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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Comissão de Obras Novas do Abastecimento de Águas de São Paulo Historia Hidraulica Tietê Rio Etc

Comissão de Obras Novas do Abastecimento de Águas de São Paulo

Henrique Novaes

editora: São Paulo

ano: 1927


descrição: Rio Claro. rio Tietê. Utilização antiga, engenharia hidráulica etc; Uma bela obra que trata de que como em passado recente tratávamos a questão hídrica em nosso país, história do passado para o uso do futuro. não perca saiba mias ..; estante 1b, livro em brochura, bom estado, com ilustrações, planos, mapas, projetos, fotos antigas, desdobráveis, uma pérola. encadernado em capa dura;

Sobre o uso do Tietê:
"não há como negar que, de fato, multiplicando-se os custos de mão de obra e materiais, necessários à construção das adutoras, e mantendo-se constantes, ou pouco se tendo elevado, os preços da energia elétrica, a comparação dos dois sistemas (rio Claro e Tietê) tendo em vista apenas o lado econômico da questão, é favorável ao Tietê, por elevação mecânica. (...) A cada 3 metros cúbicos de elevação das águas do Tietê, no volume de 3000 litros por segundo, corresponde um km de adutora para trazer a São Paulo igual volume de águas do rio Claro”

Sobre o uso do Tietê e sua má reputação pela poluição e pela futura instalação do hospital/leprosário alardeada pelos seus detratores como um poderoso obstáculo psicológico à utilização do rio, suscitando repugnância da população:
“desta repugnância natural tem-se a prova, mesmo em São Paulo, cuja população do arrabalde da Penha de tal forma protestou e tão pertinazmente contra o fornecimento que se lhe pretendeu fazer, de águas filtradas e esterilizadas do Tietê, que a Repartição de Águas foi obrigada a suspendê-lo”


“um simples descuido nesse tratamento, uma imprevista infiltração de água poluída na rede de abastecimento, e teremos a porta aberta para que se desencadeie uma epidemia de conseqüências tremendas, pelo sacrifício de vidas preciosas. O que se vê como uma solução barata e simples vai encarecendo e complicando: desinfecção, filtração, tratamento de despejos... e depois de todos estes recursos da ciência mais adiantada, as incertezas, as dúvidas, a inquietude quanto às possíveis falhas de um tratamento, que não é um reforço de garantia de boa qualidade da água, porém a exclusiva garantia de um líquido apenas suportável, talvez. O tratamento depende, de fato, de constante atenção, dosagens de substâncias químicas altamente venenosas e fiscalização, nas quais prepondera o fator humano falível”

Temos um vasto acervo sobre a bibliografia temática dessa área, saiba mais ...


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