Pesquise neste Blog

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

As Fúrias Invisíveis: um romance de ilusões perdidas Ricardo Ramos - Martins 1974 1ª edição papel especial marca d'agua




As Fúrias Invisíveis: um romance de ilusões perdidas

Ricardo Ramos

editora: Martins

ano: 1974

descrição: livro em bom estado de conservação, nº de páginas: 149 formato: 14 x 21.

1ª edição em papel especial com marcas d'agua.



“As fúrias invisíveis” – um romance de ilusões perdidas (...), revela a imagem massificada do homem sem rosto, anônimo perante si próprio, despersonalizado por uma engrenagem gigantesca que é a cidade reflexo de uma sociedade de produção e consumo.

“ A realidade dura de uma grande faixa de homens. Acima dos quarenta. Entre a glória e o suicídio. Um excelente romance”.




Na literatura de Ricardo Ramos temos a rara oportunidade de nos determos no essencial, vendo na condição humana o que ele traz de bom e ruim ao estabelecer uma série de rituais que tentam forjar nossa realidade.


“O silêncio talvez seja o segredo do seu estilo. Tanto o silêncio das pessoas e das palavras, como o silêncio das situações. Não há uma nota dissonante. Nem uma frase enfática. Nem um diálogo estridente. Pode-se dizer que Ricardo Ramos se firma como a demonstração de que a plenitude da palavra"

Suas raízes de pensamento, estão voltadas à crítica social embasada na Indústria Cultural, como decorrência, enfocando a produção seriada, a uniformização e conseqüentemente a deterioração dos padrões culturais. Influência essa recebida da Escola de Frankfurt.

O marco de sua literatura está na teoria crítica onde congrega sentimentos discordantes e conflitantes sobre a imagem massificada do homem despersonalizado numa engrenagem gigantesca como reflexo da sociedade capitalista.

O redator, a partir da idéia que deve transmitir, escreve utilizando experiência, sensibilidade e criatividade; e ao sentir a falta de expressividade, parti para meditar. Isso é que Ricardo Ramos fazia, caracterizando sua arte como uma arte viva.





Trata-se de um grande clássico de caráter universal primordial para a educação. Possui texto de fácil entendimento que estimula o leitor a pensar e refletir sobre o tema proposto.

Temos condição de conseguir muitos outros títulos sobre o assunto.

Diga-nos quais você precisa e lhe daremos a resposta.

Temos um vasto acervo sobre essa bibliografia temática.

Envio em até 24 horas após a confirmação de pagamento com confirmação via e-mail e número de postagem para acompanhamento da entrega.

Toda postagem pode ser rastreada pelo site dos Correios.

Todos os pedidos são enviados com seguro.

CASO HAJA INTERESSE NESSE LIVRO OU EM NOSSO SERVIÇO, ENVIE UM E-MAIL PARA

philolibrorum@yahoo.com.br


Esta Página visa contribuir, com a localização de livros escassos, aos estudiosos das diversas ciências e áreas de estudo ou mesmo hobbies. Sobretudo as publicações já fora de comércio, antigas, esgotadas. Vendemos via Mercadolivre.


----------


Nascido em Palmeira dos Índios (AL), em 4 de janeiro de 1929, filho de Graciliano Ramos e D. Heloísa de Medeiros Ramos, Ricardo Ramos fez seus primeiros estudos em Maceió (AL). Com 14 anos partiu para o Rio de Janeiro, onde iniciou-se no jornalismo aos 15 anos e passou a estudar à noite. No final dos anos 40, com cerca de 20 anos, publicou seus primeiros contos, avulsamente, em revistas e suplementos literários. Formou-se em Direito, em 1951, pela Faculdade de Direito da Universidade de Guanabara do Rio de Janeiro, mas nunca advogou. Nessa época, já se dedicava à propaganda e, em função dessa atividade, cinco anos depois, transferiu-se para São Paulo, onde morou até 1992. Nos mais de trinta anos em que viveu em São Paulo, sempre engajado em causas sociopolíticas, foi escritor, jornalista, publicitário, professor de Comunicação e responsável direto por projetos junto a grandes empresas, como o megaevento "Bienal Nestlé de Literatura", em todas as suas edições.

Admirador e amante da literatura, tinha como preferência os contos de Machado de Assis, os livros Guerra e paz e A morte de Ivan Ilitch, de Leon Tolstoi, e Ninguém escreve ao coronel e Crônica de uma morte anunciada, de Gabriel García Márquez.

Nenhum comentário:

Postar um comentário