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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

São Paulo a Juventude do Centro - Delion, Luciano; Cavalcanti, Pedro


São Paulo a Juventude do Centro

Delion, Luciano ; Cavalcanti, Pedro

capa dura , bom estado, com 196 páginas.

Tem maravilhosas fotos antigas do centro de São Paulo, muitas gravuras e desenhos. 


Livro tamanho médio de capa dura em ótimo estado, folhas de material com papel especial do tipo couché, fartamente ilustrado.

 Este livro, trata de arquitetos e construtores, como também de revolucionários e administradores, banqueiros e industriais, jornalistas, pintores e poetas, célebres, ou modestos, e das marcas materiais e imateriais que deixaram no corpo e na alma da cidade. 

A Juventude de São Paulo em livro lançado no aniversário da cidade. A história do centro das metrópoles revela como anda o coração de um povo e para onde caminha sua alma. Representa o eixo em torno do qual tudo gira. 

O livro São Paulo, a Juventude do Centro é não somente uma homenagem à cidade como uma aposta na recuperação do núcleo inicial da maior metrópole brasileira, que viu nascer o primeiro arranha-céu, promoveu a Semana de Arte Moderna de 22 e criou a primeira Bienal de Arte do Brasil. 

O período coberto pelo livro, escrito por Pedro Cavalcanti e Luciano Delion (da Primeira República ao Quarto Centenário), foi escolhido justamente por representar o apogeu da juventude do Centro, em sua capacidade de irradiar beleza, riqueza e cultura.

Foi no centro que empresários sonharam e construíram monumentos arquitetônicos como o edifício Martinelli. Também foi lá que escritores como Mário e Oswald de Andrade idealizaram o modernismo brasileiro e revelaram artistas como Tarsila do Amaral e Anita Malfatti. Finalmente, foi no Largo de São Francisco, e nas ruas vizinhas, que nasceram revoluções e grandes movimentos políticos.

O período coberto pelo livro, da Proclamação de República ao Quarto Centenário, foi escolhido por representar o que se poderia chamar de juventude do centro, época do apogeu de sua beleza e de seu prestígio antes de mergulhar no descaso e no esquecimento do qual somente agora começa a emergir. 

“Benjamin Jafet havia se instalado na 25 de Março em 1890, em uma loja tão pequena que sequer tinha nome. Logo, seus irmãos também partiram da aldeia de Chouir, no Líbano, para se juntarem a ele. A loja recebeu, então, o nome do irmão mais velho Nami & Irmãos, ocupando um prédio no número 149 da 25 de Março, que hoje não existe mais. Ficaram ali apenas três anos e se mudaram para a rua que, na época, era o endereço dos atacadistas mais prósperos, a Florêncio de Abreu"


“A rápida ascensão dos Jafet é atribuída por estudiosos às inovações que eles trouxeram para o comércio de São Paulo. Numa época em que a formação para o mundo dos negócios se limitava ao curso de guarda-livros, hoje denominado contador, ministrado pela Escola de Comércio Álvares Penteado, no largo de São Francisco, temas como estratégias de marketing, planejamento de vendas e fidelização do consumidor, evidentemente, não teriam lugar entre as preocupações dos comerciantes”.

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