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terça-feira, 21 de setembro de 2010

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Carvão da Vida

Armando de Oliveira

editora: Jose Olympio

ano: 1937


livro em bom estado de conservação, brochura original, 1ª Edição, com linda capa brochura preservada.

uma interessante e pouco conhecida obra prima do "Romance 30" a renomada época da produção nacional brasileira.

uma das raras obras que sobreviveram ao tempo, história que retrata a São Paulo da época e com o viés característico do romance de 30, regionalismo.


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Romance de 30

Chama-se de romance de 30 ou Neorealismo a produção ficcional brasileira de inspiração realista produzida a partir de 1928, ano de publicação de A bagaceira, de José Américo de Almeida, que inaugura o referido ciclo.

Em função do predomínio da temática rural, generalizou-se também o conceito de romance regionalista para indicar os relatos da época, apesar de alguns romances urbanos fazerem parte do mesmo período.

As características comuns aos romances de 30 são a verossimilhança, o retrato direto da realidade em seus elementos históricos e sociais, a linearidade narrativa, a tipificação social (indivíduos que representam classes sociais) e a construção ficcional de um mundo que deve dar a idéia de abrangência e totalidade. Características muito semelhantes às do Realismo machadiano, com o acréscimo do regionalismo e das conquistas modernistas de introspecção e liberdade lingüística.

A década foi marcada também por um impressionante florescimento de estudos sobre a sociedade brasileira, com destaque especial para Casa-grande e senzala, de Gilberto Freyre.

Quanto à temática, os romancistas de então enfatizam as questões sociais e ideológicas. É uma época de efervescência política no país e no mundo: no Brasil Getúlio Vargas assume depois de uma Revolução e inauguraria o Estado Novo, enquanto o mundo vive o período entre-guerras e assiste à ascensão do socialismo na União Soviética. O escritor, ao invés de pegar em armas, usa a ficção, a descrição e o romance como forma de denunciar as desigualdades e injustiças.


Romance de 1930
Denominação dada à narrativa ficcional produzida entre os decênios de 1930 e 1940 que inova ao abandonar a idealização romântica e a impessoalidade realista, para apresentar uma visão crítica das relações sociais e do impacto do meio sobre o indivíduo. Essas raízes literárias que relacionam a ficção de 1930 às duas estéticas do século XIX fez com que os romances escritos nesse período fossem conhecidos como regionalistas ou neo-realistas.



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