pela violência da ditadura, este Departamento extraiu da ameaça de seu desaparecimento a força e a coragem para criar um espaço de expressão.  

A revista propôs-se a veicular não apenas a produção teórica de seu corpo docente, mas também as mais diversas manifestações de reflexão sobre a cultura, sem distinguir correntes ideológicas, linhas filosóficas ou áreas do saber. 

Assim se pretendia garantir o pluralismo e a liberdade, numa época de obscurantismo.

Claude Lefort  Gilda Rocha de Mello e Souza  Gerard Monnier Leyla Perrone Moyses  Otília Beatriz Fiori Arantes  Leon Kossovitch  Dante Haroldo de Campos  André Malraux por Paulo Emílio Salles Gomes  Robert Stam  Annatereza Fabris  Manuel Scorza por Franklin Leopoldo e Silva   Machado de Assis: o lúdico lúcido por Lenira Marques Covizzi   Theodor W. Adorno por Willi Bolle  Berta Waldman.




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