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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Narrativas e Memórias 1º Vol. Alvaro Astolpho da Silveira editora: Imprensa Official Belo Horizonte 1924 VEGETAÇÃO. FLORA. RECURSOS VEGETAIS. BRASIL. HISTORIA. contemporâneos Willian Ruhland Geraldo Kulman botânicos Hessel Hoene


Narrativas e Memórias 1º Vol.

Alvaro Astolpho da Silveira - Engenheiro chefe da Comissão Geográfica e
Geológica do estado de Minas.

editora: Imprensa Official Belo Horizonte

1924

livro em Brochura original, Bom estado de conservação, . : il., mapas dobrs. ; 22 cm,coda13-x6, Ilustrado, escasso, não perca, saiba mais ...

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Álvaro Astolpho da Silveira nasceu em 1867, em Minas Gerais, na cidade de Passos, localizada na região sudoeste do Estado.

Fez seus preparatórios em Ouro Preto, a então capital da província de Minas Gerais. Formou-se em 1892 como engenheiro de minas pela Escola de Minas de Ouro Preto, cursando também engenharia civil na mesma escola. Faleceu em 1945.

Foi um cientista atuante num tempo — nem tão antigo e distante assim — em que o montante dos conhecimentos era bem menor que os atuais; em consequência, as ciências se dividiam em segmentos bem diferentes do que vemos hoje.

Ele não conheceu a divisão da engenharia e medicina em minúsculas especializações, em bloquetes que mal e pouco se comunicam.


Álvaro da Silveira era engenheiro e naturalista, com incursões nos ramos da geologia, topografia e botânica. Uma de suas especialidades virou relíquia: a corografia, ou chorographia, de acordo com a língua portuguesa do início do século 20, ainda mais complicada que a atual e cheia de letras inúteis.

Consistia em viagens em que o naturalista pesquisava a natureza e depois a descrevia em livros extensos, ou em relatos para platéias ávidas de conhecer o mundo ainda misterioso.

Viagens e descrições da natureza, de foco multidisciplinar, são obviamente anacrônicas se comparadas à metodologia atual, mas pioneiros geniais como ele foram os responsáveis pelo primeiro passo para a ocupação adequada de áreas e regiões desconhecidas ou mal conhecidas.

Mas outras informações encontráveis em sua biografia indicam que Álvaro da Silveira estava longe do estereótipo do cientista fechado sobre si e sobre seu trabalho, pois ocupou cargos públicos e teve uma participação fundamental na história da Academia Mineira de Letras, foi membro e presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais.




Obras:

Viagem pelo Brasil: notas e impressões colhidas na viagem do Sr. Dr. Affonso Penna (1906),
Flora das Serras Mineira (1908)
Flora e suas Serras (1908).
A arborização de Belo Horizonte (1914)
O algodoeiro em Minas Gerais (1916)
Consultor Agrícola (1917)
Floresta e Pecuária (1917)
Agricultura e Pecuária (1919).
Memórias corográficas (1921)
Fontes, Chuvas e Florestas (1923)
Narrativas e memórias (1924)
Geografia do Estado de Minas Gerais (1929)
Floralia motium (1931).






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