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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Revelação- Sonetos Escolhidos de Gamaliel Mendonça 1921 literatura brasileira sergipana sergipe aracaju nordeste 1921




Revelação- Sonetos Escolhidos de

Gamaliel Mendonça

1921


Revelação: sonetos escolhidos, com o retrato do autor. Rio de Janeiro, 1921. in. 8º.

Livro em Bom estado de conservação, encadernado em capa dura, manteve-se a capa brochura original.


Exemplar único, com uma rara dedicatória e assinatura de próprio punho do autor para um importante nome da intelectualidade brasileira de época. Há ainda correções feitas manualmente pelo próprio poeta.

Uma escassa peça bibliográfica da literatura sergipana e brasileira. 1ª e única edição. Tiragem muito pequena.


Gamaliel de Barros Mendonça – Filho de Jovino José de Mendonça e D. Carolina de Barros Mendonça, nasceu na cidade de Laranjeiras a 3 de dezembro de 1885.

Estudou preparatórios no Ateneu Sergipense e muito moço ainda tentou seguir a carreira comercial
como empregado nas praças de Laranjeiras e Aracaju, e depois na de Santana da Vargem Grande, no Estado de S. Paulo.

Em 1905 foi admitido na delegacia fiscal do Amazonas e em janeiro de 1918 foi nomeado 4º escriturário da Alfândega de Maceió.

Colaborou na “A Primavera”, de Aracaju, em 1904; no “Jornal do Comércio” de Manaus, em 1905; “O
Ateneu”, de Aracaju, em 1906; “Correio de Aracaju” e “Jornal de Sergipe” em 1908; “Gazetinha” em 1909 e ultimamente no “O Estado de Sergipe”.

Escreveu:

– Vigílias: versos. Bahia, 1911, 132 – 3 págs. in. 8º. Tip. Baiana, de Cincinato
Melquíades. É o seu livro de estréia e traz o seu retrato.

– Meu livro: coleção de sonetos, assim divididos: Minha Parte e Parte Alheia. Rio,
1915, 67 págs. in. 8º.

– O caso do vapor “Vênus”. Minha suspeição e o meu protesto. No “Diário da
Manhã”, de Aracaju, de 21 a 28 de junho de 1916.

– Magnus dolor: coleção de CXV. sonetos com o retrato do autor. Rio, 1916, 117
págs. in. 8º. Nas Oficinas do “Jornal do Comércio”.

– Discurso proferido na noite de 7 de janeiro de 1917 na residência do professor
Brício Cardoso por ocasião das suas bodas de ouro. No “Diário da Manhã”, de 12 do mesmo
mês.

– Um administrador enérgico e uma administração prudente. Outras considerações:
série de artigos no “Diário da Manhã”. Aracaju, de 15 de fevereiro; 14 de setembro; 18 e 20
de outubro; 14 de novembro de 1917.

Revelação: sonetos escolhidos, com o retrato do autor. Rio de Janeiro, 1921. in. 8º.

Data de morte: 18 de Outubro de 1948.


fonte:
Dicarmindo.

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