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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Sonia Maria Freitas Reminiscências: contribuição à memória da Faculdade de Filosofia Letras e Ciencias Humunas da USP 1993 filosofia usp historia educação brasil paulista faculdade departamento frances de ultramar Cleonice Berardinelli Célia Quirino Antônio Cándido Gilda de Melo e Souza Décio de Almeida Prado Carlos Guilherme Mota


Sonia Maria Freitas

Reminiscências: contribuição à memória da Faculdade de Filosofia Letras e Ciencias Humunas da USP 

1993


Livro em bom estado, capa brochura original, com 329 pgs, escasso não perca, saiba mais ... 


Reminiscências colabora na ampliação dos parâmetros do debate sobre a produção intelectual em São Paulo e o desempenho da Universidade de São Paulo neste contexto. 

 Um outro tema que a autora e os depoentes direta ou indiretamente  exploraram é 0 papel da mulher no contexto da nova cultura universitaria.  

Porque mais do que lapidar a figura do intelectual moderno, a criação da  USP, num certo sentido, coloca diante da sociedade brasileira um agente  ainda mais original para nossos padröes culturais notoriamente meséginos  e exclusivistas: a mulher intelectual, aquela que entrava nas salas de aulas  e nos bares, que discutía om pé de igualdade com os homens e que passa,  assim, a fazer parte de um mundo em que outrora era excluida ou tínha sua  atuação limitada. 

Os depoimentos de Cleonice Berardinelli e de Célia  Quirino, assim como os de Antônio Cándido (que se casou com sua colega  de aulas, Gilda de Melo e Souza, infelizmente ausente do livro) e Décio de  Almeida Prado apontam para esse ponto cego na historiograña. Um aspecto que o professor Carlos Guilherme Mota (autor de um livro fundamental  sobre o tema, “Ideología da Cultura Brasileira”), e que foi o orientador da  dissertaçäo de mostrado que deu origem ao livro, ressalta sua introduçäo à  obra.

Investigar esses autores, principalmente aqueles de quem pouco  ouvimos falar, pode ser um caminho privilegiado para se aprofundar a  reflexäo sobre um legado decisivo em nossa formaçäo cultural. 

No mínimo, ajuda da història a fazer justiça falando em nome desses que näo têm  voz. Borges proclamou, na frase que Sônia usa como epígrafe do livro  “Nós seremos mortais nessa salvação, näo importa que conheçam ou näo  nossos nomes”. O que a autora quer, e seu livre ensaia, é dar nome a essa  imortalidade ...

Temos condição de conseguir muitos outros títulos sobre o assunto. 

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