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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Psicolinguistica Dan Isaac Slobin


Psicolinguistica

Dan Isaac Slobin
Nacional

1980

Livro em bom estado de conservação, sem grifos ou rasuras, miolo firme e capa conservada. 309 páginas -

FUNDAMENTOS BIOLÓGICOS DA LINGUAGEM DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM NA CRIANÇA LINGUAGEM E COGNIÇÃO, FORMA E FUNÇÃO NA LINGUAGEM PSICOLINGÜÍSTICA, ESTUDO LINGÜÍSTICO DA GRAMÁTICA.

REVISÃO TÉCNICA DE TRADUÇÃO GERALDINA PORTO WITTER. INCLUI APÊNDICE, GLOSSÁRIO, BIBLIOGRAFIA, ÍNDICE ONOMÁTICO E ÍNDICE REMISSIVO.

Sumário: Prefácio; Introdução; 1.O Estudo Lingüístico da Gramática; 2.O estudo Psicolingüístico da Gramática; 3.Limitações Psicolingüísticas quanto à Forma da Gramática; 4.O Desenvolvimento da Linguagem na Criança; 5.Fundamentos Biológicos da Linguagem; 6.Linguagem e Cognição; 7.Recapitulação: Forma e função na Linguagem.




Com “o exercício do ato de sentir” Qual o papel da linguagem na cognição? “Contar uma história” a este respeito, “e refletir as aquisições da criança na decodificação e construção de estruturas linguísticas”, é o que fundamentalmente procura fazer Dan Isaac Slobin.


observações no campo dos universais linguísticos e/ou dos fundamentos biológicos da linguagem.

"Começamos a pôr a linguagem humana numa estrutura universal, tanto em termos dos universais linguísticos dos sistemas de comunicação de nossas espécies, como em termos do meio biológico do comportamento humano típico”,


Refere com particular admiração a influência que sobre ele e seus companheiros de pós-graduação no Center for Cognitive Studies, de Harward, nos anos de 1960 e 64, exerceu Noam Chonsky com “as novas formulações de gramática transformacional e sua eventual significação psicológica”.

 Recorda ter sido Jerome Bruner quem então os levou até os estudos do soviético L,.S.Yygorsky, que não se desviara dos rumos traçados à Fisiologia por René Descartes, Ivan M. Sèchenov e Ivan Petrovich Pavlov e aos do suíço Jean Piaget ,que acabou procedendo de forma um pouco análoga, dando a suas investigações certo sentido ontogênico, biológico.



Vygotsky já sustentava que a função da fala egocêntrica assemelhava-se à da fala interior. Ela não apenas acompanha a atividade da criança; serve de orientação mental, compreensão consciente, ajuda a venccr dificuldades; é fala para si mesma, ligada íntima e proveitosamente ao pensamento infantil.(...) No fim, ela se torna fala interior”.


O próprio Dan Isaac Slobin opina que “a aquisição da linguagem é dirigida por princípios estruturais inatos, alguns dos quais são exclusivamente para esta tarefa especial, sendo alguns outros mais gerais”.


Uma posição dir-se-á nativista, que ele mesmo, por sinal, admite, ou melhor, naturalista. Implicitamente, de um fisiolinguista.

Significa que numa 3ª edição não seria incorreto apor a tal título, a escolher, “ou Fisiolinguistica”. Ele explicita:


“já dissemos o bastante para lançar sérias dúvidas sobre a idéia – comum a muita prática educacional – de que a língua é a fonte do desenvolvimento mental. E também debatemos a idéia de que as diferenças culturais se refletem com déficits gerais em capacidade da mente. Entretanto, continua sendo meta de uma boa parte da educação nos Estados Unidos tentar, em relação às crianças pequenas negras, portorriquenhas, mexicanas e asiáticas (e até surdos), que falem o inglês americano, padrão da classe média (Standard Middle-Class American English, geralmente mencionado pelos pofessores como inglês correto (...) .
 

“O método fisiológico no estudo da atividade dos sistemas de sinalização do cérebro tem aberto amplo acesso à investigação científica experimental não só do mundo exterior como também do mundo interior – através do sistema locutivo.
 

Isso quer dizer que ela, em tal estágio, compreende muitas palavras, ainda que não as pronuncie. Dentro deste quadro expositivo de natureza essencialmente fisiológica é que parecem movimentar-se psicólogos do porte de Dan Isaac Slobin, que realiza gradualmente em Berkeley, desde 1964, um programa de estudo de aquisição da linguagem, envolvendo duas (ou mais) línguas.
Diz ter passado os anos de 1969-70 e 1972-73 na Turquia,” aprendendo o turco e também observando como as criancinhas aprendem esse idioma”. Para ele, é uma língua rica e fascinante, que lhe fornece contrastes com o inglês e o leva a pensar em universais linguísticos.

O problema, como se percebe, é mais de ciências naturais do que de outra área. E não seriam os universais lingüísticos a base sensorial do conhecimento?





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